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Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Quinta-feira, 30 de julho de 2009 - 17:47:09 
parte 1 parte 2 parte 3 parte 4 parte 5

A AH NA OFTALMOLOGIA 

Queimaduras oculares são freqüentes e decorrem principalmente da manipulação inadequada de substâncias químicas. Evoluem comprometendo permanentemente a acuidade visual e a superfície ocular. A injeção subconjuntival de soro autógeno parece ser uma alternativa, embora pouco difundida em nosso meio, talvez pela dificuldade de acesso e pouca divulgação das línguas em que estes estudos foram publicados (pesquisa bibliográfica realizada encontrou somente textos em Russo, Tcheco, Chinês e Polonês). Foi publicado um estudo em que a aplicação de sangue autógeno subconjuntival, após queimadura ocular, levou a menos simbléfaro e leucomas cicatriciais da córnea. O soro autógeno parece aumentar a regulação de Mucina-1 nas culturas de células epiteliais conjuntivais; talvez possua propriedade bactericida, fatores de crescimento, vitamina A(1) e citoquinas que podem auxiliar a suprir a deficiência da lágrima e interferir na manutenção da superfície ocular... 

Revista Brasileira .oftalmologia vol.66 no.4 Rio de Janeiro July/Aug. 2007 

Uso do concentrado de plaquetas em doença da superfície ocular 

No 23º pós-operatório foi iniciado colírio de concentrado de plaquetas autólogo 6x/dia O método de obtenção do concentrado de plaquetas foi desenvolvido a partir de trabalhos publicados anteriormente... 

Nesse sistema, por meio de uma punção venosa em fossa antecubital, o sangue do próprio paciente foi drenado para um dispositivo de separação... Em dois ciclos, coletamos 72 ml de concentrado de plaquetas. Avaliamos os índices hematimétricos do paciente, antes e após o procedimento, e do concentrado de plaquetas (Coulter - ActDiff) 

Outro emprego do sangue autólogo na oftalmologia consiste em produzir um colírio à base de do sangue do paciente. Centrifuga-se o sangue descartando-se o plasma. O colírio de sangue, rico em substâncias cicatrizantes e estimuladoras do crescimento celular, é aplicado nos olhos de pacientes que sofreram queimaduras seja por calor ou produtos químicos. 

 

Dr. José Álvaro Pereira Gomes 

Tratamento do olho seco 

Nos casos severos de olho seco, pode-se utilizar soro autólogo puro ou diluído, conforme a gravidade do problema. O soro autólogo tem componentes essenciais que se encontram presentes na lágrima, como vitamina A, EGF e fator de crescimento transformador beta (TGF-b). A preparação desse colírio deve ser feita em laboratório estéril e com experiência na manipulação de sangue para diminuir o risco de contaminação. 

http://www.universovisual.com.br/publisher/preview.php?edicao=0302&id_mat=107 

 

Cuidados Gerais com os Olhos Durante as Internações Hospitalares 

Dr. Sérgio Kandelman 

Chefe do Serviço de Oftalmologia do Hospital Barra D'Or. 

Colírio de soro autólogo, ou seja, produzido a partir de sangue do próprio indivíduo, centrifugado, embora requeira manuseio específico de relativa complexidade, tem resultados já estabelecidos.  

Fontes: 

http://www.praticahospitalar.com.br/pratica%2031/paginas/materia%2018-31.html 

 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27492004000500020&lng=e&nrm=iso&tlng=e 

 

http://www.scielo.br/pdf/abo/v67n5/22211.pdf 

 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-72802007000400008&lng=en&nrm=iso&tlng=pt 

 

Dr. Ricardo Reis - oftalmologista 

Oftalmologista especialista em Catarata, Glaucoma, Transplante de Córnea, Cirurgia Refrativa, e Ceratocone – Clinique Sourdille – frança, membro da Americam Academy of Oftalmology, membro do Banco de Olhos de Baltimore USA, membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. 

Pratica os tratamentos acima elencados, afirmando serem de grande utilidade. 

Procedeu injeção de sangue autólogo para cicatrização em rompimento de cirurgia ocular para tratar glaucoma (injetou sangue dela no seu olho), em um parente meu. Injetou 2ml. para reparar lesão provocada por impacto em ponto cirúrgico. Havia perda de visão. Cinco horas após a aplicação do sangue, a visão foi plenamente restabelecida. 

Rua Francisco Sá, 23 sala 1207 tel. 2247-1781 

( WWW.OFTALMOLOGIABRASIL.COM.BR ) 

Atesta-se, portanto, que os tratamentos similares ao Tampão Sanguíneo Peridural e ao Fator de crescimento Plaquetário, são empregados com sucesso na Oftalmologia. Novamente comprova-se a eficácia no uso do sangue do paciente como agente de cura ou recuperação de sua saúde. Tal qual a AH...  

 

 

TIPOS DE COLETA DE CÉLULAS-TRONCO 

Existem três tipos de transplantes: 

... 

Coleta de células progenitoras do sangue periférico ( por aférese) 

Quais são as fontes de células mãe/progenitoras para a realização do TMO? 

As células a serem transplantadas para reconstituir a medula óssea do paciente podem ser obtidas a partir da coleta da medula óssea na região posterior da bacia, através da filtração do sangue venoso, quando se obtém as células-tronco do sangue periférico estimuladas por medicamentos ou ainda do sangue de cordão umbilical. 

Tipos de TMO ou transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH)  

Autólogo : a medula óssea ou as células- tronco são retiradas do próprio paciente, armazenadas e reinfundidas após o regime de condicionamento a fim de eliminar células malignas e reconstituir a medula óssea; 

As células são coletadas( filtradas) do sangue em circulação. As células-tronco a serem transplantadas não são encontradas normalmente na circulação sanguínea e para serem coletadas são primeiramente estimuladas a se multiplicarem na medula óssea, e migram para a circulação. Esse resultado é obtido com a injeção de proteínas chamadas de fatores de crescimento, como o fator estimulador de colônias de granulócitos, ou G-CSF. Esse fator de crescimento é administrado diariamente como uma pequena injeção subcutânea, durante 4 a 5 dias e os sintomas são semelhantes a uma gripe. 

Para colher as células-tronco para o transplante, um equipamento separador de células (máquina de aférese) retira o sangue de uma veia do braço, extrai as células-tronco e a seguir devolve o sangue para o corpo do paciente. Esse processo pode exigir que o paciente fique no hospital por 4 horas em média. O procedimento não causa dor, não há necessidade de anestesia geral e as células são armazenadas até o momento do uso. 

 

Fonte: http://www.ameo.org.br/interna2.php?id=27 

 

SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O DESENVOLVIMENTO DA CIÊNCIA 

 

“célula-tronco (CT) é definida como a célula com capacidade de gerar diversos outros tipos celulares. As principais fontes das células-tronco hematopoiéticas são a medula óssea, o sangue periférico, após mobilização dos precursores hematopoiéticos através do uso de citocinas e, mais recentemente, o sangue de cordão umbilical humano (4).”  

Fonte:http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=s000967252004000300018&script=sci_arttext 

A AH NA MEDICINA CIRÚRGICA 

TAMPÃO SANGUÍNEO PERIDURAL 

 

 

 

CONHECIDO COMO BLOOD PATCH, CURATIVO DE SANGUE, PLACA DE SANGUE OU TAMPÃO SANGUÍNEO PERIDURAL, É UMA TÉCNICA CRIADA PARA TAMPAR COM SANGUE AUTÓLOGO, FURO NA MEMBRANA DA COLUNA, CRIADO PELA AGULHA DA ANESTESIA PERIDURAL, OCASIONANDO PERDA DE LÍQUIDO. ESSA PERDA DE LÍQUIDO PROVOCA TERRÍVEIS ENXAQUECAS, EM ALGUNS CASOS INCAPACITANTES. - “CRIADA NA DÉCADA DE 60, UMA TÉCNICA NA QUAL SE REALIZA UMA INJEÇÃO DE SANGUE AUTÓLOGO (DA PRÓPRIA PESSOA) NO ESPAÇO EPIDURAL, PRÓXIMO AO ORIFÍCIO DA PUNÇÃO DURAL. [...] PESQUISADORES DO DEPARTMENT OF ANESTHESIOLOGY AND CRITICAL CARE E DO DEPARTMENT OF EMERGENCY MEDICINE AND SURGERY, GROUPE HOSPITALIER PITIÉ-SALPÊTRIÈRE, UNIVERSITÉ PIERRE ET MARIE CURIE, NA FRANÇA, REALIZARAM UM ESTUDO PARA SE AVALIAR A EFETIVIDADE DESSE MÉTODO NO TRATAMENTO DA CEFALÉIA PÓS-RAQUIANA E OS FATORES QUE LEVAM A SUAS FALHAS. OS PESQUISADORES CONCLUÍRAM QUE A PLACA DE SANGUE É UM TRATAMENTO EFETIVO PARA A CEFALÉIA PÓS-RAQUIANA .” FONTE: ANESTHESIOLOGY 2001; 95: 334-39.  

A REVISTA BRASILEIRA DE ANESTESIOLOGIA APRESENTA INFORMAÇÃO SOBRE ESSA MESMA TÉCNICA: “TAMPÃO SANGÜÍNEO PERIDURAL EM PACIENTES TESTEMUNHAS DE JEOVÁ. RELATO DE DOIS CASOS. EPIDURAL BLOOD PATCH IN JEHOVAH’S WITNESS. TWO CASES REPORT”. Disponível em: 

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sciarttext&pid=S0034-70942003000500010 

http://www.praticahospitalar.com.br/pratica%2051/pdfs/mat%2025.pdf 

 

HTTP://WWW.SAJ.MED.BR/UPLOADED/FILE/ARTIGOS/CAFALEIA%20POS-PUNCAO%20ACIDENTAL.PDF 

 

 

- OZÔNIOTERAPIA – 

É UMA TERAPIA APLICADA DE FORMA SEMELHANTE À DA AHT, COM O SANGUE DO PRÓPRIO PACIENTE, TRATADO ANTES POR MEIO DE OZÔNIO; OZÔNIO É UM “GÁS AZUL PÁLIDO, MUITO OXIDANTE E REATIVO, QUE É UMA VARIEDADE ALOTRÓPICA DO OXIGÊNIO”. (V. DICIONÁRIO AURÉLIO) ESSE TRATAMENTO É USADO EM DIVERSOS PAÍSES. 

http://www.guia.heu.nom.br/ozonioterapia.htm 

A AH NA ODONTOLOGIA E NA ORTOPEDIA FACIAL: 

TERAPIA DO PLASMA RICO EM PLAQUETAS 

 

Plasma Rico em Plaquetas (PRP) em Enxerto dos Maxilares 

Desde o ano de 2004, o Instituto de Formação e Aperfeiçoamento Profissional (IFAP), introduziu em seus cursos de Implantodontia e Cirurgia Avançada para Implantodontia a utilização do plasma rico em plaquetas (PRP). Baseado na literatura internacional sobre o assunto e, posteriormente, na monografia apresentada pelo cirurgião dentista, Dr. Ronald Luiz Santos Barros, sob a orientação do Dr. Jorge Marques, este chegou à conclusão de que deveria disponibilizar aos alunos do IFAP e a seus pacientes, tanto dos cursos quanto os particulares, o conhecimento deste tão importante avanço da ciência, no que se refere à regeneração e crescimento ósseo, buscando realizar a colocação de implantes dentais ósseo-integrados. 

 

 

Abaixo, formulamos perguntas para que, através das respectivas respostas, os leitores possam se inteirar melhor sobre o assunto.  

O que é plasma rico em plaquetas (PRP)?  

 

 

O PRP, como o próprio nome já diz, é o plasma do sangue  

separado das hemácias, contendo uma grande concentração de  

plaquetas.  

 

 

O que são plaquetas? 

Plaquetas são células sanguíneas que têm grande participação na coagulação do sangue, e que têm a capacidade de liberar substâncias conhecidas como fatores de crescimento, os quais participam ativamente da regeneração e crescimento do osso. 

