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 Introdução Um dos fatores determinantes para a

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Sábado, 3 de abril de 2010 - 12:21:30 
189.63.220.209

Introdução 

 

 

Um dos fatores determinantes para a confiabilidade 

dos resultados em Análises Clínicas é o método 

utilizado para a coleta e armazenagem do sangue. 

 

Com efeito, se a amostra não for recolhida corretamente, 

os resultados analíticos da mesma poderão estar muito 

distantes da realidade. 

 

 

 

Descrição Geral do Sistema . 

 

 

Tubo de Vácuo, Seringa, Agulha, 

Agulha de amostragem múltipla, Suporte. 

 

Garantia de Higiene 

Menos doloroso 

Uma única punção para todas as amostras 

Colheita mais rápida 

Menor risco de hematomas 

Sem risco de embolia, devido à ausência de sobrepressão 

Diminuição das quantidades de sangue a extrair 

 

 

 

 

Coleta passo a passo - Preparação 

 

 

Retirar a agulha do invólucro e enroscá-la no adaptador. 

 

Deixar a parte restante do invólucro no seu lugar 

 

 

 

 

Seleção da zona de punção 

 

 

* Para se obter uma amostra sanguínea, 

podem-se utilizar, basicamente, todas 

as veias superficiais da fossa anti- 

cubital, antebraço e dorso da mão. 

 

 

 

* Uma regra importante a recordar é: 

não utilizar outra zona potencial 

do braço sem ter examinado 

perfeitamente o braço do doente. 

 

 

 

Colocação do garrote 

 

 

 

* Coleta no antebraço: 

 

O garrote deve ser aplicado imediatamente antes da 

punção, de forma a encontrar a veia mais facilmente. 

Em veias normais, o garrote deve ser aliviado logo 

que se inicie o fluxo sanguíneo. 

 

 

 

* Coleta no dorso da mão: 

 

O garrote deve ser aplicado a uma distância próxima 

da zona de punção - 8 a 10 cm. 

O fluxo arterial dos vasos do braço ou mão não deve 

ser interrompido pela compressão do garrote. 

 

 

 

 

 

Seleção da veia / Preparação 

 

 

* Depois de selecionar a zona de punção adequada, desinfectá-la 

cuidadosamente. Deixar secar o álcool e não soprar para 

acelerar a secagem. 

 

* Não se deve palpar a zona de punção depois de desinfectada 

(mesmo com luvas). 

 

* O braço do paciente deve estar estirado e o punho cerrado. 

 

* Se o cotovelo estiver dobrado, a veia desaparece dentro dos 

tecidos, tornando a punção difícil ou quase impossível. 

 

 

 

 

Extração 

 

 

* O corpo de extração (agulha e adaptador) deve ser fixado com 

o dedo indicador da mão esquerda, entre a base da agulha e o 

braço do paciente. 

 

* Desta forma, se o paciente se mover, o dedo indicador e o tubo 

de extração também se movem. O tubo de extração é introduzido 

no adaptador. 

 

* O dedo indicador e o dedo médio devem situar-se na base do 

adaptador. 

 

* O polegar pressiona completamente o tubo para dentro do adaptador. 

Em veias normais, logo que o sangue flui para dentro do tubo, o 

garrote deve ser aliviado, mas não retirado. 

 

* Para retirar o tubo do adaptador, deve ser exercida uma pressão 

contrária com o polegar sobre a base do adaptador. 

 

* Isto evita que a agulha mude de posição e facilita a extração do tubo. 

 

* Os tubos deverão ser extraídos na seguinte ordem: 

 

Tubo de Soro 

Tubo de Coagulação 

Tubos com outros aditivos (hemograma, glicose, VHS) 

 

 

 

 

Problemas específicos com 

a extração de sangue 

 

* A ponta da agulha não está completamente dentro da veia. 

Introduzir mais a agulha até perfurar a veia. 

 

* A agulha atravessou a veia. 

Retroceder ligeiramente. 

 

* A agulha foi introduzida junto da veia, mas sem acertar. 

Apalpar a veia com o dedo da mão esquerda e corrigir a 

posição da agulha. 

 

* A abertura da agulha aderiu à parede interna da veia. 

Rodando ligeiramente o corpo de extração, consegue-se 

separar a agulha da parede da veia. 

 

* A veia colapsou totalmente. 

Tirar o tubo do adaptador, para não exercer vácuo 

sobre a veia. 

 

* A veia recuperará e a extração poderá ser recomeçada, 

utilizando o mesmo tubo. Se a veia se colapsa várias 

vezes, dever-se-á retirar o garrote, deixar a circulação 

reestabelecer-se e voltar a aplicá-lo. Deste modo, não se 

dificulta o fluxo arterial e a veia recupera. Em caso de 

colheitas extremamente difíceis, em que não se consegue 

extrair o sangue nem do braço, nem do antebraço, nem do 

dorso da mão, pode-se realizar uma punção femural. 

 

 

 

 

Cuidados posteriores com 

a zona da punção 

 

* Pressionar a zona de punção com algodão, 

durante alguns minutos, de modo a evitar 

a formação de hematomas. 

 

 

 

 

Extração de sangue através 

de catéteres 

 

* Deve ser evitada, na medida do possível, a extração de 

sangue por meio de cateterismo central ou periférico. 

 

* Os resíduos dos líquidos administrados por intermédio dos 

catéteres vão, na maior parte dos casos, modificar 

significativamente os resultados das análises. 

 

São muito poucos os casos em que não é possível evitar 

a extração por catéter. Nesses casos, o catéter deve 

ser irrigado com uma solução salina antes de se proceder 

à extração (10 - 20 ml de NaCl a 0,9%). 

 

Os primeiros 10 mL de sangue devem ser eliminados, de 

modo a reduzir o risco de contaminação com os resíduos 

das soluções injetadas. 

 

A extração é efetuada por intermédio de um adaptador.. 

 

 

 

 

 

Utilização do Scalp 

 

* O scalp pode ser utilizado em coletas sequênciais, como 

as provas de glicose, em que é necessário obter diversas 

amostras no mesmo dia, ao longo de várias horas. 

 

* A agulha é colocada na veia e fixada à pele, permanecendo 

fixa. Evita-se assim a necessidade de perfurar o paciente 

várias vezes. 

 

 

 

 

Fonte: Coleta de Sangue.pps 

Autor: Delson Castro Goncalves 

 

 

 

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

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