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Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Sexta-feira, 1 de maio de 2009 - 15:46:55 

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Cc: eduardo.suplicy@senador.gov.br, pfdc001@pgr.mpf.gov.br, "André de Moura Soares"  

Data: Sexta-feira, 1 de Maio de 2009, 11:58 

Caros da luta em defesa da auto-hemoterapia:  

 

a manifestação abaixo foi encaminhada em 27 de abril para o Supremo Tribunal Federal (STF) através do endereço audienciapublicasaude@stf.jus.br. Espero sua publicação no portal do órgão como “contribuição da sociedade civil” para a Audiência Pública - Saúde do STF.  

 

 

AUTO-HEMOTERAPIA: ANVISA PROÍBE SUS DE USAR  

TÉCNICA QUE AUMENTA A IMUNIDADE EM 4 VEZES  

 

Ubervalter Coimbra*  

 

A auto-hemoterapia “é um recurso terapêutico de baixo custo, simples que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo, estimulando assim o Sistema Retículo-Endotelial, quadruplicando os macrófagos em todo organismo”, como explica o médico dr. Luiz Moura.  

 

A técnica foi usada pela primeira vez em 1898, e é empregada em todo o mundo. Mas não pode ser aplicada no Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS): sua prescrição está proibida por atos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Conselho Federal de Medicina (CFM), denunciados como inconstitucionais.  

 

O que perdem os pacientes do SUS, como os brasileiros em geral, com tais proibições?  

 

Afirma ainda o dr. Luiz Moura, especialista brasileiro de renome mundial em auto-hemoterapia: “A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia comumente da prega do cotovelo e aplica-se no músculo, braço ou nádega, sem nada acrescentar ao sangue. O volume retirado varia de 5ml à 20ml, dependendo da gravidade da doença a ser tratada. O sangue, tecido orgânico, em contato com o músculo, tecido extra-vascular, desencadeia uma reação de rejeição do mesmo, estimulando assim o S.R.E. A medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófagos. Antes da aplicação do sangue, em média a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. Após a aplicação a taxa sobe e ao fim de 8h chega a 22%. Durante 5 dias permanece entre 20 e 22% para voltar aos 5% ao fim de 7 dias a partir a aplicação da auto-hemoterapia. A volta aos 5% ocorre quando não há sangue no músculo.  

 

As doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes, os corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas, as obstruções de vasos sangüíneos são combatidas pelos macrófagos, que quadruplicados conseguem assim vencer estes estados patológicos ou pelo menos, abrandá-los. No caso particular das doenças auto-imunes a autoagressão decorrente da perversão do Sistema Imunológico é desviada para o sangue aplicado no músculo, melhorando assim o paciente.  

...”. O texto completo pode ser lido no endereço http://www.medicinacomplementar.com.br/tema130206.asp  

 

Desde 2004, quando uma nova mídia, a internet, permitiu a divulgação da auto-hemoterapia a toda sociedade, o uso da técnica se generalizou entre os brasileiros. Muitos médicos a redescobriram e passaram a prescrevê-la. Mas, em 2007, a Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (SBHH) produz nota à imprensa condenando a técnica, mesmo sem nenhuma denúncia de que seu uso tivesse causado doença a qualquer usuário.  

 

E a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publica sua Nota Técnica n° 1, de 13 de abril de 2007, condenando a auto-hemoterapia. A seguir em “reportagem”, o programa Fantástico, da Rede Globo de Televisão, entre outros condenam a técnica. O CFM é chamado a opinar, produzindo o parecer n° 12/07, apressado e superficial.  

 

A convocação do Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir temas relacionados à saúde, entre eles a “Obrigação do Estado de disponibilizar medicamentos ou tratamentos experimentais não registrados na Anvisa ou não aconselhados pelos Protocolos Clínicos do SUS”, cria oportunidade para que os brasileiros que precisam da auto-hemoterapia discutam a técnica na mais alta corte de Justiça do País.  

 

Os brasileiros esperam ações que obriguem a Anvisa, a SBHH, o CFM e outros órgãos de classe da área da saúde, como o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) - este por omissão em aprofundar a discussão do tema e aprovar a atuação dos profissionais em defesa da vida - a cumprir a Constituição Federal, que assegura o direito de todos à saúde.  

 

A Anvisa no ítem 3 de sua Nota Técnica afirma que “não existem evidências científicas, trabalhos indexados, que comprovem a eficácia e segurança deste procedimento”. E, no item 4 assegura que “este procedimento não foi submetido a estudos clínicos de eficácia e segurança, e sua prática poderá causar reações adversas, imediatas ou tardias, de gravidade imprevisível”.  

 

Sobre a auto-hemoterapia, um dos trechos do parecer do CFM produzido para atender a Anvisa diz que “... assim, não foi possível obter estudos confiáveis e com força de evidência científica elevada que indiquem ser a auto-hemoterapia propriamente dita um procedimento efetivo e seguro. O que existe em abundância é uma propaganda na Internet em linguagem inadequada à ciência, às vezes vulgar, desprovida de cultura científica, que pretende convencer pela dramaticidade de relatos de casos isolados sobre uma grande variedade de enfermidades e de estudos carentes de metodologia científica. ...”.  

 

Outro trecho do parecer: “... Pesquisa sobre autohemotherapy em base de dados MEDLINE/PubMed (National Library of Medicine), em 20 de julho de 2007, indicou 91 publicações de 1950 até a atualidade (ver anexo 1). As mais recentes versam sobre auto-hemoterapia com ozônio, sendo a mais atual a de Biedunkiewicz, Lizakowski, Tylicki et al.. (2006). As indicações mais antigas, referentes à auto-hemoterapia ‘clássica’ ou “propriamente dita”, como neste parecer se convencionou chamar, datam de 1950 (Mariotti; Reddick; Fruhauf; Haferkamp; Serane; Rojas), dos quais nem abstracts podem ser obtidos. Há referências leigas obtidas na Web de publicações mais antigas, sem que se possam obtê-las. Essas publicações mais antigas referidas nesses sites datam do início do século XX. No entanto, foram coletadas cinco referências de publicações da década de 1930, via Archives of Medical Research [http://www.sciencedirect.com/ science/journal/01884409]: os artigos, três deles datando de 1935, um de 1934 e um de 1932, se referem ao uso da auto-hemoterapia em estados alérgicos (asma, anafilaxia e urticária). ...”.  

 

A miopia da Anvisa e do CFM afastou os brasileiros dos benefícios do uso da auto-hemoterapia com orientação dos profissionais de saúde. Milhões estão prejudicados, e os órgãos, irredutíveis, mesmo quando são obrigados a se desdizer, como o CFM, no caso da técnica. Como se lê em editoria do seu jornal: “Nota de esclarecimento  

Em face de falha na redação do artigo “Auto-hemoterapia não tem eficácia comprovada” no Jornal Medicina (XXII, 167, DEZ/2007, p.11), esclarecemos que o procedimento terapêutico denominado “tampão sangüíneo peridural” é cientificamente amparado por relevante literatura médica e remetemos o leitor ao texto que trata dessa matéria no Parecer CFM 12/07.” O texto citado acima está na página do editorial do endereço http://www.portalmedico.org.br/JORNAL/Jornais2008/Jan/pag5.html  

 

Ora, Tampão Sanguíneo Peridural é apenas uma das formas, além da auto-hemoterapia clássica a que se refere o dr. Luiz Moura, da técnica.  

 

Entre as outras técnicas derivadas da auto-hemoterapia clássica, também a Ozonioterapia, como se vê em http://www.aboz.org.br/Web/secoes_site.asp?id=7 : “As aplicações de ozonioterapia são determinadas por suas propriedades antiinflamatórias, antisépticas, de modulação do estresse oxidativo, da melhora da circulação periférica e da oxigenação...” e, ainda, “... Vias de administração Sistêmicas  

- Grande Auto-Hemoterapia (Major)  

- Insuflação Retal  

- Pequena Auto-Hemoterapia (Minor)  

- Solução salina ozonizada”.  