 

Como se obtém o plasma rico em plaquetas?  

 

Colhe-se de 10 a 30ml de sangue do paciente que,após passar 

por processos laboratoriais de centrifugação,é separado em  

diversas fases,onde retira-se o plasma rico em plaquetas . 

 

 

 

Como se utiliza o PRP? 

Depois de separado das outras fases do sangue centrifugado, o plasma rico em plaquetas é colocado em banho-maria para acelerar sua coagulação. Depois desse processo, o PRP apresenta-se com uma consistência de gel, e aí será misturado ao osso que se vai enxertar nos maxilares do paciente. 

Dr. Jorge Marques Mestre em Cirurgia Buço-maxilo-facialProf. de Diagnóstico Bucal e Cirurgia Odontológica da UEFSChefe do Serviço de Cirurgia Buco-maxilo-facial do HGCA Diretor do IFAP.  

 

FONTE: http://www.ifap.com.br/plasma.htm 

- PLASMA RICO EM PLAQUETAS - PRP. NA ODONTOLOGIA UTILIZA-SE UMA TÉCNICA CHAMADA P.R.P. - PLASMA RICO EM PLAQUETAS - NA QUAL RETIRA-SE O SANGUE DO PACIENTE, CENTRIFUGA-SE, MISTURA-SE COM MATERIAL DE ENXERTIA ÓSSEA, SEJA AUTÓGENO OU BIOMATERIAL, PROMOVE-SE A COAGULAÇÃO FORMANDO UM GEL DE PLAQUETAS E FAZ-SE ENXERTOS ÓSSEOS POR TODA A FACE DO PACIENTE, INCLUSIVE DENTRO DO SEIO MAXILAR, UMA ÁREA EXTREMAMENTE INERVADA E VASCULARIZADA, SEM QUALQUER PERIGO, TÉCNICA ESSA COM CENTENAS DE PESQUISAS PELO MUNDO AFORA. 

HTTP://64.233.169.104/SEARCH?Q=CACHE:2HTPNQGWISYJ:WWW.INSTITUTOVELASCO.ORG.BR/REVISTA0001/EXP-CLINICA.PHP+IMPLANTE+%C3%93SSEO+ODONTOLOGIA+SANGUE+AUT%C3%93LOGO&HL=PT-BR&CT=CLNK&CD=8&GL=BR&LR=LANG_PT 

UTILIZAÇÃO DE PLASMA RICO EM PLAQUETAS EM ENXERTOS ÓSSEOS - PROPOSTA DE UM PROTOCOLO DE OBTENÇÃO SIMPLIFICADO. 

FONTE: http://www.odontologia.com.br/artigos.asp?id=225&idesp=6&ler=s 

TRATAMENTO DE FERIDAS ATRAVÉS DA AUTO-HEMOTERAPIA: 

“Discussão e resultados : 

ADB, 48 anos, branca, do lar, diagnostico de esclerodermia, portadora de extensas feridas com predominância de tecido necrótico, envolvendo os membros inferiores dos joelhos para baixo e outra ferida com cratera profunda na mama direita. Iniciou tratamento com a autohemoterapia em agosto de 2006, recebendo durante quatro meses aplicações de 20ml de sangue nas 12 primeiras semanas e 10ml da 13a. semana em diante. O sangue era colhido de veias periféricas, escolhidas criteriosamente alternando-se semanalmente os locais da punção nos MSD e MSE da cliente. As injeções do sangue colhido foram feitas nos músculos ventroglúteo, glúteos máximo e mínimo direito e esquerdo, também se alternando as regiões de aplicação e aplicando-se 5ml em cada uma de quatro regiões, por via intra muscular profunda, utilizando-se seringa de 20ml e agulha 25 X 7 para a punção e 30X8 para as aplicações. A limpeza das feridas era realizada nas mesmas ocasiões com técnica limpa, constando de irrigação direta das lesões com solução isotônica de cloreto de magnésio a 10%. O uso do cloreto de magnésio para limpeza de... 

Neste estudo de caso, utilizou-se como tratamento base a auto-hemoterapia, terapia alternativa que se por um lado foge dos domínios da especulação científica, por outro parece que se afirma cada vez mais com a observação sistematizada dos fatos, algo que vive e manifesta-se com êxito crescente na prática clínica, embora ainda não tenha sido classificada e sistematizada pelo positivismo da ciência médica contemporânea. ...Diante das evidências inequívocas deste estudo, concluímos que a auto-hemoterapia como fator de incremento da imunidade natural do organismo, mostrou-se eficiente ao ser utilizada como um tratamento coadjuvante em feridas e lesões da pele. “  

Referências Bibliográficas  

ABBAS, Abul. Imunologia celular e molecular. 4. ed. Rio de Janeiro; Revinter 2003.  

MOURA, Luiz. Auto-Hemoterapia, multimídia DVD, 2006.  

MICHAEL W. Mettenleiter, M.D. Autohemotransfusion in preventing postoperative lung  

complications, FACS, 1992.  

CLAMAN HN. On scleroderma, mast cells, endothelial cells and fibroblasts. JAMA 1999; 262: 1.206-9. UMEHARA H, KUMAGAI S, MURAKAMI M et al. Enhanced production of interleukin-1 and tumo necrosis factor alfa by cultured peripheral blood monocytes from patients with scleroderma.  

Arthritis Rheum 1990; 33: 893-7. GEOVANINI, Telma. Manual de Curativos. São Paulo: Ed. Corpus, 2006. KUHNE. Louis. Água: A nova ciência de curar. 7a.ed.SP: Hermus, 1996. fonte: http://www.medicinacomplementar.com.br/pdf/tema150808b.pdf 

UTILIZAÇÃO DE PRP EM FERIDAS CRÔNICAS – DIABETES. ESTUDO CLÍNICO: 

http://72.14.205.104/search?q=cache:-oUjL9VoXG0J:www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-23012008-121950/+plasma+rico+em+plaquetas&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=8&gl=br 

OBSERVEM O SEGUINTE: AINDA QUE AS TERAPIAS ACIMA ELENCADAS NÃO SEJAM EXATAMENTE A AUTO-HEMOTERAPIA AQUI DIVULGADA E DEFENDIDA, SEMÂNTICAMENTE, ESTAS SÃO SIM, A MESMA COISA: TRATAMENTO DE SAÚDE USANDO SANGUE DO PRÓPRIO PACIENTE COMO AGENTE DE CURA. 

DICIONÁRIO AURÉLIO: 

aut(o)-1 

[Do gr. autós.]  

Elemento de composição.  

1.= ‘por si próprio’, ‘de si mesmo’: autismo, autocrítica, auto-emesia, automóvel. [Auto- é seguido de hífen, quando anteposto a palavra iniciada por vogal, h, r, ou s. E, em tais casos, apenas o 2o elemento é flexionado na formação do plural.] 

hemoterapia 

[De hem(o)- + -terapia.]  

Substantivo feminino.  

1.Terap. Tratamento mediante o uso de sangue ou de integrantes dele (plasma, hemácia, etc.). 

ACUSAM A AH DE PODER CAUSAR ABSCESSOS, INFLAMAÇÕES, REAÇÕES AUTO-IMUNES E OUTRAS COMPLICAÇÕES FUTURAS INESPECÍFICAS (?) AINDA QUE NÃO HAJA QUALQUER DENÚNCIA CONTRA A AH EM TODOS OS ÓRGÃOS DE FISCALIZAÇÃO SANITÁRIA E DE SAÚDE DO BRASIL, ASSIM COMO NOS ÓRGÃOS DE DEFESA DO CONSUMIDOR, EM MAIS DE 40 ANOS DE RECEITA POR MÉDICOS, SEM RESTRIÇÕES, ATÉ ABRIL DE 2007, ENQUANTO AS TERAPIAS ACIMA DESCRITAS, QUE, COMO A AH USAM INJEÇÃO DE SANGUE AUTÓLOGO NO CORPO DO DOENTE PARA RESTABELECER A SAÚDE, NÃO SOFREM QUALQUER AMEAÇA DE COMPLICAÇÕES... O SANGUE E O CORPO SÃO OS MESMOS, AINDA QUE OS RESULTADOS DOS TRATAMENTOS SEJAM UM POUCO DISTINTOS... ENTÃO, ONDE FICAM ESTAS REAÇÕES ADVERSAS E COMPLICAÇÕES? 

AO SE CONFIRMAREM OS EFEITOS MALÉFICOS COM QUE NOS TENTAM AMEAÇAR AS AUTORIDADES QUE DEPÕEM CONTRA A AH, É DE SE CONSIDERAR COMO MILAGRE QUE SOBREVIVAMOS À SIMPLES HEMATOMAS. 

Dicionário Aurélio: 

hematoma 

[De hemat(o)- + -oma1.]  

Substantivo masculino.  

1.Cir. Tumor (1) formado por sangue extravasado:  

“apresentava um braço completamente roxo, como se um hematoma feio o houvesse coberto em toda a extensão.” (Antônio Versiani, Paisagens Humanas, p. 3). 

 

Para praticar a AH o interessado terá de prescindir de acompanhamento médico, em função da decisão da ANVISA, que proibiu que médicos a prescrevessem, claro que dentro dos critérios aqui descritos e das normas de extração e aplicação do sangue, de higiene e assepsia. Nada que um bom enfermeiro com prática não possa fazer ou ensinar... QUASE DE GRAÇA!!! ( SEMPRE DEVE-SE CONSULTAR UM MÉDICO). 

ENTÃO, SE ESTOU CORRETO, POR QUE A TERAPIA DE FATOR DE CRESCIMENTO E AS OUTRAS TÉCNICAS ACIMA DESCRITAS NÃO SÃO PROIBIDAS ENQUANTO QUE A AH, MENOS INVASIVA, POIS NÃO SE ADITIVA OU ALTERA O SANGUE INJETADO, MAIS EFICIENTE E ABRANGENTE E INCOMPARAVELMENTE MAIS FÁCIL E BARATA, SENDO, NA VERDADE QUASE DE GRAÇA, ESTÁ PROIBIDA?  

A AUTO-HEMOTERAPIA FOI CRIADA POR MÉDICOS, RECEITADA POR MÉDICOS, DE DOMÍNIO DOS MÉDICOS, ATÉ A INVENÇÃO DA SERINGA DESCARTÁVEL, E DESCONHECIDA DO GRANDE PÚBLICO, ATÉ SUA DISSEMINAÇÃO PELA INTERNET...  

ENQUANTO ERA DE DOMÍNIO DOS MÉDICOS, DESCONHECIDA, TUDO BEM, NÃO ERA INCONVENIENTE, PREJUDICIAL, NOCIVA E OUTRAS BALELAS DELIRANTES COM QUE TENTAM AMEDRONTAR OS QUE DELA TOMAM CONHECIMENTO. (POSTO QUE QUEM A PRATICA, NUNCA VIU ESTAS TERRÍVEIS AMEAÇAS) ...  

MAS QUANDO SE TORNOU FÁCIL DE FAZER (SERINGA DESCARTÁVEL) E PÚBLICA (FOI PARAR NA INTERNET), AÍ VIROU A VILÃ DA VEZ, AS AUTORIDADES "DESCOBRIRAM" A AH E SEUS MALEFÍCIOS SOMBRIOS...  

As autoridades sanitárias da Alemanha devem ser muito relapsas por ainda não a terem proibido lá também... (na Alemanha a AH é praticada há mais de 75 anos) 

Representantes de órgãos de fiscalização do Brasil foram a público e, "chutando o pau da barraca" da ética, sem qualquer prova, avacalharam e desmoralizaram um colega (Dr. Luiz Moura) de forma direta, e a todos os outros médicos que a prescreviam, por tabela, sem qualquer pudor ou consideração... Acusaram, inclusive, o pobre de lucrar com a pirataria, com a venda do dvd com sua entrevista, apesar de ser distribuído entre usuários, já estar na internet, de graça, por obra dos repórteres que a produziram... 

