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 POST DE OLIVARES ROCHA Venenos legalizados: Cientistas

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Participação
3366
Quarta-feira, 27 de janeiro de 2010 - 17:59:58
189.63.209.148

POST DE OLIVARES ROCHA 

 

Venenos legalizados: Cientistas organizam lista de alerta sobre 

substâncias perigosas 

 

em 

oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2010/01/23/venenos-legalizados-cientistas-organizam-lista-de-alerta-sobre-substancias-perigosas-915694420.asp 

 

Venenos legalizados: Cientistas organizam lista de alerta sobre 

substâncias perigosas 

Publicada em 23/01/2010 às 19h32m 

Renato Grandelle 

R1 R2 R3 R4 R5 Dê seu voto R1 R2 R3 R4 R5 Média: 5,0ComenteComentários 

RIO - Cientistas organizam uma lista de alerta sobre agrotóxicos 

tolerados pela lei brasileira, mas que representam uma ameaça à saúde. O 

Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo e enfrenta problema 

crônico de contaminação. Ainda em seu início, a lista já inclui 27 

substâncias, cuja venda é permitida, mas sobre as quais há suspeita 

de causar desequilíbrios hormonais, com danos que vão de obesidade e 

depressão à redução da fertilidade masculina. 

 

Confira a lista dos pesticidas mais perigosos 

Os estudos serão apresentados ao Ministério da Saúde, responsável por 

determinar restrições ao uso de agrotóxicos. As substâncias analisadas 

levam muito tempo para serem eliminadas do meio ambiente. Por isso, são 

contaminantes perigosos. O contato inicial acontece nas zonas de 

produção agropecuária e chegam às cidades através do consumo de 

produtos com traços dos compostos. 

 

O grupo de pesquisa - que reúne universidades como UFRJ, Unicamp e USP, 

além de três sociedades científicas - diz combater uma tendência 

histórica do governo de só controlar substâncias após outros países 

tomarem a iniciativa. 

 

- Lidamos muito mais com alguns compostos prejudiciais à saúde do que 

europeus e americanos - alerta Tomaz Langenbach, coordenador do Programa 

de Pesquisa e Manejo de Risco da UFRJ. - Aqui as moléculas se movimentam 

de forma diferente: como nosso clima é mais quente, há uma evaporação 

maior, levando mais substâncias ao ar. Os problemas chegam à comida. Se 

um alimento é muito consumido por aqui, a tolerância a substâncias 

danosas deve ser menor. 

 

Poluição do ar também preocupa pesquisadores 

 

Como Langenbach ressalta, a ingestão não é a única forma de 

intoxicação. A inalação é ainda mais perigosa - e, 

surpreendentemente, menos conhecida: 

 

- Não há estudos no Brasil relacionados à poluição do ar. É lamentável, 

porque, nos cinturões agrícolas, a população está exposta aos pesticidas 

aplicados nas plantações. 

 

Langenbach compõe o grupo de pesquisas capitaneado pela Sociedade 

Brasileira de Mutagênese, Carcinogênese e Teratogênese Ambiental. A 

instituição quer propor que o governo tenha sua própria metodolo$para 

definir que substâncias devem ser controladas. 

 

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

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