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 Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos... (XXXIV)

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Quinta-feira, 12 de agosto de 2010 - 20:35:54
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Auto-Hemoterapia, Dr. Fleming e os antibióticos... (XXXIV) 

 

Publicada: 07/08/2010 

 

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico) 

 

São Paulo (Brasil) - Junho de 2010 - Revista Veja - ...”Um dos caminhos de tratamento contra o câncer mais investigados pela medicina refere-se à criação de vacinas terapêuticas - medicamentos que estimulam o sistema imunológico no combate às células cancerosas. Há dois meses, a FDA, a agência americana de controle de remédios, aprovou a primeira dessas vacinas. Desenvolvida pelo laboratório Dendreon, a Provenge é destinada a pacientes com câncer de próstata”. ...”O entusiasmo dos médicos com a Provenge não se explica apenas pelo aumento da sobrevida dos pacientes. “Só de se revelar eficaz, essa vacina simboliza um marco nas terapias anticâncer”, diz o oncologista Gustavo Guimarães, do Hospital A. C. Camargo, em São Paulo.” 

 

...A frente imunológica de combate ao câncer foi inaugurada nos anos 70, com a chegada ao mercado do interferon. Lançado originalmente para o combate de viroses respiratórias, o remédio logo teve seu uso ampliado para pacientes com tumores malignos, por ter se mostrado um potente estimulador do sistema de defesa do organismo.” ...”Para desenvolverem a vacina Provenge, seus idealizadores escolheram trabalhar com a célula CD54, uma proteína do linfócito responsável por disparar o alarme do sistema imunológico contra a presença de um corpo estranho no organismo. Eles a marcaram com uma proteína criada em laboratório muito semelhante à PAP, encontrada em 95% dos tumores de próstata. Ao ser injetada no paciente, a CD54 modificada ensina as outras células de defesa a identificar como agente agressor aquelas que contêm a proteína PAP. 

 

A Provenge representa uma conquista e tanto, mas ela demorará a se tornar um tratamento de rotina. Suas três doses custam 98.000 dólares. Isso porque seu processo de fabricação é complicado, visto que, as CD54 a serem modificadas precisam ser retiradas de cada paciente.” ...”Vale repetir: por enquanto, o grande mérito de tais vacinas, muito mais do que o aumento da sobrevida em si, é a comprovação de que a imunoterapia é um caminho viável na luta contra o câncer.” (2). 

 

Considerações finais – Ao longo dos artigos XXXII, XXXIII e XXXIV (o atual), foram mencionados os seguintes personagens: 1º - Paul Ehrlich (imunologia – 1908); 2º - Élie Metchnikoff (imunologia – 1908); 3º - Jules J. P. V. Bordet (imunologia – 1919); 4º - Michael W. Mettenletter (auto-hemoterapia – 1936); 5º - Sylvio D. Ávila (auto-hemoterapia – 1937); 6º - Jésse Teixeira (auto-hemoterapia – 1940); 7º - Pedro Moura (auto-hemoterapia – 1943); 8º - Osvaldo A. Eckell (auto-hemoterapia – 1951); 9º - Ricardo Veronesi (imunoterapia - 1976); 10º - Floramante Garófalo (auto-hemoterapia – 1976); 11º - Luiz Moura (auto-hemoterapia – 2004). 

 

A não ser que surjam argumentos muito fortes e sobretudo provas muito concretas, ao longo da história da medicina, a imunologia, por razões que ainda não conhecemos em profundidade, não recebeu a atenção merecida. Ao que tudo indica, parece que a razão é de ordem econômica, ou seja, dinheiro. Citaremos apenas três exemplos (três doenças infecto-contagiosas – varíola, poliomielite e AIDS), as três ligadas ao campo da imunologia. Estamos aqui nos referindo à área da imunização e dos imunizantes (imunobiológicos), a área das vacinações e das vacinas. 

 

A varíola, cuja vacina é uma descoberta atribuída ao médico inglês Edward Jenner em 1796 (século XVIII), só veio a ser erradicada em 1977 (segunda metade do século XX), e considerada erradicada em 1980, pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Ainda assim, por motivos “desconhecidos”, o vírus causador da varíola, nos dias atuais, encontra-se armazenado em dois laboratórios de segurança máxima, um em Moscou (URSS) e o outro em Atlanta (EUA). 

 

As vacinas contra a poliomielite foram desenvolvidas na década de 50 do século XX, - há mais ou menos meio século - por Jonas Edward Salk (vacina injetável) e Albert Bruce Sabin (vacina oral). Embora as vacinas sejam de baixo custo e de fácil aplicação, ainda hoje a poliomielite – mais conhecida como paralisia infantil - existe em vários países do mundo. 

