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 Olhe isso Daniel. O que o meu amigo Marcelo me passaou:

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Domingo, 7 de junho de 2009 - 09:05:29 

Olhe isso Daniel. 

 

O que o meu amigo Marcelo me passaou: 

 

REPASSANDO: 

 

Difícil acesso a remédio 

 

Diário de Pernambuco: http://www.diariodepernambuco.com.br/2009/06/07/brasil6_0.asp  

 

Brasília - Um terço das brasileiras com idade entre 50 e 69 anos, exatamente a parcela mais vulnerável ao câncer de mama, está em desvantagem na luta contra a doença por não fazer mamografias com frequência, segundo pesquisa do Ministério da Saúde divulgada na última semana. Problema tão grave quanto a falta de exames, entretanto, é a ausência na rede pública de medicamentos que podem evitar o ressurgimento da doença e prolongar a vida das pacientes. 

 

Uma das drogas, o trastuzumabe, é recomendada para cerca de 30% das mulheres com diagnóstico de câncer de mama. Mas o tratamento com o remédio custa, em média, R$ 200 mil. Sem acesso à droga, que pode ser a única chance de salvação, pacientes têm procurado cada vez mais a Justiça. Já houve decisões favoráveis às mulheres em pelo menos cinco unidades da federação: Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Distrito Federal. 

 

Para André de Moura Soares, coordenador do Núcleo de Atenção à Saúde da Defensoria Pública do DF, a jurisprudência dos tribunais brasileiros já se pronunciou que o fornecimento do trastuzumabe é um direito do cidadão com câncer de mama. "As próprias leis do SUS (Sistema Único de Saúde) que tratam da equidade são feridas, quando há pacientes tomando o medicamento e outros não", afirma o defensor. 

 

O Ministério da Saúde lembra que a compra desse tipo de remédio fica a cargo de cada estado. Se o valor da droga ultrapassa o teto repassado pelo governo federal aos estados, cabe a Secretaria de Saúde completar o valor. Chefe da unidade de mastologia do Hospital de Base, César Hummel explica que a principal dificuldade é, de fato, o custo. De acordo com ele, o medicamento é mesmo essencial para muitas pacientes. "De 20% a 30% de todos os cânceres de mama deveriam ser tratados com trastuzumabe", afirma. 

 

Pesquisas demonstraram um aumento de 18% na sobrevida livre da doença em pacientes tratadas com o remédio. Em outras palavras, a grande vantagem da substância é reduzir as chances do reaparecimento do câncer. Para a telefonistaWagnéia Barros de Almeida, 31, essa esperança tem ficado menor a cada dia. Depois de fazer mastectomia total na mama direita, recebeu a indicação médica para tomar trastuzumabe. Há mais de um ano, tenta na Justiça obter a droga. Nesse tempo, a doença retornou, agora no fígado. "Minhas chances diminuíram porque o problema voltou", lamenta. (Renata Mariz) 

 

E ai Daniel o que fazer nestas dificuldades? 

Você tem como resolver? 

 

Se fosse você nesta situação? Ganhando salário mínimo, você correria para ajuda da auto-hemoterapia? 

 

Que o bom Deus lhe ilumine. 

 

Paulo Magalhães
51 anos
- Salvador - Bahia

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