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 Plasma Rico em Plaquetas (PRP)

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 Quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 - 18:55:27 
189.63.209.109

Plasma Rico em Plaquetas (PRP) 

http://www.b2-estudio.com.br/clientes/carlos/blog/ 

 

O plasma rico em plaquetas (PRP) tem sido bastante estudado na área de odontologia, sendo empregado principalmente em pequenos enxertos ósseos na região alveolar para futuros implantes dentários e em cirurgias periodontais e maxilo-faciais1-5. Sua utilização em medicina ainda é pequena, porém os estudos existentes sobre este produto mostram um grande potencial de melhorar os resultados em diversos procedimentos ortopédicos, neurocirúrgicos e de cirurgia plástica6-12. O PRP é uma concentração autóloga de plaquetas em um pequeno volume de plasma, com a conseqüente presença de fatores de crescimento (FC) liberados por estas plaquetas, além de proteínas osteocondutoras, que também servem de matriz para migração epitelial e formação óssea e de tecido conectivo3,7,13,14. 

 

As plaquetas atuam no processo de hemostasia, cicatrização de feridas e re-epitelização. Elas liberam diversos FC que estimulam a angiogênese, promovendo crescimento vascular e proliferação de fibroblastos, que por sua vez proporcionam um aumento na síntese de colágeno3,9,15-18. Estas propriedades das plaquetas tornam o PRP um produto com grande potencial de melhorar a integração de enxertos, sejam eles ósseos, cutâneos, cartilaginosos ou de gordura, bem como estimular a cicatrização de feridas. Nas cirurgias em que se trabalha com retalhos cutâneos, inclusive mamoplastias, abdominoplastias e ritidoplastias, o PRP ajuda na hemostasia e estimula o desenvolvimento da neovascularização, diminuindo assim complicações como hematomas, seromas e sofrimento vascular dos retalhos6,11. Estas propriedades podem ser empregadas para melhorar o tratamento de feridas no membro inferior que costumam evoluir com uma cicatrização mais lenta e com a incidência de complicações nos retalhos locais maior que em outras partes do corpo10-12. 

 

O gel de PRP é obtido através da adição de trombina e gluconato de cálcio ao PRP. Estes ativam o sistema de coagulação, resultando na gelação do PRP, o que facilita sua aplicação em diversas cirurgias e também ativam as plaquetas19,20. Inicialmente o PRP era obtido através de máquinas de plasmaferese e utilizava-se a trombina bovina para sua ativação. O interesse em facilitar sua obtenção e diminuir os custos fez com que surgissem algumas máquinas automatizadas e diversos protocolos, inclusive com substituição da trombina bovina por trombina autóloga2,21. As máquinas automatizadas com seus “kits” tornam simples a obtenção do PRP, porém os custos ainda são elevados. Assim, alguns protocolos foram criados para se obter pequenas quantidades de PRP e trombina autólogos, utilizando-se centrífugas comuns e reduzindo muito os custos na preparação do produto19,22. 

 

Neste trabalho serão mostrados os estudos desenvolvidos no Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ), em conjunto com o Serviço de Hemoterapia e o Laboratório de Tecido Conjuntivo, com a intenção de estabelecer um protocolo de obtenção do gel de plaquetas e fatores de crescimento e da trombina autóloga, bem como um comentário sobre os resultados iniciais com a aplicação do produto em enxertos ósseos, cutâneos e na cicatrização de feridas. 

 

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

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