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 Omissão do Governo Federal facilita cassação do dr. Luiz

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Participação
4362
Domingo, 1 de agosto de 2010 - 14:14:23
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Omissão do Governo Federal facilita cassação do dr. Luiz Moura  

 

PROIBIÇÃO ARBITRÁRIA DA ANVISA CONTRA A AUTO-HEMOTERAPIA  

FORTALECE POSIÇÃO INQUISITORIAL DO CFM CONTRA O MÉDICO  

 

Grande parte da responsabilidade pela cassação do diploma do dr. Luiz Moura pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), prevista para o dia 13 de agosto próximo, em Brasília, é do Governo Federal, particularmente do ministro da Saúde, José Gomes Temporão. A falta de comando do governo permite à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manter a proibição ilegal do emprego da auto-hemoterapia na prevenção e cura das doenças.  

 

A auto-hemoterapia previne ou cura doenças ao aumentar a imunidade em quatro vezes, explica o dr. Luiz Moura. Fortalecido, o organismo vence inúmeras doenças ou, no mínimo, produz remissão de doenças. De todas as doenças. O custo semanal do tratamento é de uma seringa de aplicar injeção, do algodão e álcool para limpeza das áreas a serem usadas, e do trabalho do aplicador.  

 

A omissão do governo federal em manter uma decisão ilegal - pior, que afronta determinações expressas na Constituição Federal, como o Direito à Informação e o Direito à Saúde - proibindo o emprego da auto-hemoterapia, favorece a verdadeira inquisição, ação imoral e ilegal em todos os sentidos, do Conselho Federal de Medicina contra o dr. Luiz Moura.  

 

O dr. Luiz Moura enfureceu os defensores dos laboratórios farmacêuticos transnacionais que tem no Brasil um dos maiores consumidores do mundo de seus remédios. Os mesmos remédios que causam 67% das doenças iatrogênicas (provocadas por erros médicos ou pelos próprios remédios), como reconheceu a própria Organização Mundial de Saúde (OMS), em texto oficial divulgado pela internet, mas imediatamente retirado do ar pelo órgão.  

 

Empresas, como a Rede Globo, se mobilizaram imediatamente contra a auto-hemoterapia e o dr. Luiz Moura, que explicou didaticamente a técnica. O programa Fantástico produziu “reportagem” sobre a técnica, manipulando e deturpando informações.  

 

Nos atos seguintes entraram em ação contra a auto-hemoterapia a Anvisa e o CFM. O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), envergonhando muitos enfermeiros, fez coro ao CFM chegando ao extremo de copiar um trecho do parecer deste órgão. Fraudes e agressões à Ciência pelo parecer aprovado pelo colegiado do CFM foram apontas à exaustão e estão disponíveis em incontáveis análises disponibilizadas na internet.  

 

Uma das fraudes: o CFM “concede” o título de doutor ao parecerista, à época, especialista, provavelmente com o objetivo de legitimar sua produção. Outra: o CFM foi obrigado a desmentir, e confirmou a eficácia do Tampão Sanguíneo Peridural, uma das técnicas derivadas da auto-hemoterapia clássica, a que foi didaticamente explicada pelo dr. Luiz Moura em sua entrevista.  

 

Além do Tampão Sanguíneo Peridural, as outras técnicas derivadas da auto-hemoterapia clássica, de largo emprego médico no Brasil e no mundo, são o Plasma Rico em Plaquetas (PRP), a Ozonioterapia, o auto-isoterápico do sangue (feito pela Homeopatia), e a técnica criada pelo tri doutor em medicina, Jorge Gonzalez, mexicano.  

 

O CFM também mentiu quando afirmou que não há respaldo cientifico sobre auto-hemoterapia, em parecer solicitado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Muito diferente do que afirma o CFM, em 08/07/2010 http://books.google.com.br/ lista 10.630 livros sobre a técnica em português (auto-hemoterapia), espanhol (autohemoterapia), francês (auto-hémothérapie), inglês (autohemotherapy), alemão (eigenbluttherapie), e italiano (autoemoterapia). Os trabalhos científicos respaldam a técnica. Não há referência a efeitos colaterais no emprego da auto-hemoterapia.  

 

Entre os livros, muitos recentes: “Praxis der Eigenbluttherapie”, de Harald Krebs, 166 páginas, foi publicado em 2007. Já “The Autohemotherapy Reference Manual: The Definitive Guide and Historical Review”, de S. H. Shakman, 200 páginas, foi editado em 1998. A versão em português deste livro foi editada no dia cinco de julho de 2010, e custa 29.95 dólares americanos, na versão impressa, e 9.99 dólares, versão online.  

 

É assentada neste monte de mentiras que a Anvisa, do Ministério da Saúde, toma posição contra a auto-hemoterapia, posição que não revê sob forma alguma. E que o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e mesmo outros membros do governo beneficiados diretamente pela auto-hemoterapia - um deles salvo da morte por câncer - mantém sem intervir.  