 

 

 

CARTA ABERTA AO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA E CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO SOBRE O DEPOIMENTO DOS PRESIDENTES DOS REFERIDOS CONSELHOS SOBRE O USO DO TRATAMENTO DENOMINADO AUTO-HEMOTERAPIA. 

 

Sr(a)s Profissionais de Saúde, sou filho do médico Dr. Luiz Moura que teve a imagem denegrida no programa de televisão “Fantástico” da TV Globo exibido no dia 22/04/2007. A credibilidade das informações divulgadas em um programa de variedades exibido em uma rede de televisão não deve ter o mesmo peso que o depoimento de um presidente de um conselho profissional. O que se viu na matéria citada acima foi a divulgação (indevida e não autorizada) de um depoimento gravado em vídeo dos resultados obtidos com a prescrição pelo Dr. Luiz Moura do tratamento com auto-hemoterapia, pitacos de um repórter, depoimentos de pacientes satisfeitos com o tratamento e entrevistas com presidentes de conselhos profissionais totalmente despreparados (e desinformados) para exercer função tão importante para a sociedade brasileira.  

A começar pela presidente do CRM-RJ, Dra. Márcia Rosa de Araújo; este conselho em janeiro de 2006 autorizou o Dr. Luiz Moura a realizar o tratamento com auto-hemoterapia em decisão unânime de seus conselheiros. Que papelão doutora, desconhecer as decisões tomadas pelos seus pares em data tão recente!  

Bem, temos também o depoimento do presidente do CFM, Dr.Edson Andrade, chamando meu pai de picareta e afirmando que o mesmo estaria ganhando dinheiro com um vídeo gravado por pessoas sérias que não concordam que um tratamento tão eficaz e barato caia no esquecimento porque não está na moda. Dr.Edson Andrade se o senhor tivesse se dado ao trabalho de fazer uma pesquisa rápida pela internet poderia ter se esquivado de dar este depoimento vergonhoso, mas a notoriedade concedida instantaneamente pelos meios de comunicação faz com que algumas pessoas esqueçam de algo chamado ética.  

Sr(a)s. Presidentes do CFM e CRM, caso estejam realmente interessados em defender a população e a classe médica de profissionais que não professam os ideais de Hipócrates, acessem o site do Institute of Sciense (www.instituteofSciense.com) e adquiram uma versão em pdf por US$ 27.00 do trabalho "Autohemotherapy Reference Manual & Historical Review" de autoria de S. H. Shakman. Este pesquisador listou 916 artigos publicados no período de 1905 a 1982, sendo que ao final do trabalho nas referências bibliográficas temos os autores, período dos estudos e países onde foram realizados os congressos ou foi publicado o artigo. O que mais chama a atenção é a diversidade de países onde os estudos foram realizados, tais como China, Rússia, Alemanha, Romênia, Itália, Espanha, França, Bélgica, etc. Caso haja interesse por trabalho de médicos brasileiros temos também: - Imunoterapia –Dr. Ricardo Veronesi, - Autohemotransfusão - Doutor Jessé Teixeira - Auto-Hemoterapia – Dr. Luiz Moura, Prof. Dr. José de Fellipe Junior, Dra. Berenice Wilke.  

Srs. presidentes do CFM, CRM-RJ, CRM-PE, Conselho Federal de Farmácia e da Sociedade Brasileira de Hematologia - Auto-Hemoterapia é uma técnica que está sendo estudada e utilizada desde 1905 em diversos países com inúmeros relatos de melhora ou cura dos pacientes; o que mais é necessário para ser aprovada? Ao utilizar o conceito citado pelo(a)s Sr(a)s (o tratamento não têm fundamento científico ou não foi comprovada a sua eficácia), eu acredito que 90% dos medicamentos em uso hoje deixariam de poder figurar nas prateleiras das farmácias. Qual remédio precisa de cem anos de pesquisa para ser aprovado? Chamar alguém de picareta porque esta pessoa estuda e aplica os conhecimentos obtidos para curar ou amenizar o sofrimento das pessoas, sei lá, acho melhor deixar o julgamento sobre este senhor a cargo das pessoas que conhecem meu pai e se beneficiam de um tratamento que por ser barato e eficiente e jamais estará na moda e na mídia. Que Deus nos proteja dos poderosos picaretas!  

Alvaro Moura, 30 de abril de 2007. 

FONTE: http://www.buscamizade.com/trombone_ver.php?id=11064  

http://www.portalbrasil.eti.br/reportagem_hemoterapia_carta_aberta.htm 

A FALTA DE INDICAÇÃO, O “ESQUECIMENTO” DA EFICÁCIA DESSA TÉCNICA PELOS MÉDICOS (SALVO ALGUNS PROFISSIONAIS MAIS DESPRENDIDOS), A VISÃO “MÍOPE” DA CLASSE MÉDICA (PROVAVELMENTE, PRESSIONADA DIRETA OU INDIRETAMENTE PELA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA) EM RELAÇÃO AOS RELATOS DOS USUÁRIOS, SEMPRE POSITIVOS, A VOLUNTÁRIA IGNORÂNCIA DOS ÓRGÃOS DITOS COMPETENTES EM RELAÇÃO AOS DIVERSOS TRABALHOS CIENTÍFICOS DISPONÍVEIS SOBRE A TÉCNICA E, FINALMENTE, A PROIBIÇÃO PELA MEDICINA OFICIAL, CAPITANEADA PELA ANVI$A E OUTROS ÓRGÃOS BUROCRÁTICOS, CUJOS DIRIGENTES SÃO NOMEADOS POR NOSSOS ILUSTRÍSSIMOS E ILIBADOS POLÍTICOS, DEVEM-SE, ACREDITO, AO POUCO OU NENHUM RETORNO FINANCEIRO QUE ESTA PROPORCIONA. PELO CONTRÁRIO, AO SE UTILIZAR A AH, MUITOS ALCANÇAM A CURA OU REMISSÃO DE VÁRIAS DOENÇAS, LIBERANDO-OS DE TRATAMENTOS PALIATIVOS CAROS E DEMORADOS, OCASIONANDO MENOR CONSUMO DE MEDICAMENTOS, REDUZINDO O LUCRO DA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA...  

SOMENTE ALGUMAS SERINGAS MENSAIS, UM TÉCNICO, QUE EM QUALQUER FARMÁCIA COBRAVA PARCOS R$ 10,00 ATÉ A PROIBIÇÃO, É O CUSTO DA AH PARA O PACIENTE.  

JÁ PARA OS MÉDICOS MERCENÁRIOS E LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS...  

Pode-se atestar a eficiência da ANVISA no cuidado com a vigilância sanitária e com a saúde da população no caso da adulteração do leite mineiro (seria só lá?) com ácido e água oxigenada, caso só denunciado pela Polícia Federal, pois a ANVISA só tomou conhecimento pelo noticiário. Há pouco noticiou-se que, em laudo sigiloso, o Ministério Público atestou que esse leite é tóxico, podendo ser mesmo mortal, contrariando orientação oficial da ANVISA, que havia liberado o consumo desse leite, informando ser caso de crime contra o consumo e não contra a saúde pública.  

Existem diversos trabalhos científicos disponíveis na internet e depoimentos de praticantes comprovando a eficácia da técnica. O motivo que se depreende da sua obscura proibição e da falta de apoio por parte de muitos médicos que conhecem a técnica mas não a receitam, só pode ser a falta de retorno financeiro para os laboratórios e seus médicos de algibeira (que mesmo não sendo a maioria, se fazem fortemente presentes), com suas “amostras grátis de remédios”, na maioria, novos e desconhecidos do mercado (somos cobaias involuntárias). Pelo contrário, caso a Auto-Hemoterapia seja amplamente difundida e aplicada, estes perderão uma grande parte da sua receita, já que quem se trata com essa técnica, se cura ou melhora de suas mazelas, levando seus médicos a dispensarem ou pelo menos reduzirem a medicação indicada, na maioria das vezes. Basta ler os depoimentos dos usuários, sempre atestando a eficácia da técnica. 

Casa-grande e senzala  

A arbitrária proibição e posterior caça as bruxas contra os médicos que receitavam a AH há anos, implantadas pelos órgãos que deveriam ser de saúde, mas que parecem de doença, guardam estranha similaridade com um dos tabus alimentares mais conhecidos no Brasil, de norte a sul: faz mal chupar manga e tomar leite, em seguida, porque causa congestão. O tabu é antigo e teria surgido na época do Brasil colonial, quando os fazendeiros o inventaram, para evitar que os escravos chupassem manga, cuja safra era abundante, e tomassem leite às escondidas, por ocasião das ordenhas, diminuindo assim o volume do produto que chegava à casa-grande. Foi disseminada a crença entre os escravos que a mistura poderia até matar.  

Até hoje querem nos manter escravos da ignorância... 

Por quanto tempo ficaremos à mercê de crendices criadas para nos manipular? 

Fonte: : 

TABUS alimentares: superstições que sobrevivem ao tempo?  

Essa é a minha opinião... Leia, raciocine e forme a sua. 

CASO QUEIRA SE INTEIRAR MAIS SOBRE O ASSUNTO, EXISTEM ALGUNS EXCELENTES SITES DISPONÍVEIS: 

CAMPANHA NACIONAL EM DEFESA DA AUTO-HEMOTERAPIA, http://www.campanhaauto-hemoterapia.blogspot.com/ onde temos diversos links para consulta, e toda orientação necessária para conhecer a AH. Objetivos: I - promover DESAGRAVO AO CIDADÃO MÉDICO – DR. LUIZ MOURA, pelos ataques e acusações a ele dirigidos por alguns representantes de sua própria categoria profissional; 

II - defender o direito de aplicação e uso da referida técnica terapêutica, passando a expor e peticionar, pelas razões e nos termos seguintes. O ORIGINAL DO TEXTO-BASE PETIÇÃO ENCONTRA-SE DATADO, ASSINADO E REGISTRADO NA CIDADE DE SETE LAGOAS/MG, EM 31/07/07, NO CARTÓRIO DE REGISTRO DE TÍTULOS E DOCUMENTOS E REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS JURÍDICAS; PROTOCOLO Nº 62026; REGISTRO NO LIVRO Nº C-45, SOB Nº 34105. A COLETA DE ASSINATURAS DAR-SE-Á EM LISTA PRÓPRIA, QUE CONTÉM MENÇÃO EXPRESSA AO REFERIDO REGISTRO E AOS LOCAIS PARA ENVIO. 

EM http://www.orientacoesmedicas.com.br/pesquisa_virtual_sobre_auto-hemoterapia.htm, é disponibilizada uma PESQUISA  

sobre Auto-hemoterapia, com controle estatístico de depoimentos voluntários dos usuários. O índice de satisfação com o tratamento é de 98,04 %.. 

 

Neste link temos uma enorme relação de sites sobre a AH: 

http://paginas.terra.com.br/saude/Autohemoterapia/ 

Ou em http://inforum.insite.com.br/39550 , onde temos centenas de depoimentos de usuários, na sua esmagadora maioria, satisfeitos com a AH, não constando qualquer reclamação de complicação da prática. Comunidades no Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7768575 

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7739092 

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=8697443 (Pessoas que têm doenças raras e degenerativas – Ex.: Mal de Alzheimer) 

Pesquise pelo termo Auto-Hemoterapia no site www.radiojornal.com.br , digite no campo de busca desse site o termo Auto-Hemoterapia, selecione áudio e ouça a explanação do Dr. João Veiga Filho, médico cirurgião e Secretário da Saúde de Olinda, ou no Jornal Folha de Pernambuco, edição de 27 de abril de 2007. O Dr. Veiga, explica mais sobre a auto-hemoterapia e deixa registrado seu repúdio à matéria do Fantástico, que também o entrevistou. Ele coordenou uma pesquisa sobre esse tratamento, relatando sua eficácia. 

