Auto-hemoterapia Informações e debates

            Quem somos

                 auto-hemoterapia o que é? |  informações & debate |  depoimentos |  publicações |  vídeos |  política de privacidade |  pesquisa virtual

ver participações do dia Visitantes: 4.013.264 (início em 30/10/2010)

"Conversa com o
Dr. Luiz Moura:
O que é
auto-hemoterapia?
"


Vídeo na íntegra.

Conversa com o Dr. Luiz Moura

Agora também
subdividido em
60 temas








Assine a petição
para a Liberação da
Auto-hemoterapia








"Conversa com o
Dr. Luiz Moura:
O que é
auto-hemoterapia?
"


Vídeo na íntegra.

Conversa com o Dr. Luiz Moura

Agora também
subdividido em
60 temas

Busca Saúde
Loading

 Algo para estudar... Auto-Hemoterapia Contribuição para

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Quinta-feira, 30 de julho de 2009 - 17:47:09 
parte 1 parte 2 parte 3 parte 4 parte 5

PROCESSO ÉTICO PROFISSIONAL NO 

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO 

Nota: 

Informados recentemente que Dr Luiz Moura sequer foi convidado ou avisado das 'reportagens' que foram ao "ar" - ora disseram não o haver encontrado, ora que não daria entrevista - que, além de fazer uso inapropriado e não autorizado das imagens (com direitos autorais e de propriedade intelectual) onde registra anos da sua experiência clínica e divulgada como "Contribuição para a Saúde", as manipuladas reportagens já conhecidas de todos, omitiram e fizeram mais deformar em lugar de informar. 

No processo Ético-Profissional, sobre Auto-Hemoterapia, em janeiro/2006, da qual foi absolvido pela unanimidade de votos dos conselheiros do CREMERJ, foi sugerido não 'divulgar' sobre a Auto-hemoterapia, "na mídia", (o que nem precisa, com tudo que está no vídeo) respeitosamente observado tal pedido, silenciou, observou, e observa em silêncio, sem responder aos 'ataques públicos' dos que o absolveram em processo ético, que ao contrário, não pensaram em ética ao acusá-lo publicamente. 

Se observarem atentamente os documentos do processo (links abaixo) há nomes de éticos e nobres conselheiros, que se fizeram conhecer nas reportagens, e assinaram o processo. 

Lá consta o nome de quem se mostra ... dependendo de quem está olhando... ou filmando... 

Conteúdo do processo no qual o Dr. Luiz Moura foi absolvido por unanimidade: 

Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro 

Processo Ético Profissional nº 1339/01  

Ata da Sessão Plenária do Corpo de Conselheiros  

Acordão da Sessão de Julgamento ÉTICO/PROFISSIONAL  

DR. LUIZ MOURA absolvido por UNANIMIDADE.  

Acordão Processo Ético - Dr. Luiz Moura  

A quem está faltando ética??? 

É revoltante, ver que no conselho de medicina se reflete o mesmo panorama da política deste país. Seja na saúde, na educação, na ética ou na política quem faz este país somos nós, e se cruzamos os braços deixamos que impunidades, não importa qual ou onde, se multipliquem. 

 

UM POUCO DA LITERATURA SOBRE MEDICINA... 

 

Como as indústrias farmacêuticas "enganam" as publicações médicas 

Antony Barnett 

Gigantes farmacêuticas contratam autores fantasmas para produzir artigos — e colocam nomes de médicos neles  

Centenas de artigos em periódicos médicos, que deveriam ter sido escritos por acadêmicos ou médicos, foram escritos por autores — fantasmas contratados por laboratórios farmacêuticos, como revela uma investigação da publicação The Observer. 

Esses periódicos, bíblias da profissão, exercem enorme influência sobre quais medicamentos os médicos receitam e o tratamento proporcionado pelos hospitais. Porém, o periódico The Observer obteve provas de que muitos artigos escritos por assim chamados "acadêmicos independentes", podem ter sido escritos por autores a serviço de agências, que recebem grandes somas das indústrias farmacêuticas para fazer propaganda dos seus produtos. 

Um artigo publicado em fevereiro último no Journal of Alimentary Pharmacology, especializado em distúrbios do estômago, envolveu um autor trabalhando para o gigante farmacêutico AstraZeneca — um fato que não foi revelado pelo autor. O artigo, escrito por um médico alemão, reconhecia a "contribuição" da Dra. Madeline Frame; porém, não admitia a sua condição de autora sênior da AstraZeneca. O artigo apoiava o uso de um medicamento chamado Omeprazole — de fabricação da AstraZeneca — indicado para úlceras gástricas, apesar de pareceres revelando mais reações adversas do que os medicamentos similares. 

Nos Estados Unidos, em um caso levado à justiça contra a indústria farmacêutica Pfizer, apareceram documentos internos dessa empresa mostrando que ela empregava uma agência de autores de assuntos médicos de New York. Um dos documentos analisa artigos sobre o antidepressivo Zoloft. Em alguns dos trabalhos faltava somente uma coisa: o nome de um médico. Na margem, a agência tinha colocado as iniciais TBD. O Dr. Healy acha que significam to be determined (a ser determinado). 

O Dr. Richard Smith, editor do British Journal Of Medicine, admitiu que os artigos-fantasmas são um “grande problema”. “Estamos sendo enganados pelas companhias farmacêuticas. Os trabalhos vêm com os nomes de médicos e, freqüentemente, descobrimos que alguns deles não têm a menor idéia a respeito do que escreveram”, disse ele. “Quando descobrimos , rejeitamos o trabalho; mas é muito difícil. De certa forma, nós mesmos causamos o problema ao insistir que qualquer envolvimento com uma empresa farmacêutica seja divulgado. Encontraram caminho para contornar isso e vão trabalhar na clandestinidade”. 

Antony Barnett é redator de Assuntos de Interesse Público do periódico The Observer (Grã-Bretanha). Artigo publicado em 7 de dezembro de 2003 

Conflito de interesses  

Uma análise de 789 artigos dos jornais médicos mais importantes 

(The Lancet, New England Journal of Medicine, Journal of the American Medical Association, Annals of Internal Medicine) mostrou que um terço dos autores titulares tinham interesses financeiros  

em suas pesquisas, sob a forma de patentes, ações ou  

honorários das empresas, por estarem no Conselho Consultivo ou  

trabalhando como diretores. 

Veja integrityinscience.org ,  

onde você encontra todos os cientistas e pesquisadores  

comprometidos com as indústrias  

FONTE: http://www.taps.org.br/Paginas/medartigo16.html 

Laboratórios têm a dosagem da corrupção 

Archibaldo Figueira  

Para manter os 300 mil médicos brasileiros escravos de seus remédios, o monopólio farmacêutico transnacional promove congressos científicos nas mais atraentes cidades turísticas, sorteia automóveis de último tipo, e paga passagens aéreas, alimentação, hospedagem e diversão, incluindo "acompanhantes", pouco importando a eficácia das drogas que serão prescritas a partir dali. Segundo dados oficiais, 13 mil remédios estão à venda, além de 2 mil medicamentos genéricos. O mercado farmacêutico brasileiro está entre os 10 maiores de todo o mundo: em todas as cidades vão surgindo mais farmácias do que padarias. Ao que parece, o pão de trigo está sendo substituído por comprimidos, drágeas e xaropes. Haverá alguma fiscalização sobre esta avalanche de medicamentos?A alma do negócio...Dois pesquisadores canadenses, Marc-André Gagnon e Joel Lexchin, fizeram na Universidade de York um levantamento dos gastos dos laboratórios ianques em atividades promocionais, chegando a um total de 57,5 bilhões de dólares em 2004 (último ano em que havia números disponíveis), em comparação com um gasto de US$ 31,5 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, segundo a Fundação Nacional de Ciências do USA, no mesmo período. Outro levantamento revela que, pior ainda, o monopólio dos medicamentos aplica cerca de 90% dos recursos para pesquisa e desenvolvimento para remédios contra doenças que, como o diabetes — que atingem apenas 10% da população mundial —, possibilitam um tratamento caro e prolongado. Por outro lado, moléstias infecciosas como a malária, que aflige mais de 300 milhões de pessoas por ano, ou a tuberculose, que ceifa 2 milhões de vidas, anualmente, e para as quais não se lança um medicamento há 30 anos, são deixadas em segundo plano, pois oferecem uma lucratividade menor.ResistênciasAssim como os fabricantes de cerveja, o monopólio farmacêutico não admite controle, ainda que formal, sobre sua propaganda. Impõe forte oposição às propostas da Anvisa para atualização da regulamentação da propaganda de medicamentos, e nesse esforço não trabalha sozinho. Também o mercado de publicidade resiste. Os laboratórios gastaram no ano passado, com propaganda de medicamentos que não necessitam de prescrição médica, nada menos de 863 milhões de reais, com acréscimo de 15% em relação a 2006. Os remédios mais apregoados foram "para gripe e resfriado"*. Do total investido, 75% foi para propaganda em televisão; 14% para rádio; 5% para TV por assinatura; 5% para revistas; 1% para jornal; 0,3% para cinema e 0,01% para outdoor. Recentemente, a Anvisa proibiu a comercialização e venda de 130 medicamentos circulantes, informando, textualmente, que não têm eficácia comprovada e oferecem riscos para a saúde da população. Não faz muito tempo, pediatras alagoanos denunciaram descongestionantes nasais usados em recém-nascidos que provocam irritações nas mucosas das narinas. Também está presente na memória médica o caso do anticoncepcional Microvlar (Laboratório Schering), comercializado com farinha em lugar da substância original, sem nenhuma eficácia. Provocou milhares de casos indesejáveis de gravidez. Logo depois, foram tirados de circulação e proibida a venda de dois antiinflamatórios muito conhecidos, o Vioxx (Merk) e o Celebra (Pfizer), por causa de riscos de infarto do miocárdio, complicações cardíacas e digestivas que poderiam provocar.Vale lembrar que, como denunciou AND em sua edição nº 15 (12/2003) "em seu boletim de outubro a SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) informou que — desde 14 de setembro, quando se encerrou na Finlândia a nova rodada do Fórum mundial, aonde são decididas as normas éticas e de segurança para experimentos relativos a drogas de uso médico — os laboratórios do USA, que experimentam seus produtos em pacientes do Terceiro Mundo, estão isentos da responsabilidade de oferecer tratamento para estas pessoas, caso ocorram efeitos colaterais nefastos, fruto de seus macabros experimentos. O USA rompe (ou "modifica", como preferem os porta-vozes desses oligopólios) a declaração de Helsinque, que há 39 anos limita este tipo de prática."O lucro máximoO Brasil dispõe de plena capacidade técnica para gerar produtos de combate às "doenças de exclusão" (assim chamadas por terem tratamentos inatingíveis para a maior parte do povo), mas as sucessivas gerências não fazem o menor esforço para que o país se converta em produtor de remédios para esses males. As políticas de ciência e tecnologia submetem-se, passivamente, às decisões tomadas no estrangeiro.O monopólio farmacêutico não produz medicamentos para combater às doenças negligenciadas, típicas dos países pobres, porque as perspectivas de lucro são muito pequenas. A indústria obtém lucro máximo no USA e na Europa, com medicamentos produzidos só para os que podem pagar, ignorando as populações que sofrem com doenças tropicais e infecciosas. No Brasil, em muitos casos o medicamento existe (como os anti-retrovirais), mas é muito caro; noutros, como o da malária, o medicamento não existe porque ninguém conseguiu desenvolvê-lo. Pior ainda, entretanto, é a politicagem no gerenciamento: o mapa de distribuição da Doença de Chagas, há 20 anos, coincidia exatamente com o mapa das pessoas que não votavam e eram analfabetas.InovaçõesUm bom exemplo brasileiro é o Extra-Graft X-13, um biocomposto que substitui placas de platina com a vantagem de não precisar ser trocado e de induzir o crescimento do tecido ósseo onde é aplicado. O produto nasceu de um projeto desenvolvido na Unicamp, liderado pelo professor Benedicto Vidal, e já foi lançado no mercado brasileiro. Mas para penetrar no mercado internacional, aguarda o beneplácito da agência ianque que fiscaliza e regulamenta alimentos, remédios e similares da Comunidade Européia e da China, coisa que só será conseguida quando a produção do composto estiver a cargo de algum grande laboratório.A força de vendasA promoção dos medicamentos junto à classe médica é feita de várias maneiras...No USA, mercado que movimenta US$ 58 bilhões anuais, apurou-se que, para uma despesa de US$ 165 milhões com propaganda de remédios, corresponde um gasto de US$ 3,1 bilhões com a força de vendas — treinamento, salários e premiações. Apesar disso, é a indústria mais rentável naquele país, introduzindo aumentos mais rápidos do que qualquer paciente possa pagar e oferecendo margem de lucro de até 1.000% sobre o custo de seus ingredientes. ...ContradiçõesEstudos realizados na Faculdade de Medicina de Marília (SP) pelos professores Giovani José Dal Poggetto Molinari, Paulo Celso dos Santos Moreira e Lucieni de Oliveira Conterno concluem que a aceitação dessas "colaborações" gera no médico não apenas um sentimento de dívida, mas também estabelece um modelo de reciprocidade equilibrada, onde o doador espera algo em troca, ainda que não seja de imediato.... "As questões sobre recebimento de brindes e de auxílios de laboratórios para comparecimento a eventos — ressaltam — mostram números muito maiores do que os referentes à influência dos que o confessam. Os profissionais parecem ter dificuldades na avaliação de seu próprio comportamento. O brinde oferecido pelas indústrias com marcas promocionais do produto promovido representa a porta de entrada e um facilitador do contato inicial entre o representante e o profissional prescritor. Uma vez estabelecida a confiança e o espaço para a colaboração mútua, colaborações mais significativas tendem a aparecer".Em seu trabalho, Molinari, Moreira e Contern despertam uma reflexão:"Seria lícito receber auxílios para comparecer a eventos, ou aparelhos, receituários ou impressos sem que haja alguma contrapartida no receituário? Não seria mais leal rejeitar colaborações maiores? Se não tivessem retorno, os laboratórios — extremamente informados sobre as vendas de seu produto por região, por farmácia e até por receitas de cada profissional —insistiriam em distribuir vultosas benesses?"(DAÍ SE ENTENDE PORQUE TANTA PRESSÃO PARA PROIBIR A AH..) · Vale ressaltar que assim como para outras doenças transmitidas por vírus, não existe um remédio específico, mas drogas que amenizam os sintomas, enquanto o organismo reage. Os remédios para gripe são basicamente um descongestionante nasal, e um analgésico/antitérmico, além dos xaropes para tosse. O que muda são apenas as marcas e o preço, para a mesma droga ou similar. O resto é publicidade.FONTE· http://www.anovademocracia.com.br/index.php/Laboratorios-tem-a-dosagem-da-corrupcao.html 

