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 Informação sobre a mensagem de Walter Medeiros ao Senador

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Sábado, 31 de julho de 2010 - 18:19:39 
189.123.84.118

Informação sobre a mensagem de Walter Medeiros ao Senador Suplicy. FORAM MUITAS PERGUNTAS e não apenas uma: 

 

CFM DEVE RESPOSTAS AO SENADOR SUPLICY 

 

O Conselho Federal de Medicina – CFM, através do seu presidente, Roberto Luiz D’Avila, esboça cada vez mais uma postura arrogante e anti-social, ao fornecer tratar do pedido de informação feito pelo Senador paulista Eduardo Suplicy (PT-SP). Em ofício lacônico (1925/2010), o dirigente da entidade nacional dos médicos informa que o Conselho Federal de Medicina mantém o posicionamento expresso no parecer encaminhado anteriormente. Pelo que se percebe, novamente não foi dada atenção ao pedido de um Senador da República, limitando-se a repetir a informação anterior, sem levar em consideração os fatos novos sobre os quais o parlamentar solicitou esclarecimentos. 

 

A segunda resposta do Conselho Federal de Medicina acerca da auto-hemoterapia reafirma a despreocupação com os interesses da sociedade brasileira, para quem o Senador Eduardo Suplicy solicitava esclarecimentos, na qualidade de seu legítimo representante. Diante de tal correspondência, mais uma vez incompleta, insuficiente e nada esclarecedora, cabe aos usuários e defensores da auto-hemoterapia aguardar a avaliação do fato pelo ilustre Senador. Esperamos que aquele parlamentar, pelo brilhantismo de sua atuação, não se conforme com essa falta de informações e as busque pelos meios que considerar mais corretos. 

 

O texto do novo ofício enviado pelo CFM ao Senador é o seguinte: “OFÍCIO CFM Nº 1925/2010-PRESI - Brasília-DF, 05 de julho de 2010-07-12 - Senhor Senador, Em referência aos termos do Ofício nº 00860/2010, protocolado neste Conselho sob o nº 5422/2010, solicitando esclarecimentos complementares acerca da técnica da auto-hemoterapia, informamos que o Conselho Federal de Medicina mantem o posicionamento expresso no parecer encaminhado mediante Ofício CFM nº 1226/2010 – SEJUR. Sendo o que se apresenta para o momento, manifestamos cordiais cumprimentos. Atenciosamente, ROBERTO LUIZ D’AVILA - Presidente do CFM” 

 

DÚVIDAS 

 

O ofício do senador solicitava bem mais que esta manifestação, pois dizia: “Na oportunidade encaminho mensagens que me foram enviadas por cidadãos que defendem tal prática (auto-hemoterapia), com novos argumentos, para os quais peço sua especial atenção.” e argumentava mais: “Diante do considerável número de pessoas interessadas em pesquisas sobre a técnica em questão, e dos argumentos anexos, feitos a partir da resposta desse Conselho sobre a auto-hemoterapia, submeto o assunto novamente a sua análise, visando à resposta das dúvidas restantes”. A resposta às dúvidas não chegou. 

 

Com esta postura estranha, o Conselho Federal de Medicina – CFM acumula mais e mais débitos para com a sociedade brasileira, a quem deve muitas explicações; para com muitos médicos que questionaram o seu parecer a respeito da auto-hemoterapia, e nesse caso particular para com o Senador Eduardo Suplicy, que apresentou muitos questionamentos contidos nos documentos enviados junto com o ofício que dirigiu àquele conselho. 

 

Conforme apuramos, o CFM deixou de responder pelo menos 57 perguntas que podem ser elencadas a partir do ofício enviado pelo Senador Eduardo Suplicy, que pede explicações sobre os documentos que anexou. Eis as perguntas: 

 

1. Por que o CFM não oferece condições para que a auto-hemoterapia seja testada com rigor, já que admite em seu Parecer que “há possibilidade de teste de algumas de suas indicações”? 

 

2. Por que o CFM não aplica o artigo 30, inciso XIII dos seus Estatutos à auto-hemoterapia, pois está previsto que “O Conselho Federal de Medicina tem as seguintes atribuições:(...) realizar estudos, pesquisas, assessorias, debates e outros eventos, visando ao aperfeiçoamento do ensino e da prática médica”. 

 

3. Por quê não estimula o debate do assunto entre os médicos? Se não é um método terapêutico pseudocientífico, pois pode ser testada com rigor, se há possibilidades a comprovar e existem até indícios admitidos, por quê não estimular o seu teste, o seu estudo, a sua pesquisa? 

