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 O PROFESSOR foi chamado pelo Sr. IGOR SANTOS no seu "blog"

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Participação
3667
Domingo, 7 de março de 2010 - 23:53:21
189.63.218.90

O PROFESSOR foi chamado pelo Sr. IGOR SANTOS no seu "blog" de UM TAL DE FRANCISCO RODRIGUES. (veja a resposta do Professor FRANCISCO, que além de um show de educação, tem um Curriculum invejável. (claro que o Sr. Igor não se desculpou, pelo contrario fechou o blog, depois da pressão dos AHTs ou de vergonha).  

 

PARAGRAFO INTEIRO do comentário do Sr. Igor, COLADO aqui para que não pairem dúvidas:  

 

(E existem ainda os charlatões sem caráter que lesão propositalmente e que, como agravante, inventam estórias mirabolantes para justificar seus métodos sórdidos de infligir dor em outrem, como um tal de Francisco Rodrigues, que admitiu descaradamente em um periódico natalense (Diário de Natal) que tratava doentes mentais com passes (prática supersticiosa que envolve "espíritos" tomando os corpos dos vivos) e que, pasmem, pois eu estou 100% indignado, criou a disciplina opcional Medicina e Espiritualidade na UFRN.) ... RESPOSTA DO PROFESSOR DOUTOR FRANCISCO RODRIGUES = COMENTÁRIO 67:  

 

Senhor Igor Santos, 

Foi com muita surpresa que li o comentário abaixo publicado pelo senhor em 25/08 neste mesmo espaço: 

(E existem ainda os charlatões sem caráter que lesão propositalmente e que, como agravante, inventam estórias mirabolantes para justificar seus métodos sórdidos de infligir dor em outrem, como um tal de Francisco Rodrigues, que admitiu descaradamente em um periódico natalense (Diário de Natal) que tratava doentes mentais com passes (prática supersticiosa que envolve "espíritos" tomando os corpos dos vivos) e que, pasmem, pois eu estou 100% indignado, criou a disciplina opcional Medicina e Espiritualidade na UFRN.) 

Confesso que fiquei surpreso com tamanha agressividade. Não sei quais foram seus motivos para agir assim, mas acredito que a ignorância sobre quem estava atacando tenha sido o fator mais importante. Dessa forma passarei a informar um pouco da minha biografia para suas considerações. 

1 – Tenho graduação em Medicina desde 1980 pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e durante o curso fui bolsista de pesquisa do Departamento de Fisiologia; 

2 – Em seguida fiz a pós-graduação, Especialização, Mestrado e Doutorado (Escola Paulista de Medicina, atual Universidade Federal de São Paulo), trabalhando na pesquisa com camundongos, ratos e sagüis; 

3 – Em 1993 fui aprovado como professor adjunto do Departamento de Fisiologia, onde continuei a pesquisa na área da psicofarmacologia e comportamento, em seguida fui removido a meu pedido para o Departamento de Medicina Clínica onde trabalho até hoje; 

4 – Estou ensinando em duas Residências Médicas em Psiquiatria aqui em Natal (Hospital Universitário Onofre Lopes e Hospital João Machado) e faço consultório de Psiquiatria seguindo a linha Cognitivo Comportamental, principalmente em Dependência Química; 

5 – Já exerci os cargos de Presidente da Associação Norte-riograndense de Psiquiatria, de Diretor do Hospital Psiquiátrico Dr. João Machado, Membro titular do Conselho Estadual de Entorpecentes do RN e atualmente exerço o cargo de Chefe do Departamento de Medicina Clínica, Responsável pela Disciplina de Psiquiatria e Responsável pela Disciplina Opcional de Medicina Saúde e Espiritualidade, todos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte; 

6 – Em 2003, incomodado com a dúvida em minha consciência da existência ou não de um mundo espiritual, transcendental, da existência de Deus ou não, fiz um artigo (abaixo) e o publiquei em um jornal local, “O Jornal de Hoje” em 13 de junho: 