INDÚSTRIA FARMACÊUTICA  

MÁFIA DA FARMÁCIA 

Le Monde Diplomatique 

Textos publicados no sítio “Le Monde Diplomatique”. 

Retratos de uma “apartheid” médica 

Para acelerar a liberação de drogas ultralucrativas, as corporações farmacêuticas recorrem cada vez mais a cobaias humanas dos países pobres. Milhões de pessoas submetem-se, por migalhas, a testes sem supervisão, sem padrões éticos e que muitas vezes as privam de medicamentos essenciais.  

Por Sonia Shah 

A indústria farmacêutica não desprezou as partes do mundo assoladas por doenças como a malária. Pelo contrário: nunca antes os fabricantes de remédios deram tanta atenção aos pobres do mundo. Os grandes laboratórios estão realizando milhares de ensaios clínicos nos países em desenvolvimento – Bulgária, Zâmbia, Brasil e Índia, por exemplo. Aninhado contra as favelas enegrecidas de fuligem em Mumbai ergue-se o reluzente prédio branco da Novartis onde os pesquisadores franzem as sobrancelhas na busca de novas drogas. Ao redor das que se espalham cercando a Cidade do Cabo, ficam os cintilantes laboratórios de teste da Boehringer Ingelheim. Recentemente, a Pfizer a Glaxosmithline (GSK) e a Astrazeneca instalaram centros globais de testes clínicos na Índia. Ano passado, a GSK realizou mais da metade dos seus testes de drogas novas fora dos mercados ocidentais, escolhendo em particular países de “baixo custo” para os testes “deslocalizados”[2]. 

As empresas não estão lá para curar os males dos doentes pobres que fazem fila em suas reluzentes clínicas de pesquisa. Os fabricantes de drogas foram aos países em desenvolvimento para fazer experimentos com as multidões de doentes miseráveis. Utilizam-se deles para produzir os remédios destinados às pessoas cada vez mais saudáveis em outros lugares, em particular ocidentais ricos que sofrem os desgastes da idade, como doenças cardíacas, artrite, hipertensão e osteoporose. Essa tendência – desenvolver drogas para os ricos globais testando-as nos pobres globais – além de não ser um investimento de recursos científicos preciosos, ameaça os direitos humanos e a saúde pública global. 

Num mercado de bilhões, 100 mil “voluntários” para cada droga 

Os Estados Unidos são o maior mercado de remédios do mundo. O estadunidense médio leva para casa dez receitas médicas por ano. Desde 2000, a indústria farmacêutica cresceu 15% por ano, triplicando o lançamento de drogas experimentais entre 1970 e 1990. Isto se deve, em grande parte, a mudanças nos regulamentos dos EUA sobre remédios. Em 1984, a agência estadunidense de medicamentos e alimentação (Food and Drug Administration, FDA) estendeu as patentes dos fabricantes para novas drogas; em 1992, começou a aceitar pagamentos de fabricantes em troca do exame e liberação mais rápida de suas drogas novas e, em 1997, suprimiu as regras que baniam anúncios de televisão para os remédios novos. Essa mudança bastou para trazer uma grande transformação na indústria. Pela primeira vez, permitiu-se aos fabricantes de remédios dirigir as propagandas mais atraentes dos remédios novos diretamente a um grande número de consumidores, sem a mediação cética de um médico. 

 

Apesar do máximo esforço da indústria, a maioria das novas drogas destinadas a tratar dessas doenças tem eficácia apenas marginal. Algumas são similares a uma pílula de placebo. “Você sempre tem que batalhar para encontrar uma diferença” entre os pacientes tratados e não-tratados, diz um pesquisador clínico veterano. .. 

Não importa. Atualmente, além de malária e tuberculose, as pessoas dos países em desenvolvimento sofrem das doenças nas quais os fabricantes de drogas dos mercados ocidentais estão mais interessados. De acordo com a OMS, 80% das mortes por doenças crônicas não-contagiosas, como males cardíacos e diabetes, agora ocorrem nos países em desenvolvimento. Há mais diabetes tipo II na Índia do que em qualquer outro lugar do mundo. Em alguns lugares da África, uma em cada cinco pessoas sofre de diabetes e 20 milhões de africanos padecem de hipertensão[4]. 

África do Sul: “Um país ótimo para a AIDS  

Grandes empresas de testes multiplicam filiais no sul do planeta 

Ser uma cobaia humana pode ser um papel que os ocidentais não querem mais fazer, mas isso não quer dizer que não é um bom negócio para os pobres. Por que não mandar os testes para lá, do mesmo jeito que mandamos as fábricas tóxicas e as sweatshops[6]? É melhor do que nada. “Disseram [que eu] estava levando vantagem!”, queixou-se um pesquisador industrial criticado por fazer testes em países pobres. “Mas sem o teste, aquelas crianças morreriam!” Na incansável análise custo-benefício tão popular nos Estados Unidos, exportar desagradáveis testes clínicos para países pobres faz sentido. “Acho que em geral é bom para as pessoas participar de testes clínicos”, diz o diretor médico da FDA, Robert Temple. “Metade das pessoas recebe medicamentos ativos e melhor tratamento”, diz ele. “A outra metade… [recebe] melhor tratamento.” 

Entretanto, oferecer o corpo à Ciência não é o mesmo que dar um dia de trabalho numa fábrica. Mesmo o emprego superexplorado no sweatshop, seja como for, oferece benefícios palpáveis ao indivíduo, ainda que magros: trabalho, um pequeno contracheque. O teste clínico não garante nada. Na escala da comunidade, os pesquisadores podem equilibrar os riscos e benefícios. Mas não há garantia de que um voluntário será mais beneficiado do que prejudicado num experimento (o fato de que existe uma incerteza, naturalmente, é parte da razão pela qual uma experiência é realizada). 

“Eles têm mais disposição para ser cobaias” 

Fonte: http://diplo.uol.com.br/2007-05,a1564 

A piada do consentimento informado 

Como os Estados Unidos relaxaram, em favor da indústria de medicamentos, as normas sobre testes de novas drogas realizados no exterior. Por Sonia Shah 

Consentimento informado: Direito e dever 

“O consentimento informado é uma piada”, disse um pesquisador da National Bioethics Advisory Commission. “Como uma pessoa que nunca ouviu falar de bactérias ou de vírus pode dar um consentimento informado?”, disse outro. “Essa idéia de consentimento do indivíduo… Isso não existe. As pessoas fazem o que as mandam fazer.” 

Desde 2001, a FDA distancia-se da Declaração de Helsinki[16], pois considera as proteções muito restritivas. Em 2001, a FDA opôs-se à integração de novos regulamentos relativos aos testes com placebos. Em 2004, propôs que os regulamentos da Declaração de Helsinki para os testes realizados no exterior fossem abandonados e substituídos por normas técnicas elaboradas por laboratórios farmacêuticos e autoridades reguladoras estadunidenses, européias e japonesas. A tendência geral confirmou-se no verão passado, quando o Instituto de Medicina, um dos principais órgãos reguladores dos Estados Unidos na área científica, recomendou retirar as proibições que impedem a realização de testes clínicos em prisioneiros. Ao mesmo tempo, qualificou os defensores do consentimento informado, que durante décadas se opuseram aos testes clínicos com detentos, de “míopes”[17] 

Fonte:  

 

AS QUATRO FASES DE CADA TESTE  

SOMOS TODOS COBAIAS INVOLUNTÁRIAS  

Realizados após experiências bioquímicas e em animais, os ensaios com seres humanos :Na fase I, verifica-se, num número reduzido de pessoas ...A fase II verifica a eficácia do medicamento. Ela exige reunir entre cem e trezentos pacientes portadores da condição que se quer tratar.. Na fase III, o maior número de pacientes testados A fase III – só um terço das moléculas chegam até ela – envolve tipicamente centenas ou milhares de pacientes (e um número expressivo de médicos). Pode durar dois anos ou mais. Diversas empresas promovem estudos de fase IV, também chamados “de pós-marketing”. Eles permitem conquistar mercado mais rapidamente. Também ajudam, principalmente no caso das vacinas, a identificar, em grande escala, a presença de efeitos secundários. 