 

E ainda: “A Ozonioterapia é reconhecida pelo Ministério da Saúde na Alemanha, Itália e em outros 16 países.. Cuba conta com 39 Centros Clínicos de Ozonioterapia e na Rússia é utilizada em todos os Hospitais Governamentais.  

 

Atualmente aproximadamente 10.000 médicos utilizam este método na Europa”.  

Em http://www.aboz.com.br/Web/secoes_site.asp?id=1  

 

Outra forma de aplicação da auto-hemoterapia é feita pela Homeopatia. No endereço http://www.escoladehomeopatia.org.br/Aulas/Farmacia/2005/Bioterpicos-aula%20EPH_maio05.ppt  

Bioterápicos – Módulo 1. Na seqüência,  

http://www.escoladehomeopatia.org.br/Aulas/Farmacia/2005/Bioterpicos-aula%20EPH_maio05.ppt#297,14,Dr. Licínio Cardoso (RJ) , lê-se:  

“Licínio Cardoso (RJ)  

Em 1923 cria a isopatia sanguínea ou auto-hemoterapia por via “im” ou “ev” “.”  

 

Veja depoimento de uma qualificada paciente, profissional de saúde: “Data: 04/07/2008 11:35:51  

De: Natália Couto Paes Barreto  

IP: 200.152.34.94  

Assunto: Re: Para o sr. Robert N. Johansson: sobre auto-hemo, homeopatia e Justiça  

 

Sou médica e portadora de uma doença renal crônica (GESF- glomeruloesclerosefocal). Tenho proteinúria de cerca de 2.5 gramas, que só foi reduzida com o uso de corticóides (para 500 mg.). Hoje,não tenho mais indicação de corticoterapia, pelo grau da doença, já mais avançado e a outra droga experimentada (MMF- micofenolato de mofetil) não obteve nenhuma resposta para baixar a minha proteinúria. Daí,a minha médica de acupuntura resolveu tentar o tratamento com o auto-isoterápico de sangue e o resultado foi surpreendente, a minha proteinúria já reduziu para 1.0g (nunca conseguido antes, a não ser com corticoterapia) até a diluição de 30. Atualmente estou usando diluição de 60 e aguardo novos exames para ver como estão as minhas taxas.” Depoimento no endereço http://inforum.insite.com.br/39550/6914399.html.  

 

Há também o “Plasma Rico em Plaquetas (PRP) que, como se vê na Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, vol.33 no.1 Rio de Janeiro Jan./Feb. 2006, “tem sido bastante estudado na área de odontologia, sendo empregado principalmente em pequenos enxertos ósseos na região alveolar para futuros implantes dentários e em cirurgias periodontais e maxilo-faciais1-5. Sua utilização em medicina ainda é pequena, porém os estudos existentes sobre este produto mostram um grande potencial de melhorar os resultados em diversos procedimentos ortopédicos, neurocirúrgicos e de cirurgia plástica6-12. O PRP é uma concentração autóloga de plaquetas em um pequeno volume de plasma, com a conseqüente presença de fatores de crescimento (FC) liberados por estas plaquetas, além de proteínas osteocondutoras, que também servem de matriz para migração epitelial e formação óssea e de tecido conectivo3,7,13,14. ...”.. O texto completo está em http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-69912006000100007&script=sci_arttext  

 

Há, ainda, a auto-hemoterapia a partir do método criado pelo dr. Jorge Gonzalez. No site da Associação Mexicana para o Diagnóstico e Tratamento das Doenças Autoimunes, é informado:  

“Bienvenido  

 

Nuestra asociacion fue fundada y registrada en el ano de 1999 con el objetivo fundamental de, por un lado dar a conocer y aplicar el resultado de las investigaciones que en el campo de la fisiologia celular ha logrado el Dr. Jorge Gonzalez Ramirez , y por el otro lado fomentar el intercambio de experiencias entre los mismos miembros (actualmente aproximadamente 70 en la Repъblica Mexicana, mas los ubicados en Argentina y España). ...  

 

Ao clicar na barra autohemoterapia lê-se: “AUTOHEMOTERAPIA  

La referencia en espanol mas remota que describe lo que es la autohemoterapia, se encuentra en la Terapйutica Biolуgica de Gaston Lyon en el aсo de 1938. En donde cita: “la autohemoterapia consiste en obtener de una vena cierta cantidad de sangre y reinyectarla inmediatamente en el tejido muscular o subcutâneo. Por la corta duraciуn de tiempo que transcurre entre estas dos operaciones, no hay porque preocuparse por una coagulaciуn posible de la sangre.  

 

Las dosis de sangre que se inyectan cuando se recurre a la autohemoterapia, varнan de 2 a 10 c.c., en el lactante de 1 a 2 c.c. No hay ventaja alguna en inyectar dosis mayores, el efecto util se obtiene con las pequeсas dosis ya indicadas.  

Los hallazgos “in vitro” del investigador danйs y premio nobel en 1984 Niels K. Jerne, establecieron, sin querer, bases cientнficas para el desarrollo de la autohemoterapia, al encontrar que en ciertas condiciones el sistema inmune se vuelve contra el cuerpo al que deberнa defender, formando auto-anticuerpos que atacan al propio organismo causando las llamadas enfermedades autoinmunes. Su teorнa de la Red explica cуmo una enfermedad autoinmune puede ser tratada exitosamente con anti-anticuerpos. ...” O endereço do texto é http://www.autohemoterapia.com/  

 

Como se nota, até em Pediatria pode ser feito o uso seguro da auto-hemoterapia. De se registrar que o dr. Dr. Jorge Gonzalez Ramirez e seus seguidores seguem o seguinte “MÉTODO  

Para preparar a autovacina, se obtem 5ml de sangue venoso e se coloca em um frasco de 100ml, com somente 50ml de solução salina especial para cultivode tecido dos laboratórios IN Vitro. Uma vez que o sangue é posto no frasco, se agita violentamente de pólo a pólo durante 30 minutos, ao final dos quais se coloca em refrigeração a 4°C. Depois de 24 horas se inicia o tratamento, o frasco deve ser agitado ligeiramente para homogeneizar seu conteúdo.  

 

Uma vez criada a vacina se extrai 1ml da suspensão do frasco com uma seringa de insulina e se aquece ligeiramente. Posteriormente se injeta no paciente subcutaneamente, de preferência em seu abdômen. Essa injeção deverá ser aplicada diariamente durante 1 ano. Em nossa experiência se preparam frascos de autovacina a medida que se dava o tratamento”.  

 

A falácia da Anvisa e do CFM de que não existem estudos científicos sobre auto-hemoterapia, logo cai por terra. No dia 30 de outubro de 2008, o Google passa a disponibilizar em http://books.google.com.br/ , um grande número de livros produzidos em todo o mundo. Os defensores do dr. Luiz Moura, aviltado pelo seu conselho de classe, e da auto-hemoterapia comemoram.  

 

Afirmam que os detratores do médico e críticos da técnica nunca mais poderão dizer que não há pesquisas sobre a auto-hemoterapia, procedimento tão importante para prevenção da doença e recuperação da saúde de milhões de pessoas em todo o mundo.  

 

Lembram que pesquisas sobre a técnica em seis idiomas no novo sistema de busca do Google apontam os seguintes quantitativos de livros em seis idiomas:  

193 sobre auto-hemoterapia, em português;  

540 sobre autohemoterapia, em espanhol;  

530 sobre auto-hémothérapie, em francês;  

632 sobre autohemotherapy, em inglês;  

415 sobre eigenbluttherapie, em alemão;  

288 sobre autoemoterapia, em italiano.  

2.598 livros nestes idiomas se referem à auto-hemoterapia nesta época.  

