Auto-hemoterapia Informações e debates

            Quem somos

                 auto-hemoterapia o que é? |  informações & debate |  depoimentos |  publicações |  vídeos |  política de privacidade |  pesquisa virtual

ver participações do dia Visitantes: 3.998.684 (início em 30/10/2010)

"Conversa com o
Dr. Luiz Moura:
O que é
auto-hemoterapia?
"


Vídeo na íntegra.

Conversa com o Dr. Luiz Moura

Agora também
subdividido em
60 temas








Assine a petição
para a Liberação da
Auto-hemoterapia








"Conversa com o
Dr. Luiz Moura:
O que é
auto-hemoterapia?
"


Vídeo na íntegra.

Conversa com o Dr. Luiz Moura

Agora também
subdividido em
60 temas

Busca Saúde
Loading

 “Cobaia de Mim Mesma” Uma razão para continuar a viver

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Participação
3636
Quarta-feira, 3 de março de 2010 - 22:50:24
189.63.218.216

“Cobaia de Mim Mesma” 

 

Uma razão para continuar a viver 

(A DOENÇA INVISÍVEL) 

 

Nos últimos meses de 2004, meu mundo se transformou para sempre. 

Foi o início de uma série consecutivas de lesões corporais e dores crônicas, todas aparentemente sem lógica alguma. Inclusive para as equipes médicas às quais me submeti. Nesta época eu residia nos Estados Unidos e procurei por auxílio especializado em Mesquite, Richardson, Parkland Hospital a até Baylor… Sem falar nos consultórios de especialistas particulares como a Hamptom Clinic. Exames e mais exames e os resultados nunca apresentavam qualquer diagnóstico conclusivo. 

 

Com muita boa vontade Divina e com o auxílio de meu marido, na época do ocorrido, fui diagnosticada portadora de HS (Hidrosadenite Supurativa) e Ictiose. Duas doenças raras, auto-imunes e avaliadas mundialmente pela área de saúde como incuráveis. 

Foi então que me ocorreu que eu seria um grande peso para todos, que por qualquer razão do destino, eu arruinara a minha vida e a das pessoas a minha volta. 

 

Por que não morrer, pensei angustiada, e poupar a todos um monte de problemas? Tinha vergonha de mim mesma e da imagem que via no espelho. Não me reconhecia mais. Ao mesmo tempo em que aguardava ansiosa por uma visita amiga com quem pudesse desabafar; fugia do mundo e ficava ali deitada, vegetando, olhando para as paredes, imaginando o futuro incrédulo. 

 

Quando por fim, já dopada de muita medicação, eu adormecia. Eu me via limpa de novo, fazendo amor, correndo, representando a minha arte, trabalhando, próxima a família e aos amigos. Ao acordar percebia que nunca mais faria nada daquilo novamente. Estava apenas ocupando espaço neste mundo. 

 

Um dia então meu marido entrou no quarto, fitou-me os olhos e disse: – Essa enfermidade veio parar na pessoa errada. Não importa o que aconteça você continua sendo você e eu a amo e estarei contigo até o fim, seja ele qual for! Mas tenho certeza de que ela jamais lhe derrotará. 

Foi quando percebi que no fundo eu não queria desistir, que eu queria voltar a ter uma vida normal e que a crença dele de que eu poderia ser a “mulher maravilha” era mais forte do que a que eu tinha de mim mesma. 

 

Uma enfermidade como a minha muda bruscamente um casamento. Adéquam-se as formas de se relacionar, mas também intensifica o sentimento que já existia. Disse a ele uma vez: – Isso está muito além dos votos do casamento: “na saúde e na doença”. Ele disse: – Eu sei! Mas continuo te amando apaixonadamente exatamente da mesma forma quando te vi pela primeira vez descendo saltitante, afobada por aquelas escadas, naquele posto de gasolina tarde da noite… Você continua tão linda e fascinante quanto naquele dia e desde então eu quis me consagrar teu cavalheiro e assim será até que Deus nos permita, porque a amo. 

 

Mas a sensação de impotência era difícil de suportar. 

 

Por inúmeros motivos decidi, a contra gosto do meu marido, retornar ao Brasil. Minha filha era a única fonte de vida que mantinha a minha esperança acesa nessa altura dos acontecimentos. Já havia me submetido a inúmeros tratamentos e aproximadamente 8 cirurgias. Um dia estava acamada e ela se aproximou de mim e disse: – Mamy, eu não tenho vergonha de você. Ás vezes você não pode andar, ás vezes nem pode me levar à escola, mas você ainda pode sorrir e você é minha mãe. Você vai ficar boa, não vai? 