Fonte: http://jc.uol.com.br/radiojornal/audios.php?mode=busca&palavra=auto++hemoterapia&busca=1&x=9&y=9 

Na Rádio Câmara, www.camara.gov.br, existe o Áudio da entrevista do Dr. Paulo Varanda, concedida à rádio da Câmara, onde este ensina tudo sobre essa técnica e o porquê da sua proibição. (é possível fazer download do arquivo, se preferir) 

23/05/2007 Entrevista na Rádio Câmara (Palavra de Especialista): 

Auto-Hemoterapia - Bloco 01 (19'19'') (a favor) – médico praticante defensor, Dr. Paulo Varanda 

Auto-Hemoterapia - Bloco 02 (14'27'') (contra – diretor de Conselho de medicina  

 

http://www2.camara.gov.br/internet/radio/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/radiocamara/default.asp?selecao=PESQUISA&codVeiculo=2&assunto=Contains%28m%2E%2A%2C%27%22auto%22+AND+%22hemoterapia%22%27%29  

No MSN temos o seguinte link: 

http://groups.msn.com/Auto-Hemoterapia/_whatsnew.msnw 

O Doutor Moura, que eu tive o prazer e a honra de conhecer no dia 12/12/07, em entrevista adiante transcrita, distribuída em dvd ou na internet gratuitamente, ensina a prática da Auto-Hemoterapia e descreve a sua eficácia, com o objetivo de trazer à baila um tratamento eficaz, barato, sem contra indicações ou efeitos colaterais, sem restrição de idade, podendo ser usada por grávidas, crianças ou idosos, aplicável em qualquer doença ou enfermidade, mesmo as viróticas ou congênitas, acessível a todas as camadas da população, mas boicotado pela comunidade médica, sem explicações, sendo usada com sucesso, seguramente, por milhares de pessoas no Brasil e no mundo, desde o início do século passado, como se pode atestar nos diversos fóruns na internet sobre o assunto, para curar ou tratar as mais variadas enfermidades ou simplesmente como preventivo. 

Nunca houve casos de reações adversas ou efeitos colaterais denunciados, sendo receitada por vários médicos corajosos e desprendidos como o Doutor Moura há muitos anos, desde a sua descoberta, por volta de 1912, até sua proibição arbitrária. Entretanto, apesar da proibição e do aparente sacrifício de se fazer, afinal ninguém gosta de agulha, todos os praticantes continuam fazendo a AH, porque estão conseguindo sucesso com a técnica.  

Posso atestar que duas agulhadas semanais (uma para tirar o sangue e outra para injetar em seguida no músculo) são muito menos dolorosas do que parecem. Ainda mais se compararmos com o sofrimento que as doenças tratáveis ou evitáveis com a AH , provocam... 

O Dr. Luiz Moura, médico respeitado, teve a coragem de divulgar essa técnica, conhecida e muito usada no passado, mas misteriosamente “abandonada”, que nos protege, cura ou auxilia no tratamento de diversas doenças, contrariando interesses dos que vivem de nossas doenças. 

 

 

 

Um pouco do que se acha no site: CLUBE DO CÉTICO 

http://clubecetico.org/forum/index.php/topic,8361.150.html 

Presidente da SBHH – Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, Carlos Chiatone: “Algum paciente reclamou de danos causados pela auto-hemoterapia?  

Até o momento não...” (Se em mais de 40 anos não houve denúncias, seus praticantes humanos e animais, além de ter um poder mental incrível (haja placebo aí) tem muita sorte...) 

Matéria do Fantástico da rede Globo de Televisão: 

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/Fantastico/0,,AA1522894-4005-668052-0-22042007,00.html 

“Até hoje, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Conselho Federal de Medicina não recebam relatos de danos provocados pela auto-hemoterapia.” 

Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais: 

“De acordo com o órgão federal, alguns pacientes recorriam a essa terapia, no passado, devido à carência de recursos apropriados para a manutenção da saúde”  

então, servia no passado? 

A bão... 

“Segundo o primeiro secretário do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRMMG), o médico João Batista Soares, os perigos do método consistem na coleta e aplicação do sangue de forma errada e ou com material contaminado e a possível infecção dos músculos que recebem o sangue.”  

Então não seria da auto-hemoterapia, mas dos cuidados do procedimento...  

A bão... 

“As pessoas que se propõem a passar pela auto-hemoterapia estão perdendo tempo quando poderiam estar fazendo um tratamento sério e adequado, disse.” 

Mas nunca se pregou o abandono de tratamento algum, somente usar a AH concomitantemente ou como preventivo, como uso...  

A bão... 

“Heliana começou a utilizar o tratamento em si mesma e em seus familiares antes de indicar para seus pacientes. Não faria uma coisa na qual não confiasse. É um método eficaz e, entre os meus pacientes que o usam, é unânime a satisfação. Duvido que algum deles queira parar o tratamento, afirmou.  

A ginecologista disse ainda que a polêmica criada em torno da auto-hemoterapia é semelhante às ocorridas em relação à fitoterapia e homeopatia, por exemplo.  

?Essas também eram vistas com maus olhos antes de serem reconhecidas. Acho que é uma questão de tempo para que a Anvisa reavalie a importância da auto-hemoterapia, disse.” 

“Desde que interrompeu as aplicações de sangue no músculo, Luciana voltou para o antigo procedimento com cortisona. 

Arquiteta diz que manterá tratamento 

Mesmo com a proibição do uso da auto-hemoterapia pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a arquiteta belo-horizontina Aline Candian, 30, não deixará de se submeter a essa prática.  

Ela sofre de púrpura doença auto- imune que ocasiona a baixa de plaquetas no sangue e disse que depois que começou tal tratamento, sua qualidade de vida melhorou muito.  

“Segundo Aline, além de não manter sua taxa de plaquetas em um nível sadio entre 150 mil e 450 mil plaquetas no organismo, sendo que a sua estava em cerca de 10 mil o tratamento alopático com os hematologistas gerava muitos efeitos colaterais.  

Ganho de peso, queda de cabelo, erupções na pele do rosto e mau humor excessivo eram os que mais a incomodavam.  

Sei que a auto-hemoterapia não é reconhecida pelo Ministério da saúde mas confio plenamente na competência do médico que me trata. Não fui irresponsável de me tratar com qualquer pessoa. Escolhi um médico competente, que entende do assunto. Outra coisa da qual tenho certeza é que não sofri desse efeito placebo, que muitos falam. Se fosse o meu psicológico que influenciasse os resultados, outras terapias também teriam me ajudado, afirmou ela, que, atualmente, tem a ajuda de uma enfermeira para fazer as aplicações de sangue.” 

http://www.crmmg.org.br/Noticias/Saude/news_item.2007-05-07.4430276423 

1 1-coleta de sangue 2  

2- Dona Vera, mulher do Dr. Luiz Moura, recebendo dele aplicação de auto-hemoterapia. (disponível no vídeo da entrevista) 

 

 

 

 

ADIANTE, A ENTEVISTA DO DOUTOR MOURA... 

AUTO-HEMOTERAPIA, CONTRIBUIÇÃO  

PARA A SAÚDE 

Apresentação: 

Auto-Hemoterapia, segundo Dr. Luiz Moura: 

 

“É um recurso terapêutico de baixo custo, simples, que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo, estimulando assim o Sistema Retículo-Endotelial, quadruplicando os macrófagos em todo organismo.”. 

Método utilizado há mais de 100 anos, quase desapareceu com a chegada de antibióticos, na década de 40. Hoje, em vista da sua utilização da auto-hemoterapia em larga escala - por praticamente todas as camadas da população brasileira - há um movimento popular a favor da sua aceitação formal. Fortes estímulos são os depoimentos de usuários relativos aos resultados saudáveis obtidos, a um baixo custo. Outros argumentos são os estudos e textos científicos disponíveis,especialmente na internet – onde circula estimativa de que 20.000.000 (vinte milhões) de pessoas já assistiram o DVD 

Auto-Hemoterapia – Conversa com Dr. Luiz Moura. É uma oportunidade de transformação benéfica para todos nós. Cada um, que deseja, faz o que está ao seu alcance. São inúmeros aqueles que - sem tornar público seus nomes e sem usufruírem do reconhecimento - têm contribuído para o bem de todos, das mais diversas formas e lugares. Só uma contabilidade cósmica para vislumbrar este mistério. 

Carla Michalik Morad, Eduardo Santana, Joaquim Marçal de Souza, 

Karla Kinhirin e Lina Costa cuidaram de transcrever o que Dr. Luiz Moura falou 

no DVD realizado por Ana Martinez e eu. 

D. Vera Moura e o próprio Dr. Luiz Moura revisaram o texto que abaixo disponibilizamos.  

Pela clareza e profundidade do conteúdo, acreditamos que será benéfico para muitos. 

Ao final, após a texto transcrito, incluímos uma relação de sites com informações sobre auto-hemoterapia: textos científicos e jornalísticos, DVDs virtuais e informações em geral. 

A nosso favor temos o tempo e a história. 

Com prazer,  

 

Luiz Fernando Sarmento Rio de Janeiro, 04 de março de 2008 

O que é a auto-hemoterapia?  

 

É uma técnica simples, em que, mediante a retirada de sangue da veia e a aplicação no músculo, ela estimula um aumento dos macrófagos, que são, vamos dizer, a Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) do organismo. 

 

Os macrófagos é que fazem a limpeza de tudo. Eliminam as bactérias, os vírus, as células cancerosas, que se chamam neoplásicas. Fazem uma limpeza total, eliminam inclusive a fibrina, que é o sangue coagulado. Ocorre esse aumento de produção de macrófagos pela medula óssea porque o sangue no músculo funciona como um corpo estranho a ser rejeitado pelo Sistema Retículo Endotelial (SRE). Enquanto houver sangue no músculo o Sistema Retículo Endotelial está sendo ativado. E só termina essa ativação máxima ao fim de cinco dias.  

 

A taxa normal de macrófagos é de 5% (cinco por cento) no sangue e, com a auto-hemoterapia, nós elevamos esta taxa para 22% (vinte e dois por cento) durante 5 (cinco) dias. Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) dia, começa a declinar, porque o sangue está terminando no músculo. E quando termina ela volta aos 5% (cinco por cento). Daí a razão da técnica determinar que a auto-hemoterapia deva ser repetida de 7 (sete) em 7 (sete) dias.  

 

Essa é a razão de como funciona a auto-hemoterapia. É um método de custo baixíssimo, basta uma seringa. Pode ser feito em qualquer lugar porque não depende nem de geladeira - simplesmente porque o sangue é tirado no momento em que é aplicado no paciente, não há trabalho nenhum com esse sangue. Não há nenhuma técnica aplicada nesse sangue, apenas uma pessoa que saiba puncionar uma veia e saiba dar uma injeção no músculo, com higiene e uma seringa, para fazer a retirada do sangue e aplicação no músculo, mais nada. E resulta num estímulo imunológico poderosíssimo.  

 

Então, realmente é um método que poderia ser divulgado e usado em regiões sem recursos, em que as pessoas não têm condições de pagar estímulos imunológicos caríssimos, como, por exemplo, os fabricados de medula óssea. Fazem-se medicamentos - eu não posso dizer o nome do medicamento, porque não estou aqui fazendo propaganda, mas é um medicamento caríssimo - que se usa para produzir o mesmo efeito da auto-hemoterapia, que é o lisado de timus de vitela, que foi fabricado, isso eu posso falar, é um lisado de timus de vitela, tem um nome de fantasia, mas na realidade, a essência do produto é um lisado de timus de vitela submetido a um fermento digestivo, que se transforma num medicamento, mas é de custo muito alto, enquanto que a auto-hemoterapia produz o mesmo efeito a custo baixíssimo. Portanto podendo ser usado em todas as camadas da população sem nenhum problema, aí, essa é que é a grande vantagem!  