Fonte:  

http://pfilosofia.125mb.com/04_miscelanea/04_17_lmd/lmd087.htm  

 

 

 

Corrupção na medicina moderna 

Allan S. Levin 

Médicos honestos são pressionados pelos grandes laboratórios interessados em lucro e não em saúde 

O Sr. J. é advogado em São Francisco e a Sra. J. é auditora com um escritório próspero em Santa Clara. Eles têm três filhos, sendo que o mais velho tem seis anos e o mais novo tem onze meses. Como não eram pais inexperientes e histéricos, não ficaram muito preocupados com a diarréia crônica do filho mais novo, até que ela foi além dos seis meses. Procuraram o melhor pediatra das redondezas e ficaram felizes quando conseguiram que o filho fosse examinado pelo professor catedrático da Universidade Stanford, um médico experiente e muito respeitado, com pouco mais de cinqüenta anos e que falava com autoridade. Ele fez o histórico e um exame físico e disse para a Sra. J.: "Olha, querida, Jimmy está muito bem. A diarréia dele é funcional. Incomoda mais a você do que a ele. Ele só precisa de um pouco de Kaomagna; você precisa de alguns comprimidos de Valium". A Sra. J. ficou ressentida com o modo condescendente do professor, porém, mais do que isso, não se sentiu bem com o diagnóstico dele. Por meio de um amigo, ela descobriu um médico dedicado ao estudo de doenças causadas por alimentos, fatores ambientais, além de bactérias e vírus. Esse tipo de médico costuma receitar menos medicamentos e, freqüentemente, promove mudanças alimentares e ambientais no lugar de prescrever medicamentos. Ele disse: "Sra. J., pode ser que seu filho seja alérgico a leite de vaca. Vamos experimentar um simples controle alimentar por algumas semanas e ver o que acontece". Dito e feito: dois dias após a suspenção do leite, as fezes do pequeno Jimmy ficaram normais.  

A Sra. J. ficou uma fera. Ela veio a mim e gritou: "Será que o Dr. da Universidade Stanford não sabe nada a respeito de alergia a leite?" Minha resposta foi: "Só posso imaginar duas razões por que o doutor não levou em consideração a alergia ao leite. Ou ele ignora a copiosa literatura publicada a respeito do assunto ou ele tem um particular interesse na distribuição de grande quantidade de medicamentos".  

A saúde se tornou um negócio arquimilionário e os médicos continuam sendo os principais distribuidores dos produtos da indústria farmacêutica. À medida que aumentava o custo de desenvolvimento e comercialização dos medicamentos, os laboratórios intensificaram seus esforços para conquistar os médicos.  

Houve um enorme aumento, não apenas dos custos operacionais dos laboratórios, mas também dos lucros. O aumento de lucro atraiu concorrentes, o que provocou um aumento geral da publicidade sobre medicamentos. Anúncios em periódicos médicos e revistas se tornaram atrativos, porque os noticiários vinham cuidadosamente associados a "descobertas médicas".  

A INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA ESTÃO INTIMAMENTE ALIADAS. OS LABORATÓRIOS FREQÜENTEMENTE PRODUZEM OS ADITIVOS USADOS NOS PRODUTOS ALIMENTÍCIOS. VÁRIAS INDÚSTRIAS DE ALIMENTOS FORAM COMPRADAS PELA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA. ESSE CONGLOMERADO MUITAS VEZES PATROCINA PESQUISAS EM UNIVERSIDADES DE GRANDE PRESTÍGIO. UM PROFESSOR DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE HARVARD PUBLICOU VÁRIOS ESTUDOS COMPROVANDO QUE OS ADITIVOS QUÍMICOS NA COMIDA NÃO CAUSAM HIPERATIVIDADE NAS CRIANÇAS. ELE PUBLICAMENTE ENDOSSOU O CONSUMO DE REFRIGERANTES, DOCES E ADITIVOS QUÍMICOS NA ALIMENTAÇÃO INFANTIL, ARGUMENTANDO QUE AS CRIANÇAS HIPERATIVAS NÃO DEVEM SER TRATADAS COM CONTROLE ALIMENTAR, MAS SIM COM OS MEDICAMENTOS DE ROTINA. A NUTRITION FOUNDATION PRESTIGIOU ESSE CIENTISTA, FUNDANDO UM LABORATÓRIO, COM SEU NOME, NO CAMPUS DA UNIVERSIDADE HARVARD. A TERAPIA DE ROTINA PARA CRIANÇAS HIPERATIVAS IMPLICA NO USO DE RITALINA, UMA DROGA SEMELHANTE ÀS ANFETAMINAS. RITALINA PRODUZ DEPENDÊNCIA, PODE PROVOCAR COMPORTAMENTO PSICÓTICO E ATINGE ALTOS PREÇOS NO TRÁFICO DAS DROGAS.  

A maioria dos médicos concorda que a quimioterapia é ineficaz para a maior parte dos tipos de câncer. Apesar desse fato, médicos honestos são forçados a usar essa modalidade de tratamento por grupos de pressão, que têm interesse nos lucros da indústria farmacêutica.  

Dr. Alan S. Levin é médico catedrático de imunologia e dermatologia na Universidade da Califórnia, São Francisco. Ele é co-autor de dois livros, sendo um deles "A Consumer Guide for the Chemically Sensitive" (Guia do consumidor para as pessoas sensíveis a produtos químicos).  

Fonte: 

http://www.taps.org.br/Paginas/medartigo14.html 

 

Cuidados de saúde num mundo enfermo 

David Werner  

· fumo; bebidas alcoólicas; drogas; agrotóxicos; produtos farmacêuticos desnecessários, perigosos e superfaturados; armas e equipamentos bélicos.  

Todas são indústrias enormes, poderosas e extremamente lucrativas. O seu custo, em termos de saúde e vidas humanas, é incalculável. A resistência — física, econômica, mental e social —, enfraquecida por essas empresas inescrupulosas, aumenta o impacto de infecção e da desnutrição.  

 

O governo dos Estados Unidos defende os interesses de cada uma dessas indústrias à custo da saúde, da qualidade de vida e, freqüentemente, da sobrevivência de milhões de seres humanos. A saúde é determinada muito mais por fatores políticos e sociais — por quem tem poder — do que pelos serviços de saúde.  

http://www.taps.org.br/Paginas/medartigo12.html 

 

O conhecimento aumenta — a saúde diminui  

 

Dizem que o conhecimento médico dobra a cada dez anos. De acordo com o sistema médico, sabemos hoje 16 vezes mais sobre o corpo humano — e sobre como tratar as doenças — do que há 50 anos 

· Então, por que há tanta gente doente? Por que tantas doenças graves estão se tornando mais comuns? Por que tantos morrem cedo? 

 

 

_____ 

Fonte: Dr. Vernon Coleman's, Health Letter, Vol 4, nº 12, julho 2000  

http://www.taps.org.br/Paginas/medartigo15.html 

 

Evolução da medicina 

Robin Cook  

A indústria farmacêutica é o mais antigo ramo de negócios ligados à medicina. Sua influência é muito grande. Entretanto, é bom lembrar que as indústrias farmacêuticas são empresas. Elas não visam o bem do público, por mais que procurem convencer-nos do contrário. Seu objetivo é obter retorno para o capital dos investidores. 

O interesse comercial das indústrias farmacêuticas é confirmado pelas somas incríveis (bilhões de dólares por ano) gastas na promoção de seus produtos. Procuram, principalmente, influenciar o médico que, infelizmente, é uma presa bastante fácil. São poucos os médicos que nunca aceitaram um presente ou favor de alguma indústria farmacêutica. Tenho até hoje a maleta preta que recebi quando cursava o terceiro ano de medicina e também já participei de vários simpósios patrocinados por indústrias farmacêuticas. Hoje em dia elas empregam mais recursos em promoções e publicidade do que em pesquisas! Na verdade, os gastos promocionais são maiores do que o total de recursos gastos no treinamento dos alunos em todas as faculdades de Medicina dos Estados Unidos. 

 

Você está com hipertensão, gastrite, artrite e o colesterol muito alto. 

Isso não é nada, é perfeitamente normal nos dias de hoje ! !  

Não seria justo insinuar que a indústria farmacêutica não contribuiu para o bem-estar da sociedade. No entanto, essa não-contribuição é apenas um subproduto e não o verdadeiro objetivo. Existem também casos em que o bem-estar público foi completamente ignorado. Basta mencionar o desastre causado pela Talidomida ou a calamidade do DES (Diethylstilbestrol), para perceber que interesses comerciais podem ter conseqüências lamentáveis. 

As indústrias farmacêuticas têm comercializado produtos sabendo que poderiam ser perigosos ou ineficazes, ou ambos, visando somente o lucro. 

O Dr. Robin Cook é autor de diversos livros como: "Vírus", "Coma", "Cérebro", "Febre", "Servidão mental", "Medo mortal", e "Médico — o Semideus".  

http://www.taps.org.br/Paginas/medartigo10.html 

 

 

 

JORNAL DA CIDADE – SERGIPE 

 

O (s) conselho (s), o médium, a auto-hemoterapia e... 

 

Publicada: 11/11/2008  

Texto: Jorge Martins Cardoso (Médico) 

 

O “debate” entre a religião e a ciência não se constitui em um fato novo e, ao que tudo indica, irá continuar durante muito mais tempo. Guardadas as devidas proporções, do mesmo modo, a terapia complementar conhecida como Auto-Hemoterapia, deveria ser alvo de uma “investigação científica”, e não puramente ser proibida em todo o território nacional, como aconteceu a partir de dezembro de 2007, depois que um “cientista” do Rio Grande do Norte, integrante do Conselho Federal de Medicina (CFM), deu um parecer pra lá de duvidoso sobre a prática da Auto-Hemoterapia. Passado quase um ano, ainda hoje, tal terapia complementar continua proibida no Brasil. Da mesma maneira, qualquer “investigação científica” sobre tal assunto (Auto-Hemoterapia), também continua proibida. “Investigações científicas” recentes apontam que por trás disso tudo, existe o dedinho de satanás ou das multinacionais. Como fé é fé, as respeitosas leitoras e os pacientes leitores têm todo o direito de acreditar que a Auto-Hemoterapia, é coisa única e exclusivamente da responsabilidade do demônio ou do satanás. Como fé é fé, o escriba, temente a Deus, e também temente a vampiros e ao Conde Drácula, tem todo o direito de acreditar que a responsabilidade é única e exclusivamente das poderosíssimas multinacionais! (complexo hospitalar-farmacêutico). Enquanto a Igreja Universal do Reino de Deus “brinca” de arrecadar milhões de dízimos, as multinacionais “brincam” de arrecadar bilhões de dólares. Auto-Hemoterapia não! Multinacionais sim! Multimédium, multiapóstolo, multisaúde, multivida e multidólares! 

Fonte: JORNAL DA CIDADE - ON LINE 

 

http://2008.jornaldacidade.net/2008/noticia.php?id=18540&hoje=2008-11-28%2017:37:27 

 

Jogando com a saúde 

Horst-Eberhard Richter 

“O serviço de saúde cultiva e recompensa a corrupção. Ele castiga sistematicamente o bom sensoe a tentativa de economizar.” 

Walter Kraemer 

O homem quer ter saúde, porém a economia também quer ter saúde. Às vezes, o governo precisa decidir qual a Assim, a sociedade pertence necessariamente aos mais fortes. Não às pobres repartições públicas ou às universidades federais, que atualmente nem têm a verba necessária para um ensino adequado — e muito menos para pesquisas importantes. Se a indústria não financiasse generosamente cientistas, pessoal técnico, laboratórios, equipamento e projetos, milhares de universidades seriam fechadas. 

