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 Ora ora ora.. E não é que estão patenteando a AH? Todo

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Participação
4125
Quarta-feira, 2 de junho de 2010 - 00:33:15
201.19.104.60

Ora ora ora.. 

E não é que estão patenteando a AH? 

Todo pesquisador da Ah, seja leigo, seja especialista, seja amador, seja profissional deve saber que a AH foi derivada da proteinoterapia, que aplicava, inclusive, injeções de leite, entre outras substâncias, lá no final do século retrasado, começo do século passado... Caiu em desuso frente à segurança e facilidade da coleta de uma substância essencialmente pura e inocente para o organismo: o próprio sangue. O uso do leite na proteinoterapia só se tornou seguro depois da invenção da pasteurização.. Eis que um tratamento "esquecido" no tempo exsurge das cinzas... com o pomposo nome de zimduck: 

 

deu no Globo Reporter de 28/05/10: 

 

Remédio sintético nos protege de infecções e aumenta a imunidade 

Agora, os cientistas querem testar o remédio em pacientes com AIDS. 

 

MÔNICA TEIXEIRA Rio de Janeiro 

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Luiz Fernando Mesquita é um médico com cabeça de inventor. Há 15 anos esse ex-obstetra, hoje psicanalista, teve a ideia de criar um remédio para proteger o nosso organismo de infecções e aumentar a nossa imunidade. A preocupação nasceu da convivência com pacientes que tinham o vírus HIV. Se parecia um sonho impossível, hoje não é mais. O medicamento já virou realidade e está sendo chamado, por enquanto, de zimduck. 

 

“O que nós descobrimos é que o ser humano pode ter a sua resposta imune resgatada. Uma vez, me perguntaram: ‘o zimduck é contra o quê?’ O zimduck não é contra nada, ele apenas faz com que o seu organismo volte a ser o seu próprio organismo, volte a ter a tua imunidade natural”, explica Luiz Fernando Mesquita. 

 

O remédio já foi até patenteado no Brasil e no exterior e despertou o entusiasmo de vários pesquisadores. Hoje, um grupo leva adiante os estudos com o zimduck na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 

 

“O zimduck é um produto nacional, um produto novo nacional”, afirma a química farmacêutica Márcia Miranda. “O zimduck é hoje 100% natural, sem aditivo químico nenhum”, destaca Ricardo Kuster, coordenador do Núcleo de Pesquisa de Produtos Naturais da UFRJ. 

 

“Ele não substitui nada no nosso organismo, ele estimula um melhor funcionamento do que temos”, diz o biólogo Igor Couto da Cruz. “Nós temos convicção de que esse produto funciona”, aponta o infectologista Edimilson Migowski. 

 

O que está por trás de um medicamento tão promissor é um ingrediente simples, mas extremamente rico. Os cientistas se inspiraram no melhor remédio que uma mãe pode dar ao filho: o leite materno. Quando amamenta, a mulher transfere para o bebê não só nutrientes, mas também anticorpos, defesas que vão torná-lo muito mais forte. O leite é fonte de imunidade, é assim que os recém nascidos recebem doses de proteção contra doenças e infecções não só na infância, mas por toda a vida. 

 

É assim com seres humanos e com os outros mamíferos também. O trabalho dos cientistas não começa no laboratório, mas no campo, onde eles coletam a matéria-prima do zimduck. 

 

O poder do medicamento, segundo os cientistas, vem justamente da combinação de leite de vários mamíferos. Cada um deles tem uma carga diferente de anticorpos. A fórmula mistura leite de cabra, de ovelha, de vaca e de um quarto animal. Mas esse, o dono da ideia não revela qual é. Por enquanto, é um dos segredos. 

 

“Nós conseguimos concluir com este quarto mamífero, digamos assim, uma fórmula estável”, afirma o médico Luiz Fernando Mesquita. 

 

Até chegar à combinação perfeita, foram inúmeros testes. Agora ele pode ser produzido sem nenhuma química. “O organismo reconhece melhor as coisas que são naturais, as moléculas que são naturais. E se você pensa, por exemplo, em leite, existe uma série de proteínas no leite que existem receptores próprios no organismo”, ressalta Ricardo Kuster, do Núcleo de Pesquisa de Produtos Naturais da UFRJ. 

 

O remédio é aplicado através de uma injeção no músculo, e os primeiros testes já foram feitos em seres humanos. Essa fase da pesquisa provou que o medicamento à base de leite é seguro. Ao todo, 30 adultos experimentaram o remédio, uma vez por semana durante um mês. 

 

Os testes foram feitos em pessoas saudáveis, mas que, como todos nós, sempre têm um ou outro probleminha incomodando. 

 

“Eu tinha alergia respiratória, gripes constantes, resfriados e uma inflamação urinária que era constante”, conta uma secretária executiva. “Eu tinha resfriados constantes. Também de vez em quando, eu tinha infecções urinárias”, diz um engenheiro mecânico. 

 

Os dois testaram o zimduck em 2003. Voluntários que participam de pesquisas com novos medicamentos não podem ser identificados, mas eles podem contar o que sentiram. 

 

“Foram cinco anos sem gripe. É um efeito impressionante. Foi um ano e meio sem problema de infecção urinária”, revela o homem. 

 

"Hoje, sete anos depois, eu me sinto ótima, principalmente pelo fato de ter me livrado daquelas inflamações incômodas e a alergia respiratória crônica. Estou ótima, nunca mais usei remédio”, diz a mulher. 

