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 MENSAGEM DO: Defesa Vida A

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Quarta-feira, 1 de julho de 2009 - 10:29:13 

MENSAGEM DO: 

Defesa Vida  

 

A publicidade do DF tenta enganar a população dizendo que a saúde do DF é um serviço de excelência 

 

Deu no Jornal de Brasília que a saúde pública no Distrito Federal é um serviço de excelência. Eles devem estar brincando, fazendo uma pegadinha de extremo mau gosto. A saúde pública no Distrito Federal é horrorosa, falta administração, faltam insumos, faltam remédios, faltam vagas em UTI, a lista de espera por cirurgias é gigantesca. Uma reportagem como a transcrita abaixo, totalmente apartada da realidade social, evidencia que a imprensa local foi cooptada por interesses político-financeiros. Quanto terá custado a veiculação da matéria abaixo? Quantos leitos de UTI poderiam ter sido instalados ao invés de patrocinr a matéria abaixo? Quanto dinheiro poderia ter sido investido em pesquisas de métodos alternativos de tratamento, como a autohemoterapia? Quantos exames poderiam ter sido feitos? É triste saber que os gestores da saúde pública estão preocupados apenas em manter índices satisfatórios de popularidade que permitirão a própria manutenção em cargos eletivos. Quem levantará a voz em favor dos doentes que sofrem na caótica rede pública de saúde do DF? 

 

 

 

 

Saúde do DF tem serviços de excelência  

 

30/06/2009 - 12:24:07 

 

 

 

Imagine uma rede pública de saúde que nasceu com uma missão: ser a referência e modelo para as demais unidades da federação. Hoje, muito além da frieza das estatísticas que atualmente apontam para mais de sete milhões de consultas por ano, nove milhões de exames de patologia clínica, 41 mil partos, 39 mil cirurgias e mais de 41 mil internações em todo o serviço público de saúde, as unidades especializadas se diferenciam, ainda pelo atendimento humanizado. Este é o sistema de Saúde Pública do Distrito Federal. 

No rastro do ideal democratizante e de crescimento econômico que prevaleceu nos anos 50, o organograma da saúde da nova capital foi desenhado em cima de um conceito vanguardista. É essa base consistente que mantém Brasília com um dos principais e mais eficientes sistemas de Saúde pública do País. O sonho dos pioneiros é traduzido, nos dias de hoje, em especialidades mantidas pela Secretaria de Saúde, reconhecidas nacionalmente.  

Em meio ao crescimento desordenado que elevou o total de atendimento nas unidades hospitalares e postos de saúde do DF a números inimagináveis, a idéia inicial se manteve e hoje conta com inúmeras unidades que servem de exemplo para o resto do País. É o caso dos atendimentos em diabetes, cardiologia, aleitamento materno, queimados, adolescentes e tantos outros que se sobressaem na mídia nacional e internacional. 

Na Secretaria de Saúde, hipertensão, diabetes, hanseníase, tuberculose, DSTs e tantas outras doenças que afligem boa parte da população, não são apenas nomes de doenças, mas sim de programas que acolhem e procuram acalmar os seus portadores. Com informação clara e medicamentos, os estigmas vão abaixo e o paciente se sente forte para enfrentar qualquer preconceito, seja no trabalho, seja junto à família. 

Os profissionais, sejam eles médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e auxiliares de enfermagem, são incansáveis ao passar e repassar informações do tipo “diminua o sal”, “não abuse do álcool”, “evite gordura e pratique exercícios”. 

No Hospital de Base, por exemplo, a cardiologia e o setor de politraumatizados atraem pacientes do DF e do entorno, em busca dos procedimentos de alta complexidade que salvam muitas vidas. Apesar de se tratar de um hospital de nível terciário, o HBDF tem um índice de mortes em torno de 4% do total de atendimentos, inserido dentro do padrão esperado.  

Além dos serviços de alta complexidade que são oferecidos, o Hospital de Base preocupa-se com a questão da humanização, cujo projeto que tem como referência a Política Nacional de Humanização do SUS, começou a ser implantado com a ampliação do horário de visitas no prédio da internação. 

Banco de leite e pé diabético  

Em Taguatinga, que tem população em torno de 300 mil habitantes, o Banco de Leite é um pólo de divulgação dos benefícios da amamentação, incentivando a doação de leite entre todas as parturientes, pacientes do hospital. Ainda no HRT, o Centro de Referência do Pé Diabético reduziu em mais de 77% as amputações de membros inferiores, graças à orientação e acompanhamento dos seus pacientes. 