Sabe-se, há muito tempo, que a indústria dirige quase todas as carreiras acadêmicas na medicina. O pesquisador jovem e ambicioso da área médica, que sabe orientar seu trabalho segundo os interesses dos benfeitores da indústria, tem sucesso garantido.  

Como podemos reclamar que os médicos se sujeitem às leis do mercado, do qual fazem parte? Fonte: “Die hohe Kunst der Korruption” (A arte da corrupção), livro do autor Horst-Eberhard Richter, médico neurologista, psicanalista, psicólogo social, diretor do Centro de Medicina Psicossomática da Universidade de Giessen. 

http://www.taps.org.br/Paginas/medartigo21.html 

 

 

Novos medicamentos. Novos lucros para velhos produtos 

A maioria dos novos medicamentos não passa de medicamentos antigos com alguns enfeitespara justificar o preço mais elevado.  

No entanto, essas modificações multiplicam os efeitos adversos, somente detectados quando as novas versões já foram consumidas por milhões de pessoas 

Sempre que o seu médico lhe receitar um medicamento, a primeira pergunta que você deve fazer é “há quanto tempo esse medicamento está no mercado?”. Se ele responder “há menos de cinco anos“, você pode estar correndo perigo de morte ao tomar o medicamento.  

_____ 

Fonte: What Doctors Don't Tell You, Vol 13, n.º4, julho 2002 

 

 

 

SAÚDE & BEM-ESTAR 02/08/2007 - 12:52 | Edição nº 480  

Não confie nos laboratórios 

O ex-executivo da Pfizer diz que as práticas da indústria farmacêutica são ilegais e antiéticas 

por SUZANE FRUTUOSO 

· Confira o blog de Peter Rost  

Escritor sueco Peter Rost tornou-se o pesadelo da indústria farmacêutica. Ele foi demitido do cargo de vice-presidente de Marketing da Pfizer em dezembro de 2005, depois de acusar a companhia de promover de forma ilegal o uso de genotropin, um hormônio do crescimento. A substância era vendida como um potente remédio contra rugas. A empresa teria faturado US$ 50 milhões com o produto em 2002. No fim da década de 90, quando era diretor da Wyeth na Suécia, Rost denunciou também uma fraude na companhia: sonegação de impostos. Ele diz que agora se dedica a escrever o que sabe contra a indústria em seu blog e em livros. No começo do ano que vem, ele lançará Killer Drug (Remédio Assassino), história de ficção em que um laboratório desenvolve armas biológicas e contrata assassinos para atingir seus objetivos. “Mas eu diria que boa parte é baseada em fatos reais”, afirma.  

 

QUEM É: Peter RostMédico, ex-vice-presidente de Marketing da Pfizer. Demitido por denunciar práticas ilegais do laboratório. Ganhou US$ 35 milhões no processo contra a empresa VIDA PESSOALCasado e pai de dois filhos, nasceu na Suécia e mora nos Estados Unidos O QUE PUBLICOUThe Whistleblower: Confessions of a Healthcare Hitman (O Denunciante: Confissões de um Combatente do Sistema de Saúde), lançado em 2006 nos EUA e inédito no Brasil  

ÉPOCA – O senhor comprou uma briga grande...  

Peter Rost – Eu não. A diretoria da Pfizer é que começou a briga. Eu fazia meu trabalho. Certa vez, presenciei uma ação ilegal e cheguei a questioná-la. Fui ignorado. Quando falei o que sabia, eles me demitiram.  

ÉPOCA – Depois das denúncias, houve algum tipo de ameaça?  

Rost – Há cerca de um mês recebi uma, de um empresário indiano ligado ao setor. Ele disse que daria um jeito de acabar comigo. Nunca recebi ameaças das companhias. Elas são espertas demais para se expor desse jeito.  

ÉPOCA – Como a indústria farmacêutica se tornou tão poderosa?  

Rost – Eles ganham muito dinheiro, cerca de US$ 500 bilhões ao ano. E podem comprar a todos. Os laboratórios se tornaram donos da Casa Branca. O governo americano chega a negociar com os países pobres em nome deles. Como isso é feito? Os Estados Unidos pressionam esses países para que aceitem patentes além do prazo permitido (15 anos em média). Quando a patente se estende, os países demoram mais para ter acesso ao medicamento mais barato. E, se as nações pobres não aceitam a medida dos americanos, correm o risco de sofrer retaliação e de nem receber os medicamentos. Essa atitude é o equivalente a um assassinato em massa. Pessoas que dependem dos remédios para sobreviver, como os soropositivos, poderão morrer se o país não se sujeitar a esse esquema.  

ÉPOCA – O Brasil quebrou a patente do medicamento Efavirenz, da Merck Sharp & Dohme, usado no tratamento contra a aids. O governo brasileiro acertou?  

Rost – Sim. O governo brasileiro não tinha escolha. Ele tem obrigação com os cidadãos do país, não com as corporações internacionais preocupadas com lucro. O que é menos letal? Permitir que a população morra porque não tem acesso a um remédio ou quebrar uma patente? Para mim, é quebrar a patente. A lei de patente foi justamente estabelecida para incentivar a criação de medicamentos. Seria uma garantia para que os laboratórios tivessem lucro por um bom tempo e uma vantagem em troca de todo o dinheiro empregado durante anos no desenvolvimento de uma droga. Mas, se bilhões de pessoas estão sem tratamento, porque as patentes estão sendo prolongadas e os medicamentos continuam caros, há sinais de que a lei não funciona. Ela foi feita para ajudar, não para matar.  

ÉPOCA – As práticas de venda da indústria farmacêutica colocam em risco a saúde da população mundial?  

Rost – Não tenha dúvida. Basta lembrar o caso do Vioxx, antiinflamatório da Merck Sharp & Dohme retirado do mercado em 2004 por causar ataque cardíaco em milhares de pessoas pelo mundo. 

 

“Não há interesse em desenvolver medicamentos que possam acabar com doenças conhecidas há décadas” 

 

ÉPOCA – Então, não podemos mais confiar nos laboratórios?  

Rost– Não, não podemos confiar. A preocupação principal deles é ganhar dinheiro. As pessoas têm de se conscientizar disso. Cobrar posições claras de seus médicos, que também não são confiáveis, pois seguem as regras da indústria. Eles receitam o remédio do laboratório que lhes dá mais vantagens, como presentes ou viagens. É uma situação difícil para o paciente. Por isso, é importante ter a opinião de mais de um médico sobre uma doença. E checar se ele é ligado à indústria. Como saber? Verifique quantos brindes de laboratório ele tem no consultório. Se houver mais de cinco, é mau sinal.  

ÉPOCA – Os laboratórios são acusados de ganhar dinheiro ao lançar remédios com os mesmos efeitos de outros já no mercado. O senhor concorda com essas acusações?  

Rost – Sim. Eles desenvolvem drogas parecidas com as que já estão à venda. Não necessariamente são as mesmas substâncias químicas. No geral, são as que apresentam os mesmos efeitos colaterais. É por isso que existem dezenas de antiinflamatórios e de antidepressivos. É muito fácil criar um remédio quando já se conhecem os resultados e as desvantagens para o paciente. O risco de falha e de perder dinheiro é muito baixo. Os laboratórios não estão pensando no benefício do paciente. É pura concorrência.  

ÉPOCA – É por isso que não se investe em tratamentos para doenças como a malária, mais comuns em países pobres?  

Rost – Não há interesse em desenvolver medicamentos que possam acabar com doenças conhecidas há décadas. Os países pobres não podem pagar essa conta. O Brasil é visto pela indústria farmacêutica internacional como um mercado pequeno. Ela se baseia em dados de que apenas 10% dos brasileiros têm condições de pagar por medicamentos. Para eles, esse número não significa nada.  

ÉPOCA – Segundo uma teoria, os laboratórios “criam” doenças para vender medicamentos. Isso é real?  

Rost – É o caso da menopausa. Sei que as mulheres passam por problemas nesse período da vida. Mas não classifico a menopausa como doença. As mulheres usam medicamentos com estrógeno para amenizar calores e melhorar a elasticidade da pele. Os laboratórios se aproveitaram dessas reações naturais da menopausa e as classificaram como graves. Quando as mulheres tomam os remédios, sofrem infarto como efeito colateral.  

ÉPOCA – As práticas ilegais da indústria farmacêutica são piores que as de outros setores, como o de tecnologia?  

Rost – Sim, porque os laboratórios lidam com vida e morte. Você não vai morrer se a televisão ou o DVD não funcionarem direito.  

ÉPOCA – Não devemos levar em consideração que, hoje, graças à pesquisa dos laboratórios, foi descoberta a cura para várias doenças e há maior qualidade de vida?  

Rost – Claro que sim. Os laboratórios fizeram muita coisa boa. Em troca de muito dinheiro.  

fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG78228-8055-480,00.html 

 

 

 

 

 

Denúncia do Jornal da Band sobre a indústria farmacêutica. Série: receita marcada. – Reportagem 1  

Apresentadora: “ Exclusivo. Comida boa, hotéis de luxo, passeios com a família. Esses são alguns dos presentes que laboratórios distribuem em todo país para que médicos indiquem seus remédios aos pacientes. 

Na primeira reportagem da série: Receita marcada, o jornal da Band denúncia o prejuízo ao consumidor com essa relação entre a indústria farmacêutica e a classe médica.” 

Repórter: Convites para simpósios em hotéis de luxo no Brasil e no Exterior com tudo pago. Jantares regados a muita comida e bebida alcoólica. Brindes e sorteios de eletro eletrônicos. 

Desde o primeiro ano da faculdade de medicina os alunos já são assediados por funcionários da indústria farmacêutica. 

Estudante de Medicina Luis Paulo Soares: A gente recebe uma amostra grátis aqui, faz uso de uma coisa ou outra aqui e no final quem...é... e o medicamento chega muito caro no mercado. 

Repórter: O orçamento mensal de dona Regina foi prejudicado. O médico da pensionista receitou um remédio que custa R$ 87,00, para hipertensão e disse que ela não poderia comprar o genérico. 

Regina Célia Rezende (Pensionista): eu vou mudar de médico, vou pra outro pra ver se é a mesma opinião. 

Dr. Clóvis Francisco Constantino (Dir. Cons. Fed. Medicina): É importante que ele mencione na prescrição dele, o nome genérico e diga ao paciente que este é o genérico e existem outras opções. Este tipo de franqueza de informação, é uma obrigação ética do médico. 

Repórter: A maioria das pessoas confia na prescrição médica. 

Arthur Biehenbar (Aposentado): Marca, você segue o que o médico manda. 

Repórter: E é disso que os laboratórios se aproveitam, do desconhecimento. Para vender os remédios a indústria farmacêutica conta com equipes que visitam com freqüência os médicos nos consultórios. Além de oferecer amostras grátis, os chamados propagandistas, dão presentes aos profissionais da medicina. 

Este homem que é propagandista há 4 anos, conta como é a relação com os médicos. 

Repórter: o que o médico pede em troca, pra prescrever os medicamentos do laboratório? 

Propagandista: muitas vezes o médico pede jantares, que o laboratório pague alguns congressos e pague algumas viagens. 

Rodrigo Hidalgo (Repórter): Essa prática é muito mais comum do que se imagina nos consultórios médicos. Segundo a OMS, 75% dos remédios prescritos não são adequados. A cada 42 min. uma pessoa é intoxicada por uso indevido de medicamento no Brasil. Muitas vezes o paciente nem precisa tomar remédio. 