 

Ao espancarem a verdade sobre a segurança e eficácia da auto-hemoterapia a Anvisa e o CFM tripudiam sobre a própria Ciência brasileira. Pois o cientista brasileiro dr. Jésse Teixeira publicou o resultado de suas pesquisas sobre auto-hemoterapia na “Revista Brasil-Cirúrgico Orgão oficial da Sociedade Médico-Cirúrgica do Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro  

Março de 1940 – Volume II. Uma das fontes virtuais do artigo é  

http://www.orientacoesmedicas.com.br/AUTOHEMOTRANSFUSAO_Dr_Jesse_Teixeira_1940.pdf  

 

Também afrontam a Ciênica Mundial. Michael W. Mettenletter relatou suas pesquisas em artigo publicado no "The American Journal of Surgery" (May, 1936 - pág. 321). Fez o trabalho no Pós-Graduate Hospital, de Nova York. Pode-se ver o artigo completo em http://paginas.terra.com.br/saude/Autohemoterapia/Autohemotransfusion_in_Preventing_Postoperative_Lung_Complications_Michael_Mettenleiter_1936.pdfem ".  

 

Aqui citados apenas dois de um sem número de pesquisadores que apontam segurança e eficácia para a técnica. No total, 450 casos de tratamentos com auto-hemoterapia foram pesquisados pelos médicos Jésse Teixeira e Michael W. Mettenletter.  

 

Quantos medicamentos não têm de ser recolhidos pela mesma Anvisa por efeitos colaterais não observados, que causam até mesmo mortes de usuários? É sabido que muitos laboratórios farmacêuticos compram estudos de segurança e eficácia de seus novos produtos de cientistas inescrupulosos.  

 

Existem só antigos os experimentos antigos sobre a auto-hemoterapia? Não! Se a Anvisa e o CFM aprofundassem suas pesquisas à época da edição de suas Nota Técnica e Parecer veriam que milhares de outros textos médicos, muitos dos quais indexados, confirmariam a eficácia da auto-hemoterapia num sem número de doenças. Mesmo sem contar com a ferramenta do Google disponibilizada depois.  

 

Descobririam a Anvisa e o CFM artigos modernos, muito modernos. No endereço http://www.liebertonline.com/doi/abs/10.1089/acm.1997.3.155 “The Journal of Alternative and Complementary Medicine  

Successful Treatment of Herpetic Infections by Autohemotherapy  

 

To cite this paper:  

John H. Olwin, Helen V. Ratajczak, Robert V. House. The Journal of Alternative and Complementary Medicine. June 1, 1997, 3(2): 155-158. doi:10.1089/acm.1997.3.155.” Destaco a data do estudo: 1997.  

 

Descobririam, ainda, o dr. Alex Botsaris sobre a questão do quantitativo e qualitativo de textos médicos sobre o tema. Diz o médico: “... Não é verdade que essa terapêutica não tenha nenhum fundamento, nem que não haja nenhum trabalho publicado sobre ela na literatura mundial ou nacional, como afirma a SBHH”. Que segue: “Na base de dados Pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos.” Estas afirmações estão no endereço http://www2.uol..com.br/vyaestelar/auto_hemoterapia.htm  

 

As manifestações da Anvisa e do CFM obstam novas pesquisas médicas sobre auto-hemoterapia. A Nota Técnica da Anvisa teve efeito devastador, até sobre as pesquisas cientificas, como as realizadas pelo médico dr. João Veiga, médico cirurgião e secretário da Saúde de Olinda, que foram paralisadas.  

 

Em entrevista veiculada no Jornal Folha de Pernambuco, edição de 27 de abril de 2007, transcrita em http://paginas.terra.com.br/saude/Autohemoterapia/AUTO_HEMOTERAPIA_PROBIOTICOS_E_OS_IMUNOESTIMULADORES_DR_JOAO_VEIGA_2007.pdf, diz o médico: “.... Apesar do uso indiscriminado pela população, com orientação médica ou não, nos últimos anos, não foi registrado nenhum trabalho que comprovasse ou desautorizasse o método...”.  

 

E que: “... Como médico e fazendo a auto-hemoterapia em pacientes com artropatia não tenho dúvidas da eficácia do método como coadjuvante para tratar artropatias crônicas, estimulando o sistema imunológico dos pacientes, podendo ser eficiente em outras doenças. Mantenho a conduta que deve ser praticada ou orientada por médicos e repudio a conduta desrespeitosa e desinformada de algumas autoridades médicas que depuseram no programa Fantástico da Rede Globo de Televisão”.  

 

A Nota Técnica da Anvisa e o parecer do CFM também paralisaram pesquisas como a coordenada pela mestre em Ciências Telma Geovanini e pelo médico dr. Manoel Mozar.  

 

Em “Tratamento de feridas através da autohemoterapia: Um estudo de caso clínico” a pesquisadora Telma Geovanini , mestre em Ciências, enfermeira, e Manoel Mozart, médico, os autores primeiro explicam: “As células do sistema monocítico fagocitário - SMF são especialistas em fagocitose e apresentação de antígeno ao exército do sistema imune. São elas: macrófagos alveolares, micróglia, células de Kuppfer, células dendríticas, células de Langehans e macrófagos em geral, sendo os macrófagos comprovadamente células de altíssimo poder fagocitário, atuantes no processo de cicatrização. A autohemoterapia visa a autoestimulação do sistema imunológico através da retirada de determinado volume de sangue venoso do paciente e aplicação deste mesmo volume por via IM, dividindo-se o volume em 2 ou mais partes, técnica simples que estimula o aumento dos macrófagos pela medula óssea, indicada especialmente em doenças auto imunes. A taxa normal de macrófagos no sangue é elevada de 5 para 22%, complementando a ação da antibioticoterapia que paralisa a reprodução de microorganismos, enquanto o sistema imunológico ativado, vence a infecção. Em 1911 houve um registro por F. Ravaut, ele indicava um modo de auto tratamento (uno mismo, haima - sangra) empregado em diversas enfermidades infecciosas, em particular na febre tifóide e em diversas dermatoses. Ravaut usa a auto-hemoterapia em certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos”. ...  

 

Para concluir: “Neste estudo de caso, utilizou-se como tratamento base a autohemoterapia, terapia alternativa que se por  

um lado foge dos domínios da especulação científica, por outro parece que se afirma cada vez mais com a observação sistematizada dos fatos, algo que vive e manifesta-se com êxito crescente na prática clínica, embora ainda não tenha sido classificada e sistematizada pelo positivismo da ciência médica  

contemporânea. A autohemoterapia, parece que se enquadra nesse impulso pós moderno.  

 

Diante das evidências inequívocas deste estudo, concluímos que a autohemoterapia como fator de incremento da imunidade natural do organismo, mostrou-se eficiente ao ser utilizada como um  

tratamento coadjuvante em feridas e lesões da pele. Parafraseando KUHNE.L. (2000), podemos dizer que coube a nós, terapeutas holísticos do século XXI, a singela incumbência de expor um pensamento diferente sem veleidades de crítica nem propósitos pré-concebidos”. O relato completo pode ser lido no endereço http://pt.shvoong.com/medicine-and-health/alternative-medicine/1617229-tratamento-feridas-atrav%C3%A9s-da-autohemoterapia/  

 

Pois bem: estes e outros pesquisadores interessados em pesquisar auto-hemoterapia não podem exercer seus deveres e seus direitos. Lamentáveis, pois, tais efeitos inquisitoriais da Nota Técnica da Anvisa e do Parecer do CFM. O clamor nacional é pela permissão irrestrita para a prescrição da auto-hemoterapia pelos médicos e enfermeiros que julguem o emprego da técnica necessário ao tratamento da saúde de seus pacientes. E  

 

E buscam, como podem, o tratamento. No endereço http://br.youtube.com/results?search_query=auto+-+hemoterapia+-+depoimentos em 09/12/2008, pode-se ver digitando “auto - hemoterapia - depoimentos” resultados de vídeos 1 - 18 de cerca de 18” depoimentos de usuários da auto-hemoterapia, muitos em se aplicando a auto-hemoterapia, apesar das dificuldades para este procedimento.  

