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 Auto-hemoterapia Eu faço, a 3 anos. Com bons resultados

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Sábado, 21 de novembro de 2009 - 20:38:51 
189.105.63.74

Auto-hemoterapia Eu faço, a 3 anos. Com bons resultados para controlar a hipertensão arterial.  

 

AUTOHEMOTERAPIA - A PICADA MÁGICA? 

Stuart Hale Shakman 

A habilidade do corpo humano de combater sozinho as infecções é realmente mágica. A 

autohemoterapia pode ajudar o corpo a realizar essa mágica facilitando ou permitindo a 

identificação de organismos infecciosos na corrente sanguínea e desencadeando um 

contra-ataque. A Autohemoterapia, aqui mencionada, refere-se a uma reinjeção 

subcutânea ou intramuscular, imediata, com o sangue do próprio paciente. Trata-se de 

uma terapia opcional na ausência de outras, que pode substituir com sucesso outras 

tentativas terapêuticas (as vezes experimentais e arriscadas) usadas atualmente. 

Desde a introdução deste método por Ravaut em 1913, a autohemoterapia tem sido usada 

numa vasta gama de problemas de saúde ou enfermidades. 

Desde o começo de 1920 até o ano de 1940 foram publicadas centenas de estudos 

médicos sobre o assunto, conforme listado em algumas publicações médicas; geralmente 

sob o nome de “Terapia de soro”. Por outro lado, as reinjeções ou aplicações de sangue 

no próprio indivíduo costumam ser discutidas nas publicações sem referência especifica 

ao termo “Autohemoterapia”. 

Autohemoterapia não é “Terapia Alternativa”. 

O jornal da Associação Médica da América falou muito sobre esse assunto, incluindo 

uma aprovação da Autohemoterapia, em 1938, no tratamento contra psoriase, além do 

uso desse processo contra outros tipos de doenças. A Autohemoterapia também foi 

sugerida como uma medida preventiva. 

Em 1935, um relatório apontando resultados favoráveis contra a hemorragia cerebral 

(derrame), garantia que a autohemoterapia era totalmente indicada como prevenção em 

casos com disposição hereditária de pressão alta. 

A ação benéfica da hemoterapia (autohemoterapia) é atribuída a presença de antígenos no 

sangue, os quais estimulam a produção de anticorpos quando injetado no tecido. 

Este estudo é apoiado no trabalho realizado pelo Dr. E. C. Rosenow (da Fundação Mayo, 

1915-1944), que estabeleceu a presença de um organismo causador, ou antígeno no 

sangue, durante o estagio ativo de diversas doenças. Desse modo pode-se comparar a 

ação da autohemoterapia com a ação de uma vacina autógena. 

As doses intramusculares, discutidas na literatura, costumam ficar dentro da escala 

(faixa) de 3 a 10cc. 

A literatura histórica mostra que duas aplicações de hemoterapia semanais são o ideal e 

suficiente, e que esse processo recebe o apoio sugerido pelo Dr. Rosenow para o caso de 

doenças crônicas como o MS. O Dr. Rosenow recomenda, no caso de MS, que uma 

pessoa da própria família seja instruída a administrar a terapia, já que o tratamento deverá 

ser continuo. Conforme salienta o Dr. Rosenow, a presença constante dos focos orais 

primários, dos focos secundários inacessíveis serviriam para assegurar a presença 

contínua dos patogenos causadores na circulação. Sob tais circunstancias, nem as vacinas 

do Dr. Rosenow, nem a autohemoterapia poderiam eliminar o organismo causador cuja 

eliminação poderia ser considerada a uma “cura”; portanto, a necessidade de continuar a 

terapia por um período de tempo indefinido. 