Nossa equipe acompanhou um jantar promovido por um laboratório nesta churrascaria em São Paulo. Foram convidados 60 médicos, alguns deles levaram parentes. 

Repórter: O laboratório que organizou o jantar não promoveu uma palestra com especialista médico. Apenas apresentou um de seus produtos. Essa prática é proibida pela ANVISA. 

Depois do jantar todos os médicos agradeceram a cortesia. 

Médico: Excelente! Excelente! O produto é excelente. 

Alguém pergunta: Você vai indicar? 

Médico: Com certeza. 

Outro médico: Pós operatório, para todos os pacientes. 

Repórter: Em maio o laboratório Novartis, patrocinou um congresso sobre osteoporose de sexta a domingo neste Resort em Florianópolis. Passagem área e hospedagem de graça e, um desconto especial para os acompanhantes de 50 médicos. Na manhã de sábado eles assistiram a quatro palestras, o restante do fim de semana, foi livre. Na maioria das vezes os profissionais convidados são os que mais indicam os medicamentos do laboratório que patrocina o evento. 

Para verificar a venda dos produtos e quem prescreveu a indústria negocia cópias das receitas médicas com as farmácias 

Farmacêutico ou balconista: Em algumas farmácias dependendo dos propagandistas, à vezes eles pedem o CRM do médico. 

Farmacêutico ou balconista: Entendeu. Ai o que acontece? Todo o medicamento que a gente manda para o caixa, a gente manda o CRM do médico. 

Nas farmácias pequenas sempre dão “comissãozinha” para os balconistas. 

Repórter: E quanto mais consumo, mais dinheiro para a indústria farmacêutica. O setor fatura por ano 28 bilhões de reais no país, 30% são investidos em marketing. 

Apresentadora: Em nota o laboratório Novartis que patrocinou o congresso em um hotel de luxo em Florianópolis, alega que o evento teve cunho cientifico e que o objetivo do encontro foi atualizar os profissionais de saúde. 

Boechat (Jornalista âncora)): E amanhã o jornal da band vai mostrar como os propagandistas agem em hospitais, universidades e farmácias. Até amostras de remédios com tarja preta, são proibidos, portanto. São oferecidos aos médicos. 

Denúncia do Jornal da Band sobre a indústria farmacêutica. Série: receita marcada – Reportagem 3  

Transcrição da reportagem: 

Âncora: 

Aumentar em quase mil por cento a venda de um remédio Infantil de uso controlado, mas a maioria das crianças não precisaria tomar o medicamento. 

... 

Preocupada com essa agitação constante, a mãe dele decidiu buscar tratamento para o filho. O médico logo já prescreveu metilfenidato, remédio mais conhecido com o nome comercial de Ritalina.  

Dona Noêmia procurou outra opinião médica e descobriu que Pedro não precisa tomar o medicamento. 

 

Dona Noêmia 

Ainda tô nesta prática, mais o amor mesmo, do carinho, atenção. 

 

Repórter 

Quer dizer que é o jeito dele. 

 

Dona Noêmia 

É o jeito, tem que saber entender ele. 

 

Repórter of 

 

O remédio é controlado e só pode ser vendido com esse tipo de receita, de cor amarela, mas é fácil encontrar a droga sendo vendida livremente pela internet. No Brasil nos últimos quatro anos, ouve um aumento de 930% na venda da Ritalina. Em José do Rio Preto, no interior de São Paulo, 12 mil comprimidos foram vendidos por mês, em 2007, segundo o ministério da saúde, a cidade é uma das que mais prescreve o medicamento.  

 

 

Reporte of 

Segundo os especialistas o crescimento do consumo do remédio está ligado ao marketing agressivo dos fabricantes. Cerca de 70% das crianças que tomam o remédio, não tem a doença. 

 

Kátia Forli Bautheney (Psicanalista / USP) 

A indústria farmacêutica, na minha opinião, cria as doenças para que os sujeitos possam então consumir medicamento, para de certa forma, apaziguar ou diminui esses sintomas provocados por essa doença. 

 

Repórter of 

Para chamar atenção para eficácia do produto e induzir o tratamento, os dois laboratórios que fabricam o metilfenidato divulgam as pesquisas encomendadas e opiniões médicas sobre o assunto. Este artigo diz que uma em cada três crianças com transtorno é reprovada na escola. Quem informa é o laboratório Janssen-Cilag, que produz o Concerta concorrente da Ritalina.  

Este é o mais novo estudo cientifico sobre o tema produzido pelo instituto de psiquiatria da universidade federal do Rio de Janeiro. Quem patrocinou o trabalho foi o laboratório Janssen-Cilag.  

Quem toma o medicamento sem precisar, sofre com os efeitos colaterais. 

Fabio Nazaré (Neurologista) 

Cefaléia, alteração do sono e alteração do apetite são relativamente comuns. 

Reporte of 

Este menino toma Ritalina de segunda a sexta para se concentrar na sala de aula. 

Reporte 

E sábado e domingo quando você não toma, como você fica? 

Pablo Barboza (8 anos) 

Agitado. 

Reporte 

E faz o que? 

Pablo Barboza (8 anos) 

Fico brincando. 

Reporte of 

Para vender mais, os laboratórios facilitam o acesso ao remédio. 

Depoimento oculto 

O famoso Ritalina o acesso é fácil. 

Você consegue em qualquer carro de representante. 

 

Rodrigo Hidalgo (reporte – São Paulo) 

O norte americano consome 90% da produção mundial da Ritalina. Nos Estados Unidos o assunto é tratado como uma epidemia. O governo tem promovido campanhas nas escolas para informar que nem todas as crianças precisam tomar o medicamento.  

O Brasil caminha no sentido contrário. 

 

Paulo Gorayeb (Psiquiatra / UNIFESP) 

Hoje em dia prevalece, na minha opinião, na indústria farmacêutica, aquilo que a gente chama brincando de capitalismo selvagem, a ganância, o lucro a qualquer custo. 

 

Âncora 

Em nota o laboratório Janssen-Cilag, o fabricante do Concerta, afirmou que não interfere nos resultados das pesquisas cientificas que patrocina. Já o laboratório Novartis do remédio Ritalina não se pronunciou. 

 

Para assistir a reportagem na integra na internet, vá nos links abaixo: 

Reportagem 1 

http://www.band.com.br/jornaldaband/conteudo.asp?ID=92261&CNL=1 

Reportagem 2 

http://www.band.com.br/jornaldaband/conteudo.asp?ID=92062&CNL=1 

Reportagem 3 

http://bandnewstv.band.com.br/conteudo.asp?ID=92461&CNL=20 

Fonte: Transcrição do vídeo: Jornal da Band Produção: Bruna Estivalet/Pedro Mota Pós produção: Gustavo Ignatz Edição de Texto: Daniela Carlini Apresentador âncora: Jornalista Ricardo Boechat 

 

A FACE LUCRATIVA DOS NOVOS MEDICAMENTOS 

A indústria farmacêutica é a única indústria no mundo que vem obtendo um enorme aumento, de 15% a 20%, na receita — ano após ano — durante um ciclo econômico em que o restante da indústria mundial, praticamente, não teve crescimento. A enorme lucratividade global da indústria farmacêutica foi destacada na lista da revista Fortune 500. Enquanto as empresas listadas na Fortune 500 geralmente viram seus lucros despencarem 53% durante o ano de 2001, as indústrias farmacêuticas viram os seus lucros subirem 33%. Coletivamente, as 10 maiores empresas farmacêuticas da lista foram as primeiras colocadas em todas as três medidas de lucratividade da revista. Seu faturamento foi oito vezes superior ao lucro combinado de cada um dos outros setores da lista. Essa tendência continua. O total gasto em medicamentos receitados nos Estados Unidos em 2000 foi de US$132 bilhões. Em 2001, este valor subiu para US$175 bilhões, e continuou subindo. 

FONTE 

http://www.taps.org.br/Paginas/medmedic03.html 

 

As drogas farmacêuticas e as mortes que provocam 

Sylvie Simon 

Existem, nos EUA, inúmeros acidentes provocados por jovens sob a influência de drogas farmacêuticas, legalmente comercializadas e prescritas por médicos. 

Ed Harris, de Columbine High, estava sob o efeito de Luvox quando matou 12 colegas e seu professor, em Denver, no Colorado. 

 

Se qualquer um desses acidentes tivesse sido provocado por drogas proibidas, o mundo inteiro teria acusado os traficantes e os revendedores de drogas como a cocaína, o LSD, as anfetaminas e a maconha. Mas, como os medicamentos foram prescritos por médicos ou psiquiatras respeitáveis, fabricados por laboratórios de prestígio, preferimos ignorar essas “poucas mortes acidentais” que procura-se, muitas vezes, manter no anonimato. 

Fonte: Votre Santé n° 63 – dezembro de 2004  

FONTE: http://www.taps.org.br/Paginas/medmedic09.html 

 

O que os médicos não lhe contam  

A verdade sobre os riscos da medicina moderna 

Lynne McTaggart 

Thorsons, London, Inglaterra, 

2005, 2ª ed, 410 p 

Este livro representa 22 anos de pesquisa da medicina moderna. É uma crítica da medicina convencional — 400 páginas com mais de 900 referências — que recebeu aplauso de todos os lados, inclusive de médicos. 

O livro não apresenta opiniões, comentários ou boatos, mas apresenta fatos objetivos cientificamente comprovados que indicam que: 

· as vacinas nem sempre protegem. Em uma epidemia de sarampo, 99% das vítimas haviam sido vacinadas;  

· as radiografias podem ser responsáveis por 8% de todos os diagnósticos de câncer;  

· não existe prova relacionando um nível elevado de colesterol a doenças coronarianas como reação de causa e efeito;  

· pelo menos 75% de antibióticos são receitados para doenças que não respondem a antibióticos;  

· a quimioterapia nunca trouxe benefício em 90% dos cânceres;  

· apenas 10% das histerectomias estão justificadas;  

· o risco de doença coronariana aumenta com a terapia de reposição hormonal;  

· quase metade dos homens que passaram por cirurgia devido a câncer da próstata ficam impotentes.  

Quando se trata de doenças crônicas, a medicina alopática, cada vez mais industrializada, causa mais danos adicionais do que curas verdadeiras. 

Mais informações, veja o site www.wddty.co.uk  

FONTE: http://www.taps.org.br/Paginas/medartigo17.html 

 

(assista aos filmes – O JARDINEIRO FIEL e SICKO) 

 

 

TODO O MATERIAL EXPOSTO AQUI É UMA AMOSTRA DO QUÃO POLÊMICA É A MEDICINA NOS NOSSOS TEMPOS... NÃO PRETENDO DESMERECER OS MÉDICOS OU A MEDICINA, DESACREDITA-LOS, MUITO MENOS DESQUALIFICAR OS BENEFÍCIOS QUE ELES NOS PROPORCIONAM, MAS MOSTRAR O LADO OCULTO DA ESPECULAÇÃO FINANCEIRA QUE MOVE A INDÚSTRIA DA DOENÇA, EM DETRIMENTO, MUITAS VEZES, DA NOSSA SAÚDE... 

TODA A INFORMAÇÃO AQUI DISPONIBILIZADA FOI OBTIDA NA INTERNET, PODENDO E DEVENDO SER COMFIRMADA DE FORMA FÁCIL E GRATUITA, BASTANDO DIGITAR, NUM BUSCADOR TIPO GOOGLE, UMA FRASE DO TEXTO QUE FOR CONFERIR, OU USANDO OS DIVERSOS LINKS DISPONIBILIZADOS, E, AINDA, COM PROFISSIONAIS DE SAÚDE SÉRIOS E INTEIRADOS SOBRE A TÉCNICA.  