 

Ainda que a Anvisa procurasse, digamos, proteger o cidadão, sua Nota Técnica produziu então efeito contrário. Os pacientes ficaram ao desamparo da atenção dos verdadeiros médicos, como o dr. Luiz Moura - que deu notável entrevista sobre o tema - posto que os médicos estão impedidos de prescrever tal técnica. E os milhões de brasileiros que necessitam da auto-hemoterapia para recuperar sua saúde o fazem sem nenhuma orientação médica ou de enfermagem. E, por manifestações na internet, vão continuar, a despeito de ações como as aparentemente legais - para alguns - da Anvisa e do CFM.  

 

Deve-se considerar ainda outros fatores: Walter Medeiros, estudioso do tema, cita: “No tratamento de um paciente, quando métodos profiláticos, diagnósticos e terapêuticos comprovados não existem ou foram ineficazes, o médico, com o consentimento informado do paciente, deve ser livre para utilizar medidas profiláticas, diagnósticas e terapêuticas não comprovados ou inovadores, se no seu julgamento, esta ofereça esperança de salvar vida, restabelecimento da saúde e alívio do sofrimento. Quando possível, estas medidas devem ser objeto de pesquisa, desenhada para avaliar sua segurança ou eficácia. Em todos os casos, as novas informações devem ser registradas e, quando apropriado, publicadas. As outras diretrizes relevantes desta Declaração devem ser seguidas”. (Item 5 da Declaração de Helsinque 2000 da Associação Médica Mundial, que trata de Princípios Éticos para Pesquisa Clínica Envolvendo Seres Humanos.)”  

 

Os brasileiros são gratos ao médico dr. Luiz Moura, hoje com 85 anos, a quem devem o conhecimento sobre o que é a auto-hemoterapia. O médico pagou o elevado preço de perder seu diploma após 58 anos de honrada prática médica por cumprir o dever de informar o que é esta fantástica técnica de prevenção e de cura das doenças.  

 

Suas informações foram gravadas em vídeo-depoimento realizado por Ana Martinez e Luiz Fernando Sarmento. O vídeo foi primeiro divulgado de mãos em mãos. Depois, ganhou a internet, a mais poderosas das mídias criadas, e já foi visto por milhões de brasileiros.  

 

Antes de o conhecimento sobre o que é a auto-hemoterapia ganhar universalidade com a internet, o dr. Luiz Moura foi denunciado ao ao Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) por ter dado a entrevista sobre a auto-hemoterapia aos documentaristas. Foi absolvido à unanimidade. Depois, em novo e arbitrário processo, foi condenado e perdeu seu diploma.  

 

Sobre os resultados da auto-hemoterapia além de explicar que a auto-hemoterapia aumenta a imunidade em quatro vezes, diz, didático, o dr. Luiz Moura: “...Em 1911, F. Ravaut registra: modo de tratamento auto (uno mismo, haima – sangra) empregado em diversas enfermidades infecciosas, em particular na febre tifóide e em diversas dermatoses. Ravaut usa a autohemoterapia em certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos (dicionário enciclopédico de medicina, T.1, de L. Braier).  

Em 1941 o Dr. Leopoldo Cea, no Dicionário de Términos Y Expressiones Hematológicas, pg 37, cita: Auto-hemoterapia, método de tratamento que consiste en injetar a uno indivíduo cierta cantidad de sangre total (suero Y glóbules), tomada de este mismo indivíduo.  

H. Dousset – Auto-Hemoterapia – Técnicas indispensáveis. É útil em certos casos para dessensibilizações – 1941.  

Stedman – Dicionário Médico – 25ª edição – 1976 – pág 129 – Autohemotherapy  

– Auto-hemoterapia – tratamento da doença pela retirada e  

reinjeção do sangue do próprio paciente.  

1977 – Index Clínico – Alain Blacove Belair – Auto-hemoterapia –  

terapêutica de dessensibilização não específica.  

Entretanto foi o professor Jésse Teixeira que provou que o S.R.E. era ativado pela auto-hemoterapia, em seu trabalho publicado e premiado em 1940 na Revista Brasil – Cirúrgico, no mês de Março. Jésse Teixeira provocou a formação de uma bolha na coxa de pacientes, com cantárida, substância irritante. Fez a contagem dos macrófagos antes da auto-hemoterapia, a cifra foi de 5%. Após a auto-hemoterapia a cifra subiu a partir da 1ª hora, chegando  

após 8 horas a 22%. Manteve-se em 22% durante 5 dias, e finalmente declinou para 5% no 7º dia após a aplicação.  

A AÇÃO TERAPÊUTICA DA AUTO-HEMOTERAPIA  

Entre 1943 e 1947, quando cursava a Faculdade Nacional de Medicina, apliquei a auto-hemoterapia cumprindo ordem de meu pai, Professor Pedro Moura, nos pacientes que ele operava na Casa de Saúde S. José no Rio de Janeiro. A primeira aplicação era feita na residência do paciente e a 2ª, 5 dias depois, na Casa de Saúde, no quarto do paciente, e era sempre de 10ml.  

A finalidade da aplicação era evitar infecção ou outra complicação  

infecciosa pulmonar, já que a anestesia na época era em geral com éter, que irritava bastante os pulmões. O cirurgião geral, Dr. Pedro Moura adotou este método face ao sucesso do Professor Jésse Teixeira, que registrou em 150 cirurgias as mais variadas, 0% de complicações infecciosas post-operatórias,  

em 1940.  

Depois de formado continuei a aplicar a auto-hemoterapia apenas em casos de acne juvenil e algumas dermatoses de fundo alérgico.  

Entretanto, devo ao Dr. Floramante Garófalo, em 1976, quando este  

tinha então 71 anos, o conhecimento que resultou em mais abrangência da ação terapêutica da auto-hemoterapia. Em março de 1976 o Dr. Garófalo queixou-se de fortes câimbras em sua perna direita quando caminhava mais de 100 metros.  

Sugeri ao colega que procurasse o angiologista, Dr. Antônio Vieira de Melo. Este decidiu fazer arteriografia da femural direita, sendo constatada obstrução de cerca de 10cm ao nível do terço médio da coxa direita. O angiologista disse ao Dr. Garófalo que resolveria o problema com uma prótese, que substituiria o segmento da artéria femural obstruída.  

O Dr. Garófalo disse ao angiologista que “não quero me tornar um  

homem biônico, amanhã terei outra artéria obstruída e terei que colocar novas próteses. Vou resolver o problema com a auto-hemoterapia”.  

Eu então me ofereci para fazer as aplicações. Durante 4 meses, de 7 em 7 dias, aplicava 10ml de sangue no Dr. Garófalo, que então decidiu se submeter a nova arteriografia de femural direita, já que podia caminhar normalmente. Porém, o Dr. Antônio Vieira de Melo acreditava que era impossível que a artéria estivesse livre da obstrução, atribuindo a melhora à sugestão. Repetida a arteriografia, não havia mais nenhuma obstrução na  

femural direita. Foi então que o Dr. Garófalo me presenteou com os trabalhos de Jésse Teixeira, de 1940 e de Ricardo Veronesi, de 1976. O estímulo do S.R.E comprovado por Jésse Teixeira e as ações deste, bem explicadas no trabalho de Ricardo Veronesi, explicavam a desobstrução da artéria femural de Garófalo e abriam um enorme campo no tratamento das doenças auto-imunes.  

Em setembro de 1976 internou-se na Clínica Médica do Hospital  

Cardoso Fontes uma paciente cujo diagnóstico foi esclarecido pela consultora dermatológica da Clínica, Dra. Ryssia Álvares Florião. Feitas as biópsias nas mamas, abdômen e coxa de A. S. O. (F) – 52 anos, encaminhadas estas à patologista do Hospital, Dra. Glória de Morais Patello, o diagnóstico foi: esclerodermia, fase final.  