ENTRE O FALSO E O REAL 

Uma de nossas preocupações na manutenção de um bom relacionamento com o ambiente que nos rodeia, é usar a razão para nos deixar conscientes do que é verdadeiro ou falso. Desenvolvemos a Ciência como um atributo intelectual que nos capacita cada vez mais, a partir da tecnologia que ela proporciona a nos dar essa segurança sobre a realidade da Natureza, avançando lentamente na descoberta do desconhecido. O que pode trazer desânimo ao nosso intelecto é a percepção de que quanto mais ampliamos o nosso conhecimento maior se torna o horizonte de ignorância que pretendemos desbravar. Isso nos dá a certeza de que o conhecimento que conquistamos até o momento corresponde a uma pequeníssima fração da verdade universal. Entra em cena a partir daí outra capacidade do nosso poder mental: a imaginação. Podemos criar ao nível de nossa consciência imagens em ação (imaginação) que obrigatoriamente podem não corresponder à realidade, a verdade comum a todos. Corresponde sim, a verdade do imaginador, no que diz respeito a sua experiência íntima. Querer passar ao outro essa “verdade” íntima como uma verdade da experiência geral é um ponto crítico de nossos relacionamentos interpessoais. Entra em consideração uma série de fatores biopsicossociológicos que acumulamos ao longo de nossa existência, que passam a fazer parte de nosso arsenal de vivências, e que servem de matéria prima à imaginação. 

Nessas circunstâncias, surge a necessidade de dar corpo e forma intelectual a essas imaginações que não tem suporte na realidade conhecida, mas que possuem uma coerência interna muito grande e exigem um processamento lógico: surge a Fé! Surge Deus! Da imanência das coisas, do que existe sempre em determinado objeto e é inseparável dele, daquilo que um ser participa ou tende participar, da matéria palpável aos nossos sentidos naturais ou ampliados artificialmente, chegamos ao conceito de transcendência. É o que transcende os limites da experiência sensível, metafísico, que se eleva além dos limites da realidade conhecida, que ultrapassa até nossa capacidade de conhecer. É a consciência de que a imanência deve estar contida necessariamente dentro da transcendência, da realidade conhecida dentro da realidade universal. É a consciência de que Deus, como personagem central, original, criador e totalizador de todos os aspectos da natureza, necessariamente está no campo das transcendências e que nossos recursos biológicos, materiais, ligados intrinsecamente à imanência das coisas jamais provará ou negará empiricamente a Sua existência. Como uma pequeníssima parcela da verdade poderia dominar conscientemente a verdade universal? Entraríamos num conflito lógico. Também entraremos em conflito lógico se não aceitarmos que existe uma verdade muito mais ampla da qual não temos consciência e que talvez nunca a conheçamos em sua plenitude. Se aceitarmos por imposição lógica a existência de uma verdade ainda desconhecida, teremos que aceitar pelo menos como uma possibilidade real todas as criações do campo imaginário que tende a organizar esse desconhecido. Quando tendemos a aceitar como uma possibilidade real toda essa organização imaginária para dar coerência ao desconhecido, passamos a desenvolver outra função de grande importância intelectual que é a Fé, ligada ao transcendente, o qual se opõe à Ciência, ligada ao imanente, e ambas movimentadas pelo motor intelectual da lógica. 

Não podemos fugir da força lógica que defende a existência de uma realidade desconhecida, além dos nossos sentidos, mas podemos não aceitar a organização imaginária para esse desconhecido, mesmo que façamos todo esforço intelectual e empírico para mostrar sua verdade. Surgem daí os agnósticos, pessoas que consideram fútil a metafísica, a transcendência de forma organizada pela imaginação, apesar de considerarem uma ordem de realidade incognoscível, que não pode ser conhecida. São contrapostos pelos gnósticos que são pessoas que usam a imaginação para dar uma ordem à realidade desconhecida, que está além dos nossos sentidos físicos, que criam uma hierarquia de conhecimentos e sabedoria, que tende à compreensão perfeita da divindade, que mesmo estando além do alcance dos procedimentos científicos dela não se esquiva como mais um instrumento, além da lógica, para a correção de equívocos. 