 

Já a vacina contra a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS ou SIDA), até hoje não existe. E, ao que parece, tão cedo não existirá. Afinal, para as bilionárias indústrias farmacêuticas, é mais interessante vender antivirais e antiretrovirais, do que desenvolver a vacina. Não é que dê mais Ibope! É que dá mais lucro! Curiosamente, embora a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida tenha surgido na década de 80 (e aqui existem muitas controvérsias), portanto uma enfermidade relativamente “recente”, recebeu de “presente” das autoridades o dia 1º de 

dezembro, como “Dia Mundial de Luta Contra a AIDS”. 

 

Voltando à poliomielite, enfermidade muito mais antiga (a não ser que existam provas em contrário, o que duvidamos e muito), ainda hoje, não recebeu de “presente” o seu dia mundial de luta. Não seria por acaso uma falta de respeito para com a população infantil e com os pais delas? A varíola foi erradicada. A poliomielite também será? E a AIDS, descobrirão uma vacina? Para pensar. 

 

Continuando nossas considerações – Ainda bem que uma das atribuições da imprensa é manter o público bem informado. Pode-se alegar que jornais e revistas são literaturas leigas e não científicas. E daí? Pois bem. Através das reportagens das revistas Veja e Isto É – entre outros veículos de informação – ficamos sabendo que o mundo estava diante de uma nova doença que atacava o gado, a encefalopatia espongiforme bovina (BSE), a doença da vaca louca - e que tal enfermidade era causada por uma proteína “maluca” (proteína desnaturada ou proteína anormal). 

Tal doença, além de acarretar graves danos econômicos à Inglaterra (em 1996), também provocou uma crise comercial e diplomática entre o Brasil e o Canadá (em 2001). 

 

Em outras reportagens, através do JORNAL DA CIDADE (SE) e da revista Veja, ficamos sabendo que a agência que regula alimentos e remédios nos Estados Unidos, - o FDA – aprovou para uso no tratamento do câncer de próstata, uma “vacina”, que usa o sistema imunológico para combater a doença. Ou seja, fica comprovado que além da cirurgia, da quimioterapia e da radioterapia a imunoterapia também tem valor científico. Agora temos 4 (quatro) opções. Tal fato vem corroborar o trabalho científico do Dr. Ricardo Veronesi, publicado em março de 1976, na revista Medicina de Hoje – Imunoterapia: O impacto médico do século. 

 

Não custa recordar, que foi o trabalho do Dr. Ricardo Veronesi, que permitiu ao Dr. Luiz Moura, ampliar os seus conhecimentos teóricos e práticos, a partir de 1976, sobre a “polêmica” auto-hemoterapia. Polêmica para muitos, porém não para todos, é bom frisar. Tanto no trabalho do professor Ricardo Veronesi, como no DVD gravado pelo Dr. Luiz Moura, fica claro que uma das funções do sistema retículo-endotelial, consiste no metabolismo de proteínas e remoção de proteínas desnaturadas. 

 

No DVD gravado em 2004, Dr. Luiz Moura diz: ...”hoje é que se sabe que essa doença encefálica, que dá a doença da vaca louca e tudo, é uma proteína que se chama prion, que é desnaturada, e ela (a auto-hemoterapia) então poderia ajudar no tratamento, ser um colaborador no tratamento dessa doença”. Pois muito bem. Está lá escrito na revista Veja de 1996: Proteína maluca. - “A teoria mais aceita hoje em dia foi formulada em 1980, por um cientista americano, Stanley Prusiner. Segundo ele, o vilão da história, que ele chamou de prion, seria uma simples molécula, uma proteína maluca que, não se sabe por que nem como, pára de fazer o que deve dentro da célula e começa a enlouquecer as proteínas vizinhas!... Pergunta de bolso: a prática e as pesquisas com auto-hemoterapia, também está proibida em animais? 

 

Final - Quanto ao livro do médico veterinário Dr. Osvaldo A. Eckell, publicado em 1951, é mais um personagem que vem comprovar a existência da auto-hemoterapia, e o seu uso em medicina veterinária. Serve de endosso às palavras do médico carioca Luiz Moura. 

 

Nota: importante aviso sindical ou aviso sindicalista – atendendo a ordens superiores (CFM), informamos que os Macrófagos e a Dra. Medula Óssea encontram-se em greve por tempo indeterminado. Os sindicalistas lutam por melhores salários e por melhores condições de trabalho. Assuntos científicos ou pseudocientíficos são coisas secundárias. Dr. Timo – Presidente do Sindicato. 

 

Imunologia, imunoterapia e auto-hemoterapia: muito a ver! Bem amigas e amigos da rede AH. Por hoje terminamos aqui. Se Deus nos permitir voltaremos outro dia. A todos boa saúde, boa imunidade, boa visão, boa leitura e bom dia. 

 

Fonte: (1) – Revista Veja, de 23 de junho de 2010, páginas 102, 103, 104, 105, 106, 107 e 108, reportagem de Adriana Dias Lopes. Transcrição parcial, a exemplo das outras reportagens.  

Marcelo Fetha    

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