No Hospital da Asa Norte, a Unidade de Queimados chamou a atenção do Ministério da Saúde e foi transformada em Centro de Atendimento de Alta Complexidade a pacientes queimados. Com 16 leitos disponíveis e uma sala de cirurgia própria, o centro recebe pacientes do DF e de todo o resto do país, principalmente moradores de Minas Gerais e norte de São Paulo. 

Em São Sebastião, a Casa de Partos recebe as parturientes que fizeram pré-natal e tiveram uma gravidez sem problemas, para que tenham seus filhos de parto normal. O bebê nasce pelas mãos de uma equipe treinada em parto humanizado e fica em alojamento conjunto com a mãe, desde o primeiro momento. 

Na Asa Sul, o centro de saúde da Quadra 605 atende jovens com idades entre 10 e 19 anos, em situação especial por uso de drogas, conflitos com a lei ou vítimas de violência sexual . O Adolescentro é considerado um dos melhores serviços prestados pela rede pública de saúde a adolescentes. Uma equipe de médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e auxiliares auxiliam os jovens, juntamente com sua família, para que haja uma transformação no contexto em que vive. 

Em Ceilândia, as equipes se desdobram para manter a excelência em gestão do Programa de Controle da Tuberculose. São profissionais tisiologistas, enfermeiros e auxiliares que acompanham 50 pacientes em tratamento da doença. O acompanhamento é olho no olho, a fim de convencer o usuário de que os remédios – fornecidos gratuitamente - devem ser tomados diariamente, a fim de que não seja criada resistência ao bacilo transmissor.  

No primeiro mês, o paciente entra no programa de Medicação Supervisionada e tem que ir ao HRC, ou ao centro de saúde, todos os dias para tomar o remédio. Isso muitas vezes se reverte em amizade, como é o caso de NPC, de 48 anos, que mora em Girassol, Goiás. Em tratamento há três meses, ela iniciou uma segunda fase do acompanhamento e tem que ir ao hospital uma vez por mês para receber os remédios. Antes de ir embora, cumprimenta todos da equipe e fala sobre os sintomas da doença que ainda acarreta o preconceito daqueles que não sabem que a cura é possível, mas depende da determinação do paciente.  

 

Padrão de excelência na Maternidade 

 

Também em Ceilândia, a maternidade é reconhecida como um serviço de excelência, onde os bebês, incluindo os prematuros, e suas mães, recebem todos os cuidados necessários. O aval para a alta médica depende da amamentação correta. Antes disso, nem mãe, nem bebê saem da unidade. 

Acoplado à maternidade também funcionam o projeto mãe canguru, onde as mães ficam com seus bebês de baixo peso sobre o corpo durante a maior parte do dia, a fim de que ganhem peso e possam mamar quando tiverem vontade. Lá elas aprendem a dar banho, amamentar e lidar com seus bebês. Esse é o caso do pequeno Cauã, cuja mamãe orgulhosa, Rosinete Portela, aprendeu a dar banho dentro de um balde para que ele se sinta como se ainda estivesse no útero. 

“Esse é o melhor serviço que conheci até agora”, afirma o pai Marcos Ramos de Souza, que esteve na maternidade para buscar a esposa, Gisele Ramos, e sua filha, Sofia, para levá-las para casa. “Todas as vezes que telefonei, fui bem atendido e qualquer pessoa do outro lado da linha sempre me explicava como as duas estavam passando”, acrescentou . 

Assim como a maternidade, o HRC dispõe de uma UTI Neonatal, com oito leitos, onde os bebês prematuros ficam em incubadoras e têm apoio de respiradores artificiais e equipamentos que garantem a temperatura adequada, determinada pelo pediatra de acordo com a idade gestacional, até atingir os 36,5° C, comum para a criança que nasceu no tempo normal. Além disso, os bebês, quando estão com suas funções estáveis, e sempre que possível, ficam em contato pele a pele com a mãe, que faz um papel melhor que o da incubadora, porque transmite a proteção que o prematuro estava acostumado a receber dentro do ventre. 

Referência para tratamento de queimados  

Referência no Centro Oeste, a Unidade de Queimados do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) é um, dos 40 centros do país, especializado em atendimento a queimados. Seu trabalho é conhecido pela competência com que recebe, trata e acompanha o paciente com grandes queimaduras.  

O atendimento é feito no terceiro andar do hospital, incluindo o centro cirúrgico próprio. A internação funciona em 16 leitos, espalhados em sete enfermarias. Pacientes que apresentam grandes extensões de queimaduras ficam sozinhos num quarto, para evitar contaminação. 

No centro de queimados trabalham clínicos, pediatras, intensivistas, cirurgião plástico, anestesista, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, técnicos auxiliares de serviços diversos, além de psicólogo, nutricionista, fisioterapeutas e assistente social. Essa gama de profissionais se reveza em cuidados diários ao paciente, que leva em média, duas semanas internado. Depois da alta, o acompanhamento é feito pelo ambulatório. Após essa fase, o paciente também tem o apoio da Unidade de Cirurgia Plástica, que busca a recuperação estética de quem luta para conquistar o retorno à vida normal. 