 

 

POR QUE DISTRIBUO ESTE LIVRETO 

Eu descobri essa técnica por intermédio de minha mãe, em janeiro de 2007, antes, portanto da proibição da Auto-Hemoterapia.  

Após um longo período de stress, devido a problemas particulares, ela passou a sofrer de asma gravis e pressão alta, após quase 30 anos sofrendo de pressão baixa. 

Ao participar de um congresso sobre alimentação natural, adquiriu o dvd com a entrevista do Dr. Moura.  

Forneceu-me uma cópia, dizendo que iria a um médico para iniciar o tratamento com a AH. Assim o fez. 

Por 3 meses, de fevereiro a abril, fez a AH em farmácia, com prescrição médica de 5ml por semana por 6 meses, para depois voltar para consulta de revisão. Somente o aplicador do turno da manhã da farmácia em que fazia, tinha outros 50 clientes da AH. Então pensei, se não funcionasse, as pessoas iriam abandonar esse tratamento, denunciariam seus médicos pela falta de resultados ou reações adversas ao longo de seu tratamento...  

Fiquei realmente muito preocupado, pois não conhecia a técnica. Tentei convencê-la de não fazer, que era maluquice, que se funcionasse os médicos em geral usariam, que poderia matá-la, deixá-la com uma séria infecção, que era picaretagem, enfim, fui extremamente preconceituoso por ter uma opinião unilateral. Como não consegui demovê-la de sua decisão, parti para estudar a auto-hemoterapia, para achar subsídios para minha opinião.  

Por conta disso, depois de 4 meses de pesquisa na internet, lendo relatos de centenas de usuários, todos satisfeitos com a AH, e sem conseguir achar sequer um caso de complicações advindas da AH, conversando com médicos e enfermeiros e de muito pensar, acabei me convencendo da sua eficácia. Agora estamos fazendo, eu, para tratar de crises aftas, companheiras de meus estresses corriqueiros, gripes e abscessos constantes nas amídalas, e inflamação derivada do rompimento do ligamento do joelho esquerdo. Minha esposa, para tratar de depressão e Síndrome de Pânico, TPM que lhe causava, 10 dias antes da menstruação, muitas dores intensas, baixa imunidade, gerando surtos de doenças oportunistas, dor que a fazia mancar da perna direita, enxaquecas freqüentes e plaquetopenia leve, que lhe causava hematomas de forma muito fácil. Minha mãe, que já não usa a bombinha e sem qualquer sinal de asma, e está com a pressão arterial regularizada. Minha sogra, que tomava remédio de reposição hormonal e que tinha reduzido a medicação ao mínimo por recomendação de seu médico, porque seu remédio lhe causou uma complicação hepática como efeito colateral, e que já não toma mais desde o começo da AH. Sofre de hipertiroidismo. Exames constataram redução do seu tumor benigno na garganta. Meu sogro, usou para minimizar as complicações de seu câncer de próstata e da conseqüente quimioterapia (perdeu a força nas pernas o que o fazia cair freqüentemente e durante seu sono fazia levantar várias vezes por noite) . Parou de cair, vai menos vezes ao banheiro à noite e está muito mais disposto. Desistiu por imposição de sua outra filha, enfermeira formada que mesmo vendo os resultados na nossa saúde, há quase 2 anos, é contra. Enfim, estamos todos satisfeitos e sem os males que nos afligiam. 

Baseado em fatos, em provas aqui apresentadas e em raciocínio lógico, comparando tratamentos largamente aplicados e que são de pouco conhecimento público, nas centenas de depoimentos de usuários constantes em dezenas de fóruns ou que conheço pessoalmente, na falta de denúncias de complicações, e não em argumentos vazios, em opiniões tendenciosas, marcadamente preconceituosas e mal formadas daqueles que detém o poder e se negam, sabe-se lá por quais motivações, a debater e pesquisar de forma inteligente e clara sobre a AH, tenho certeza de sua eficácia e distribuo esse livreto desde junho de 2007, para que mais pessoas tenham acesso á essa preciosa informação, e caso se convençam como eu, pratiquem a AH.  

 

 

 

Prova que eu tive de que a Auto-Hemoterapia  

não faz mal. 

 

Pratico a AH, convencido pelos depoimentos de outros usuários que conheço pessoalmente, argumentos, experimentos científicos disponíveis na internet e por uma questão de lógica, depois de muito pesquisar sobre a técnica com médicos e na internet. Entretanto, sempre baseado no necessário ceticismo, observo todos os meus sintomas e repasso nos fóruns em que participo, para fins de controle e troca de informação. Tudo que leio também.  

Mas o destino me reservou uma prova de fogo incontestável. Quis DEUS que um de meus 3 filhos, então com 10 anos, passasse por uma experiência traumática. 

Ele foi atropelado dia 11 de julho de 2007. Apesar da seriedade de seus ferimentos, graças a DEUS, não restaram seqüelas. Ele ficou internado 2 dias no hospital Lourenço Jorge, no Rio de Janeiro, sem poder ser removido, divido às fraturas lá atestadas – escápula, costela e joelho esquerdos, além de ferimentos diversos.  

Ao transferi-lo para um hospital particular, pôde sentar. Nesse momento, houve um inchaço do seu púbis, pênis e escroto. O médico de plantão do outro hospital, Santa Terezinha, falou que, se necessário, fariam a cirurgia lá mesmo. Admoestei, dizendo que se fosse realmente necessário, teria meu próprio cirurgião de confiança (Não tinha, mas não custa prevenir. Afastei qualquer oportunidade de má fé e fiz com que o cirurgião ficasse mais atento, pois passou a acreditar que seus procedimentos poderiam ser revisados por um colega com quem eu teria algum vínculo ...) Este cirurgião atestou, através de tomografias, ressonâncias e raios-x, que ele teve sangramento dos músculos da lateral esquerda que se acumularam no púbis, juntamente com um “sangramento” de fissura da sua bacia, então diagnosticada. Seu baixo-ventre ficou cheio de sangue, por volta de meio litro, por efeito da gravidade e pelo “sangue” do osso da bacia... Ele garantiu que não seria necessário, sequer, fazer punção, pois o ORGANISMO DELE IRIA ABSORVER NATURALMENTE O SANGUE. Assim ocorreu. O sangue foi totalmente absorvido em 7 dias... No 8ª dia teve alta. 

O médico só receitou antibióticos, já no 3º dia depois do acidente, para evitar que alguma contaminação que pudesse ter penetrado na sua corrente sanguínea através de seus muitos ferimentos, chegasse nesse depósito e causasse cultura, ou seja, criasse uma infecção. Se fosse menos sangue, nem antibióticos ele disse que receitaria. Tenho todos os exames e laudos para atestar esses fatos. Apesar de ter passado 2 dias sujo de lama, não teve sequer um arranhão infeccionado... Está plenamente restabelecido, tendo feito fisioterapia por 2 meses para recuperar a musculatura prejudicada pela imobilização (1 mês de cadeira de rodas e sem mover o braço esquerdo.)  

Apresentados os fatos, e não conjecturas e argumentações vazias que nos impigem os órgãos públicos, recomendo que estudem, pesquisem, e se, afinal, se convencerem como eu, façam e recomendem a todos a AH.  

 

Olivares 

 

 

 

A RESPEITO DA DEMORA EM SE OBSERVAR RESULTADOS PRÁTICOS DE UM TRATAMENTO  

Em relatos disponíveis na internet, uma pequena parcela de usuários reclama da demora em se observar remissão dos seus males, outros reclamam até mesmo de uma aparente piora momentânea, seguida da esperada remissão.  

Especialistas explicam nos fóruns esse fenômeno através da... 

 

Lei da Cura ou de Hering 

Enquanto a grande maioria relata melhoras com poucas aplicações da AH, alguns relatam tratarem-se com essa técnica por meses sem observar melhora perceptível. Aqui está, segundo médicos consultados, a explicação prática dessa disparidade temporal. (explica também o porquê que certos remédios alopáticos também tem um tempo de efeito variável de pessoa a pessoa ou até mesmo não surte efeito...)  

TEXTO DA DRA. SANDRA REGINA SOBRE A LEI DE HERING OU LEI DE CURA: 

“Retorno de sintomas:  

O retorno de sintomas este sim é inevitável e um bom sinal de que a cura está de fato se processando. Todas as vezes que temos um sintoma e, ao invés de tratá-lo, o suprimimos, na realidade, vamos colocando a doença mais para dentro.  

A lei de Hering de cura fala exatamente disso – que a cura se dá dos órgãos mais importantes para os menos importantes, de dentro para fora e de cima para baixo.  

Vamos pensar: imagine que você tem uma coceira na pele e passa uma pomada.  

A coceira vai embora. Mas você não procurou saber qual é a causa dela.  

Você simplesmente suprimiu o incômodo, o sintoma.  

O desequilíbrio da energia continua. E segue mais para dentro. E você começa a ter uma rinite, uma coriza. Então, você pinga um remedinho que faz com que ela desapareça.  

E aí você tem uma crise de asma e usa bombinha. E a crise de asma também desaparece, aparecendo então uma taquicardia – o seu coração começa a bater bem mais forte.  

Se prestarmos a atenção a doença está indo cada vez mais para dentro. Está indo também cada vez para órgãos mais importantes – da pele foi para a mucosa nasal, daí para o pulmão, daí para o coração – órgãos cada vez mais vitais.  

É natural que num tratamento homeopático vários desses sintomas que foram suprimidos voltem a aparecer.  

A isso chamamos de retorno de sintomas.  

No entanto, esse retorno é bem mais suave de quando a doença se instalou e é também bem mais rápido seu curso.  

O Problemão: 

Muitas pessoas não sabem e seus médicos esquecem de falar sobre isso e elas interrompem o fluxo da cura com medicações alopáticas.  

Outras, mesmo tendo sido alertadas sobre isso, não conseguem segurar o retorno de sintomas ou exonerações.  

A questão é que o retorno dos sintomas é também a nível mental e emocional.  

Além do que no processo de cura muitas vezes ficamos sensíveis e nos damos conta de coisas que estavam "escondidas" no nosso subconsciente.  

Tudo começa a aflorar e não depende de remédio a cura.  

Não adianta mudar medicação e sim mudança de consciência, de paradigma, de atitude.  

Depois de 21 anos de prática homeopática, percebo que tenho excelentes resultados com pessoas que estão em processo terapêutico, em trabalhos de cinesiologia, com algum tipo de aconselhamento ou acompanhamento terapêutico ...  

E um resultado precário (por mistura de outras terapias antagônicas, como antibióticos) e até abandono do tratamento de casos crônicos quando estão sem qualquer acompanhamento. 

 

fonte: http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=9499664&tid=2494378666771774606  

Leis de Hering:  

1ª Lei – De Cima para Baixo : Quando se tiver administrado o remédio homeopático correcto e na dinamização certa, a um doente, sofrendo, p.e., de dores, no decurso do processo de cura elas serão sentidas cada vez mais para baixo, no corpo, até desaparecerem totalmente.  