 

Quem bem explica o rosário de ilegalidades praticas pela Anvisa/Governo Federal é o jornalista Walter Medeiros, especializado em saúde. Em artigo publicado em http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-legis.htm ele destrói e frágil argumentação da Anvisa em sua Nota Técnica nº 1, de 13 de abril de 2007, sobre auto-hemoterapia.  

 

Dois trechos do artigo da demolição da falaciosa argumentação da Anvisa: “... O texto da Lei existe para ser utilizado com as outras normas legais. Para fazer enquadramento, a ANVISA precisaria dizer em quais normas legais estaria passível de punição a auto-hemoterapia. Muito claro, não?  

Mas ainda foi incluído mais um item na Nota Técnica, o item 8, que diz: “As Vigilâncias Sanitárias deverão adotar as medidas legais cabíveis em relação à referida prática”. Conforme vimos, para adotar as medidas legais cabíveis será necessário informar em quais leis o assunto estaria enquadrado. E na legislação brasileira o assunto ainda não foi capitulado. ...”.  

 

E, finaliza: “... Diante de tanta confusão, espera-se que as autoridades adotem providências visando corrigir esta situação, que vem causando prejuízos à população que utiliza ou defende o uso da auto-hemoterapia. O uso da técnica não vai de encontro aos tratamentos médicos convencionais, pois o próprio Dr. Luiz Moura recomenda que sejam mantidas as orientações e prescrições dos médicos assistentes. Por outro lado, temos conhecimento de que existem pessoas tomando a iniciativa de entrar na justiça com pedidos de liminares para coibir qualquer ação policial ou administrativa resultante de interpretação errada dos fatos.  

 

Ademais, é preciso que o Governo Federal, através da ANVISA agilize o processo de decisão, observando que o Parecer do CFM foi feito de forma superficial e sem conteúdo suficiente para recomendar a proibição da prática da auto-hemoterapia. Ao contrário, que seja feita consulta pública e estimulada a realização de pesquisas que consolidem todas as práticas vitoriosas da auto-hemoterapia ao longo dos seus 100 anos de benefícios e curas.”  

 

Agora, para finalizar o massacre ao dr. Luiz Moura, o CFM vai afrontar, mais uma vez, as leis. É o mesmo Walter Medeiros que afirma, em outro artigo: “... Além de autoritária, a decisão afronta o Estatuto do Idoso em vários dos seus artigos, atentando contra os direitos daquele seu filiado, uma vez que não existe nenhuma lei ou norma proibindo o uso da auto-hemoterapia no Brasil. Segundo a Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, em seu artigo 10, “É obrigação do Estado e da sociedade, assegurar à pessoa idosa a liberdade, o respeito e a dignidade, como pessoa humana e sujeito de direitos civis, políticos, individuais e sociais, garantidos na Constituição e nas leis. Especificamente sobre o direito de opinião, o mesmo artigo afirma, em seu § 1o :” O direito à liberdade compreende, entre outros, os seguintes aspectos: (...) II – opinião e expressão;”  

 

O mesmo artigo 10, em seu § 3o diz que “É dever de todos zelar pela dignidade do idoso, colocando-o a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.”. Todos lembram quão constrangedoras e vexatórias foram as afirmações e acusações do então presidente do Conselho Federal de Medicina, médico Edson Andrade, em entrevista ao FANTÁSTICO do domingo 22.04.2007, quando referiu-se a um colega de profissão de 82 anos, na época, chamando-o com ênfase de “picareta” e de “mau caráter”. Era uma reação raivosa à difusão da auto-hemoterapia, feita pelo Doutor Luís Moura, embora não exista nenhuma decisão dos órgãos de classe com o mínimo de solidez condenando-o a nada. Naquela ocasião foi cometido um crime, conforme vemos no Estatuto do Idoso: “Art. 105. Exibir ou veicular, por qualquer meio de comunicação, informações ou imagens depreciativas ou injuriosas à pessoa do idoso: Pena – detenção de 1 (um) a 3 (três) anos e multa.” ...”  

 

É de se perguntar ao ministro José Gomes Temporão, ao senhor vice-presidente da República, José Alencar Gomes da Silva, este o beneficiado pela auto-hemoterapia: até quando consentirão em permitir à Anvisa se colocar acima das leis e impedir a cura de tantos milhões de brasileiros que padecem as mais diferentes doenças, muitos deles sem nenhum dinheiro para comprar os remédios mais baratos?  

 

A omissão das autoridades do Governo, incluso o Ministério Público Federal (MPF) - ao órgão, por determinação da Constituição Federal, cabe fiscalizar o cumprimento das leis e, simplesmente, arquivou denúncias contra os criminosos da Anvisa, do CFM e do Cofen - vai permitir que o circo armado contra o dr. Luiz Moura tenha seu último ato, a cassação de seu registro profissional pelo CFM, no próximo dia 13 de agosto deste 2010, em Brasília. Até quando se calarão as autoridades?  

 

Ubervalter Coimbra,  

jornalista. 

 

Obs: este texto foi republicado para correção do último parágrafo. 

Ubervalter Coimbra
60 anos
- Vitória - ES

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