As características de segurança, baixo custo e eficácia imediata da autohemoterapia, 

indicam sua grande utilidade contra um espectro enorme de doenças, onde o organismo 

invasor ou causador se dissemina através do sangue, sem levar em conta ou 

independentemente da origem ou da identidade do organismo causador, incluindo 

malária, ebola e aids (Foi indicada a aplicação intramuscular, de autohemoterapia, 

conforme resultados obtidos, favoravelmente, contra a malaria e a Aids, como forma 

alternativa). Embora a autohemoterapia tenha sido bem documentada e popularizada 

durante a primeira metade do século 20, ela também representa o ponto alto de um elo 

fundamental na arte da cura durante alguns milênios. Praticas tradicionais como sangria, 

acupuntura, e o moderno transplante de medula óssea (uso de medula autologa e uso de 

células tronco do sangue em lugar de medula) e em certos casos até autotransfusoes; 

todos ou tudo envolve a manipulação do sangue do próprio individuo, ou componentes de 

sangue, e a possibilidade de que tais benefícios, em parte, possam ser devidos a uma 

resposta defensiva forçada dentro dos tecidos do corpo humano conta substancias 

prejudiciais na corrente sanguinea. Em vista disso, a autohemoterapia pode ser vista 

como uma simples aplicação em tal processo, tornando possível através do grande avanço 

tecnológico a agulha hipodérmica. 

Obs.: Este texto é uma tradução pelo amigo Marçal de um trabalho publicado no 

INSTITUTE OF SCIENCE - http://www.instituteofscience.com/ 

O ORIGINAL ESTÁ ABAIXO: 

Fonte: http://www.i-o-s.org/hemo.html 

AUTOHEMOTHERAPY - THE MAGIC SHOT? 

Stuart Hale Shakman 

Enabling technological advance: The Hypodermic Needle 

OVERVIEW, ACTION, SCOPE, FREQUENCY 

The ability of the living body to combat infection is itself truly magical. 

Autohemotherapy may uniquely help the body perform this magic, by facilitating the 

identification of infective organisms in the bloodstream, and enabling the launching of a 

counterattack. 

Autohemotherapy, referring here to the immediate intramuscular or subcutaneous 

reinjection of one's own blood, appears to comprise a compelling therapy option in the 

absence of others, one that may also merit replacing other (experimental and often risky) 

attempts at therapy currently in vogue. Since the introduction of this method by Ravaut in 

1913 [*1], autohemotherapy has been employed in a wide range of disease conditions. 

Several hundred articles on the subject have been published in mainstream medical 

journals mostly from the early 1920s through the early 1940s, as listed in the various 

Index Medicus volumes (generally under the subject category "serum therapy"). 

Additionally, the subcutaneous or intramuscular reinjection of autologous blood or 

components is often discussed in the literature without specific reference to the term 

"autohemotherapy", as may be noted in a number of contemporary examples [*2]. 

Autohemotherapy is not "alternative therapy". Numerous items on the subject which have 

been published in the authoritative Journal of the American Medical Association, 

including a 1938 editor's endorsement of autohemotherapy against psoriasis [*3] and 

referral to its use against other diseases [*4], Autohemotherapy has also been proposed as 

a preventive measure. For example, a 1935 report of favorable results against cerebral 

hemorrhage asserted that autohemotherapy is absolutely indicated as preventive treatment 

in cases of established hereditary disposition to high blood pressure. [*5] 

The reported beneficial action of autohemotherapy has been attributed to the presence of 

antigens in the blood [*6] which stimulate the production of antibodies when injected 

into the tissues. This explanation finds support in the work of Dr. E. C. Rosenow (Mayo 

Foundation, 1915-44), which established the presence of a causative organism or antigen 

in the blood [*7] during active stages of many diseases. Thus might the action of 

autohemotherapy be likened to that of an autogenous vaccine. 

Intramuscular doses commonly discussed in the literature tend to fall within the 3 to 10 

cc range. The safety and utility of a twice-weekly schedule has been demonstrated in the 

historical literature [*8], which schedule is in concert with Dr. Rosenow's twice-weekly 

administration of antigen and antibody for chronic diseases such as MS. As advocated by 

Dr. Rosenow in the case of MS, a responsible family member might be instructed in 

administering the therapy, insofar as it may have to be continued indefinitely. As Dr. 