 

O que aconteceu no corpo dos voluntários foi observado em laboratório. Os exames de sangue deixaram o biólogo Igor Couto da Cruz impressionado com o que viu. A quantidade de células natural killers ou exterminadoras naturais chamou a atenção. São elas que nos protegem de infecções provocadas por vírus, como gripes, herpes e hepatite C, são células que aumentam a nossa imunidade. 

 

“É um ganho geral mesmo, você fica mais alegre, melhora toda a sua vida. Senti isso depois da primeira aplicação”, revela a voluntária. “O zimduck é um remédio que me elevou a outro nível de vida, que me ajudou a ter uma qualidade de vida melhor”, conta o voluntário. 

 

Os médicos imaginam que o remédio funcione assim: ele estimula as glândulas supra-renais a liberarem um hormônio chamado sdhea. Esse hormônio tem quase 150 funções diferentes no nosso corpo. Uma delas é aumentar a quantidade de células natural killers no sangue. 

 

E tem mais. Como o sdhea começa a diminuir a partir dos 25 anos, o remédio ajudaria também a combater os efeitos do envelhecimento, aumentando, por exemplo, a vitalidade. “A primeira aplicação e a mais simples é a menopausa, por exemplo”, destaca o biólogo Igor Couto da Cruz. 

 

Agora, os cientistas querem testar o remédio em pacientes com AIDS. “A aplicação mais fantástica é contra as viroses. E o HIV se encaixa perfeitamente”, aposta Igor. 

 

“Ele iria atuar fazendo com que o teu organismo responda e comece a reagir. É ele pegar na sua mão e bater no inimigo já que você não tem força para bater”, afirma o infectologista Edimilson Migowski. 

 

Esse futuro por enquanto é incerto. Até agora, os cientistas bancaram a pesquisa com dinheiro do próprio bolso, mas a segunda fase é mais cara. E há anos eles esperam financiamento. Mesmo assim, o pai do zimduck não perde o entusiasmo. O que ele promete é, sem dúvida, uma revolução: “ensinar o corpo a voltar a se defender”, afirma o médico Luiz Fernando Mesquita. 

 

em:  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Olivares Rocha
45 anos
 

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Comentários


Quero comentar Total de 6 comentários  -  6 nesta página
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 Quarta-feira, 2 de junho de 2010 - 19:27:53 
189.38.188.133

É psiquiatra e psicanalista quem descobriu e afirma, pensei que fosse químico, farmacêutico. 

Assim como também fizeram estudos multicêntricos, pesquisas randomizadas com o medicamento ENTARNECEPT para ARTRITE e os pacientes reclamaram dizendo que fazia muito bom efeito para 

ALZHEIMER,  ... (total de 802 caracteres)

Joel Martini de Campos
61 anos
- São Paulo - SP

 Quarta-feira, 2 de junho de 2010 - 02:27:37 
201.19.104.60

 

Edição do dia 28/05/2010 

 

28/05/2010 20h59 - Atualizado em 28/05/2010 21h01 

Saiba como entrar em contato com os especialistas de medicina natural 

imprimir 

 

Altevir Zardinello - técnico agrícola da Hidrelétrica de Itaipu 

Email: altevir@itaipu.gov.br 

 

Alexandre Carloni - médico do Posto de  ... (total de 1551 caracteres)

Olivares Rocha
45 anos
 

 Quarta-feira, 2 de junho de 2010 - 01:35:09 
201.19.104.60

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Rio de Janeiro. O Núcleo de Pesquisa de Produtos Naturais (NPPN) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) começará a testar em 40 pacientes soropositivos um novo medicamento para  ... (total de 2385 caracteres)

Olivares Rocha
45 anos
 

 Quarta-feira, 2 de junho de 2010 - 01:29:52 
201.19.104.60

O novo braço direito do sistema imunológico 

Fármaco em pesquisa apresenta bons resultados para combate a doenças infecciosas como o HIV 

Mariana Elia 

 

Zimduck. Guarde esse nome. O futuro biofármaco está sendo desenvolvido há quase 11 anos para combater quaisquer infecções. A idéia é, ao invés de  ... (total de 4674 caracteres)

Olivares Rocha
45 anos
 

 Quarta-feira, 2 de junho de 2010 - 00:53:49 
201.19.104.60

A prática da auto-hemoterapia no Brasil PDF Imprimir E-mail 

Saúde & Lazer  

27-Jan-2009 

A auto-hemoterapia é uma técnica terapêutica com certeza bastante antiga. Trata-se, segundo o Dr. Luiz Moura, de um recurso terapêutico de baixo custo, simples, que se resume em retirar uma  ... (total de 18802 caracteres)

Olivares Rocha
45 anos
 

 Quarta-feira, 2 de junho de 2010 - 00:50:42 
201.19.104.60

Engraçado, o cara é da UFRJ, trabalhando com a USP, FIOCRUZ, entre outras instituições, e ainda falta este pequeno detalhe, $$$$.. 

Por que? 

http://www.youtube.com/watch?v=Z39YG3lpF7E 

 

já sei!!! 

Os “feras”! da ciência vai dizer que é porque o cara é outro picareta…kkkkk 

- vejam quanta  ... (total de 588 caracteres)

Olivares Rocha
45 anos
 



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