2ª Lei – De Dentro para Fora: Quando um órgão interno fica curado por acção de um remédio homeopático correctamente prescrito a sua acção vai notar-se exteriormente, como resultado de eliminação natural do corpo das matérias tóxicas existentes, podendo assim manifestar-se no decurso de um tratamento homeopático erupções cutâneas, aumento da excreção urinária, de fezes, suores, etc.…  

3ª Lei – Os Sintomas desaparecem na ordem Inversa ao seu aparecimento: Durante um tratamento homeopático com o remédio correctamente prescrito o primeiro sintoma a desaparecer será o último a manifestar-se no decurso da doença, e assim sucessivamente até à erradicação da totalidade dos sintomas. 

fonte: 

http://64.233.169.104/search?q=cache:-65S_gc8dAMJ:chokurei.org/terapias/homeopatia.shtml+Lei+de+Hering+Lei+de+Cura&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=9&gl=br 

A Lei de Hering diz que toda a recuperação ocorre de dentro para fora, da cabeça para os pés e em ordem inversa do aparecimento dos sintomas. À medida que o cliente está sendo liberado, por meios naturais de uma condição crônica, as membranas mucosas velhas e ressecadas vão aos poucos se umedecendo e inicia-se novamente o movimento catarral levando as toxinas e os refugos que estavam presos nas partes afetadas do corpo prenunciando o início de uma crise de recuperação. 

Embora possa parecer que houve uma recaída com o desequilíbrio crônico voltando, há uma diferença, pois que a crise de recuperação ocorre justamente no momento em que o estado geral do cliente está realmente melhorando ... 

Fonte: 

http://64.233.169.104/search?q=cache:bfgekFOtBcwJ:saudeharmonia.vilabol.uol.com.br/iridologia.htm+Lei+de+Hering&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=7&gl=br&lr=lang_pt 

Um pouco de História 

Christian Friedrich Samuel Hahnemann (criador da homeopatia), nasceu na Alemanha em 1755. Filho de uma família modesta, apesar das dificuldades financeiras, estudou química e medicina nas universidades de Leipzig, Erlangen e Viena, tendo concluído a sua licenciatura em Medicina em 1779, tornando-se um médico conceituado. 

A sua postura perante a medicina da sua época não era a da aceitação total, pois os métodos utilizados, como as purgas, as sangrias, etc., provocavam, no seu ponto de vista, um sofrimento desnecessário nos doentes, pelo que ele decidiu primeiramente seguir o princípio hipocrático: primo nil nocere, ou seja, primeiramente não prejudicar. Assim, Hahnemann abandonou a prática clínica, apesar dos protestos dos seus doentes. Passou então a sustentar a sua numerosa família, não com a prática da medicina, mas com a tradução de livros, essencialmente de medicina, visto ser ele um poliglota, que dominava doze línguas, incluindo, o latim, o grego e o hebraico. Foi no decurso desta sua actividade, quando traduzia o “Tratado de Matéria Médica” do médico escocês, William Cullen, que encontrou uma passagem que se referia à Quina, uma casca de uma árvore peruana, a Cinchona officinalis, de onde se extrai o Quinino, que era usado para tratar a malária. Segundo Cullen, a propriedade que este remédio tinha em curar a malária, devia-se ao seu sabor muito amargo. Como químico, Hahnemann não se deu por satisfeito com esta explicação simples e resolveu começar uma série de experimentações em si mesmo. Hahnemann, estando saudável, começou a ingerir diariamente duas doses de quina, e nestas suas tomas, começaram a surgir-lhe sintomas idênticos aos da malária: calafrios, entorpecimento dos membros, tonturas, etc. Estes sintomas desapareciam logo que deixava de tomar a substância e voltavam a aparecer logo que retomava a doses. Deste modo concluiu que a quina, produzia numa pessoa sã os sintomas da malária e por isso curava esses mesmos sintomas numa pessoa com malária. Hahnemann confirmou as suas descobertas com a Cinchona, ao observar que os trabalhadores das fábricas de quinino sofriam do envenenamento pela Cinchona, que era semelhante à febre intermitente. Começou então a perceber que um remédio pode provocar as condições mórbidas de doença como curá-las, quando testado em voluntários humanos saudáveis. 

Comprovava-se assim a Lei dos Similares. 

Após esta experiência seguiram-se muitas outras.... 

Hahnemann deixou várias obras, das quais se destacam: 

- Matéria Médica Pura - Organon da Arte de Curar - Doenças Crónicas  

Quem foi Constantin Hering; 

Muitos foram os seguidores de Hahnemann (criador da homeopatia) que, após sua morte, continuaram sua obra. Contudo, os que mais contribuíram para a evolução dos fundamentos da homeopatia foram Hering e Kent.  

Constantin Hering nasceu em 1o de janeiro de 1800, na Saxônia, Alemanha, e ingressou, em 1817, na Academia de Cirurgia de Dresden e, em 1820, na Faculdade de Medicina de Leipzig. Em 1833, foi morar nos Estados Unidos, onde fundou vários institutos homeopáticos, lecionou e escreveu uma grande obra, Matéria Médica, composta por dez volumes, mantendo, durante muitos anos, contatos por correspondência com Hahnemann, os quais, posteriormente, também foram publicados. Hering chegou a assistir às conferências proferidas por Hahnemann na Faculdade de Medicina de Leipzig e foi o criador de uma lei de tratamento que leva seu nome "Lei de Hering" , exposta pela primeira vez pelo próprio Hahnemann em uma das edições de seu livro Doenças Crônicas, em 1845. Morreu em 1880, tendo adquirido grande prestígio no meio médico13.  

Fonte: http://64.233.169.104/search?q=cache:T-RgEMLmZbsJ:www.scielo.br/scielo.php%3Fscript%3Dsci_arttext%26pid%3DS0104-42301997000400013+Lei+de+Hering&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=4&gl=br&lr=lang_pt 

Princípios da Prática Homeopática 

- As Leis da Homeopatia - 

1ª Lei da Experimentação em Homem São - Um remédio homeopático só o é quando tiver sido testado num indivíduo saudável. As reações animais são diferentes da resposta humana na maioria das vezes, quando testadas substâncias medicamentosas, pelo que estes testes só poderão ser feitos em humanos saudáveis. Desta forma se avaliam de forma objectiva a reacção celular do homem ao remédio em questão.  

2ª Lei do Uso do Remédio Único - Segundo Hahnemann apenas se deve usar um remédio para cada situação patológica, pois apenas um criará uma gama de sintomas iguais num indivíduo saudável. Com o desaparecimento dos sintomas da patologia que se está a tratar então usar-se-á novo remédio a fim de erradicar a doença.  

Esta lei foi sofrendo alterações com o tempo, pelos seguidores de Hahnemann. Surgiram então várias escolas:  

* O Unicismo - No unicismo o terapeuta prescreve um único medicamento, à maneira de Hahnemann, com base na totalidade dos sintomas do doente (o simillimum).  

* O Pluralismo - No Pluralismo, também conhecido por Alternismo, o terapeuta prescreve dois ou mais medicamentos para serem administrados em horas distintas, alternadamente, com a finalidade de um complementar a acção do outro, atingindo, assim, a totalidade dos sintomas do paciente.  

* O Complexismo - No Complexismo, o terapeuta prescreve dois ou mais medicamentos para serem administrados simultaneamente ao paciente.  

No complexismo industrial existem formulações farmacêuticas pré-elaboradas com associações medicamentosas afins, sendo muitas vezes uma mistura de dois a 5 medicamentos, normalmente em potências baixas (escala decimal) podendo-se classificar os medicamentos por números, colocando-se em cada patologia uma espécie de catálogo numerado de patogenias, ou seja, que englobam um grande número de sintomas relacionados. 

* O Organicismo - No Organicismo, o terapeuta prescreve o medicamento visando aos órgãos doentes, considerando as queixas mais imediatas do paciente. Esta conduta, portanto, acha-se bastante próxima da medicina alopata, que fragmenta o ser humano em órgãos e sistemas. Numa visão organicista o terapeuta fixa-se apenas no problema local, não levando em conta os sintomas emocionais e mentais, que possam estar relacionados ao problema.  

3ª Lei da Mínima Dose - Quando Hahnemann percebeu que o uso de remédios provocava aos pacientes reacções exageradas ou agravamento dos sintomas, resolveu diluir os remédios de forma a retirar-lhes toda a toxicidade, tornando uma substância perigosa numa substância inofensiva, mas que ainda assim agia sobre o indivíduo curando a doença.  

4ª A Lei dos Similares - Similia similibus curantur – O semelhante cura o semelhante.  

Esta lei é o fulcro de toda a Teoria Homeopática.  

Um remédio só deverá ser escolhido se num indivíduo saudável produzir uma gama de sintomas similares à gama de sintomas patológicos observados no indivíduo doente após administração do remédio.  

As reações orgânicas curativas provocadas pelo remédio homeopático produzem-se numa determinada ordem ou direção:  

Sempre pesquise, questione se informe, Essa é a melhor forma de se proteger... 

Fonte: http://64.233.169.104/search?q=cache:T-RgEMLmZbsJ:www.scielo.br/scielo.php%3Fscript%3Dsci_arttext%26pid%3DS0104-42301997000400013+Lei+de+Hering&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=4&gl=br&lr=lang_pt 

 

ADENDO 

Alimentação natural... um dos pilares da saúde. 

Um dos principais alimentos: ÁGUA! 

Seu corpo é composto de 70% de água. Água parada apodrece. Para repor essa água e proceder a devida limpeza orgânica, devemos consumir água, muita água. 2 ou 3 copos pela manhã, em jejum e outros tantos durante todo o dia. Como saber se está consumindo água na medida certa? Sua urina deverá estar sempre clara e sem odor! Não se assuste, no início irá incomodar um pouco, mas criado o hábito, você se adapta, assim como pessoas que bebem pouca água ou as que bebem muita cerveja se acostumaram... Dizem que muita água pode prejudicar os rins. Ora, prejudicaria se essa água estivesse com outros componentes como sucos, chás etc, que teriam que ser filtrados... Pura, essa água somente irá limpar seus rins e seu organismo... Coloque água mineral de boa qualidade em um filtro de barro e veja como fica a “vela” do filtro. Como a água está limpa, o filtro também ira ficar... (pesquise sobre a função e o funcionamento dos rins) 

ALIMENTAÇÃO NATURAL, A SAÚDE AO SEU ALCANCE... 

1 KL DE GRANOLA COM CASTANHA DO PARÁ E DE CAJU 

1 KL DE AVEIA INTEIRA 

1 KL DE GERME DE TRIGO 

2 OU 3 COLHERES DE SOPA BEM CHEIAS DE FARINHA DE ARROZ (COMPRE ARROZ INTEGRAL E TRITURE, É MAIS GARANTIDO) 

2 OU 3 COLHERES DE SOPA BEM CHEIAS DE LINHAÇA 

2 OU 3 COLHERES BEM CHEIAS DE SEMENTE DE GERGELIM  

MISTURE TUDO E TRITURE LEVEMENTE, SEM DEIXAR VIRAR PÓ, MANTENDO A CONSISTÊNCIA DAS FIBRAS. INGIRA COM IOGURTE NATURAL OU DE SABORES, NA PROPORÇÃO PALATÁVEL. SUBSTITUA LANCHES E REFEIÇÕES AO MÁXIMO. NO PRIMEIRO DIA DEVERÁ ACONTECER UMA REAÇÃO BRUSCA QUANTO À DIGESTÃO (LINHAÇA)... RÁPIDAMENTE SE REGULARIZARÁ... 

EVITE CARNE VERMELHA, FRITURA, CONDIMENTOS E TEMPEROS INDUSTRIALIZADOS, EMBUTIDOS, ENLATADOS, ETC, ETC, ETC.... 

ALIMENTOS: QUANTO MAIS NATURAIS E MENOS MANIPULADOS/PROCESSADOS MELHOR... 

