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 Daniel G. Vieira Veja isso: Remédios que matam O

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Sábado, 6 de junho de 2009 - 19:55:57 

Daniel G. Vieira  

 

Veja isso: 

 

Remédios que matam 

O Ministério da Saúde adverte que todo remédio pode apresentar efeitos colaterais indesejáveis e provocar graves problemas de saúde. Nas caixas de medicamentos está escrita a conhecida frase "persistindo os sintomas, procurar um médico". 

Mas o costume do brasileiro de se auto-medicar está virando um fator cultural. 

Dados do MS comprovam que 29% dos casos de intoxicação no Brasil são causados por remédios. Um simples analgésico pode causar sérias lesões no fígado. Uma benzetacil pode causar alergia. Uma anestesia pode causar sufocamento a até a morte por insuficiência respiratória. 

 

O ex-presidente do Conselho Regional de Medicina, doutor Luiz Fernando Salinas, afirma que não há medicamento 100% seguro. "Água e açúcar pode fazer mal se dada a paciente diabético. Analgésicos, antiespamódicos, remédios para gripe, como quaisquer outros, devem ser usados com cautela porque não existe medicamento livre de efeitos colaterais indesejados", afirma. 

 

A evolução da medicina e o controle dos princípios ativos dos medicamentos podem causar situações, no mínimo, curiosas como, por exemplo, o uso da toxina butolínica, o famoso Botox, uma das drogas mais perigosas do mundo, na cosmética e no tratamento terapêutico da enxaqueca. 

 

Um alerta do doutor Salinas é importante: "o acido acetilsalicílico, mais conhecido como AAS, indicado nos casos de reumatismo e para prevenir problemas cardíacos, se usado na vigência de certas viroses infantis, pode precipitar uma lesão hepática grave." 

 

Nas doenças febris, como a catapora ou varicela, e nas gripes fortes causadas pelo vírus da influenza, o AAS pode precipitar uma destruição maciça do fígado, podem até causar sangramento gastrointestinal. 

 

O presidente do Conselho Regional de Farmácia, Antonio Barbosa, esclarece que a dipirona pode apresentar efeitos colaterais como a diminuição mais acelerada da temperatura e o aumento da sensação de fraqueza. 

 

O Brasil é um dos maiores consumidores da dipirona no mundo. 

 

Riscos - o doutor Luiz Fernando Salinas esclarece que não há como descobrir previamente se a pessoa tem determinada resistência ao medicamento e vai apresentar reações adversas. 

 

Ele explica que "apesar de já vir testada pelo laboratório, com a menor média de risco possível, todo remédio tem um risco potencial. A não ser que a pessoa já tenha utilizado tal medicamento e sabia que o seu uso lhe causa mal. Caso contrário, ela só vai descobrir quando apresentar as reações. Mesmo que o médico o tenha receitado. Isso não é considerado erro médico. É chamado acidente imprevisível", completa o ex-presidente do CRM. 

 

Com o hábito do brasileiro de se auto-medicar e a tendência da "empurroterapia" nas farmácias, o doente acaba tomando medicamentos sem prescrição correta, correndo o risco de uma super dosagem. 

 

Doutor Salinas acrescenta que "todo medicamento, tem esse, deve ser vendido sob prescrição médica, mas às vezes o próprio paciente não consegue a consulta e pede ao balconista da farmácia. A partir daí se coloca numa situação de risco." 

 

O presidente do CRF esclarece que a lei obriga a presença de um farmacêutico na farmácia. É ele quem analisa a interação de um remédio com outro, se podem ser administrados juntos: ele alerta o médico caso tenha prescrito uma dosagem a mais, além de orientar o paciente como tomar o medicamento, quais alimentos ele deve evitar durante o uso, etc. Antonio Barbosa ressalta, no entanto, que a prescrição médica é fundamental.  

 

Texto extraído na íntegra do site www.sabinonline.com.br, conforme autorizado pela Gerência de Marketing, por e-mail, em 17/01/2006.  

 

Fonte: http://www.plantamed.com.br/DIV/Remedios_que_matam.htm 

 

 

 

Proibido URGENTE 

 

U R G E N T E - RISCO DE MORTE 

 

 

Para quem tem crianças ou para quem faz uso regular de medicamentos, é  

melhor ficar de olho! Por favor, divulguem. O Ministério da Saúde através da 

 

Agência Nacional de Vigilância Sanitária, suspendeu 

 

por meio da Resolução 96, a fabricação, distribuição, manipulação,  

comercialização e armazenagem de medicamentos com o princípio ativo  

denominado FENILPROPALAMINA. 

 

A medida foi tomada depois que a "Food and Drug Administration", (FDA), dos  

Estados Unidos, constatou que a substância vinha provocando adversos FATAIS  

em usuários americanos (hemorragia cerebral). No Brasil a suspensão é  

preventiva, uma vez que não existem casos relatados. 

 

A FENILPROPALAMINA está presente em 21 medicamentos, especialmente nos  

anti-gripais. Os medicamentos suspensos são os seguintes: 

 

1) Bernadryl dia e noite. 

 

2) Contac 

 

3) Naldecon Bristol 

 

4) Acolde 

 

5) Rinarin Expectorante 

 

6) Deltap 

 

7) Desfenil 

 

8) HCl de fenilpropalamina 

 

9) Naldex 

 

10) Nasaliv 

 

11) Decongex Plus 

 

12) Sanagripe 

 

13) Descon 

 

14) Descon AP 

 

15) Descon Expectorante 

 

16) Dimetapp 

 

17) Dimetapp Expectorante 

 

18) Ceracol Plus 

 

19) Ornatrol 

 

20) Rhinex AP 

 

21) Contilen 

 

 

 

Fonte: http://www.mail-archive.com/suzuki-net@yahoogrupos.com.br/msg00417.html 

 

Paulo Magalhães
51 anos
- Salvador - Bahia

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