A Dra. Ryssia, que tinha sido residente em Clínica Dermatológica nos Estados Unidos da América, em Nova York, para onde convergiam os pacientes com E. S. P., disse que pouco podia fazer pela paciente, pois aquela Clínica era nada mais que um depósito de esclerodérmicos"”  

Iniciei o tratamento da paciente com E. S. P., no dia 10/09/1976.. Para provocar o desvio imunológico, e assim aliviar a paciente, apliquei 5ml de sangue em cada deltóide e 5ml em cada glúteo, de 5 em 5 dias. A paciente já não caminhava há 8 meses e não deglutia sólidos, só líquidos, devido à estenose do esôfago. Dia 10/10/1976 a paciente saía andando do Hospital,  

com alta melhorada assinada pela Dra. Ryssia.  

A paciente continuou o tratamento com a dose reduzida para 10ml de sangue por semana. Em maio de 1977 a paciente A. S. O. foi reinternada para avaliação, sendo constatada grande melhora em relação ao dia 10/10/1976, quando teve alta no ano anterior.  

Surgiu na ocasião um concurso patrocinado pelo Laboratório Roche – Hospital Central da Aeronáutica. Redigimos então um trabalho minuciosamente documentado, tanto com exames complementares como também com fotografias em slides da paciente, em setembro de 1976 e maio de 1977. O concurso, cujo tema era originalidade, não publicou o trabalho.  

A partir deste caso, em que a auto-hemoterapia comprovou ser  

poderosa arma terapêutica em doenças auto-imunes, passei a aplicá-la também em doenças alérgicas, com excelente resultado. Apresentarei resumidamente alguns casos que merecem destaque:  

•? - M. das G. S. – 28 anos, funcionária da Petrobrás.  

Diagnóstico esclerodermia sistêmica progressiva –  

Decisão da chefia médica da Petrobrás – aposentar a  

paciente. Há 22 anos vem se tratando com a auto5  

hemoterapia. Está assintomática e deverá se aposentar  

em 2005 por tempo de serviço.  

•? - G. S. C. (F), 55 anos – Diagnóstico – MIASTENIA  

GRAVIS, pelo Instituto de Neurologia – Av. Pasteur – RJ.  

A paciente, atualmente, embora com a doença, vive  

normalmente, toma ônibus. É a única paciente que  

sobrevive entre aquelas diagnosticadas em 1980 como  

miastenia gravis, no Instituto de Neurologia.  

•? - J. da S. R. (M), 30 anos – Diagnóstico – Doença de  

CROHN – Tratou-se com a auto-hemoterapia de 10ml  

semanais durante 1 ano. Até a data atual nenhum  

sintoma teve da moléstia que o acometeu em 1982.  

•? - M. da R. S. (M), 22 anos – Doença de CROHN –  

Curiosamente a moléstia começou após o paciente ser  

assaltado, quando na ocasião fazia o vestibular para  

Odontologia. Prescrevi a auto-hemoterapia, que foi  

aplicada pelo próprio pai do paciente. Até hoje  

assintomático.  

•? - R. S. (F), 35 anos – Diagnóstico – L.E.S. – A autohemoterapia  

permitiu à paciente ter vida normal, viajando  

para o exterior com crianças de rua que ela ensina a  

bailar.  

Em 1978, minha filha que vive na Espanha, tinha ovários  

policísticos, não ovulava, era estéril. Solicitei ao Dr.  

Pedro – ginecologista e obstetra – que fizesse a autohemoterapia  

de 10ml semanais.  

Após 6 meses ela engravidou e, repetido o exame com  

insuflação tubária, já não haviam mais cistos. O Dr Pedro  

fez o parto de meus netos, um casal, hoje com 20 e 21  

anos respectivamente, e prosseguiu aplicando DIU ao  

longo de 20 anos, a fim de evitar gravidez indesejada.  

•? - M. D. C. (F), 24 anos – A paciente começou a apresentar  

petequias e epistaxis freqüentes. Quando apresentou  

otorragia, foi encaminhada a um hematologista, que  

diagnosticou como púrpura trombocitopênica. Durante 6  

meses foi tratada com corticoesteróides em altas doses,  

até que estes não mais surtiram efeito e as plaquetas  

baixaram para 10.000mm3 de sangue. O hematologista  

decidiu usar quimioterápico, conseguindo a elevação das  

plaquetas para níveis quase normais durante 2 meses.  

Os quimioterápicos não surtiram mais efeito e a paciente  

foi encaminhada para um cirurgião para se submeter a  

esplenectomia. A paciente se recusou quando o cirurgião  

não garantiu que o fígado assumiria a função do baço.  

A paciente me procurou e eu mandei aplicar a autohemoterapia.  

As plaquetas se normalizaram, a paciente depois teve mais 2 filhos, e vive vida normal com o seu baço.  

•? - M. – (F) – A paciente aluga cavalos para turistas em  

Visconde de Mauá. Foi picada por uma aranha armadeira  

em sua perna direita, que gangrenou, ficando exposta a  

tíbia. Foi internada na Sta. Casa de Rezende, onde foi  

decidida a amputação. Já na mesa de cirurgia, a paciente  

decidiu que não aceitava a amputação da perna, como  

preconizava o Instituto Butantã para estes casos. Assinou  

termo de responsabilidade e foi liberada. Me procurou, e  

eu institui a auto-hemoterapia e a lavagem da ferida com  

solução de cloreto de magnésio, como fazia Pierre  

Delbet, cirurgião na guerra de 1914 a 1918. Em 20 dias a  

paciente estava curada, trabalhando com sua perna até  

hoje.  

Esperamos que a Medicina Complementar, através de sua Revista,  

divulgue uma técnica terapêutica que muito pode fazer para, pelo menos, aliviar o sofrimento do ser humano.  

2004”. O texto, revisado, está disponível no endereço http://paginas.terra.com.br/saude/Autohemoterapia/0_070509_AHT_Auto_Hemoterapia_Luiz_Moura_1_COLUNAREVISADO_com_capa.pdf e, a versão original, em http://www.medicinacomplementar.com.br/autohemoterapia.asp  

 

Por que a Anvisa e o CFM desconsideram informações, cientificamente provadas, impedindo que os brasileiros tenham orientação de profissionais de saúde para aplicar a auto-hemoterapia? Por que impedem que a técnica seja incorporada por quem desejar ao seu arsenal pró-saúde nos postos do SUS, como garante a Constituição Federal?  

 

Determina a CF: “Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos  

 

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:  

 

II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;  

 

III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;  

 

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;  

 

V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;  

 

XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional”.  

 

E ainda, define a Constituição Federal no artigo 196: “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.  

 

Mas a Constituição Federal vem sendo descumprida nestes mandamentos desde que, afrontando a Lei Maior, a Anvisa publicou sua “Nota Técnica nº 1 de 13 de abril de 2007. O texto integral da Nota Ténica da Anvisa está no endereço http://www.anvisa.gov.br/sangue/informes/01_130407.htm  

 

Desde a edição da Nota Técnica da Anvisa os brasileiros estão impedidos de aproveitar a capacidade do seu próprio organismo para curar ou prevenir doenças. Os que fazem, o fazem por necessidade imperiosa, muitos de proteger a própria vida, e às escondidas, como se criminosos fossem!  

 

Já o Parecer do CFM está no endereço  

http://www.portalmedico.org.br/pareceres/cfm/2007/12_2007.htm Tal Parecer foi reduzido a pó em centenas de análises feitas em veículos de comunicação independentes na internet e nos fóruns especializados sobre auto-hemoterapia, pois não poucos trabalhos científicos sobre esta técnica de cura foram imediatamente resgatados dos escaninhos das livrarias e bibliotecas médicas.  

 

As conclusões destes analistas das mais diferentes áreas do conhecimento são de que o Parecer foi vazio, sem cientificidade, irresponsável, inquisitorial, se constituindo em agressão à capacidade intelectual dos brasileiros tamanho o engodo que procurava vender como científico. Os brasileiros foram tratados como imbecis pelo parecerista, posição homologada pelo colegiado do CFM com sua aprovação.  

