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 Vamos ver se os conhecimentos do DOUTOR MOURA são

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Quinta-feira, 18 de junho de 2009 - 15:47:19 

Vamos ver se os conhecimentos do DOUTOR MOURA são limitados: 

 

Os fármacos bacteriostáticos impedem a proliferação dos microorganismos, ou seja, não matam os que estão ali, mas impede que eles se multipliquem. Os bactericidas matam os microorganismos. Os bacteriostáticos são diferentes dos outros tipos de medicação justamente por não matar os microrganismos, mas sim só impedir que se multipliquem. 

Sou farmacêutica, trabalhei num laboratório de microbiologia. 

Thamiris 

 

Antibiótico, qualquer composto químico utilizado para eliminar ou inibir o crescimento de organismos infecciosos. Inicialmente, o termo antibiótico era empregado apenas para referir-se aos compostos orgânicos, produzidos por bactérias ou fungos, que se mostravam tóxicos para outros microorganismos. Atualmente, a palavra também é usada para denominar compostos sintéticos ou semi-sintéticos. 

Os principais são os antibacterianos, mas também abrangem os fármacos antimaláricos, antivirais e antiprotozoários. A penicilina é o mais conhecido e tem sido empregada para tratar múltiplas doenças infecciosas, como a sífilis, a gonorréia, o tétano ou a escarlatina. A estreptomicina é usada no tratamento da tuberculose. 

Podem agir lesando, de forma seletiva, a membrana celular em algumas espécies de fungos ou bactérias. Contudo, a maior parte dos antibióticos inibe a síntese de diferentes compostos celulares. Alguns dos fármacos mais empregados interferem com a síntese de peptidoglicanos, o principal componente da parede celular. Muitos agem inibindo a síntese de moléculas bacterianas intracelulares, como o ADN, o ARN ou as proteínas. As sulfonamidas são antibióticos sintéticos que interferem na síntese de proteínas. 

É possível dividi-los em bactericidas (capazes de eliminar as bactérias) ou bacteriostáticos (bloqueiam o crescimento e a multiplicação celular). Os fármacos bacteriostáticos mostram-se eficazes porque as bactérias inibidas em seu crescimento morrerão com o tempo ou serão atacadas pelos mecanismos de defesa do hospedeiro. As tetraciclinas e as sulfonamidas são antibióticos bacteriostáticos. Os antibióticos que lesam a membrana celular produzem uma liberação dos metabólitos celulares para o exterior, e portanto sua morte. Assim, tais compostos, como as penicilinas ou cefalosporinas, são bactericidas. 

Os antibióticos podem ser tópicos (aplicados na superfície da pele, olho ou ouvido em forma de cremes ou pomadas). Podem ser orais (administrados pela boca e dissolvendo-se na boca ou ingeridos, para sua absorção posterior no intestino e sua passagem para a corrente sanguínea). É possível ainda administrar-se de forma parenteral: por injeção intramuscular, intravenosa ou subcutânea; esta via de administração é utilizada quando se necessita de uma absorção rápida. 

 

O termo antibióticos bacteriostático refere-se a farmácos que inibem a proliferação de certo microrganismo. A eficiência desse tipo de medicamento se baseia na possibilidade de defesa do próprio organismo, podendo ocorrer uma reinfecção. Já os antibióticos bactericidas leva a morte do microrganismo, teoricamente deve ser usado quando não há possibilidade da infecção ser controlada. 

Porém esses dois conceitos são relativos, pois um bacteriostático usado durante muito tempo pode levar a morte de todos os microrganismos que causam a infecção, assim como um bactericida quando usado por menos tempo que o recomentado pelo médico (comum quando as pessoas acham que estão curadas), poderia levar a uma reinfecção. 

 

Assim concluo que o Dr Moura é não somente um craque no assunto, com também um sábio. E como as cepas hoje em dia estão cada vez mais resistentes, tratar infecções com antibioticos além de nada resolver, é no minimo imprudência. Sem falar que alguns "médicos" ainda receitam Amoxil, que não passa de alimento delicioso para as bactérias. 

 

E corrigindo seu texto, o Doutor ganhou notoriedade porque em seus 84 anos de vida, aos quais dedicou em favor de seus semelhantes, e ainda dedicados ao Estudo da Medicina, já curou muito mais pessoas que alguns "idiotas' metidos a besta nem vão chegar perto de atender. 

 

Marcelo    

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