Rosenow has emphasized, the continued presence of primary oral foci, undetected 

symptomless oral foci or inaccessible secondary foci would serve to ensure the continued 

presence of causative pathogens in the circulation. Under such circumstances, neither the 

vaccines of Dr. Rosenow nor autohemotherapy would be expected to effect elimination 

of the causative organism (which elimination might be equated to a "cure"), hence the 

indicated need for the continuation of therapy over an indefinite period of time. 

Autohemotherapy's attributes of safety, low cost, and immediate availability suggest 

continuing potential utility against a broad spectrum of diseases in which a causative 

organism disseminates through the bloodstream, regardless of the source or identity of 

the causative organism - including the likes of malaria, ebola and AIDS. (An 

intramuscular form of autohemotherapy, as reportedly successfully used against malaria, 

has been already been proposed for AIDS [*9], as has an experimental alternate form 

[*10]) In cases where an inaccessible, persistent focus of infection does not exist, 

autohemotherapy may indeed be sufficient to effect a cure, and might therein comprise a 

"magic shot". 

While autohemotherapy as a distinct entity enjoyed a well documented period of 

popularity during the first half of the 20th century, it also represents the culmination of a 

fundamental thread weaving through the healing arts for at least a few millenia. Such 

diverse traditional practices as bloodletting, acupuncture, coining and maxubustion, and 

modern-day plasmapheresis, innovations in bone marrow transplantation (use of 

autologous marrow; and use of stem cells from blood in place of marrow), and to some 

extent even autotransfusions - all involve the manipulation of one's own blood or bloodcomponents 

and the possibility that benefits may at least in part be due to a forced 

defensive response within the body's tissues against harmful substances in the circulating 

blood. In this light, autohemotherapy may be viewed as simply the direct application of 

such a process, made possible by that grand technological advance the hypodermic 

needle. 

Bibliography: "Autohemotherapy - The Magic Shot?", by Stuart Hale Shakman 

*1. Ravaut, M. Paul, "Essai sur L'Autoh‚matoth‚rapie dans 

Quelques Dermatoses", Ann. De Derm. et Syph. 4:292-6, May 

1913. 

*2. Chiyoda S and T Morikawa, Japanese Journal of Clinical 

Hematology, 1993 Jan, 34(1):39-43; Donskov SI, etal., Human 

Immunology, 1982 Jul, 4(4):325-333; Khodanova, RN, etal, 

Journal of Hydiene, Epidemiology, Microbiologyk and 

Immunology, 1989, 33(4):463-9; Kwak, L.W., etal., New 

England J. of Medicine, 1992 Oct 22, 327(17):1209-15; 

Manucharov NK, etal., Biulleten Eksperimentalnoi Biologii i 

Meditsiny, 1992 Oct, 114(10):395-8; Mascarin M, etal, 

Pediatria Medica E Chirurgica, 1993 Jul-Aug, 15(4):349-52. 

(ITA); Sokov EL, Zh Nevropatol Psikhiatr, 1988, 88(4):57-61; 

van Laar, JM, etal. Journal of Autoimmunity, 1993 Apr., 

6(2):159-67; Vizcaino G, Diez-Ewald M; Arteaga-Vizcaino M, 

Torres E, Invenstigacion Clinica, 1992, 33 (4):165-74.(SP) 

*3. JAMA 111 (1938), Editorial, p. 343 38-1.HTM 

*4. Jones, J.W., & M.S. Alden, South.M.J. 30: 735-737, July '37 

*5. Colella, R & G Pizzillo, Ztschr.f.d.ges.Neurol.u. Psychiat. 

152: 337-344, '35: also, Med.argent. 14:1-5, Jan. 35; also, 

Riv.di pat.nerv. 45:116-127, Jan.-Feb. 35, also, Forze san. 

4:212-219, Feb. 10, 36; also, Wien.med.Wchnschr. 85: 341- 

344, March 23 '35; also, Presse med. 43: 574-576, Aprll 10, 

'35 

*6. Burgess, N., Brit.J.Dermat. 44: 124-131, March '32 

Paulo Magalhães
52 anos
- Salvador - Bahia

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