Segundo o chefe da unidade, Mário Frattini, a unidade recebe em torno de 250 pacientes por ano. Desses, 60% são de fora do DF. As crianças representam 35% do total de atendimentos e são vítimas, na grande maioria, de negligência doméstica. Entre todos os casos de queimadura, 90% são causados por negligência ou imperícia de terceiros ou do próprio paciente. “A cozinha não é lugar de brincar. Se uma criança é queimada por líquido quente que caiu do fogão, isso não é acidente, é negligência”, reforça.  

 

O sonho de voltar a andar  

Nem mesmo a distância da viagem que teria que fazer desanimou Enemias Brito da Silva. Ele estava há seis meses sem andar e internado no pequeno hospital da cidade de Paragominas, no Pará. Prestes a perder o pé, aceitou a decisão da irmã, que saiu da Cidade Ocidental (GO) para buscá-lo e trazê-lo para Brasília. “Eu sabia que aqui o meu irmão teria melhores chances, mas nunca pensei que o resultado fosse tão bom”, diz Ruth Brito Rodrigues, que o acompanha nas consultas. 

“Aqui o pessoal é muito bom. Desde o guichê da recepção até a consulta, todo mundo nos recebe com atenção. Se ele tivesse ficado lá teria morrido”, completa, a moradora da Ocidental, que resolve todas as suas questões de Saúde, em Brasília. Após passar pelo Hospital Regional da Asa Norte - Hran e pelo Hospital de Base - HBDF, Enemias foi encaminhado ao ambulatório do pé diabético, onde há um ano está aos cuidados da médica Hermelinda Pedrosa. Lá ele descobriu que é preciso usar uma palmilha especial, fazer os curativos corretamente e uma dieta rigorosa, além dos exercícios físicos, a fim de poder voltar a caminhar normalmente. Uma coisa ele tem certeza: fará todo o possível para não perder um dedo sequer. 

O Programa Salvando o Pé Diabético foi indicado por especialistas do exterior, em publicação da Revista International Diabetes Monitor, volume 16(4), como modelo a ser seguido, sobretudo nos países em desenvolvimento. O projeto, baseado em modelos ingleses, mas adaptado à realidade brasileira, foi iniciado em 1992 com a instalação do Ambulatório do Pé Diabético no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). 

De acordo com a assessora científica do Programa de Educação e Controle de Diabetes PECD/DF, Hermelinda Cordeiro Pedrosa, “antes da criação do programa a maioria das amputações realizadas na Rede Pública de Saúde era em pacientes diabéticos que chegavam para tratamento tardio. Depois da criação do ambulatório especializado, no HRT, essa situação mudou”, diz a médica que apostou em medidas simples, mas eficazes, que evitam ou tratam quem já tem as feridas nos pés. 

O trabalho desenvolvido na Rede Pública do DF ultrapassou as fronteiras do Brasil tornando-se referência para o mundo, sendo apresentado pela especialista em congressos internacionais e publicado em revistas científicas. “Salvando o Pé Diabético” já foi apresentado na Argentina, Colômbia, Uruguai, Hungria, Itália, Inglaterra, Holanda, Alemanha e Estados Unidos. 

O programa conta ainda, com o apoio da Oficina de Órteses e Próteses da Secretaria de Saúde, que desde 1999 presta suporte a equipe de atendimento ao Pé Diabético, fabricando palmilhas, além de órteses para pacientes que sofrem amputações. 

A equipe do Serviço de Diabetes é composta por diabetologistas, endocrinologistas, médicos residentes, assistentes sociais, fisioterapeutas, cirurgiões vasculares, ortopedistas, dermatologistas, infectologistas e profissionais de enfermagem. 

Importância do programa  

O programa salvando o Pé Diabético avalia os pés dos pacientes durante as idas regulares ao ambulatório, para saber se há alguma ferida, mancha, ponto machucado ou qualquer outra anormalidade que possa se converter em uma ferida. Os profissionais avaliam também os calçados que o paciente usa e recomenda quais os mais adequados para cada caso. Toda essa preocupação é porque a pessoa com diabetes tem diminuição na sensibilidade dos membros inferiores e muitas vezes não se dá conta de que o pé está machucado.  

Se estas lesões não forem tratadas a tempo, podem levar a situações como a gangrena e a amputação. A melhor forma de prevenir qualquer tipo de lesão nos pés é tratá-los com toda atenção.  

 

Secretaria de saúde DF  

Marcelo (Grupo Defesa da Vida 2009)    

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