 

4. Se o CFM alega que não tem trabalhos em número suficiente sobre auto-hemoterapia, por quê não estimular a execução de novas experiências para comprovar ou não, deixando a porta aberta para a técnica e não sendo taxativo na sua condenação, como fazem? 

 

5. Já que o Conselho diz que “tudo que existem (sobre auto-hemoterapia) são casos isolados narrados com dramaticidade, que pouco se prestam a provar coisa alguma perante a ciência”, por quê não transformar o que chamam de drama em universo científico? 

 

6. Por que proibir a auto-hemoterapia depois de cem anos de uso, se o próprio parecer do CFM já apresenta várias questões que podem ser transformadas em pesquisas científicas: “Muitos questionamentos poderiam ser feitos à luz das afirmações do Dr. Luiz Moura: 1. Como um agente terapêutico que estimula o sistema imunológico pode combater doenças auto-imunes?2. E no caso da esclerose múltipla, da ictiose, da acne?3. Quantos mecanismos de ação estão envolvidos?4. Como é possível, no contexto em que foi apresentado, distinguir entre efeito real e efeito placebo? 5. O aumento do número de macrófagos foi observado pelo Dr. Jésse Teixeira na vesícula produzida pela cantaridina. O mesmo ocorre no sangue periférico?6. Esse aumento de macrófagos indica realmente aumento da imunidade? Qual? Celular? Humoral? Ambas?7.Como distinguir efeito placebo de efeito da terapia se os casos relatados para cada enfermidade são exíguos, isolados?8. Por que a estimulação imunológica que pretensamente cura infecções, não piora as doenças auto-imunes?” Está aí a pauta dada pelo CFM para trabalhos científicos atualizados sobre auto-hemoterapia. 

 

7. Por que, se o processo científico procura razão, experiência e tem forte dose de ceticismo, compreendendo um processo contínuo, o CFM não observar que serve para caracterizar um processo contínuo, o fato de a técnica estar sendo usada e comprovada há 96 anos? 

 

8. Por que não são estimuladas condições para ensaios referentes ao Trabalho “Complicações Pulmonares” de Jésse Teixeira, já que o parecer diz que o artigo revela indícios de uma possível ação terapêutica efetiva da auto-hemoterapia, demonstrados em um trabalho de 1939, mas que ” isso deveria ser motivo para a realização de ensaios clínicos cientificamente orientados que replicassem aqueles resultados e não que fosse tomado como uma demonstração inequívoca de efetividade nos dias atuais.”? 

 

9. Por que, se 91 trabalhos científicos na área da auto-hemoterapia citados no parecer do CFM não são suficiente para comprovar plenamente os resultados que são alegados para o seu uso, não buscar a demonstração inequívoca, para autorizar ou não a adoção da auto-hemoterapia? 

 

10. Seria científico concluir que os trabalhos encontrados e citados teriam sido 91 aventuras através da história de tantos renomados e competentes pesquisadores? 

 

11. Por que ignorar que a auto-hemoterapia é uma questão da ordem do dia que precisa ser resolvida com responsabilidade institucional? 

 

12. Por que o CFM desprezou muitas informações importantes para concluir que a prática da auto-hemoterapia deveria ser proibida? 

 

13. Por que o órgão não apontou nenhuma solução para o problema das pessoas que estavam se tratando com aquele recurso? 

 

14. Que pode ser dito a respeito da afirmação do médico Alex Botsaris, do Rio de Janeiro, em artigo veiculado no site VIA ESTELAR, com o título de “Auto-hemoterapia é um tratamento ainda experimental”, segundo a qual “não é verdade que essa terapêutica não tenha nenhum fundamento, nem que não haja nenhum trabalho publicado sobre ela na literatura mundial ou nacional, como afirma a SBHH”? 

 

15. O que dizer da afirmação do Dr. Alex Botsaris de que “Na base de dados pubmed, do NIH (Instutito Nacional de Saúde americano), considerada a maior base de dados médicos do mundo, existem cerca de 106 estudos científicos publicados sobre auto-hemoterapia, a maioria sendo clínicos.”? 