 

Início e aplicação da prática da auto-hemoterapia  

 

Eu comecei a aplicar a auto-hemoterapia ainda como estudante de medicina, em 1943, quando eu entrei para a faculdade de medicina. Eu entrei na Faculdade Nacional de Medicina, que era na Praia Vermelha (no Rio de Janeiro). E o meu pai foi professor dessa mesma faculdade, e ele era também chefe de enfermaria da Santa Casa, e era cirurgião geral. Primeiro me ensinou como tirar sangue e aplicar no músculo, e ele me mandava para casa de todo paciente que ele operava. Eu tinha que ir na véspera da internação aplicar no paciente 10 (dez) ml de sangue, e 5 (cinco) dias depois, ele não esperava cair à taxa a zero não, e cinco dias depois eu fazia a mesma a aplicação no paciente, ainda internado, porque naquele tempo as internações, duravam em média uma semana. 

 

O que eu não sei é como é que ele tinha coragem de operar comigo auxiliando, porque eu só sabia era segurar os instrumentos e mais nada. Acho que ele operava sozinho porque o que eu sabia era só segurar os instrumentos e mais nada. O que eu tinha aprendido, a única coisa, era tirar sangue da veia e aplicar no músculo, mais nada. E nunca houve problema nenhum. Ele teve com isso uma das taxas menores que eu já vi até hoje de infecção hospitalar.  

 

Ele fazia isso porque o trabalho do professor Jesse Teixeira - que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias, e que resultou num prêmio de cirurgia, no maior prêmio de trabalho publicado em 1940 e foi traduzido em duas línguas, para o francês e para o inglês - esse trabalho foi um sucesso enorme. 

 

O meu pai usava esta técnica, porque ele tinha lido o trabalho de Jesse Teixeira. Este tinha 150 (cento e cinqüenta) cirurgias, operações das mais variadas, comparadas com outras 150 (cento e cinqüenta) cirurgias idênticas. Teve 0% (zero por cento) de infecções pós-operatórias, quando aplicado o sangue. E nas outras em que não aplicava - a título de contraprova, ele não aplicava o sangue, as mesmas cirurgias - ele teve 20% (vinte por cento) de infecções. Porque naquela época o grande problema eram infecções pulmonares no pós-operatório, porque a anestesia era feita com éter, e o éter irritava muito os pulmões. Havia uma facilidade muito grande de infecções pulmonares.  

 

Aprendi isso com ele. E me limitei a usar durante muitos anos a auto-hemoterapia exclusivamente para evitar, tratar de infecções, acne juvenil (que é uma infecção de estafilococos) e também evitar infecções pós-cirúrgicas. Nesse tempo eu era cirurgião, então eu também usava o mesmo método. A finalidade é basicamente combater bactérias.  

 

Só a partir de 1976 é que eu passei a usar numa amplitude muito maior, graças a um médico, Dr. Floramante Garófalo, um ginecologista, que era assistente do diretor do hospital Cardoso Fontes em Jacarepaguá e que era a pessoa que mais conhecia equipamento hospitalar do Brasil.  

 

Ele já estava aposentado, tinha 71 anos. E foi chamado pelo Dr. Amaury de Carvalho, que era o diretor, para equipar o hospital, porque este tinha sido um sanatório de tuberculosos, e foi transformado no Hospital Geral, então precisava que todas as clínicas fossem equipadas e ele foi ser assistente do Diretor. Um dia, o professor Garófalo ou Dr. Garófalo - bem, vamos dizer professor porque ele merecia ser chamado de professor - chega se queixando de uma dor, uma dormência que sentia na perna quando fazia uma caminhada de 100 a 200 metros. Tinha que sentar na rua, no meio-fio porque não conseguia mais andar. 

 

Eu então disse para ele, “Olha Dr. Garófalo, você tem que ser examinado por angiologista.”. Nós temos um excelente aqui, chama-se Dr. Antônio Vieira de Melo - primo-irmão do Sérgio Vieira de Melo que morreu lá no Iraque. E então ele vai ter que examinar esta perna. Ele examinou primeiro com aparelho, e disse: “Há uma obstrução na sua coxa direita, na parte média da coxa.”. Aí o Dr. Garófalo disse assim: “Bom, mas de que tamanho?”. “Só fazendo uma arteriografia.”. Então fomos para o raios-X, que mostrou 10 (dez) centímetros de artéria entupida.  

 

Foi dito a ele pelo angiologista Antônio Vieira de Melo: “Olha, só há uma solução. Fazer uma prótese. Tirar uma parte desta artéria, esses 10 cm e substituir por uma prótese de material plástico chamado Dralon.”. O Dr. Garófalo, rindo, disse: “Em mim você não vai fazer isso não, porque eu não quero virar um homem biônico. Hoje é essa artéria da coxa, amanhã será a do braço ou da outra perna. Então eu vou só fazendo prótese? Não, quem vai me curar é a auto-hemoterapia.”. E me pediu que eu aplicasse nele. 

 

Ele trazia a cada 7 (sete) dias uma seringa, já tudo preparado, e eu fazia a aplicação da auto-hemoterapia. No fim de 4 (quatro) meses, ele me disse: "Não sinto mais nada, estou bom.". Eu disse: “O Dr. Antônio Vieira de Melo é quem tem que lhe dar a alta.“. Fomos ao Dr. Antônio Vieira de Melo, que disse: "Eu não acredito nisso, é impossível! Isso é sugestão. Você se convenceu tanto com essa auto-hemoterapia que você está achando que está bom.". Garófalo disse: "Agora eu ando quilômetros, não tenho mais problema nenhum. Bom, pode ser sugestão.". Então eu dei a resposta: “Bom, não há por que a gente discutir se é sugestão ou não. Garófalo, você se submete a outra arteriografia?”. Ele disse: “Pra já! Vamos lá!”.  

 

Fomos para o raios-X. E não havia mais obstrução alguma. E assim ele viveu até noventa e tantos anos passando aqui nessa rua General Roca. Ele morreu com mais de 95 anos, sem nunca ser operado. Como compensação, resolveu me dar de presente dois trabalhos: um do Dr. Jesse Teixeira e outro do Dr. Ricardo Veronesi. 

 

Há um intervalo entre esses dois trabalhos de 36 anos, um é de 1940 e o outro de 1976. Mas a impressão é que um foi feito para o outro, para combinar, um com o outro. Porque? Porque enquanto o trabalho do Dr. Jesse Teixeira se limitava à ação da auto-hemoterapia em evitar infecções pós-operatórias, o do professor Ricardo Veronesi, que é professor da Universidade de Santos, a imunologia já tinha avançado muito mais e se tinha descoberto que o Sistema Retículo - Endotelial (SRE) tem muitas outras funções além de combater as bactérias, muito mais do que isso.  

 

As principais funções do Sistema Retículo Endotelial são (em itálico, texto retirado do trabalho do Dr. Ricardo Veronesi. Entre parênteses, comentários e explicações do Dr. Luiz Moura):  

 

1) Clearance (limpeza) de partículas estranhas provenientes do sangue ou dos tecidos, inclusive células neoplásicas (cancerosas), toxinas e outras substâncias tóxicas. 

 

2) Clearance de esteróides e sua biotransformação. (Eliminação dos hormônios, os esteróides). 

 

3) Remoção de micro agregados de fibrina e prevenção de coagulação intra vascular. (É o motivo pelo qual eu tomo auto-hemoterapia, para evitar enfartos e tromboses, tromboses cerebrais, enfartos das coronárias, porque ela faz a prevenção da coagulação intra-vascular, remove um possível entupimento que possa ter havido, como removeu a fibrina que entupia a artéria femoral do Dr. Garófalo. Por isso é que eu uso auto-hemoterapia.).  

 

4) Ingestão do antígeno, seu processamento e ulterior entrega aos linfócitos B e T. (O antígeno que produz a reação alérgica, tendo uma grande ação no tratamento das alergias.). 

 

5) Biotransformação e excreção do colesterol.  

 

6) Metabolismo férrico e formação de bilirrubina.  

 

7) Metabolismo de proteínas e remoção de proteínas desnaturadas. (Proteínas anormais.). 

 

8) Destoxificação e metabolismo de drogas. (Imagina, metabolismo de proteínas e remoção de proteínas desnaturadas, hoje que se sabe que a encefalite que causa a doença da vaca louca é causada por uma proteína príon que é desnaturada. E então a auto-hemoterapia poderia ajudar no tratamento dessa doença.). 

 

Respondendo por tantas e tão importantes funções, fácil é de se entender o papel desempenhado pelo Sistema Retículo Endotelial no determinismo favorável ou desfavorável de processos mórbidos tão variados como sejam os infecciosos, neoplásicos (câncer), degenerativos e auto-imunes. 

 

Foi aí é que comecei a usar a auto-hemoterapia em doenças auto-imunes. 

 

Muito bem, agora o que é triste: o que o professor Jesse Teixeira descobriu em 1940 - que em 1976 ainda estava sendo estudado em países do primeiro mundo em ratos - aqui não teve a divulgação que deveria. 

 

(Dr. Luiz Moura lê outro trecho do trabalho do Dr. Ricardo Veronesi. E, entre parênteses, faz comentários):  

 

Doenças Degenerativas 

 

O Sistema Retículo Endotelial exerce papel importante na homeostase (quer dizer, manter o organismo saudável), inclusive dos lípides (das gorduras). Dessa maneira tem se demonstrado em animais que o Sistema Retículo Endotelial está implicado na produção e excreção do colesterol, quer endógeno como exógeno. Conclui-se daí que a hipercolesterolemia e, talvez, a arteriosclerose) (processo degenerativo das artérias que vão endurecendo) depende do perfeito funcionamento do Sistema Retículo Endotelial, podendo ser reduzida a taxa do colesterol sanguíneo através da imunoestimulação do sistema conforme experiências realizadas em ratos na Universidade do Tenessee. (Quer dizer, enquanto em 1940, no Brasil, o professor Jesse Teixeira descobriu em ser humano como estimular o Sistema Retículo Endotelial, em 1976, 36 anos depois, nos Estados Unidos, no Tenessee, estava se estudando em ratos.). Estamos realizando experiências em tal sentido no serviço do professor Luiz V. Décourt em São Paulo.  

 

Quer dizer, então a auto-hemoterapia é um recurso de enorme valor, porque com essa amplitude que o avanço da imunologia deu - antes realmente só se sabia que combatia as infecções - eu só usava, por exemplo, para reduzir o tempo de cura de uma pneumonia: dava o antibiótico e usava simultaneamente a auto-hemoterapia. Com isso eu conseguia reduzir, primeiro a quantidade de antibiótico. E o tempo de cura se acelerava porque o antibiótico fazia uma parte, quer dizer, paralisava a reprodução dos microorganismos e a auto-hemoterapia estimulava os macrófagos a devorar esses micróbios. Então complementava a ação um do outro e com isso eu tive resultados muito bons, em doenças, como pneumonias, até duplas graves. E resolvia os problemas associando esses dois recursos, um que paralisava a reprodução, porque muita gente pensa que antibiótico é bactericida. Não, antibiótico não mata bactéria, ele só paralisa a reprodução das bactérias. Quem mata a bactéria é nosso Sistema Imunológico, completando o trabalho do antibiótico.  

 

Esclerodermia  

 

Dia 10/09/1976, eu era chefe da clínica médica do Hospital Cardoso Fontes, e tinha uma consultora dermatológica, Dra. Ryssia Alvarez Florião. Se internou uma senhora que há 8 meses não andava. A Dra. Ryssia fez três biópsias, mandou para a Dra. Glória Moraes, chefe da Anatomia Patológica, que deu o laudo: esclerodermia fase final. Então a Dra. Ryssia resolveu dar uma aula. Nós tínhamos toda segunda-feira uma aula dos casos que não fossem rotineiros. E esse era um caso bastante raro. Esclerodermia é uma doença auto-imune e que não é freqüente. 

 

Foi dada uma aula belíssima, aprendi muito porque eu não sabia nada sobre a esclerodermia, sabia de livro, nunca tinha visto paciente esclerodérmico. Quando terminou a aula, a Dra. Ryssia mandou a enfermeira levar a paciente. Eu entendi, agora chegou a hora de dizer o que pode ser feito pela paciente. “Você mandou levar a paciente para ela não escutar.”. Ela disse: “É verdade, eu não tenho nada há fazer pela paciente.”. 