 

Existem disponíveis na internet dezenas de declarações de médicos a favor da auto-hemoterapia. Em seu site, o jornalista Walter Medeiros cita depoimentos de vários médicos sobre auto-hemoterapia. Todos, no mínimo defendendo pesquisas sobre a técnica: “...OS MÉDICOS DISCORDAM  

Enquanto os conselhos de medicina agem de forma atrapalhada, muitos médicos estão sugerindo e exigindo a realização de estudos e pesquisas para comprovar a eficácia da auto-hemoerapia. Além do Dr. Luiz Moura, já se pronunciaram, entre outros, os Drs. Alex Botsaris (RJ); Francisco Rodrigues, Tarcísio Gurgel e Eliel Sousa (RN); Júlio Bandeira (PB); Marcus Mac-Ginity (BA); Ronaldo João (MG) e Gilberto Lopes da Silva Júnior (SP). ...”. Também se manifestou no sentido apontado pelos seus colegas o médico dr. Wu Tou Kwang (SP), informa ainda o jornalista.  

 

E os brasileiros, graças a citação do dr. Luiz Moura na sua entrevista, já haviam recuperado através da internet o conhecimento divulgado pelo cientista Ricardo Veronesi em 1976. O então professor da Universidade de São Paulo (USP) e consultor da Organização Mundial da Saúde (OMS) detalha naquela época como funciona o sistema imunológico, o Sistema Retículo-Endotelial, atualmente chamado de Sistema Monocítico Fagocitário.  

 

Diz Veronesi: “... As principais funções do sistema R-H são:  

1) Clearance (limpeza) de partículas estranhas provenientes do sangue ou dos tecidos (inclusive células neoplásicas), toxinas e outras substâncias tóxicas.  

2) Clearance de esteróides e sua biotransformação..  

3) Remoção de microagregados de fibrina e prevenção de coagulação intravascular.  

4) Ingestão do antígeno, seu processamento e ulterior entrega aos linfócitos B e T  

5) Biotransformação e excreção do colesterol..  

6) Metabolismo férrico e formação de bilibirrubina.  

7) Metabolismo de proteínas e emoção de proteínas desnaturadas.  

8) Destoxificação e metabolismo de drogas.  

Respondendo por tantas e tão importantes funções, fácil é de se entender o papel desempenhado pelo sistema R-H no determinismo favorável ou desfavorável de processos mórbidos tão variados como sejam os infecciosos, neoplásicos, degenerativos e auto-imunes.  

Defeitos do sistema imunológico e sua importância na Patologia Humana Doenças infecciosas e parasitárias. Quando o organismo humano u animal é agredido por agentes infecciosos ou parasitários, é acionado o sistema imunitário, em seus vários compartimentos, a fm de destruir ou neutralizar o agressor. Tanto a imunidade mediada por células, como a mediada por anticorpos, complementadas ao final pelos macrófagos, são  

movimentadas para impedir a ação patogênica do agente invasor. Conforme a natureza do agente etiológico, variará o setor mais importante de defesa, ora sendo os anticorpos humorais (como, por exemplo, o polivírus), ora os anticorpos secretórios (IgA), ora a imuidade mediada por células complementadas pela fagocitose dos macrófagos e dos micrófagos (polimorfonucleares neutrófilos).  

Além dos anticorpos, são movimentados outros elementos humorais com capacidade de neutralizar os vírus ou, indiretamente, favorecer u auxiliar a ação dos elementos de defesa do sistema imunitário. Assim, são produzidas, pelos linfócitos T, 24 linfocinas, entre elas e interferon, o M.I.F. as linfotoxinas, a IgA. ...”. Este conteúdo está disponível, entre outros, no endereço  

http://www.orientacoesmedicas.com.br/Imunoterapia_Dr_Ricardo_Veronesi_1976.pdf .  

 

Então, pode-se concluir, os médicos brasileiros tinham obrigação de conhecer as potencialidades da auto-hemoterapia desde, no mínimo, 1976, somados os conhecimentos produzidos pelo dr. Jésse Teixeira, como citado pelo dr. Luiz Moura, mais o que ensinava o dr. Ricardo Veronesi, que não versou sobre auto-hemoterapia, mas sobre o sistema imunológico. Quantas doenças infecto-contagiosas, como tuberculose, hanseníase, Doença de Chagas, malária, entre outras, doenças crônicas e degenerativas, como Alzheimer, Parkinson e Distrofia Muscular e, ainda, cânceres, não teriam evitado?  

 

Os doentes que sabem dos poderes curativos que seu próprio sangue e podem, recorrem à Justiça, onde recebem proteção. Sentença do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (DF) em processo determina: “... Para o relator, juiz federal convocado pelo TRF-1, Carlos Augusto Pires Brandão, o paciente deve continuar o tratamento pelo método alternativo não-consagrado, embora reconhecido internacionalmente, mas que lhe trouxe bem-estar.  

“O direito à vida se configura como uma das mais importantes garantias constitucionais”, sustentou. O processo 2002.39..00.003067-7 (Mandado de Segurança Individual) está no endereço http://www.jf.gov.br/, Consulta Processual TRF 1ª Região. Foi noticiado no Via Legal 255 em 25/07/2007, no endereço http://daleth.cjf.gov.br/vialegal/materia.asp?CodMateria=791; e, em http://conjur.estadao.com.br/static/text/55292.  

 

Mas milhões de brasileiros continuam violentados nos seus direitos, prejudicados na sua busca pela saúde. Embora muitos, com capacidade para acionar a Justiça ou determinar à própria Anvisa o fim de sua postura inconstitucional e irresponsável, como o vice-presidente da República, José Alencar, que sofre de câncer, talvez desconheçam a auto-hemoterapia e os danos que lhes causam a Anvisa e o CFM.  

 

Os brasileiros descobriram que a auto-hemoterapia foi aplicada pela primeira vez em 1898, como viram em “Autohemotransfusion in Preventing Postoperative Lung Complications – Dr. Michael Mettenleiter – 1936”, publicado no American Jornal of Surgery, EUA, em maio de 1936. Download no endereço http://paginas.terra.com.br/saude/Autohemoterapia/Autohemotransfusion_in_Preventing_Postoperative_Lung_Complications_Michael_Mettenleiter_1936.pdf  

 

Neste artigo, Michael W. Mettenletter (cirurgião do Pós-Graduate Hospital, de Nova York) apresenta suas conclusões: “1. A administração intramuscular de 20 c.c. de sangue autógeno, após cirurgias, tem efeito estimulante sobre o sistema retículo-endotelial, bem como sobre o sistema simpático, que aumenta a atividade e resistência dos tecidos.  

2. Este método não é perigoso. Estes procedimentos vem  

sendo usados em 300 casos, com bons resultados na prevenção  

de complicações pulmonares pós-operatórias, com evidente  

redução de embolismo pós-operatório”..  

 

Descobriam ainda os brasileiros que uma das mais completas pesquisas científicas do mundo sobre a auto-hemoterapia no século passado foi feita pelo médico brasileiro dr. Jésse Teixeira, já citado.  

 

E desta pesquisa se acresça, considerando sua importância, parte do que é relatado em “Complicações Pulmonares Pós-Operatórias (*)”, trabalho premiado pela Sociedade Acadêmica de Medicina e Cirurgia – prêmio Cirurgia de 1939, e publicado originalmente na Revista Brasil-Cirúrgico Orgão oficial da Sociedade Médico-Cirúrgica do Hospital Geral da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro Março de 1940 – Volume II – Nº 3”. O cientista relata sua pesquisa com a auto-hemoterapia, aplicada em 150 pacientes cirúrgicos (“dos quais cerca de 60 % observados no Hospital de Pronto Socorro”). Uma de suas fontes virtuais é o endereço http://www.orientacoesmedicas.com.br/AUTOHEMOTRANSFUSAO_Dr_Jesse_Teixeira_1940.pdf  

 

Diz o dr. Jésse Teixeira: “Para a profilaxia destas complicações (pulmonares) há, contudo, um recurso, que, segundo as observações do seu autor e as nossas próprias, ao que parece únicas em nosso meio, é da mais alta valia, podendo ser vantajosamente empregado, quer na cirurgia de urgência, quer nos casos em que o doente pode ser preparado.  