 

Creio que foi a primeira vez depois de muito tempo que dei boas risadas; e prometi a ela que eu iria ficar boa novamente sim e que passearíamos juntas, lindas e orgulhosas! 

 

Dos Estados Unidos ao Brasil, nenhum tratamento surtia efeito positivo. Por “n” frações de segundos já desejei que um gênio da lâmpada mágica me fizesse desaparecer. 

 

Mais ou menos nessa época tive conhecimento de um procedimento médico altamente criticado e condenado pela Sociedade Brasileira de Medicina, cujo Doutor responsável pela divulgação de uma técnica conhecida por Auto-Hemoterapia estava sendo excluso da profissão por ter seu CREMEB anulado. 

Preparei-me então para o desconhecido, que é a fonte de todas as possibilidades. Fiz pesquisas profundas, passei a dominar ao máximo em termos de conhecimento tudo que pudesse me atingir e decidi que as vantagens psicológicas das tentativas superariam qualquer risco físico. Iniciei os procedimentos conforme instruções do Dr. Luis Moura e os resultados positivos me deixaram tão entusiasmada que a palavra “incômodo” deixou de existir no meu dicionário. 

 

Consegui fazer breve contato com a equipe do Dr. Luis Moura e muito embora o que me foi reportado não tenha sido muito animador, eu estava decidida que queria voltar a viver, em letras garrafais, maiúsculas, douradas, cravejadas de diamantes com todo o seu esplendor, como diria Arnaldo Jabor. 

Eu já tivera algum êxito, mas pelos relatos do Dr. Luis Moura não havia em seu histórico um único caso de cura para a minha enfermidade. Ele disse sim que eu poderia controlar os sintomas enquanto fizesse uso das aplicações, mas cura… Ele sentia muito, mas não poderia ser categórico nesse prognóstico. 

Certo dia, absorta em uma das minhas muitas leituras deparei-me com um texto que dizia assim: “o melhor professor seria aquele que não detém o poder nem o saber, mas que está disposto a perder o poder, para fazer emergir o saber múltiplo. Nesse caso, perder é uma forma de ganhar e o saber é recomeçar.” (Affonso Romano de Sant’Anna) 

 

6 longos anos acalentando o inimigo é tempo suficiente para conhecer algumas de suas particularidades; e depois de ter sido cobaia de quase todos os tratamentos imagináveis prescritos por doutores e cientistas, sem sucesso, decidi tornar-me cobaia de mim mesma. 

 

A princípio assusta porque meu conhecimento adquirido na área de saúde advém da minha curiosidade e particularmente sou autodidata. Sou designer por formação. 

 

Mesmo assim, descobri que a fé ás vezes é mais forte que muitas certezas. É a força invisível capaz de destruir grandes dogmas já estabelecidos na história da humanidade. A receita que decidi executar trata-se de algo inédito por nunca ter sido tentado em qualquer ser vivo. Pelo menos não há qualquer registro histórico deste fato que eu tenha encontrado. 

 

Creio que é fácil imaginar o receio, o temor, o medo dos que próximos estiveram a mim e as dificuldades que tive que transpor para executar os meus propósitos… 

 

Fui tachada de louca, insana, irresponsável, inconseqüente, charlatã, entre outros adjetivos mais agradáveis. Mas a minha crença baseada nos meus conhecimentos e na metodologia que descrevo foi mais forte que os poucos aplausos que guardei. A experiência que titulo “Cobaia de Mim Mesma” ainda não chegou ao fim; mas com as graças e as bênçãos de Deus tenho mais certeza a cada dia que passa que agora comecei a escrever a história do meu sucesso, porque já me sinto livre dessa prisão! 

 

download do arquivo em pdf contendo relato da experiência: 

http://hssuffer.files.wordpress.com/2010/03/relato-experiencia.pdf 

 

FONTE: http://hssuffer.wordpress.com/2010/03/03/%E2%80%9Ccobaia-de-mim-mesma%E2%80%9D/ 

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

[ocultar participação]  [voltar]

Comentários


Quero comentar Total de 9 comentários  -  9 nesta página
[primeira < anterior   Página de 1     próxima >  [última]

 Sábado, 17 de abril de 2010 - 12:55:47 
189.63.220.20

* EXPERIÊNCIA 

* EXPERIÊNCIA 

* IDENTIFICAÇÃO DO ESTUDO 

* PREFÁCIO 

* INTRODUÇÃO 

* META 

* OBJETIVO 

* A DOENÇA INVISÍVEL E A TRANSMUTAÇÃO DA MATÉRIA 

* INÍCIO DA EXPERIÊNCIA 

o Primeira Semana: 14 de Dezembro de 2009 

o Segunda Semana: 20 e 21  ... (total de 30448 caracteres)

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

 Sexta-feira, 5 de março de 2010 - 22:50:57 
189.63.217.211

MARCELO 

 

IMPRESSIONANTE COMO O ASSUNTO VEM CRESCENDO COMO UMA BOLA DE NEVE. CREIO QUE VAI 

AUMENTAR AINDA MUITO MAIS. 