 

Pedi a Ryssia: “Você me entrega essa paciente para eu aplicar uma técnica que não é corrente e chama-se auto-hemoterapia?”. Ela riu e disse: “O senhor sabe que eu cheguei em maio dos EUA, lá eu era residente médica numa clínica para onde convergiam todos os casos de esclerodermia de todos os EUA. E a clínica não era mais nada do que um depósito de esclerodérmicos. Não havia mais nada a fazer. Então o senhor acha que pode fazer?”. 

 

Eu disse: “Olha, eu vou agora em casa pegar os dois trabalhos do Dr. Jesse Teixeira e do Dr. Ricardo Veronesi, e você vai ver que a idéia tem fundamento.”. Cheguei lá e li as partes principais dos dois trabalhos e perguntei: “E agora Ryssia?”. “Ahh, tem lógica, pode funcionar, vale a pena.". 

 

E eu então apliquei a auto-hemoterapia, mas como era uma coisa nova, a ser feita num hospital, usei uma dose brutal. Eu tirei 20 (vinte) cc de sangue e apliquei 5 (cinco) cc em cada braço (deltóide) e 5 (cinco) em cada nádega, porque eu tinha que produzir um resultado, ou funcionava ou não funcionava, eu tinha que chegar a uma conclusão. 

 

A melhora foi uma coisa espantosa. A paciente que estava com a pele como se fosse pele de jacaré, dura, caminhando para uma morte terrível, a asfixia, porque não consegue respirar mais. O pulmão não pode se expandir, porque o corpo fica como um bloco de madeira. Por incrível que pareça 30 dias depois, no dia 10 de outubro de 1976, essa paciente saiu andando do hospital.  

 

Quais são as outras indicações da auto-hemoterapia?  

 

Muitas, muitas indicações.  

Primeiro: todas as doenças infecciosas de modo geral.  

Segundo: todas as doenças alérgicas, ela tem um efeito maravilhoso na asma brônquica, nas alergias cutâneas, em doenças que ainda não se sabe bem o que são, por exemplo, na psoríase funciona maravilhosamente bem.  

 

Nas doenças auto-imunes, que são muitas hoje. Doença de Crohn, uma doença auto-imune que destrói o intestino, os anticorpos atacam o final do intestino delgado na doença de Crohn. 

 

O lúpus, eu já usei, tem uma paciente - vou dizer só as iniciais dela, R.S. - essa moça ensina as crianças a bailar em Caxias (Rio de Janeiro). Ela sofria de lúpus, eu digo, ela sofria, não, ela sofre. Mas está assintomático. É como se tivesse curado. E ela leva essas crianças todo ano, patrocinado pela Itália, para dançar lá na Itália, crianças de rua que ela ensina a dançar. Essa moça eu tratei de lúpus, ela não podia, não tinha condições de trabalhar e nem fazer nada. 

 

Artrite reumatóide, ela dá um excelente resultado em atrite reumatóide. Eu tenho uma paciente da UFRJ, uma funcionária de lá que estava praticamente sem andar há 8 anos e com a auto-hemoterapia ela está hoje normal. Ela sobe no meu consultório, pega ônibus. Não tem mais problema nenhum.  

 

Nas miastenias graves, eu tenho um paciente que tem a minha idade, 78 anos. Esta paciente, ela foi diagnosticada como miastenias graves em 1980, no Instituto de Neurologia, na Av. Pasteur, e foi dado como não tendo nada o que fazer, porque nada se fazia mesmo. E ela vem fazendo a auto-hemoterapia desde 1980. Ela é a única sobrevivente de miastenias graves. De todos os pacientes que tinham miastenias graves na época, não existe nenhuma viva, só ela. E vai ao meu consultório com a filha, de ônibus. Isso 24 anos depois. 

 

Então é realmente uma coisa incrível não se divulgar, um trabalho que beneficia e alivia o sofrimento de tanta gente. Em tantas direções, em tantas patologias, em tantos tipos diferentes de doenças crônicas, e agudas também. 

 

Eu por exemplo, sei que estou errado em não tomar vacina de idoso, mas como eu faço a auto-hemoterapia acho que não preciso, porque eu tenho meu Sistema Imunológico ativado. Não condeno não, ótimo que todo mundo use a vacina de gripe. Eu não preciso, eu nem minha mulher, pois fazemos a auto-hemoterapia e mantemos nosso Sistema Imunológico ativado. 

 

Então realmente é um recurso terapêutico que tem uma amplitude enorme. Em 1980 atendi uma senhora, funcionária da Petrobrás, cujo serviço médico diagnosticou esclerodermia. Não tendo o que fazer, decidiram então aposentá-la. Foi quando ela me procurou, eu contei o caso de 4 anos antes - o caso de esclerodermia, da outra paciente do Hospital Cardoso Fontes. Ela decidiu fazer o tratamento, e não tem sintoma nenhum, até o dia de hoje. Só vai se aposentar no ano de 2005 por tempo de serviço. Ia se aposentar em 1980, só vai se aposentar 25 anos depois.  

 

Então realmente, é uma coisa que poderia mudar a vida de muita gente, como mudou a vida dela. Imagine se ela se aposentasse naquela altura, que aposentadoria ela teria hoje? Que situação ela teria? Bom, provavelmente nem viva ela estaria, se não tivesse feito esse tratamento. 

 

Então a auto-hemoterapia é um recurso que tem um número enorme de aplicações, e que tem uma explicação científica de como funciona. Não é algo a dizer que é misterioso, que é uma magia, ou uma panacéia qualquer, não! Sabe-se como funciona. 

 

Os trabalhos anteriores, europeus, todos eram na base do empirismo, ninguém tinha comprovado como funcionava. Foi um brasileiro, o professor Jesse Teixeira, que comprovou como funcionava em 1940. Era para esse tratamento ter sido divulgado e estar sendo usado, porque a medicina se torna cada vez mais cara. As doenças que a auto-hemoterapia evita ocorrem muito na idade avançada, o idoso está se tornando um paciente que representa um peso muito grande nas despesas com saúde. E é por isso que os planos de saúde cobram um absurdo dos idosos, porque realmente eles custam muito caros para serem mantidos com vida e relativa saúde. 

 

Então, é realmente, é uma coisa muito valiosa esse tratamento. Eu espero que se consiga ir divulgando e com o tempo isto será conseguido, fazendo com que alguns colegas passem a usá-la, pressionados pelos pacientes. A verdade é que quando se vêem os resultados e não têm como explicar, saem pela tangente e dizem ser remissão espontânea. É uma saída, para não admitir que foi a auto-hemoterapia.  

 

Cistos de ovário e mioma  

 

Minha filha que mora na Espanha era estéril, ela tinha ovários policísticos e não podia engravidar. O obstetra dela fez os partos dos dois filhos que ela teve. Ele fez a aplicação da auto-hemoterapia nela e seis meses depois ela não tinha mais cisto algum. O Sistema Imunológico tinha devorado os cistos, tinha eliminado os cistos, e ela engravidou pela primeira vez. 

 

Depois ela engravidou a segunda vez e, durante vinte e tantos anos, usou o DIU para não engravidar mais. Aí inverteu o problema, antes era estéril e depois tinha que usar DIU, para não engravidar mais, porque ela já estava satisfeita com o casal de filhos. São dois netos que eu tenho lá, um de 23 outra com 21, uma é agrônoma e meu neto trabalha com imagem e som. Depois eu usei em pacientes aqui, muitos casos de cistos de ovários e de mioma também, o mioma é devorado pelo Sistema Imunológico, então é realmente uma coisa de enorme valor, eu espero que agora haja uma divulgação maior.  

 

Púrpura trombocitopênica  

 

A auto-hemoterapia no caso da púrpura trombocitopênica, foi o seguinte: essa moça tinha um filho pequeno de 1 ano e pouco, e começou a sangrar, gengivas, sangrar até pelo ouvido, otorragia, e então, o médico lá de Visconde de Mauá, quando viu que ela poderia morrer ali, levou para Resende. E de lá mandaram para um hematologista em Volta Redonda, que constatou que ela estava só com 10.000 (dez mil) plaquetas, quando o normal varia de 200.000 a 400.000 (duzentas a quatrocentas mil) plaquetas. Então começou o tratamento, com cortisona em altas doses, 100 (cem) miligramas de Meticorten por dia, uma dosagem brutal. 

 

Realmente as hemorragias desapareceram, as plaquetas subiram para 150.000 (cento e cinqüenta mil) e assim ela teve 6 meses tomando cortisona (Meticorten). No fim de 6 meses não funcionou mais a cortisona, mas a cortisona tinha feito ela inchar, não vou dizer engordar, mas, inchar 40 kilos. Então substituiu a cortisona por dois remédios, medicamentos que se usam como quimioterápico para câncer, Enduxan e Metroxathe. As plaquetas subiram de novo e voltaram ao normal, por dois meses, mas no fim de dois meses também não funcionaram. 

 

Então o médico encaminhou-a para um cirurgião que iria tirar o baço dela, porque as plaquetas são mortas no baço. Por algum motivo que a medicina ainda não sabe, elas não são reconhecidas como próprias e o baço mata essas plaquetas com um dia de idade, quando elas devem viver 5 (cinco) dias, e aí a medula óssea não tem a capacidade de repor essas plaquetas. Então a solução que se encontrou foi, única solução, fazer esplenectemia, tirar o baço, mas ela quis saber, uma moça de 20 e poucos anos com um filho de 1 ano e meio, qual a esperança dela, se havia certeza de cura. O cirurgião foi muito honesto: “Só há cura se o fígado substituir a função do baço, senão a senhora não vai ter uma vida que presta e vai durar pouco.”. 

 

Ela então decidiu não fazer e voltou para Visconde de Mauá. Eu a mandei fazer a auto-hemoterapia e no fim de seis meses ela estava boa. Depois disso teve mais dois filhos, e com seu baço.  

 

Gangrena por picada de aranha  

 

Essa senhora, que aluga cavalos, dona Maura, foi picada por uma aranha armadeira que é a pior das aranhas, embora seja pequena. Ela se chama armadeira porque ela dá um bote, é marrom, gosta de viver no meio de madeira velha e lá, como é frio no inverno, tem sempre madeira para usar nas lareiras. Dona Maura foi picada por essa aranha, na perna, gangrenou. Então, como não tem antídoto, o Instituto Butantã recomenda que ampute. Ela foi para Santa Casa amputar, mas na hora, agora é o caso curioso que eu vou contar, porque são interessantes as brincadeiras...  

 

A dona Maura é uma pessoa estranha mesmo, muito engraçada, mas merece contar... Ela foi certa, ela fez o que é certo, só que ela não entendeu bem o que era o motivo. Então ela foi lá para amputar a perna, e na hora, ela pensou que era um curativo que iam fazer, quando disseram - ela já amarrada na mesa de operações - que era para cortar a perna, ela começou a gritar e pediu para que a soltassem. Disseram que não, que ela ia morrer se não amputasse a perna. Então ela pediu que chamassem o delegado, que disse: “Se a senhora assinar um termo de responsabilidade os médicos a liberam, porque eles dizem que a senhora vai morrer gangrenada.”. Ela resolveu assinar, e voltou para Mauá pensando em morrer. 

 

Lá apliquei a auto-hemoterapia, só que eu me lembrei de outro recurso, usado por um médico francês cirurgião de guerra de 14 a 18 (1914 a1918), chamava-se Pierre Delbet, que salvou inúmeros membros amputados com uma solução de cloreto de magnésio feita com 20 (vinte) gramas em 2 (dois) litros de água, para ficar isotônico. Ele lavava as feridas com esse cloreto e ele salvou inúmeras pessoas que tinham gangrena. Acho que se juntaram duas coisas: a ação dessa solução que funcionava como um poderosíssimo desinfetante e a auto-hemoterapia que funciona como um poderoso estímulo imunológico. Em mais ou menos duas ou três semanas a dona Maura estava com a perna curada.  