Trata-se da autohemotransfusão de 20 cc logo após a operação; estando o doente ainda na mesa de operação, retiram-se 20 cc de sangue de uma veia da prega do cotovelo, que são imediatamente injetados na nádega.  

 

Baseamo-nos em 150 observações (1), das quais, a maioria, pertencentes à cirurgia de urgência, através dos casos passados pelo Serviço "Daniel de Almeida" a cargo do Dr. JORGE DORIA, no Hospital de Pronto Socorro”.  

 

O dr. Jésse Teixeira conclui: “- As complicações infecciosas - não surgiram em nossos 150 casos. Em vários dos numerosos casos em que deixamos de fazer a autohemotransfusão, a título de contraprova, as complicações infecciosas apareceram, sendo tratadas pela autohemotransfusão curativa em altas doses (40 a 80 cc.), pelo soro chloretado hipertônico, álcool, digital, vitamina C, etc. ...”.  

 

Os brasileiros sabem a quem serve a posição da Anvisa e do CFM. Descobriram o que foi denunciado pelo cientista dr. Genésio Pacheco da Veiga, hoje com mais de 90 anos, ao discorrer a mesma Anvisa que o impede de produzir a sua Vacina antibrucélica, instrumento de cura descoberto por ele e capaz de curar todas as doenças inflamatórias das articulações, que afligem a 14 milhões de brasileiros: os médicos (no caso os reumatologistas) estão a serviço dos laboratórios farmacêuticos transnacionais e dos seus próprios interesses.  

 

Diz o ilustre cientista do Genésio Pacheco da Veiga em entrevista: “...Quais são as doenças que a vacina combate?  

 

- Todas do aparelho locomotor: artrite reumatóide, artrose, espondilite anquilosante, osteoartrite, gota, lesão por esforço repetitivo (LER), artrite psoriática, esclerodermia, esclerose sistêmica, dermatopolimiosite, polimiosite e lupus eritematoso sistêmico.... enfim, todas as doenças que decorrem de quadros inflamatórios.. Tratei muitos pacientes também que sofriam de alergia asmática. O aumento da imunidade propiciado pela vacina faz com que essas doenças regridam. Entretanto, apesar de estar comprovada a eficácia da vacina, eles continuam me perseguindo de todas as maneiras.  

 

- Mas quem está perseguindo o senhor?  

 

- A maioria dos reumatologistas, os grandes laboratórios, a Anvisa. Sabe por que? Por causa dos interesses econômicos que estão em jogo. Parte dos médicos reumatologistas criou um esquema de atendimento que na verdade não cura ninguém. Quando o paciente vai ao consultório de um desses médicos, a primeira coisa que eles fazem é receitar um medicamento para ser preparado por uma dessas farmácias de manipulação. Alguns médicos alertam o paciente que ele deve necessariamente mandar fazer o remédio numa farmácia específica, considerada de 'confiança'. Na verdade, essa farmácia ou é do próprio médico ou ele tem algum esquema de participação, como por exemplo comissão sobre o medicamento comercializado. Normalmente, o medicamento receitado dura de um a dois meses no máximo. Resultado: terminada aquela remessa, o paciente tem de retornar ao médico, pagar uma nova consulta para receber outra receita - muitas vezes idêntica à anterior ou com pequenas modificações. Vamos supor que o médico tenha 50 pacientes, todos os meses ele terá 50 consultas e receberá certamente 50 comissões. Então, eles não têm nenhum interesse de mudar esse esquema. Esse tipo de médico não quer curar ninguém. Eu vou lhe contar uma história que ilustra bem essa situação. Havia uma moça em Juiz de Fora (MG) que fazia um tratamento com o cunhado, que é reumatologista. Ela ficou sabendo do meu tratamento e resolveu experimentar a vacina. Ficamos até amigos. Depois de perceber os resultados positivos da vacina, ela retornou a Juiz de Fora e sugeriu ao cunhado que passasse a utilizar a vacina em seus pacientes. O cunhado então respondeu a ela: 'Tenho cerca de 70 pacientes. Se curá-los, como vou viver?' ...”.  

 

A denúncia do dr. Genésio Pacheco da Veiga pode ser lida na entrevista com o título “Ele criou uma vacina salvadora e virou alvo de perseguições dos poderosos da medicina mercantilista - A cura indesejável” publicada no endereço http://www.seculodiario..com.br/arquivo/2007/julho/07_08/entrevista/entrevista/07_07_01.asp  

 

Colocada no ostracismo pelos mesmos interesses escusos como denunciou o dr. Genésio Pacheco da Veiga no caso de sua Vacina antibrucélica, os médicos continuam redescobrindo a auto-hemoterapia.  

 

Os usuários e pessoas que defendem a auto-hemoterapia também citam o livro “The Autohemotherapy Reference Manual - The Definitive Guide”, de Stuart Hale Shakman. Nele, o pesquisador listou 916 artigos e resultados de pesquisas científicas publicados no período de 1905 a 1982, apresentando referências bibliográficas citando os autores, período dos estudos e países onde foram realizados os congressos ou foi publicado o artigo: China, Rússia, Alemanha, Romênia, Itália, Espanha, França, Bélgica, etc. O livro é citado no endereço http://www.i-o-s.org/books.html. Tal publicação foi solenemente ignorada pelo parecerista do CFM.  

 

Como os membros da Inquisição, os conselheiros do CFM e os burocratas da Anvisa com suas manifestações sobre auto-hemoterapia interromperam até pesquisas mesmo científicas no Brasil. Cabe perguntar, como já se perguntou: Que país e esse, se nem a universidade brasileira e as instituições de saúde podem pesquisar a auto-hemoterapia por imposição da Anvisa e do CFM?  

 

IATROGENIA  

 

Os médicos que proíbem a auto-hemoterapia são os mesmos que produzem doenças. E hoje, pela universalização da informação, a humanidade sabe quantas doenças são causadas por erros médicos e por medicamentos, muitos destes produzidos sem avaliações seguras de seus efeitos colaterais.  

 

Na busca para se defender da Anvisa e do CFM, os usuários e os que necessitam da auto-hemoterapia acabaram por descobrir, uma vez mais via internet, que 67% das doenças são iatrogênicas. A fonte desta informação mais confiável não podia ser: trata-se da própria Organização Mundial de Saúde (OMS, WHO na sigla em inglês).  

 

Como citado por um internauta: “...Há cerca de 10 anos, a insuspeita WHO (World Health Organization) informava em uma de suas páginas na internet que "67% das doenças atualmente catalogadas são iatrogênicas". Mandei o link para todos os meus amigos médicos com a seguinte observação: "se a medicina é responsável por dois entre cada três males, então ela deixou de ser solução e passou a ser o principal problema." Talvez por achar que essa informação não era importante para o público leigo, ou, possivelmente, por pressão da classe médica, essa página evaporou num belo dia. Desapareceu a informação direta e contundente, mas se você clicar no link abaixo do Google, onde aparece tudo que está relacionado à iatrogenia na WHO, encontra 86900 páginas. Tem muita coisa interessante por lá: http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=WHO+%22World+Health+Organization%22+i\  

atrogenic&btnG=Pesquisar&meta=...”, cita Paulo Sérgio Pinto.  

 

Hoje, no Google: “Resultados 1 - 10 de aproximadamente 276.000 para iatrogenic diseases (0,24 segundos)”.  

 

Na Wikipédia: “Iatrogenia refere-se a um estado de doença, efeitos adversos ou complicações causadas por ou resultantes do tratamento médico. ...”.  

