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 EMAIL ENVIADO por Walter Medeiros DIÁRIO de NATAL

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Participação
3430
Domingo, 7 de fevereiro de 2010 - 15:53:12
189.123.82.143

EMAIL ENVIADO por Walter Medeiros 

 

DIÁRIO de NATAL 

 

Edição de domingo, 7 de fevereiro de 2010 

A polêmica da hemoterapia 

 

Prática condenada pelo Conselho Federal de Medicina tem adeptos no Rio Grande do Norte 

 

Erta Souza // ertasouza.rn@dabr.com.br 

 

"Não conseguia sequer deitar ou ir ao banheiro sem ajuda dos familiares. Agora subo até a escada sozinho". A declaração do jornalista Eugênio Netto, 80 anos, se refere à melhora significativa que teve da Doença de Parkinson depois que passou a utilizar a hemoterapia (ou auto-hemoterapia, quando o próprio interessado se aplica). Na prática, o adepto retira sangue da veia e injeta por via intramuscular. Apesar de ganhar cada vez mais seguidores, a prática é rodeada de polêmica.  

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM), por exemplo, é contrário, alegando que um parecer feito e analisado por diversos especialistas não comprovou cientificamente a eficácia do método. De acordo com o médico e conselheiro federal Jeancarlo Fernandes Cavalcante, o documento revisou a literatura médica e não encontrou evidência de eficácia. "Não foi encontrada comprovação científica que recomendasse a utilização da prática, por isso o conselho é contra o método", disse. 

 

Além de contraindicar a hemoterapia, os profissionais que desobedecerem às normas impostas pelo conselho são passíveis de sofrer sanções que vão de uma simples advertência à cassação do registro. Mesmo correndo o risco de sofrer alguma punição, existem profissionais especialistas na prática que atendem os "pacientes" em suas residências.  

 

Apesar de temer alguma punição do Conselho Regional de Enfermagem (Coren), a enfermeira Márcia (nome fictício) trabalha com hemoterapia há quatro anos. Ela conta que conheceu o método ao enfrentar um sério problema de saúde. "Decidi usar e fui curada. Como muitas pessoas souberam do meu caso pediram para eu iniciar umas aplicações e desde então não parei mais", conta. Ela garante que atende uma média diária de 15 pessoas, mas em alguns dias da semana esse número chega a 25. A procura é tanta que ela recusou o convite de um hospital para trabalhar porque não teria tempo disponível para fazer as aplicações nas pessoas que acompanha. 

 

Prevenção  

 

Relatos como o do jornalista Eugênio Netto, segundo a enfermeira, não são difíceis de encontrar em Natal. "Conheço pessoas que usaram a auto-hemoterapia para se curar de processos alérgicos, câncer e outras doenças", diz. O método está tão disseminado que muitas pessoas já usam a auto-hemoterapia como forma de prevenção.  

 

 

 

 

Jornalista aderiu após recuperação de amigo 

 

O caso do jornalista Felinto Rodrigues Neto, 73 anos, também pratica a auto-hemoterapia. "Soube da auto-hemoterapia através de um amigo que estava com um câncer devastador no intestino. Preocupado com a situação dele, eu ligava diariamente para saber como havia passado o dia. Vi que estava melhorando e fui espaçando as ligações. Certo dia ele me ligou que queria me visitar. Veio ao meu escritório e fiquei admirado: ele parecia outra pessoa de tão bem que estava", lembra. 

 

Depois de ver o resultado no amigo, Felinto disse ter ficado curioso para conhecer a técnica de perto e resolveu viajar ao Rio de Janeiro para conhecer o disseminador da auto-hemoterapia no Brasil: o médico Luiz Moura. Desde então, há cerca de oito meses, ele faz as aplicações. O "tratamento" é feito da seguinte forma: uma vez por semana o sangue é retirado da veia e aplicado no músculo durante três meses. O processo é interrompido por um mês e inicia-se uma nova série. "Faço apenas por prevenção, não tenho doença alguma. Estou na terceira fase e me sinto bem mais disposto. Meu ânimo é outro", afirma. 

 

Processo 

 

O método é amplamente divulgado na internet e em um DVD em que o médico Luiz Moura explica como funciona o processo da auto-hemoterapia. Pela divulgação desse DVD, o médico está sendo processado pelo Conselho Federal de Medicina.  

 

Segundo o médico, o processo simples e indolor, é feito por ele quando ainda era acadêmico influenciado por seu pai. No DVD, o médico de 84 anos relata que a técnica aumenta de 5% para 22% os macrófagos (células que têm função de englobar e destruir partículas estranhas no organismo) no corpo. Por este motivo, segundo ele, aumentaria a resistência do organismo.  

 

Normalmente são retirados 5 ou 10ml de sangue, mas no vídeo o médico conta que em alguns pacientes com problemas de saúde mais graves já chegou a usar de uma única vez 20ml. De acordo com Jeancarlo, médico e conselheiro federal, no Rio Grande do Norte não existem denúncias contra profissionais que utilizem o método, nem de pacientes que apresentaram problemas após a prática.  

 

http://www.diariodenatal.com.br/2010/02/07/cidades5_0.php 

http://www.diariodenatal.com.br/2010/02/07/cidades5_1.php 

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

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