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 Fwd: Crianças, não fiquem doentes hoje Crianças, não

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Quarta-feira, 1 de julho de 2009 - 10:27:11 

Fwd: Crianças, não fiquem doentes hoje 

 

Crianças, não fiquem doentes hoje 

 

Em hospitais e consultórios privados, pediatras não aceitarão convênios e cobrarão R$ 90 por consulta, em protesto contra as operadoras de planos. Órgão de defesa do consumidor critica o movimento 

 

 

Helena Mader 

 

 

Fotos: Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press 

 

Celimar, mãe de Gabriel, de 5 meses, e Miguel, de 5 anos: “Entendo o lado dos pediatras, mas fico com medo de ter muitos gastos com consultas” 

 

 

 

 

Só em junho, Tatiana de Araújo levou a filha Milena três vezes ao pediatra 

 

 

 

A quarta-feira será caótica para pais e crianças que precisarem de atendimento médico. Todos os pediatras de hospitais e consultórios particulares prometem boicotar os planos de saúde e cobrar R$ 90 por consulta. Para piorar a situação, a Secretaria de Saúde alerta que a rede pública não tem condições de atender a demanda extra, já que há um déficit de pelo menos 200 pediatras nas unidades de saúde do governo. Órgãos de defesa do consumidor criticam o movimento e temem prejuízos aos clientes dos convênios particulares.  

 

Até a tarde de ontem, nenhuma operadora de plano de saúde havia procurado a Sociedade Brasileira de Pediatria no Distrito Federal (SBP-DF) para negociar um possível reajuste e, assim, impedir a paralisação da categoria. Conforme o Correio publicou ontem, os médicos da especialidade reclamam dos valores repassados pelos convênios, que variam entre R$ 24 e R$ 40 por consulta. Eles exigem o pagamento de pelo menos R$ 90 para cada atendimento. O argumento é que os pediatras precisam de um tempo longo para prestar um bom serviço. Além disso, a especialidade não tem procedimentos agregados, como exames realizados no consultório. São eles que garantem uma remuneração melhor.  

 

Segundo o presidente da SBP-DF, Dennis Alexander Burns, o objetivo do movimento é pressionar as operadoras de saúde e, principalmente, chamar a atenção da sociedade brasiliense para o problema que vive a categoria. “Demos um prazo de 30 dias e nenhuma empresa nos respondeu. Até a véspera da paralisação, as operadoras continuavam mudas. Vamos lutar por uma remuneração mais justa”, explica.  

 

Em definitivo  

A suspensão dos atendimentos por meio de convênios vale somente para hoje. Amanhã, os pediatras voltam a atender com pagamentos pelos planos de saúde. Mas, se as negociações não avançarem, eles prometem suspender definitivamente as consultas por convênio a partir do próximo dia 15. Se isso acontecer, será preciso pagar por atendimento ou recorrer à rede pública de saúde. O único plano que será aceito pelos profissionais é o SIS, do Senado Federal. A entidade aceitou dobrar os valores para as consultas de pediatras.  

 

Nos hospitais públicos, não haverá esquema especial hoje durante o boicote aos convênios. A subsecretária de Atenção à Saúde, Tânia Torres Rosa, diz que a Secretaria de Saúde nem sequer foi comunicada sobre o movimento. “Não tivemos tempo de preparar um esquema nos hospitais. Se houver uma grande procura por atendimento, certamente teremos problema”, alerta a subsecretária. “Sofremos com a falta de pediatras na rede, o déficit é de pelo menos 200 profissionais. O governo fará concurso no segundo semestre para suprir essa carência”, finaliza Tânia Rosa.  

 

No Hospital Regional da Asa Sul, referência em atendimento pediátrico do DF, esta época do ano já é complicada para os médicos. “Temos um aumento sazonal da demanda por conta da chegada do inverno. Aumentam muito os casos de doenças respiratórias”, destaca o diretor da unidade, Alberto Barbosa. “Não acreditamos em uma procura grande por atendimento, já que os médicos dos convênios se comprometeram a atender os casos de emergência. Nossas consultas ambulatoriais são todas marcadas”, diz o médico.  