Assim, pode o homem usar a sua inteligência para optar por uma das condições, correndo em ambas o risco de estar errado. Se optar por ser agnóstico, a verdade desconhecida não o interessa e sua vida é concentrada nas relações imanentes entendendo que a morte é para si, o fim de tudo que construiu. Se optar pelo gnosticismo passa a desenvolver a fé em determinado conjunto de imaginações organizadas pela lógica, passa a acreditar na hierarquia superior do transcendente, na figura de uma Instância Criadora, também consciente e para a qual nos dirigimos e admite recursos. Esta fé desenvolvida, apesar de estar voltada prioritariamente ao transcendente, tem grande repercussão em nosso pensamento, no comportamento e assim na imanência da vida. Passa a sentir a proteção de “alguém” hierarquicamente superior, que desenvolve na terra uma missão no curto espaço de sua permanência e que a morte é simplesmente o retorno ao lar original e não o fim de tudo. Se o agnóstico estiver errado, quanto tempo precioso ele perdeu no sentido de aperfeiçoamento dos seus aspectos transcendentais, pois sua preocupação era apenas dirigida aos aspectos materiais. Se o gnóstico estiver errado e o mundo imaginário que ele aceitou como uma possibilidade real nada mais for além de uma verdade desconhecida, caótica e não reconhecível, pois a consciência neste momento também é dissolvida no caos do desconhecido, mesmo assim, acredito, ele tem uma vantagem fundamental. No pequeno espaço de tempo que ele permaneceu na terra tinha a companhia de Seres poderosos que o protegiam e orientavam, que dissolviam suas ansiedades e aliviavam seus medos; que lhe mandavam cumprir uma tarefa na terra com um objetivo definido, no uso de seu livre arbítrio e que tinha o seu lugar garantido no retorno após a morte, com a justa colocação pelo comportamento exibido. Poderia então ser dito: mas tudo isso é uma grande mentira. Mesmo assim eu voltaria aos conceitos iniciais: mas as imaginações que acredito corresponderem à realidade é uma verdade íntima, é uma verdade minha, que infelizmente não posso provar ao outro de imediato, pois a imanência ainda procura alcançar a transcendência e a ciência aproxima-se da fé somente à medida que amplia sua compreensão do mundo. 

Francisco C. Rodrigues 

Prof. da Disciplina de Psiquiatria/DMC/UFRN 

rodrigus@ufrnet.br 

Dessa forma passei a me considerar um espiritualista e evitar que a dúvida perniciosa atingisse uma fé que minha razão dizia ser adequada. 

7 – Como professor de Psiquiatria do Departamento de Medicina Clínica, junto com colegas locais de pensamentos semelhantes, e percebendo da existência de cursos de natureza espiritual em outras universidades (Universidade Federal do Ceará e Universidade de São Paulo), decidimos que não podíamos ficar omissos e deixar de transmitir aquilo que conhecíamos e também que acreditávamos. Assim, em 2007 foi construído um Curso Opcional de Medicina, Saúde e Espiritualidade e aprovado por unanimidade na plenária do Departamento com as características abaixo: 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE 

CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 

DEPARTAMENTO DE MEDICINA CLÍNICA 

DISCIPLINA: MEDICINA, SAÚDE E ESPIRITUALIDADE 

2º SEMESTRE DE 2007 

CARGA HORÁRIA: 30 HORAS 

NÚMERO DE CRÉDITOS: 02 

Professor responsável: Francisco das Chagas Rodrigues 

Início: 08-08-07 

Término: 14-11-07 

Dia: Quarta feira 

Horário: 17:00 às 18:40 

Local: HUOL – 5º sub-solo 

 

OBJETIVOS GERAIS 

Integrar de forma compreensiva os conhecimentos técnicos científicos na área da saúde com os conhecimentos teóricos da filosofia espiritual conhecidos nas várias religiões. Contribuir e ampliar o ensino universitário discutindo os vários conceitos religiosos e suas relações na saúde como instrumento terapêutico. 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS 

1. Promover prioritariamente entre os estudantes do curso médico uma apreensão mais ampla da saúde na sua manutenção e recuperação. 

2. Capacitar o futuro médico em atender melhor o paciente, interpretando os fundamentos da fé raciocinada expressa na individualidade da pessoa humana. 

3. Seguir os princípios científicos através de uma abrangência eclética, valendo-se dos conceitos abordados durante o curso. 

CONTEÚDO 

Utiliza-se como conteúdo, temas que envolvem assuntos relacionados a medicina, saúde e espiritualidade, abrangendo conceitos da física newtoniana e quântica, a conceituação de Deus na visão religiosa, a anatomofisiologia multidimensional, a medicina ayurvédica, a função do pensamento, das emoções e sentimentos como instrumentos da cura da alma, a instrumentalização terapêutica da prece e meditação, cuidados do ser como enfermo, os aspectos éticos da humanização na prática médica. 

METODOLOGIA 

A atuação docente será fundamentada na concepção de ensino-aprendizagem, através de aulas expositivas, seminários, discussão em grupos, apresentação de filmes, aplicação de questionários com o objetivo de compreender a utilização dos conceitos religiosos e sua aplicação no cuidado ao paciente. 

