MÉDICOS (CFM), ENFERMEIROS (COFEN) E MS/ANVISA CRIMINOSOS:
PROIBEM A AUTO-HEMOTERAPIA, QUE CURA A MALÁRIA
A auto-hemoterapia é uma técnica de prevenção e cura cuja eficácia contra a malária está cientificamente comprovada desde 1941. A doença afeta mais de um milhão de brasileiros por ano, mas os órgãos impedem seu uso na cura da doença.
"Em 1941 o Filipino Dr. Eutiquiano Cuyugan tratou approx. 40 pacientes de malária como segue: Sangue (10 cc) era tirado do braço, posto em um prato de cultura para 2-3 mins. (rodou um pouco para manter coagulação até mesmo), & injetou no músculo de nádega do mesmo paciente. Depois de 8-10 horas o local de injeção ficou vermelho. Depois que 1 dia os calafrios cessaram mas a febre permaneceu. Mais de 2-3 dias, febre diminuiria e então desapareceria. Pelos 4º dia pacientes já poderia retomar geralmente atividade normal. Uma dose de cerca de 3cc não era efetiva para um paciente de 10anos de idade mas uma dose subseqüente de cerca de 5cc era. O filho Roberto de Cuyugan executou o procedimento em outros e ele acredita ser seguro, enquanto questionado o possível uso contra AIDS."
"In 1941 Filipino Dr. Eutiquiano Cuyugan treated approx. 40 malaria patients as follows: Blood (10 cc) was drawn from the arm, put in a culture dish for 2-3 mins. (swirled a bit to keep coagulation even), & injected into the same patient's buttock muscle. After 8-10 hours the site of injection became red. After 1 day chills would cease but fever remained. Over 2-3 days, fever would diminish and then disappear. By the 4th day patients could generally resume normal activity. A dose of about 3cc was not effective for a 10-year-old but a subsequent dose of about 5cc was. Cuyugan's son Roberto performed the procedure on others and self and believes it safe, suggesting possible use against AIDS."
Shakman, S.H., "Cuyugan's Malaria Treatment; Aid vs AIDS?", AAAS Pacific Division Proceedings Vol. 7:42 (1988):”.
O resumo da publicação cientifica está disponível online em diversos endereços, entre os quais http://www.saudecompleta.com/index.php/publicacoes-cientificas/publicacoes-cientificas/imunologia/auto-hemoterapia/resumo-malaria-hiv.html
O médico Stuart Hale Shakman, PhD, é o diretor executivo do Instituto de Ciências de Santa Mônica, Califórnia, nos Estados Unidos da América (USA). É autor de uma das principais referências sobre a auto-hemoterapia em inglês, agora disponível em português, “Auto-Hemoterapia Manual de Referência: Autoblood - A Picada Magica - Revisão Definitive Guide & Históricos de sangria às células-tronco”. No endereço http://instituteofscience.com/autohemo.html
Embora a cientificidade da auto-hemoterapia no tratamento da malária esteja provada, e não só neste estudo, os brasileiros, principalmente os da Amazônia, onde a doença é mais devastadora, não podem usar auto-hemoterapia, pela proibição decretada de forma ilegal pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Saude (MS).
Tampouco os médicos podem prescrever a técnica. Mesmo os médicos que estudam e conhecem sua cientificidade estão proibidos de receitar a auto-hemoterapia, por ato do Conselho Federal de Medicina (CFM). O CFM agrediu o seu próprio estatuto para decretar a proibição: extrapolou, pois não tem competência para isto.
Um dos pontos supostos argumentos do CFM para produzir sua decisão é de que não havia lastro cientifico que comprovasse a eficácia da auto-hemoterapia, mentira que teve pernas curtas. Muitos estudiosos, médicos inclusive, provaram que era infantil e pernicioso o parecer do CFM sobre a técnica.
Pior fez o Cofen: envergonhou os enfermeiros ao decidir sobre a auto-hemoterapia. De uma posição de não recomendar aos profissionais o uso da auto-hemoterapia considerando a polêmica criada sobre a técnica, decretou a proibição de sua prática aos enfermeiros. Para isto copiou, sem vergonha, um trecho inteiro do parecer mentiroso do CFM.