 

Mas e aí, vem o lado da brincadeira, ela marcou consulta com o médico, que estava fazendo o que o Instituto Butantã mandava fazer. Então marcou consulta lá no consultório particular do médico, esperou ter bastante gente na sala e disse para o médico: “Olha a perna que o senhor me ia cortar era essa aqui!”. Mas ela, que é fazendeira, disse ainda: “Se o senhor há muito tempo não cortava a perna de ninguém, e precisava praticar, era só me dizer que eu trazia um porco e o senhor teria quatro pernas para amputar.”. Essa é Dona Maura, ela fala o que ela pensa, mas não foi nada disso... O médico achou que tinha que amputar, mas ela interpretou que ele queria praticar na perna dela.  

 

Tem aplicação na esclerose múltipla?  

 

Tem, mas não é a mesma coisa não, porque é uma doença degenerativa - não é portanto uma doença auto-imune, auto-agressão por anticorpos não -, é uma doença que a bainha de mielina, a parte branca dos nervos, é destruída. Supõe-se ser genética, que a pessoa já nasce com essa tendência. Há uma freqüência grande nas famílias que sofrem de esclerose múltipla de ocorrer em mais pessoas, é uma doença até que dá muito mais em mulher, muito mais freqüência na mulher do que no homem Da mesma maneira que a hemofilia, a mulher não sofre, no caso, e o homem sofre, mas não transmite, e a mulher não sofre, mas transmite. 

 

Eu usei em esclerose múltipla e a paciente teve uma melhora, como no lúpus, artrite reumatóide. Mas há muitos anos ela está durando em situação boa, ela não poderia estar viva muito tempo, quer dizer pelo menos estaciona ou pelo menos retarda a evolução, há um beneficio.  

 

Menina com asma muito grave  

 

Essa menina teve o que se chama mal asmático. É uma asma extremamente grave, vivia se internando. De madrugada a mãe tinha que levar a filha para fazer nebulização com bronco-dilatador. Atendi essa criança e prescrevi a auto-hemoterapia. Uma criança de 10 anos aceitou muito bem e começou o tratamento. Normalmente eu mando o paciente voltar dois meses depois. Como era um caso muito grave, eu mandei que ela voltasse um mês depois e ela não apareceu.  

 

Passando quase dois meses, chega a mãe com a criança, mas constrangida mesmo, só faltando querer se enfiar debaixo da mesa, de tão constrangida. E a mãe disse: “Olha, o senhor me desculpe, eu não trouxe minha filha, porque houve o seguinte: quando fui tirar a receita da pediatra que trata dela desde os nove meses de idade - e que virou amiga da família, freqüenta festas de aniversários, é uma amiga da gente - saiu a sua receita. A médica viu a receita de auto-hemoterapia, e disse: ‘Isso não existe, pelo amor de Deus, não faça isso em sua filha, a senhora vai matá-la, para mim já é como uma filha, eu gosto dela.’. O que é verdade.”. Mas isso aconteceu três semanas depois dela sair do meu consultório e a menina já tinha melhorado, tinha passado sem se internar nesse período. Bom, então a mãe decidiu não fazer, porque tinha confiança na Dra. e tinha sido a primeira consulta que ela tinha levado a filha e a outra era já 9 anos e meio de convivência. 

 

Só que, quando completou um mês e pouco, começou ela a piorar de novo. E aí quem exigiu que levasse ao consultório foi a filha: “Eu quero continuar esse tratamento, eu me senti bem, eu quero continuar.”. A mãe disse: “Ah, mas eu tenho que falar com o médico.”. 

 

Nesse dia meus clientes ficaram mofando lá na sala de espera porque eu levei duas horas com essa mãe, para explicar o que era a auto-hemoterapia, para ela sair acreditando que não havia risco nenhum. Tive que dar ‘n’ exemplos para ter certeza que iria continuar. Só que, a horas tantas, ela disse para a filha: “Tudo bem, eu vou fazer, mas você vai ajoelhar aqui e jurar que não vai contar à médica.”. E fez a filha ajoelhar e prometer que não ia contar! 

 

E esse segredo foi mantido um ano. Quando dei alta para ela, um ano depois, curada, não tinha mais nada, nunca mais teve falta de ar. Só que a mãe chegou com problema de consciência: “Se agora a médica acha que o que curou foi o tratamento dela que levou nove anos para fazer efeito, mas finalmente acabou fazendo efeito, porque ela tem certeza que eu não continuei com aquele tratamento. Isso para mim é um problema de consciência, ela é uma alergista, tem tantos pacientes com o mesmo problema que poderiam se beneficiar, e eu estou com um problema de consciência.”. 

 

Aí eu disse para ela: “Bom o problema é seu, não é meu, a senhora é que tem que contar!”. "Mas eu fiz minha filha jurar que não ia contar, como é que eu vou fazer com isso? Ela também vai ter que confessar?". “Não. A senhora que a fez jurar, o problema não foi dela, o problema é seu.”. Eu não sei como terminou a história. Se ela acabou contando não sei. Porque eu dei alta e nunca mais a menina teve nada. Acabou a asma dela.  

 

Dosagem da auto-hemoterapia 

 

As técnicas iniciais ainda empíricas começaram na França com o professor Ravaut, em 1912. Ele usava em doses crescentes de 1 (um) cc, 2 (dois), 3 (três), 4 (quatro), 5 (cinco), até 10 (dez). Depois o professor Jesse Teixeira já não fazia assim, ele dava logo uma dose única para evitar infecções nos pós-operatórios. Então ele usava 10 (dez) ml de uma vez e, 5 (cinco) dias depois, mais 10 (dez) ml, que era como eu comecei aplicando por ordem de meu pai quando operava os pacientes. 

 

O que eu cheguei à conclusão é que a dose varia com a gravidade do problema. Vamos dizer, 5 (cinco) ml para uma doença que não seja muito séria. No lúpus, miastenias graves, artrite reumatóide eu uso 10 (dez) ml. Quando é uma alergia por exemplo, uma reação alérgica, asma, normalmente eu uso 5 (cinco) ml. Na rinite, 5 (cinco) ml, não há necessidade de doses maiores. 

 

Num caso desesperador, como foi o caso da esclerodermia, o primeiro caso que tratei, em 1976, eu usei 20 (vinte) ml iniciais. Porque eu precisava dar uma resposta violenta para a paciente sair de uma situação, fase final, não tinha nada para se fazer, então, tudo valia.  

 

Pode-se fazer a auto-hemoterapia durante 10, 15, 20 anos. Eu por exemplo, tomo há muitos anos, mais de 20 anos. Não há nenhuma contra-indicação. A gente faz, eu faço, vivo fazendo porque eu viso evitar doenças que poderiam se incorporar no meu dia a dia, porque com a idade que foi avançando, passei pela idade dos acidentes vasculares. 

 

Muito bem, então eu tomava para evitar o acidente vascular, tanto cerebral quanto cardíaco. Agora eu estou tomando porque também me protege contra o câncer, mantenho o Sistema Imunológico ativado. Eu tenho sempre macrófagos prontos para devorar células, porque com a idade - ou até em jovens - aparecem células cancerosas de vez em quando. É como uma fábrica, sem controle de qualidade - existem sempre produtos que não saem corretos e tem que haver um controle de qualidade - e o nosso é o Sistema Imunológico que faz o controle de qualidade das nossas células. Então isso realmente é necessário.  

 

Não há limite de uso, de tempo. Pode se usar uma vida inteira. Eu mando meus pacientes fazerem uma série de 10 aplicações, depois descanso de um mês. Seria, vamos dizer, para usar de forma permanente. Dependendo os intervalos da finalidade com que está sendo aplicada a auto-hemoterapia. Se for apenas preventivo pode fazer intervalos grandes: depois de 2 (dois) ou 3 (três) meses de intervalo, fazer outra série.  

 

Se for visando um problema ou uma doença que já aconteceu e que tenha que ser mantida sob controle, aí se faz intervalos menores, faz-se 10 (dez) aplicações, 30 (trinta) dias de intervalo. Muitos pacientes eu começo com 10 (dez) ml na fase aguda da doença, depois eu reduzo para 5 (cinco) ml por semana. 

 

E há pacientes - agora vou dar o exemplo do caso que é da minha vizinha lá de Visconde de Mauá - ela teve uma doença que iria cegá-la, ela teve toxoplasmose e já estava com 20% (vinte por cento) da visão. Uma amiga dela me contou a história e eu prescrevi a auto-hemoterapia. Por conta dela, quando viu que melhorava, aumentou de 10 (dez) ml para 20 (vinte) ml, tomava 10 (dez) ml em cada nádega, ela recuperou 80% da visão. Isso, já tem mais de 10 anos, bem mais de 10 anos, e até hoje ela faz isso. 

 

O intervalo entre uma aplicação e outra é de 7 (sete) dias. Em casos raros é que eu faço de 5 (cinco) em 5 (cinco) dias, quando eu quero manter o nível de macrófagos no nível máximo, acima de 20% (vinte por cento). Quando não há necessidade disso, quando a infecção está sob controle, eu então faço de 7 (sete) em 7 (sete) dias, porque dá para reativar no 7º (sétimo) dia e voltar de novo aos 20% (vinte por cento). 

 

Faltou eu explicar que do momento que se aplica a auto-hemoterapia leva 8 horas para a taxa dos macrófagos chegar a 22% (vinte e dois por cento). A técnica que o professor Jesse Teixeira usou para comprovar a ação da auto-hemoterapia foi muito simples. Simples por quê? Porque a descoberta é que é difícil. Ele descobriu que passando uma substância cáustica - cantárida - na coxa, forma-se uma bolha. Aí, o que ele fez? Ele resolveu tirar líquido da bolha e contar o número de macrófagos. Constatou que havia 5% (cinco por cento) de macrófagos. 

 

Aí fez a auto-hemoterapia e começou de hora em hora a tirar umas gotas dessa bolha. A cada hora o nível de macrófagos ia subindo e, no fim de 8 horas, chegou aos 22% (vinte e dois por cento). E constatou que durante 5 (cinco) dias manteve os 22% (vinte e dois por cento). Todo dia ele tirava, mas mantinha 20 (vinte) a 22% (vinte e dois por cento). Do 5º (quinto) ao 7º (sétimo) é que começou o declínio. Ele fez a auto-hemoterapia em coelhos e verificou que terminava a ação da auto-hemoterapia quando o sangue terminava, porque ele sacrificava o coelho e verificava a volta aos 5% (cinco por cento). No local em que tinha sido aplicado o sangue, já não existia mais sangue.  

 

Mas a auto-hemoterapia também é usada em veterinária, se usa em vaca que tem uma doença a vírus que se chama figueira. São como verrugas que nascem no focinho da vaca, e que realmente prejudicam muito a vaca. Aplicando a auto-hemoterapia - que eles fazem com 20 (vinte) ml na vaca - em 2 (dois) a 3 (três) dias caem todas aquelas verrugas. 

 

Em músculos do braço, às vezes tenho paciente que quer que eu receite os 10 (dez) ml num braço, só para não levar duas picadas. E eu sou contra! Acho que o músculo do braço, o deltóide, comporta 5 (cinco) ml. Agora na nádega sim, pode-se aplicar os 10 (dez) ml. O músculo glúteo tem a capacidade de receber 10 (dez) ml. A senhora M, essa que eu contei da toxoplasmose, aplicava 10 ml em cada nádega, porque ela queria ter o efeito máximo para salvar a vista dela. Mas foi ela mesma, isso não fui eu quem receitei 20 (vinte) ml, foi a própria paciente que decidiu tomar 20 (vinte) ml, para ter um resultado mais eficiente. 