Da página: www.saude.gov.br/nutricao 

Conheça outros alimentos com propriedades funcionais: 

Aveia: rica em fibras, pode diminuir o risco de desenvolvimento de câncer de cólon e auxiliar na diminuição dos níveis de colesterol ruim (LDL) do organismo quando ingerido diariamente (crua ou cozida).  

Maçã: tem propriedades antioxidantes e é rica em fibras solúveis. A ingestão regular de maçã também ajuda a reduzir as taxas do colesterol prejudicial ao organismo, prevenindo problemas cardíacos. 

Uva: a casca da uva, utilizada na preparação do vinho tinto e no suco de uva, contém fitoquímicos conhecido por terem quercetina, que aumenta o colesterol bom (HDL) no sangue, prevenindo doenças cardíacas. Dê preferência ao suco de uva em vez do vinho.  

Brócolis: por ter substâncias bioquímicas conhecidas como indóis e isotiocianatos, previne alguns tipos de câncer e pode auxiliar na redução de colesterol. 

mentes: ricas em gordura benéfica (insaturada) que auxilia no nível de colesterol bom (HDL) e diminui o ruim (LDL), auxiliam na prevenção de doenças cardíacas. São excelentes fontes de vitamina E e têm poder antioxidante. 

Prebióticos e Probióticos 

Prebióticos também são considerados alimentos funcionais. São definidos como suplemento alimentar constituído por microorganimos vivos que auxiliam no equilíbrio microbiano intestinal. Auxiliam no bom funcionamento do intestino e podem ser utilizado para combater a constipação ou no tratamento da diarréia. Bons exemplos de probióticos são os iogurtes, mas preste atenção: precisa ser iogurte com bactérias vivas --ou seja, com os prebióticos. 

Os probióticos conhecidos são Bifidobacterium e Lactobacillus, em especial Lactobacillus acidophillus. Esses microorganismos são adicionados comumente no leite. Ao serem ingeridos, eles agem produzindo compostos como as citoquinas e o ácido butírico, que favorecem a presença de bactérias benéficas ao organismo e diminuem a concentração de bactérias e microorganismos indesejáveis. 

Probióticos são alguns tipos de fibras contidas nos alimentos. São considerados a parte do carboidratos não digerível pelo organismo, podendo auxiliar na manutenção da flora intestinal, prevenindo a constipação intestinal e a diarréia. Uma outra propriedade é auxiliar na redução da absorção de açúcares e gorduras. 

Uma dieta saudável é um dos passos para a saúde. 

Andrea Galante é mestre e doutoranda em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de São Paulo, e presidente da Associação Brasileira de Nutrição. Escreve quinzenalmente na Folha Online, às terças-feiras. 

Para saber mais consulte: www.saude.gov.br/nutricao  

Suco de luz do sol ou Suco de Clorofila 

O suco de clorofila, extraído de grama do trigo, está começando a ser cada vez mais frequente nas casas de produtos naturais. O suco é ideal para pessoas que prezam a saúde, fazendo maravilhas ao organismo.A Clorofila contem enzimas que são fundamentais para a renovação das células, auxiliando inclusive na beleza. Outro grande benefício é a capacidade que ela tem de reconstruir orgãos e tecidos. A composicão proteica do suco desidratado e de 47,7%, composta por todos os aminoácidos necessários para o bem-estar humano. Entre eles, oito são indispensáveis: lisina, isoleucina, leucina, triptofano, fenilanina,treonina, valina e metionina. Esses aminoácidos produzem energia, combatem o envelhecimento, ajudam o crescimento corporal, ajudam no equilíbrio físico, mental e emocional, estimulam a digestão, ativam o cérebro, acalmam os nervos, limpam e regeneram as células do fígado e dos rins e, como se não bastasse, ainda ajudam no crescimento do cabelo. A clorofila também fortalece o sistema imunológico, normaliza a produção de hormônios, desintoxica o sangue, reduz os efeitos a exposição de radiação e age contra a arteriosclerose, obesidade, osteoporose e artrite, alem de ser utilizada em tratamentos contra o cancêr a Aids. E tem mais: ativa o funcionamento do coração, favorece o sistema vascular, o útero, os intestinos e os pulmões, alem de purificar o corpo, neutralizar as toxinas, dissolver cicatrizes dos pulmões e eliminar os efeitos do monóxido de carbono, presente principalmente em quem fuma.Coloque 2 maçãs picadas sem sementes no liquidificador. Bata com a ajuda de um pepino como socador para auxiliar a extrair o líquido que mora dentro dos vegetais. Acrescente um punhado de grãos germinados, folhas verdes comestíveis: couve, chicórea, hortelâ, o legume e a raiz escolhida na proporção indicada, variando ashortaliças sempre que possível e privilegiando as de produção orgânica. Coe num coador de pano e beba logo em seguida. E se delicie com a força da energia vital! 

FOLHAS, GRÃSO GERMINADOS E FRUTAS NA PROPORÇÃO DA FIGURA. AO LADO 

 

Entrevista com Ana Branco no Programa Alternativa Saúde, GNT 

 

Como germinar grãos: 

1. Colocamos de uma a três colheres de sopa de grãos num vidro e cobrimos com água limpa.  

2. Deixamos de molho por uma noite (8 horas).  

3. Cobrimos o vidro com um pedaço de filó e prendemos com um elástico. Despejamos a água e enxaguamos bem sob a torneira.  

4. Colocamos o vidro inclinado num escorredor num lugar sombreado e fresco  

5. Enxaguamos pela manhã e à noite. Nos dias quentes é preciso lavar mais vezes  

Os grãos iniciam sua germinação em períodos variáveis. Em geral estão com a sua potência máxima logo que sinalizam o processo do nascimento, quando ficam prontos para serem consumidos. 

Sugestões de sementes: 

Todas as sementes comestíveis, tanto pelo homem como pelos pássaros: girassol, painço, niger, colza, aveia, trigo, linhaça, arroz, soja, centeio, gergelim, grão de bico, amendoim, lentilha, nozes, castanha do Pará, amêndoas, ervilha, feno-grego, etc. 

 

 

Fonte: http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/anabranc/portugues/biochip_suco.html 

 

 

 

 

PROCUREM POR KEFIR OU TIBICOS, ERRONEAMENTE CHAMADOS DE SEMENTES DE COGUMELOS DO SOL.  

REGULA E PURIFICA O CORPO E O SANGUE...  

ENTÃO, O QUE É KEFIR? 

Extraído do sites: http://paginas.terra.com.br/saude/kefir/faq_preparacao.htm http://br.geocities.com/kefirbrasil/ 

Kefir é uma bebida Probiótica de leite fermentado ou cultivado com Grãos de Kefir (lactobacilos vivos), refrescante que se originou nas Montanhas do Cáucaso Setentrional a muitos séculos atrás..... Há uma variedade aproximada de 40 compostos aromáticos, que contribui ao único e raro sabor e aroma do Kefir. Kefir Tradicional só pode ser preparado cultivando Leite ( todos os tipos ) com Grãos de Kefir. Grãos de Kefir são uma mistura complexa de bactérias específicas e leveduras que tem uma relação simbiótica e harmônica. Grãos de Kefir não podem ser confundidos por grãos de cereais, por exemplo. Os Grãos de Kefir ou "grânulos" são de fato "uma cultura mãe" natural. A estrutura é criada pelos esforços de uma relação simbiótica, compartilhada entre uma mistura vasta de bactéria amigáveis específica e da levedura. Os grãos são uma massa gelatinosa branca biológica (biomassa), incluída de proteína, lipídios (gorduras) e um solúvel-polissacarídeo complexo (* Kefiran). Estes micróbios não só criam esta bio-estrutura de matriz, mas também são abrigadas pela muitas estruturas que eles criam; uma na superfície do grão (interior e exterior), ou encapsulados dentro da bio-matriz propriamente. 

VIRTUDES DO KEFIR 

A principal virtude do Kefir é restabelecer a flora intestinal normal, tão importante para uma boa digestão e assimilação dos nutrientes ingeridos. Para compreender este efeito, vamos ampliar um pouco mais o tema.  

Quando se alteram os hábitos alimentares para o padrão adulto, a flora muda, pois a dieta tem uma marcada influência sobre a composição relativa da flora intestinal e fecal. Uma alimentação rica em proteína animal (ex: carne) produz putrefações intestinais; altera-se a flora bacteriana normal, aparecendo uma quantidade excessiva de germes da putrefação. No intestino superior do adulto predominam os lactobacilos, mas no Ílio inferior e o ceco, a flora é fecal. As bactérias e leveduras do Kefir transformam a flora intestinal putrefativa, substituindo-a pelos bacilos láticos de propriedades anti-sépticas e que resistem ao pH muito baixo. Também produz as secreção de uma substância anti-putrida que persiste ainda após o desaparecimento dos bacilos. Quer dizer que muda a putrefação (prejudicial para o organismo humano) pela fermentação lática. Segundo investigações da Universidade da Prata, os microrganismos presentes no Kefir combatem particularmente a Escherichia coli, temida bactéria responsável por afecções, com a síndrome urêmico hemolítico, que pode ter conseqüências letais em crianças pequenas. O Kefir apresenta propriedades antivirais, antifúngicas e antibióticas, estimulando o sistema imunológico. Está especialmente indicado em doenças do aparelho digestivo, tais como úlceras, colites ulcerosas,intolerância gástrica, etc. è muito útil em uso externo para patologias dérmicas (Acne, eczemas, psoríase, alergias, etc.), dado que é um poderoso anti-séptico que ajuda a curar ferida. Seu uso continuado produz muito bons efeitos em convalescença após graves doenças.( ONDE CONSEGUIR: O kefir é distribuído gratuitamente. Basta procurar na internet. Não compre o kefir, a fim de evitar possíveis fraudes no fornecimento do produto e para não alimentar o mercantilismo. O kefir se reproduz rápida e facilmente, devendo ser distribuído de graça.) fontes: http://www.cienciadoleite.com.br/kefir.html 

onde conseguir de graça: 

http://paginas.terra.com.br/saude/kefir/obter_graos.htm http://br.geocities.com/graos_de_kefir/origem.html 

http://www.centrovegetariano.org/index.php?article_id=394 http://geocities.yahoo.com.br/kefirbrasil/index.html 

 

Faça bom uso de sua inteligência... Faça bom uso da informação... 

As terapias não substituem as bases indispensáveis à boa saúde : boa alimentação e estilo de vida saudável.  

Qualquer terapia é uma muleta que ajuda o organismo a se restabelecer.  

Ela só vai fazer efeito duradouro se o doente mudar em sua alimentação, em seu estilo de vida e em sua mente, os fatores que estão provocando seus problemas de saúde. 

"Se alguém busca obter saúde, pergunte, em primeiro lugar, se futuramente ele está disposto a evitar as causas de sua doença— só depois procure ajudá-lo." 

Sócrates. 

 

Fiquem com DEUS... 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

parte 1 parte 2 parte 3 parte 4 parte 5

Olivares Rocha
44 anos
- RJ

[voltar]

envie este texto a seus amigos

Busca Saúde
Pesquisa personalizada








Atenção: NÃO USE informações aqui divulgadas para substituir uma consulta médica. Seja prudente, consulte um médico, quando entender necessário, para o correto diagnóstico e eventual tratamento".

[ir para a participação que motivou este comentário]
 
  AHT HEMOTERAPIA: Informações & Debate, Depoimentos, Publicações e Vídeos (2007 - 2021)
Fique livre para divulguar informações aqui disponibilizadas.
Agradecemos a citação da fonte.
webmaster@hemoterapia.org