 

SEUS ULTIMOS EMAILS TEM ME SURPREENDIDO. 

 

O CASO DA ROBERTA COM OS DETALHES DESCRITOS, A FORMA PRECISA E  ... (total de 1622 caracteres)

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

 Quinta-feira, 4 de março de 2010 - 21:19:57 
189.123.80.5

E a(s) resposta(s) que lhe enviei: 

 

Olá Roberta 

Boa noite, 

Li com muita atenção seu e-mail, e entendo sua precaução. 

Realmente nossa missão é para o bem geral das pessoas e da AHT, mas ressalto que sinceramente devo compreender seu ponto de vista. 

E sei que é uma decisão de muita  ... (total de 2367 caracteres)

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

 Quinta-feira, 4 de março de 2010 - 21:18:39 
189.123.80.5

A SRA. ROBERTA escreveu um email que repassarei, pois sinto na obrigação de mostrar o lado dela, que sei que é uma situação, muito dificil para ela. 

 

EIS SEU EMAIL: 

 

Prezados 

 

Não sendo absolutamente precisa, mas arrisco-me a dizer que pelo menos 75% dos casos dos quais tenho reportado ao  ... (total de 3904 caracteres)

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

 Quarta-feira, 3 de março de 2010 - 23:42:23 
189.63.218.216

AHts 

 

Postei também o pedido no site, mas nao foi publicado: 

 

http://hssuffer.wordpress.com/2010/03/03/%E2%80%9Ccobaia-de-mim-mesma%E2%80%9D/#comment-156 

 

Bem, se alguem quiser insistir com a Sra. Roberta, seria um documento importante para a AHT. 

 

Abraços à todos 

 

PS: o email de contato  ... (total de 335 caracteres)

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

 Quarta-feira, 3 de março de 2010 - 23:32:09 
189.63.218.216

Acabei de ler seu relato e estou escrevendo-lhe este email. 

 

Prezada Roberta 

 

Boa noite, 

 

Li a materia sobre o seu caso, e também o arquivo PDF. 

 

Entendo que a Sra. quer liberar o arquivo PDF completo de seu testemunho, somente como objeto de estudo para profissionais de  ... (total de 1907 caracteres)

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

 Quarta-feira, 3 de março de 2010 - 23:10:49 
189.63.218.216

CONTEUDO DO PDF: 

 

EXPERIÊNCIA 

Um Relato de algumas páginas do meu estudo de caso 

COBAIA DE MIM MESMA por Roberta Achy Santos 

 

http://hssuffer.wordpress.com/ 

 

1  

EXPERIÊNCIA  

Um Relato de algumas páginas do meu estudo de caso  

COBAIA DE MIM MESMA por Roberta Achy Santos  ... (total de 29723 caracteres)

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

 Quarta-feira, 3 de março de 2010 - 22:59:19 
189.63.218.216

SE ALGUEM QUISER PEDIR A AUTORA, e deizer que é importante para a AHT a liberação do arquivo: 

 

CONTATO 

Roberta Achy Santos 

Rua D. Pedro II, no82, Centro 

CEP: 45.140‐000 Itambé ‐ Bahia ‐ Brasil 

Telefone: +55 (77) 3432‐1187 

Celular: +55 (77)  ... (total de 329 caracteres)

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

 Quarta-feira, 3 de março de 2010 - 22:51:28 
189.63.218.216

VALE A PENA LER O ARQUIVO PDF deste relato. 

 

MAS a autora diz: 

 

OBS: O arquivo completo contendo as imagens dos períodos de antes e depois só serão 

disponibilizados mediante solicitação para profissionais da área de saúde que se propuserem a 

usar o referente material como caso de estudo. 

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    



envie este texto a seus amigos

Busca Saúde
Pesquisa personalizada








Atenção: NÃO USE informações aqui divulgadas para substituir uma consulta médica. Seja prudente, consulte um médico, quando entender necessário, para o correto diagnóstico e eventual tratamento".

[ir para a lista que contém esta participação]
 
  AHT HEMOTERAPIA: Informações & Debate, Depoimentos, Publicações e Vídeos (2007 - 2021)
Fique livre para divulguar informações aqui disponibilizadas.
Agradecemos a citação da fonte.
webmaster@hemoterapia.org