 

O médico Mark Sircus, diretor da Associação Internacional Medical Veritas (International Medical Veritas Association - IMVA), “fundada por um grupo de especialistas da área médica, que tem por objetivo corrigir as graves atrocidades que ocorrem atualmente na medicina moderna” denuncia que, só nos Estados Unidos da América: “... Ao invés de servir aos interesses daqueles que nela confiam a sua saúde, a instituição médica tem se tornado um disseminador de mortes legalmente sancionado. Dra. Barbara Starfield estima que há aproximadamente 250.000 mortes evitáveis ocorrendo nas mãos de médicos a cada ano, enquanto Dr. Gary Null e seus colegas estimam que este número é muito mais alto - 786.000 nos Estados Unidos apenas. Esses números foram publicados em jornais científicos de reputação, mas eles não contam a tragédia dos bebês encontrados mortos em seus berços, ou de outros cujos pais foram acusados de suas mortes - eventos que, sob uma inspeção mais cuidadosa, provaram ter sido causados por vacinas. Essas estimativas também não refletem a abominável situação onde as vacinas estão sendo forçadas a crianças prematuras, doentes ou mal nutridas, que já apresentam o sistema imunológico comprometido...”. O texto pode ser lido no endereço http://www.umanovaera.com/Fraudes_Medicas/IMVA.htm  

 

Não é só: os médicos mataram mais do que todas as guerras. “... Que aconteceu? Por que a Medicina falhou em tornar-se um Ciência autêntica?  

 

A resposta é simples. No último século a prática da Medicina tornou-se nada mais que um acessório da indústria farmacêutica e dos outros aspectos da imensa, poderosa e imensamente lucrativa indústria dos cuidados com a saúde !!! A Medicina não é mais uma profissão independente. Os médicos tornaram-se nada mais que um elo de ligação entre a indústria farmacêutica e o consumidor.  

Nota de Leo Rebello: Os médicos e a indústria farmacêutica mataram, em conjunto, mil vezes mais pessoas durante os tempos de paz que todas as fatalidades das guerras travadas nos últimos 500 anos. Há um livro de natureza gráfica com o título de "Médicos, Drogas e Demônios", que relata a grotesca história da medicina moderna. Há também outra evidência igualmente diabólica com o nome de "EUA, os Envenenados", que registra os efeitos diabólicos de substâncias químicas assassinas que destroem o nosso meio ambiente, a nossa vida silvestre e a nós mesmos. E há, então, aquele sempre famoso tratado do Dr. Ivan ILLICH, chamado de Nêmesis da Medicina (ou Limites da Medicina), que a indústria farmacêutica comprou em massa e queimou. Os inteligentes leitores da Amrit Manthan podem ler esses livros eruditos para o seu benefício e devem se unir para a proteção de sua própria saúde, que se encontra em grande perigo.  

 

 

O Dr. Vernon COLEMAN, médico e Doutor em Ciência, escreveu 75 livros que são vendidos em mais de 50 países e foram traduzidos para 22 idiomas. Conheci-o numa conferência no Hospital Real de Londres em junho de 1992, em que nós dois éramos os principais oradores. ...” O texto na íntegra pode ser lido em http://www.paradisenow.net/medicina-moderna-nao-ciencia.html  

 

E continuam matando, com permissão da Anvisa e do seu CFM. É o mesmo médico Mark Sircus, quem denuncia:  

 

“... Um dos problemas confrontados pelo IMVA é a utilização do Timerosal, um derivado do mercúrio, como adjuvante e preservativo nas vacinas. A grande epidemia de autismo nos Estados Unidos na última década está agora sendo relacionada às vacinas contendo Timerosal, cujo peso é cinqüenta por cento de mercúrio. Devido à pressão popular, a maioria das agências de saúde do primeiro mundo já está tirando o Timerosal das vacinas, mas ao que nós sabemos, ninguém aqui no Brasil está dizendo uma palavra sobre isso. O mercúrio é um dos elementos químicos mais tóxicos conhecidos pelo homem, e está sendo injetado em cada bebê brasileiro (assim como uma longa lista de outros componentes tóxicos) em seu primeiro dia de vida e nas visitas subseqüentes ao pediatra. Há numerosos casos em que vacinas de fato mataram crianças ao invés de protegê-las, e o governo dos Estados Unidos já pagou mais de um bilhão de dólares em indenizações para pais que perderam suas crianças desta forma. A OMS e outros órgãos oficiais simplesmente dizem que é economicamente impraticável mudar as vacinas no terceiro mundo - condenando milhões de crianças, arriscando suas vidas e saúde e causando desespero e tormento para seus pais. ...”. No citado endereço http://www.umanovaera.com/Fraudes_Medicas/IMVA.htm  

 

Onde está a Anvisa que não defende as crianças brasileiras deste terrível timerosal?  

 

Mas os brasileiros estão alertas, e sabem quem são seus algozes. E, graças a internet, também sabem como se curar. “DVD da Auto-Hemoterapia é o vídeo mais assistido Comentário de Marcos Manhães Marins no site cinemabrazil.com.br:  

O vídeo BRASILEIRO mais assistido nos últimos 3 anos foi o documentário de entrevistas intitulado AUTO-HEMOTERAPIA... Estima-se que mais de 20 MILHÕES de pessoas assistiram ao vídeo, e sem ele passar na TV. Está no youtube, no video.google, à venda pela internet, DVD copiado e passado de mão em mão. Superou o TROPA DE ELITE e todos os demais audiovisuais brasileiros dos últimos tempos, excluindo os que foram passados na TV aberta. DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS foi visto por 11 ou 12 milhões. E este foi o "record" de público de qualquer filme ou vídeo brasileiro. Para ver o comentário completo, basta acessar o link http://www.cinemabrazil.com.br/usr/home/cinemab2/usr/local/mailman/archives/private/cinemabrasil/2007-November/009977.html”.  

 

A Anvisa e CFM que atentam contra a Constituição Federal negando o direito ao uso da auto-hemoterapia são os mesmos órgãos parceiros dos médicos que provocaram e continuam provocando o surto de micobactéria em seus pacientes, ao utilizar equipamentos de cirurgia contaminados com carne humana podre, inclusive reutilizando material descartável. A Anvisa é parceira do CFM neste processo de degradação da vida humana.  

 

E que parceira: “Anvisa leva 5 anos para combater micobactéria  

 

13/08 - 10:23 - Agência Estado  

 

Só cinco anos depois de os primeiros casos de infecção por micobactérias terem sido registrados é que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) resolveu estudar novas regras para reduzir o risco de contaminação por instrumentos usados em cirurgias.  

 

A idéia é exigir um número mínimo de equipamentos para cada instituição, o que ajudaria a garantir que os instrumentos ficassem o tempo necessário nos processos de desinfecção.  

 

Desde que os primeiros casos foram registrados, já havia fortes suspeitas de que as contaminações fossem provocadas por falhas de desinfecção de materiais usados em laparoscopias, atroscopias e lipoaspiração. Mesmo assim, neste período, a Anvisa restringiu sua ação à realização de pesquisas, palestras para médicos, divulgação de comunicados. Ações de vigilância foram concentradas em áreas onde o número de infecções era mais alto.  

 

Os primeiros casos da infecção por micobactéria foram registrados em São Paulo, pouco depois, no Pará. A explosão do número de casos, no entanto, ocorreu no Rio, onde o hospital Pedro Ernesto, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, registrou mais de mil casos e teve até de interromper o atendimento. Agora, novos casos são registrados em Minas e Espírito Santo. As conseqüências da infecção são graves e o tratamento, feito com antibióticos, é caro.  

 

"Os ajustes vão sendo feitos de acordo com o tempo, de acordo com o amadurecimento", justificou a diretora adjunta da Anvisa, Beatriz Mac Dowell. Até agora, mais de 1.900 casos de contaminação foram confirmados. Muitos pacientes tiveram de ser submetidos a cirurgias reparadoras. Até agora, o Ministério da Saúde gastou mais de US$ 1,8 milhão para custear remédios usados pelos pacientes”. No endereço http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080813/not_imp222712,0.php  

 

Uma única doença, a asma  

 

“Nas últimas décadas, a prevalência de asma tem aumentado consideravelmente em muitos países. Estima-se que aproximadamente 100 a 150 milhões de pessoas sofram de asma no mundo todo, e cerca de 180 mil óbitos anuais ocorram devido à doença 1..  

 

 

Paulo Magalhães
51 anos
- Salvador - Bahia

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