 

16. Por que desconsiderar que “É um numero modesto, mas mostra que alguma pesquisa já foi realizada.”? 

 

17. Que dizer da citação do Dr. Alex Botsaris sobre a existência de “Um estudo, inclusive, foi realizado no Brasil. Nele vacas com um tipo de infecção na pele chamada de ectima receberam auto-hemoterapia ou um antisséptico a base de iodo (tratamento convencional) no final de uma semana 26% das vacas que receberam auto-hemoterapia tinham melhorado contra 8% das que receberam tratamento convencional (uma diferença que é significativa do ponto de vista estatístico). Nenhum efeito colateral ou agravamento foi descrito nesse estudo.? 

 

18. Por que não levar em conta o que aquele médico afirma: “o que se espera da academia, da comunidade médica e dos órgãos de regulamentação da medicina, é que todos se esforcem no sentido de descobrir os potenciais desse tratamento.” 

 

19. Por que desprezar a afirmação do Dr. Alex, concordando com o Dr. Luiz Moura, de que auto-hemoterapia como tratamento “é simples, barato e tem potencial para tratar muitas doenças cujo tratamento é caro e com drogas que possuem efeitos adversos importantes.”? 

 

20. Por que o terrorismo do Conselho Federal de Medicina ao publicar um release anunciando: “Médicos que praticarem auto-hemoterapia poderão ter registro cassado”? 

 

21. Por que, com base em um parecer superficial, o CFM anunciou que “Auto-hemoterapia não tem eficácia comprovada e pode trazer danos à saúde”? 

 

22. Porque o CFM adotou tão importante decisão se “O material consultado foram os abstracts disponíveis na base de dados Medline, que tem 11 milhões de citações e resumos da literatura médica.”? 

 

23. Por que o CFM admitiu colocar 180 milhões de brasileiros à mercê de um trabalho incompleto? 

 

24. Por que o CFM de forma superficial não questionou nada e incorporou a opinião de que “A conclusão geral da análise é a de que ‘não existem estudos relativos à auto-hemoterapia desde a sua proposição como recurso terapêutico na primeira metade do século XX até os dias atuais’ e que ‘não há evidência científica disponível que permita a sua utilização em seres humanos’? 

 

25. Por que o CFM adotou uma decisão apressada? 

 

26. Por que foi proibido o uso de um recurso utilizado há mais de um século, se nenhuma reclamação registrada contra seu uso? 

 

27. Por que não chamar à ordem os que praticam e estabelecer prazos para pesquisas, a fim de autorizar ou desautorizar definitivamente a prática, porém com dados concretos? 

 

28. Por que o Dr. Francisco das Chagas Rodrigues, pesquisador, estudioso e sem preconceitos afirma que “a ‘arte’ de curar que caracteriza a medicina estava fortemente agredida.” Com a proibição da auto-hemoterapia? 

 

29. Por que não levar em conta o que afirma o Dr. Rodrigues, de que “Não vi nenhum paciente queixoso da referida técnica; pelo contrário, diversos relatos não contestados de benefícios”. 

 

30. Por que não levar em contra, ainda segundo o médico, que “O que foi argumentado para diminuir a importância da técnica foi um efeito placebo sugerido, mas não comprovado. E se comprovado... que mal há? Não trouxe o bem? Inclusive o próprio placebo tem a sua aplicação em Medicina.”?. 

 

31. Por que ignorar o que o Dr. Francisco das Chagas Rodrigues diz: “O que achei mais interessante é que existem muitos pacientes em todo o Brasil que utilizam a técnica e que os Conselhos de cada estado poderiam ter solicitado o testemunho dessas pessoas.”? 

 

32. Por que a falta de sintonia com o médico, que diz: “Ora, - observa - se é para a população que os Conselhos prestam serviço na fiscalização dos atos médicos, parece que a grande testemunha foi deixada de fora.”? 

 

33. Que dizer da observação do Dr. Rodrigues, segundo a qual “Outra observação que podemos fazer nesse caso é que a grande arma usada para atacar a técnica é que ela não é científica e que, se imagina, os pareceristas são cientistas cujo poder de discriminação, de investigação, de julgamento, está acima de qualquer tipo de preconceito, como defende a Ciência.”? 

 

34. Por que Dr. Rodrigues enfatiza que “Não é verdade (isenção de preconceitos), são pessoas humanas, cada uma com seus defeitos e preconceitos.? 

 

35. Por que querer que a Medicina seja uma atividade científica, se não é? 

 

36. Por que todos os grandes médicos reconhecem que a essência da Medicina é a ARTE de curar, de cuidar.”? 

 

37. Que dizer da opinião do médico Francisco Rodrigues, segundo a qual “A Ciência é uma importante aliada para exercermos essa arte (a medicina), mas não pode dar todas as respostas, pois ela é simplesmente um foco de luz nas imensas trevas de nossa ignorância.”. 