PROGRAMA DE ATIVIDADES 

Unidade I – Bases racionais da espiritualidade 

- Medicina, saúde e espiritualidade 

- Novos paradigmas: Mecânica newtoniana x quântica 

- Anatomofisiologia multidimensional 

- Energias vibracionais: influências na manutenção da saúde 

- Conceitos de Deus na visão espiritualista 

Unidade II – Prática humanizada da medicina 

- Medicina Ayuvérdica – uma visão integral do ser humano 

- Ação do pensamento, do sentimento e da emoção como recurso terapêutico 

- Uma visão científica da prece e da meditação e sua aplicação na saúde 

- Chakras e as relações endócrinas 

- Homeopatia e o cuidar do ser humano 

- Aspectos éticos na prática médica 

CRONOGRAMA 

Data Assunto Professor 

01 08-08-07 Abertura: Medicina, saúde e espiritualidade 

02 15-08-07 Novos paradigmas: mecânica newtoniana x quântica 

03 22-08-07 Anatomofisiologia multidimensional 

04 29-08-07 Energias vibracionais: influências na saúde 

05 05-09-07 O conceito de Deus na visão espiritualista 

06 12-09-07 Visita as enfermarias 

07 19-09-07 Medicina ayuvérdica: visão integral do ser humano 

Consciência espiritual e saúde 

08 26-09-07 A mente: um instrumento do espírito 

09 03-10-07 Instrumentalização da prece e da meditação na saúde 

10 10-10-07 Chakras: relações endócrinas 

11 17-10-07 Homeopatia 

12 24-10-07 Humanização na medicina 

13 31-10-07 Aspectos éticos na prática médica 

14 07-11-07 Hipnose 

15 14-11-07 Conscienciologia 

16 21-11-07 Avaliação 

 

8 – Também aprovamos na UFRN um projeto de extensão universitária onde procuramos educar dependentes químicos e seus familiares quanto a importância da vida espiritual, principalmente a prática do Evangelho, como uma importante ferramenta terapêutica, complementar a técnica médica tradicional que envolve geralmente psicofármacos; 

9 – Não tenho conhecimento de nenhum periódico de Natal, em especial o Diário de Natal como citado, que tenha divulgado que eu “tratava doentes mentais com passes”. Mas com crédito na sua honestidade deve o senhor ter lido ou ouvido sobre tal fato. Gostaria então de saber a fonte para procurar corrigir o equívoco. Isso não implica que eu não acredite no potencial curativo dos passes, com ou sem a participação dos espíritos, mas sim, que eu não a aplico no consultório e não me sinto capacitado para tal; 

10 – Quanto a questão da AHT tomei posição quando tive conhecimento da técnica, do benefício que estava trazendo a população e da sua proibição. O esforço de pesquisa bibliográfica que foi feito deveria ter servido para motivar pesquisas nas diversas universidades públicas para procurar comprovar o efeito curativo real ou placebo da técnica e jamais de proibi-la de forma tão contundente. Eu mesmo lastimei não ter conhecimento da técnica um pouco mais cedo. Perdi a minha mãe para o câncer cerebral apesar de ter usado todos os recursos que a ciência oferecia: cirurgia, radioterapia, quimioterapia... Apesar de tudo ela definhava, perdendo a razão, a orientação e todos os princípios éticos de uma convivência humana. Com certeza eu teria usado a técnica para tentar mantê-la um pouco mais de tempo perto de nós com qualidade de vida, mesmo correndo o risco de sofrer represália como está acontecendo com o Dr. Luiz Moura. 

11 – Dessa forma, ainda com crédito na sua boa-fé, aguardo as respostas que se fazem necessárias. 

Atenciosamente, 

Francisco Rodrigues 

 

Posted by: Francisco Rodrigues | setembro 5, 2009 7:22 AM 

 

FONTE: http://scienceblogs.com.br/uoleo/2009/08/auto-hemoterapia_e_a_medicina.php 

 

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

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Comentários


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 Segunda-feira, 8 de março de 2010 - 09:29:36 
189.63.218.90

Esqueci de dizer que o Prof Dr. Francisco foi também aviltado, chamado de: 

 

"E existem ainda os charlatões sem caráter ...." 

 

CLARO QUE ESTAS OFENSAS são oriundas do PÉSSIMO EXEMPLO do ex-presidente do CFM que ofendeu o Doutor Luiz Moura, naquele fatídico programa FANTASTICO da rede Globo. 

 

 

 

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

 Segunda-feira, 8 de março de 2010 - 00:06:56 
189.63.218.90

E SALIENTANDO O FINAL DO BRILHANTE COMENTARIO DO PROFESSOR DR. FRANCISCO, pois o que nos interessa é juntar no site: http://www.tudoin.com.br/colunas/artigo.php?id=448 o maior numero de mensagens de MÉDICOS QUE SÃO FAVORAVEIS A AHT. 

 

10 – Quanto a questão da AHT tomei posição quando tive  ... (total de 1442 caracteres)

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    



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