 

Pais preocupados  

A possibilidade de uma suspensão definitiva dos atendimentos preocupa os pais de crianças que têm planos de saúde. É o caso da psicopedagoga Tatiana Valesca de Araújo, 36 anos, mãe da pequena Milena, de apenas 2 meses. Só em junho, ela levou a criança a três consultas com o pediatra. “Imagina se eu tivesse que pagar por todas elas? Seria muito complicado, já que gastamos R$ 600 todos os meses com o plano de saúde para mim, meu marido e a Milena”, garante Tatiana.  

 

A comerciante Celimar Cristina Cenci, 34, diz entender o protesto dos pediatras. “Os planos de saúde só pensam em lucrar e não valorizam os médicos. Entendo o lado dos pediatras, mas ao mesmo tempo fico com medo de ter muitos gastos com consultas”, afirma a mãe de Gabriel, 5 meses, e Miguel, 5 anos.  

 

O presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo(1) (Ibedec), José Geraldo Tardin, critica a decisão dos médicos de passarem o ônus para os consumidores. “É mais do que justo que eles reivindiquem um reajuste, mas os médicos podem ser responsabilizados pelos prejuízos causados aos consumidores. Eles podem ser acionados por omissão de socorro ou até mesmo responder a ações por danos morais”, afirma Tardin. “Quem pagar pela consulta deve pegar o recibo para exigir o ressarcimento posteriormente”, orienta.  

 

 

1- DIREITOS  

Desde 2001, o Ibedec procura sanar as mais diversas dúvidas dos consumidores e atender reclamações, orientando as pessoas na luta pelo conhecimento e respeito aos seus direitos. Em Brasília, ele se localiza na CLS 414, Bloco C, Loja 27. Informações: 3345-2492 e www.ibedec.org.br.  

 

Outras especialidades 

 

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa 16 grupos empresariais do setor, destaca a dificuldade de conceder reajuste aos médicos de uma única especialidade. A União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (Unidas), que representa 35 entidades no DF, também afirma que o aumento da remuneração exclusivamente para os pediatras poderia causar insatisfação entre os profissionais de outras áreas.  

 

 

Opinião do internauta 

 

Leitores do Correio comentam a crise no atendimento particular na área de pediatria no DF  

 

Bom senso  

“Lamentável o presidente de uma instituição tão respeitada como é a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) comparar, mesmo que com viés econômico, uma consulta pediátrica a uma ida ao pet shop. Concordo que os valores devem ser reajustados, mas tomar como base o Senado é brincadeira. Tenhamos bom senso, doutores.” 

Mauricio Paiva  

 

Clientes prejudicados  

“Concordo que os pediatras tenham que ganhar mais por consulta, sim. Não acho justo, porém, que todos os que se esforçam para pagar um plano de saúde se prejudiquem. Imagine você pagar caro por um plano e ainda ter que pagar pelas consultas no pediatra?” 

Rejanne Guedes  

 

Ganhos compartilhados  

“Este nosso país, de fato, é uma vergonha. Esse assunto não caberia nem entrar em discussão. Os preços pagos pelas pessoas aos planos de saúde já são bem altos, pena as operadoras não compartilharem com os médicos os seus ganhos.” 

Fernanda Carvalho  

 

Bem remunerados  

“Médicos devem ser mal remunerados e trabalhar bem? É fácil quando se exige tudo e não se quer dar nada... Quero que meus filhos sejam atendidos por um pediatra bem remunerado.” 

Rubens Leite  

 

Falta de vergonha  

“Interessante tomar o plano de saúde do Senado como parâmetro para aumentar o valor dos outros planos. Que tal aumentar o valor do salário mínimo e tomar como parâmetro o salário mínimo dos Estados Unidos, por exemplo? Os órgãos de defesa do consumidor devem ficar atentos a essa falta de vergonha.” 

Ismael Santos  

 

 

MArcelo (Defesa da Vida 2009 - grupo aliado a AHT)    

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