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 Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos... (XXXVII)

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Participação
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Terça-feira, 24 de agosto de 2010 - 18:22:58
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Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos... (XXXVII) 

 

Publicada: 21/08/2010 

 

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico) 

 

Nos dois próximos artigos, iremos fazer uma comparação entre duas “doenças”, muito conhecidas entre os médicos e especialmente entre os gastroenterologistas. Para tanto, iremos recorrer a quatro fontes de informação principais: à literatura médica, ao trabalho do médico e professor Ricardo Veronesi, às palavras do médico carioca Luiz Moura e à literatura “leiga” através de reportagens de jornais e revistas. As duas “enfermidades” são a doença de Crohn e a doença celíaca. 

 

Literatura médica I - 1977 - A doença de Crohn, também conhecida como enterocolite regional, é uma afecção granulomatosa crônica, de etiologia desconhecida, comprometendo geralmente o íleo, mas podendo também atingir outros setores do tubo gastrintestinal, inclusive esôfago, cólon e reto. Acomete principalmente adultos jovens, manifestando-se por meio de dor no quadrante inferior direito do abdome acompanhada e surtos diarréicos. Pode curar-se espontaneamente ou assumir evolução lentamente progressiva. 

 

Tratamento - Repouso no leito, dieta hiperprotéica (pobre em resíduos) e suplementos vitamínicos estão indicados até que a lesão se torne assintomática, o que pode levar semanas ou meses. Os quimioterápicos e antibióticos ajudam a combater as infecções secundárias da lesão. Se necessário, ensaiar o emprego de corticóides, desde que não haja complicação supurativa. Alguns autores admitem que essa medicação possa determinar hemorragia ou perfuração. As medidas cirúrgicas estão indicadas apenas para tratamento das complicações, tais como abscesso, fístula, hemorragia ou fenômenos obstrutivos. (1). (página 502). 

 

Literatura médica II - 1977 - A doença celíaca é um distúrbio diarréico de natureza crônica, acompanhado de fenômenos disabsortivos e de comprometimento do estado nutritivo, ligado a lesões degenerativas da mucosa do intestino delgado causada por intolerância ao glúten. A substância nociva é a fração gliadínica do glúten, supondo-se a existência de um defeito enzimático da parede intestinal que impede o desdobramento normal dessa proteína, com a formação de peptídios tóxicos para a mucosa. 

 

Tratamento - Consiste em excluir-se o glúten da dieta, abolindo todos os alimentos preparados com trigo e centeio. Considerando-se que é extremamente comum a existência de uma deficiência secundária de dissacaridases, especialmente de lactase, é aconselhável nos casos graves iniciar-se o tratamento com um breve período de Protenac e banana amassada, passando-se depois para uma dieta hiperprotéica. 

 

Nas formas clínicas mais intensas justifica-se o emprego de corticóides ao lado da dieta sem glúten. A chamada “crise celíaca”, caracterizada por desidratação e depleção eletrolítica, exige dieta zero e reidratação venosa, com realimentação gradativa, à base de Protenac e banana amassada; havendo anemia, hipoproteinemia ou tetania, utilizar sangue, plasma ou gliconato de cálcio. 

 

A duração da dieta sem glúten não deve ser inferior a dois anos. A observação meticulosa do desenvolvimento estrutural do paciente é de grande importância, pois o retardo do crescimento pode ser o único indício de que ainda existe intolerância ao glúten. (1). (página 500). 

 

1ª observação: respaldado na literatura médica, podemos afirmar que, as duas doenças afetam predominantemente o intestino delgado, ambas apresentam quadro diarréico, dores abdominais, perda de apetite e de peso e podem conduzir ao câncer. Segundo a literatura médica da época, enquanto a doença celíaca era causada pela intolerância ao glúten, a doença de Crohn era de causa desconhecida. 

 

Trabalho do Dr. Ricardo Veronesi - 1976 - Doenças auto-imunes: várias doenças de auto-agressão têm encontrado na moderna conceituação imunológica, explicação para seus mecanismos imunopatogênicos. Num aparente paradoxo, a imunoestimulação do setor T*, tem oferecido resultados favoráveis no tratamento das doenças tidas como auto-imunes, como a artrite reumatóide, a ileíte regional de Crohn e a hepatite crônica agressiva. (2). 

 

2ª observação: em seu trabalho científico o médico Ricardo Veronesi faz referência à doença de Crohn, sendo ela classificada como uma das doenças auto-imunes. Ou seja, já se sabe que a doença de Crohn é causada por anticorpos “rebeldes”. A doença celíaca não é mencionada. *T = Timo, uma glândula de secreção interna. 

 

Trabalho do Dr. Luiz Moura - 2004 - Quais as outras indicações da auto-hemoterapia? Muitas, muitas aplicações. ...Nas doenças auto-imunes, que são muitas hoje. Doença de Crohn, uma doença auto-imune que destrói o intestino, os anticorpos atacam o final do intestino delgado, na doença de Crohn. (3). 

 

3ª observação: no DVD gravado pelo médico carioca Luiz Moura é mencionada a doença de Crohn, o lúpus e a artrite reumatóide. A doença celíaca não é citada. 

 

Jornal sergipano – 2009 - Freqüentemente vemos as expressões “CONTÉM GLÚTEN” ou “NÃO CONTÉM GLÚTEN”, escritas em várias embalagens de alimentos industrializados. Alguns consumidores deixam de comprar alimentos com a expressão “CONTÉM GLÚTEN”, por que imaginam que se trata de alguma substância, tipo conservante químico, nociva à saúde. Na verdade, trata-se de um conjunto de proteínas, que não se dissolve na água, presente na semente de muitos cereais, que recebem nomes diferentes para cada cereal: trigo (gliadina), aveia (avenina), cevada (hordeína), centeio (secalina) ou no malte (subproduto de cereais como a cevada) e em seus derivados como farelos, farinhas, germens e etc. 

 

A lei nº 10.674, de 16 de maio de 2003, obriga que os produtos alimentícios comercializados informem sobre a presença de glúten, como medida preventiva e de controle da doença celíaca. Todos os alimentos industrializados deverão conter em seu rótulo ou bula, obrigatoriamente, as inscrições “CONTÉM GLÚTEN” ou “NÃO CONTÉM GLÚTEN”, conforme o caso. 

 

Em 23 de outubro de 2007, a Unilever Brasil, detentora da marca Kibon, foi obrigada a fazer um recall do sorvete Cornetto Chococo, retirando do mercado todo o sorvete distribuído, porque foi impresso erroneamente em suas embalagens a informação de que o produto “não contém glúten”. Entretanto, a empresa confirmou que o produto continha glúten em sua casquinha. 

 

Se Deus nos permitir, continuaremos no próximo artigo. A todos boa saúde, boa leitura e bom dia. 

 

LINK DA MATÉRIA: http://www.jornaldacidade.net/2008/noticia.php?id=74847  

Marcelo Fetha    

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