 

38. E o que dizer, da mesma forma, da opinião do Dr. Rodrigues, segundo a qual “Todos sabemos do grande poder terapêutico que a fé traz para os pacientes e no entanto a ciência não consegue até hoje e talvez nunca em penetrar nesse campo transcendental. Possivelmente a mecânica quântica seja de grande utilidade para dar uma nova vestimenta e um maior alcance à Ciência, de mudar paradigmas.”? 

 

39. Por que na Psiquiatria existe um importante recurso terapêutico, a Eletroconvulsoterapia (ECT), “que consegue salvar vidas quando nenhuma outra técnica é capaz de solucionar o problema e até hoje a Ciência não esclareceu como é que ela faz isso acontecer.”? 

 

40. Que dizer da opinião do Dr. Francisco Rodrigues, segundo a qual, pelo que leu, “a técnica traz inúmeros benefícios”? 

 

41. Por que proibir o uso da técnica, quando o Dr. Rodrigues afirma que “Agindo profissionalmente na perspectiva do custo/benefício, eu não teria nenhuma dúvida em aplicar a técnica em um paciente devidamente esclarecido e que tivesse indicação terapêutica.”? 

 

42. Por que insistir na aplicação do Parecer contra a auto-hemotrerapia, se ficou comprovado que o parecer foi descuidado e precipitado, uma vez que o CFM logo em seguida foi obrigado a reconhecer que a auto-hemoterapia funciona na especialidade de anestesiologia e emitiu nota oficial para atender reclamação dos profissionais da citada especialidade? 

 

43. Por que desconsiderar que a própria categoria dos médicos está reagindo e mostrando aos poucos o quanto foi errada a decisão de anunciar publicamente que a auto-hemoterapia não teria comprovação científica? 

 

44. Como entender a publicação, feita no Jornal de Medicina nº 168 de “Nota de esclarecimento - Em face de falha na redação do artigo “Auto-hemoterapia não tem eficácia comprovada’ no Jornal Medicina (XXII, 167, DEZ/2007, p.11), esclarecemos que o procedimento terapêutico denominado “tampão sangüíneo peridural” é cientificamente amparado por relevante literatura médica”? 

 

45. Como explicar a proibição geral, quanto o CFM anuncia que a auto-hemoterapia é permitida aos médicos anestesistas, pois o “tampão sangüíneo peridural” nada mais é do que uma espécie de auto-hemoterapia utilizada durante cirurgias? 

 

46. Por que manter o parecer, se nele o Tampão Sanguíneo Péridural foi comentado numa tentativa de desqualificá-lo? 

 

47. Qual a justificativa para o então presidente do Conselho, Edson de Oliveira Andrade, enfatizar que "Os que o praticarem (o procedimento) deverão ser denunciados, para serem processados por isso”? 

 

48. Como justificar a posição de um órgão da importância que o CFM tem, quando seu presidente afirma com relação à auto-hemoterapia, desprezando vastíssimas experiências, que “Trata-se de uma falácia, que não tem valor científico e não pode ser aceita.”? 

 

49. Como explicar a correção da nota, se ela permite o uso da auto-hemoterapia e comprova sua eficácia científica? 

 

50. Por que o CFM não oferece explicações sensatas ao público, quando admite o uso do Tampão Sanguíneo Peridural? 

 

51. O Tampão Sanguíneo Peridural é auto-heoterapia? 

 

52. A Auto-hemoterapia está permitida ou é permitido fazê-la em uns casos e em outros não? 

 

53. Em quais casos é permitido fazer auto-hemoterapia? 

 

54. Por que a precipitação da decisão de proibir o uso da auto-hemoterapia, anunciada em dezembro de 2007 pelo CFM, quando a técnica estava sendo cada vez mais adotada pelo Brasil afora? 

 

55. Por que ignorar o prejuízo causado à população, que precisa da auto-hemoterapia para enfrentar inúmeros problemas de saúde? 

 

56. Por conta dessas interpretações o CREMERJ cassou o registro do Dr. Luiz Moura, médico punido por usar auto-hemoerapia durante cerca de sessenta anos, se anestesiologistas podem usar a técnica? 

 

57. Por que a proibição geral, se é permitido o uso do Plasma Rico em Plaquetas, outro tipo de auto-hemoterapia? 

 

Marcelo Fetha    

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