O colombiano Manuel Elkin Patarroyo, descobridor da primeira vacina contra a malária e Prêmio Príncipe de Astúrias de Pesquisa Científica “lembrou que a cada ano morrem por malária cerca de três milhões de pessoas no mundo a um ritmo aproximado de um doente por segundo”. Em http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL53750-5603,00.html
A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece que a malaria causa 1 milhão de mortes por ano. E comemora quanto “... apesar desses esforços, 781 mil pessoas morreram em 2009 por causa da doença. Segundo a OMS, cerca de 90% dos óbitos ocorreram na África e 92% deles afetaram crianças com menos de cinco anos ...” http://www.cadaminuto.com.br/noticia/2010/12/15/mortes-por-malaria-caem-20-em-dez-anos-diz-oms. A informação foi publicada em 16/12/2010.
Por ano são registrados cerca de 300 a 500 milhões de casos da malária no mundo.
Em 26 de setembro de 2008 a “OMS critica situação da malária no Brasil; governo contesta dados
O Brasil é um dos 30 países com maior incidência de malária no mundo, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (18) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre uma doença que é considerada uma "assassina de crianças"
... Estima-se que houve 1,4 milhão de casos de malária em 2006 no Brasil, com concentração de casos na região amazônica, onde de "10% a 15% da população está em risco".
O Ministério da Saúde, entretanto, contesta os dados. Em comunicado divulgado em resposta ao relatório da OMS, o governo brasileiro critica a metodologia usada pelo órgão internacional e diz que a doença está em declínio no país. "Nos estados da Amazônia Legal -- Roraima, Rondônia, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Acre, Amazonas e Tocantins --, em 2006, foram notificados 549.184 casos, e não 1,4 milhão, como informa o relatório da OMS", diz o ministério, em nota. ...”, diz um dos muitos informes divulgados na mídia.
No despacho, é apontado que a malária é um problema global: “No mundo, 247 milhões de pessoas sofriam de malária em 2006 e 881 mil delas morreram, segundo a OMS. No entanto, o documento afirma que aconteceram progressos na África, onde Eritréia, Ruanda e São Tomé e Príncipe reduziram pela metade as mortes causadas por malária. O restante das mortes foi registrado principalmente na Índia e no Sudão, segundo o relatório da entidade.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, destacou em entrevista coletiva que a malária pode matar "em 24 horas" e que é necessário colocar ao alcance da população os tratamentos mais eficientes existentes. ...”.
A pressão do governo brasileiro, à frente o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, fez com que a OMS mudasse os dados sobre malária no Brasil.
Em 2006 foram registrados pelo menos 1 mil mortes por malária no Brasil, ainda segundo dados oficiais. Os dados oficiais são considerados subestimados por especialistas.
A malária provoca acessos periódicos de febres intensas que debilitam intensamente o doente. Provoca lesões no fígado, no baço e em outros órgãos, além de anemia profunda devido à destruição maciça dos glóbulos vermelhos. Os transmissores da malária ou paludismo são mosquitos do gênero Anopheles.
Apesar da catástrofe nacional que representa a malária, como a dengue e outras doenças epidêmicas, a questão não sensibilizou os governos, inclusive o governo Lula.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi além das atribuições que a lei confere ao órgão, e agrediu até a Constituição Federal, para proibir a auto-hemoterapia, a técnica cuja eficácia é provada na prevenção e cura da malária, e que pode ser empregada em outras epidemias, como a da dengue.
As pessoas que vivem em áreas de risco de contrair malária não são as únicas vítimas do conluio MS/Anvisa, CFM e Cofen. Veja em MS/ANVISA, CFM E COFEN TRAMAM CONTRA AIDÉTICOS DO BRASIL AO PROIBIREM A AUTO-HEMOTERAPIA em http://www.hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_opiniao/ms-anvisa-cfm-e-cofen-tramam-contra-aideticos-.asp as ilegalidades praticadas pelos órgãos ao proibir a auto-hemoterapia.
A auto-hemoterapia é a salvação no Brasil para acabar com a febre amarela, a dengue, a Doença de Chagas, a tuberculose, hanseníase, entre tantas outras doenças.
É o médico Stuart Hale Shakman, diretor do Institute of Science, dos Estados Unidos da América do Norte (USA), que afirma sobre a técnica:“... As características de segurança, baixo custo e eficácia imediata da auto-hemoterapia, indicam sua grande utilidade contra um espectro enorme de doenças, onde o organismo invasor ou causador se dissemina através do sangue, sem levar em conta ou independentemente da origem ou da identidade do organismo causador, incluindo malária, ebola e aids (Foi indicada a aplicação intramuscular, de auto-hemoterapia, conforme resultados obtidos, favoravelmente, contra a malaria e a Aids, como forma alternativa). ...”.
A afirmação é feita em “Auto-hemoterapia – A Picada Mágica”, disponível em http://docs.google.com/Doc?id=dgmpc7nr_6cfwmvb O texto é parte de seu livro sobre auto-hemoterapia.