 

Teria que ser feito um estudo da necessidade real. É uma coisa que eu já venho pensando nisso, qual seria a relação com o peso corporal? As dosagens dos medicamentos variam em função do peso corporal, a dosagem que uma criança toma, de 30k (trinta kilos), é muito menos que uma pessoa de 70 k (setenta kilos). Talvez seja desnecessário, em crianças pequenas, usar uma dosagem como se dá em adultos de 5 (cinco) ml. Poderia aplicar 2 (dois) ml a 3 (três) ml. Minha esperança é despertar o interesse de pessoas que queiram fazer uma pesquisa de laboratório e que tenham condições de fazer. Porque eu não, eu faço tudo na base do estudo clínico, na base de raciocínio, sem pesquisa de laboratório, porque eu não tenho laboratório de pesquisa, é tudo pesquisa clínica, de aplicação prática 

 

Como eu tenho certeza de que é uma técnica absolutamente inocente, que nenhum mal faz para a pessoa, nunca vi nenhum problema. Uma injeção de penicilina pode dar um choque anafilático, mas o próprio sangue não dá choque anafilático em ninguém, não há o menor risco nesse tratamento. Nunca vi nenhum abscesso, nenhuma contaminação. Como estimula o Sistema Imunológico - e deve ser aplicada nas melhores condições de higiene -, se for mal aplicada dificilmente vai haver uma infecção, porque o Sistema Imunológico está aguerrido, está quadruplicado. Já vi sim, pacientes que não podem ver sangue e, quando vão tomar injeção, desmaiam. Mas aí é problema emocional, não tem nada a ver com a auto-hemoterapia. 

 

Alexandre Fleming e a descoberta do antibiótico  

 

Ele era um filho de jardineiro que chegou a lorde, graças ao bendito afogamento de Winston Churchill, que tinha 8 anos de idade quando caiu num poço. Alexandre Fleming tinha 10 anos, era filho de jardineiro do pai de Winston Churchill e salvou Winston Churchill, tirando-o do poço.  

 

Lorde Churchill chamou o pai dele e disse: “A vida do meu filho não tem preço. Peça alguma coisa que eu lhe darei, se quiser uma casa eu lhe darei uma casa.”. “Eu não preciso de casa, eu nasci aqui, meu pai nasceu aqui, meu avó é que foi o primeiro que trabalhou aqui. Eu preciso é conseguir atender um desejo de um filho. Tenho quatro filhos, três vão ser operários, não tem interesses, mas o Alexandre desde pequeno diz que quer ser médico e quer ser pesquisador. Eu não tenho a menor condição de atender ao desejo dele.”. Lorde Churchill disse: “Então ele será, se tiver capacidade. Por falta de dinheiro é que não haverá problema.”. Ele se formou em medicina, o Alexandre, e graças à sua humildade descobriu a penicilina. 

 

Lorde Churchill ofereceu para ele qualquer quarto de sua mansão e o Alexandre disse não. (Isso foi contado pelo próprio Alexandre no Hospital do Servidor do Estado em 1951, na rua Sacadura Cabral.). “Basta um lugar embaixo da escada. Ali há espaço suficiente para montar o laboratório.”. Por sorte era um lugar muito úmido. E ele, fazendo experiências com placas de cultura, um fungo - que adora umidade, o penicilium notatum - destruiu uma daquelas placas de cultura. Como ele era um pesquisador, em vez de jogar fora a cultura estragada, quis saber por que tinha havido aquele halo de destruição. Encontrou esse fungo e descobriu que esse fungo secretava uma substância, a penicilina. Então ele começou a usar esse antibiótico em cavalos do jóquei clube de Londres, e em vacas das fazendas das imediações com alguma doença infecciosa. 

 

Um dia aparece para buscá-lo o comandante da Royal Air Force, para ele aplicar a penicilina em Winston Churchill que estava morrendo no Norte da África. Winston Churchill tinha ido dar apoio moral ao general Montgomery, que estava levando a pior com o marechal Rommel, a raposa do deserto de Hitler. Lá contraiu uma pneumonia dupla, não havia recursos, estava praticamente desenganado. 

 

Alexandre Fleming e o comandante da Royal Air Force sozinhos atravessaram por cima da Europa, passando por zonas ocupadas pelos alemães, em grandes altitudes, e chegaram a tempo de aplicar a penicilina em Churchill. Só que ele, com simplicidade, disse ao comandante da Royal Air Force: “Mas logo Churchill vai ser o primeiro ser humano a receber uma injeção de penicilina. Logo Churchill, nosso primeiro ministro?”. E a resposta: “É tudo ou nada. O caso dele é caso perdido.”. E assim salvou pela segunda vez Winston Churchill, a primeira no poço, que resultou em estudar medicina. 

 

Aí ele diz que nas suas pesquisas tinha constatado que os micróbios ao longo de 10 (dez) anos iam criando resistência a antibiótico, mas também tinha constatado que eles perdiam a memória. Todo antibiótico deveria ser usado num prazo máximo de 10 (dez) anos e depois descontinuado, se possível, alguns anos, já que muitos outros antibióticos surgiriam nesse intervalo. Foi por isso que surgiu essa quantidade enorme de antibióticos, todos derivados de fungos. Porém a ganância resultou em usar os antibióticos permanentemente, não descontinuar, e com isso os micróbios criaram resistência e - dizem de brincadeira os médicos que trabalham em hospital - que há micróbios residentes, que já até adoram os antibióticos. Essa é que foi a história contada por Alexandre Fleming, o descobridor da penicilina. 

 

E foram os antibióticos que levaram a descontinuar o uso da auto-hemoterapia, quando o normal seria acrescentar, somar e não substituir. Porque cada um age de uma forma diferente: os antibióticos agem impedindo a reprodução dos micróbios e o Sistema Imunológico - ativado pela auto-hemoterapia – completa a tarefa com os macrófagos fagocitando os micróbios. A função dos macrófagos - o termo ‘macro’ é grande e ‘fagos’ é comer - é comer partículas grandes. Usando a auto-hemoterapia junto com os antibióticos haveria muito menos casos de resistência ao antibiótico, porque não sobrariam cepas resistentes que depois se reproduzem em outras cepas resistentes de micróbios.  

 

Prevenção do câncer pela auto-hemoterapia 

 

O câncer é uma reprodução anárquica celular. Se o organismo da pessoa não reconhece essas células como próprias e começa a destruí-las no nascedouro, a pessoa pode produzir células chamadas pré-cancerosas e terminar aí, não chegando a células cancerosas, se o Sistema Imunológico estiver devidamente atuante. O câncer é muito mais freqüente quando, com a idade, uma glândula que comanda o Sistema Imunológico - que é uma glândula no peito e que se chama timus - começa a atrofiar. É aí que começa a freqüência dos casos de câncer aumentar. 

 

O Sistema Imunológico, estando ativado, atua como prevenção quanto a um possível câncer. Porque o câncer não começa logo com uma quantidade enorme de células anárquicas, começa com pequeno número. Se o Sistema Imunológico estiver vigilante pode acabar com ele logo, mas isso também depende da idade da pessoa. Porque depois dos 55 anos começa o declínio do timus, ele vai atrofiando. 

 

A mulher foi vitima da pílula anticoncepcional, que exige muito do Sistema Imunológico. Se a mulher tomasse a pílula e fizesse a auto-hemoterapia não teria problema, porque manteria o Sistema Imunológico ativado. O Sistema Imunológico poderia fazer o controle disso evitando que a pílula tivesse os efeitos nocivos que tem como todo hormônio. Todo hormônio artificial tem efeitos nocivos, por isso que hoje se está usando na menopausa mais o hormônio natural de fitoterápicos - isoflavonas -, fugindo do hormônio de reposição química. Depois dos 50 anos, quando começa o declínio do timus, é hora de começar o tratamento da auto-hemoterapia.  

 

Um caso de acne  

 

Anos atrás eu sempre fazia uma parada para fazer um lanche quando ia para Visconde de Mauá, num posto de gasolina que tinha também lanchonete. Parei ali, e eu vejo uma menina com acne como até hoje não vi igual. Decidi dar uma receita para ela, embora ninguém estivesse me chamando, porque sabia que poderia curá-la com auto-hemoterapia. Então falei com uma mocinha que estava nos servindo e disse: “Olhe, fale com ela lá que eu posso curar esse problema e dou isso de graça.”.  

 

Mal eu sabia que essa menina era filha do dono dos postos Olá, Embaixador e Presidente. Não era falta de dinheiro não, pois a mãe disse: “De dois em dois meses nós a levamos ao Rio de Janeiro, mas há dois anos que a levamos e não tem havido melhora nenhuma.”. “A senhora não pediu nada, mas eu vou dar uma receita para sua filha.”. E dei a receita de auto-hemoterapia para ela. Resultado, foi a receita mais cara que até hoje eu já prescrevi, porque durante um ano eu não consegui pagar nada no posto. O dono do posto já tinha deixado a ordem para não receber dinheiro meu de jeito nenhum. Até que um ano depois eu decidi nem ir mais lá ao posto, porque já estava constrangido de não poder pagar. Ela se curou desse acne terrível, ficou limpa completamente, foi uma coisa milagrosa, o pior caso de acne que já vi na vida.  

 

Cloreto de magnésio  

 

O magnésio é de enorme importância no uso do dia a dia, todo mundo deveria tomar, porque os alimentos hoje estão pobres de magnésio. O motivo é simples demais, é que as plantas precisam muito do magnésio para respirar. O mecanismo clorofílico delas - isto é, a fixação do gás carbônico e eliminação do oxigênio - é o contrário do que nós fazemos. Na planta quem faz é a clorofila através do magnésio. 

 

Acontece que o adubo químico que se usa hoje em dia é o NPK - nitrogênio, fósforo e potássio. Não se repõe o magnésio na terra. Antigamente - quando as cidades eram todas de casas que tinham fossa - o magnésio que é eliminado pelas fezes voltava para o lençol freático. Mas hoje vai tudo para os rios e para o mar, havendo pauperização crescente de magnésio nas terras. 

 

As duas funções mais importantes do magnésio são regular o metabolismo do cálcio no organismo e fixar cálcio onde deve haver e eliminar cálcio onde não deve haver. As calcificações na coluna, as calcificações nas articulações, as calcificações nas artérias, ocorrem por essa carência de magnésio. As calcificações nos rins, cálculos de oxalato de cálcio, ocorrem por falta de magnésio. Basta dar magnésio para o paciente que ele derrete esses cálculos renais, que não sejam os de urato e fosfato. 

 

O professor Pierre Delbet, médico, usava o magnésio para lavar as feridas na guerra de 1914 a 1918, sem saber o porquê. Depois ele descobriu que o magnésio ativava também o Sistema Imunológico. A prova disso é que, na França, o mapa do câncer e o mapa do magnésio mostram que na metade sul da França terras têm muito magnésio e a mortalidade por câncer era de menos de 3,5% (três e meio por cento). E no norte da França, em que as terras são pobres de magnésio, mais de 8,5% (oito e meio por cento) das pessoas morriam de câncer. 

 

Na Itália é muito pior, a experiência é interessantíssima, devido a um decreto de um César válido até hoje. Muita gente morre de câncer sem saber por quê. No livro do professor Pierre Delbet “A Política Preventiva do Câncer”, ele mostra a incidência de câncer do norte até o sul da Itália. Por um decreto, ainda em vigor, de um imperador, de um dos Césares romanos, era proibido transportar o sal de uma região para outra para não encarecer o sal, a finalidade era essa. Acontece que por causa disso - e como o norte da Itália é muito rico em minas de sal-gema, sal da terra que tem só cloreto de sódio e zero em magnésio - a incidência de câncer varia de 7% (sete por cento) a 10% (dez por cento).  

 

No centro da Itália, onde está a capital Roma, o povo já usa sal do mar. Mas, como tem mais poder aquisitivo, usa um sal que tem um pouquinho de magnésio, 0,08% (zero vírgula zero oito por cento) de magnésio. A incidência de câncer cai para 4,5% (quatro e meio por cento). E no sul da Itália, por pobreza, o povo usa o sal que ele dá para o gado, que é um sal riquíssimo em magnésio, mas que vira água, vira salmoura. Então eles usam tinas de madeira, na qual põem o sal, temperando a comida. É tradição deles. E, por causa disso, no sul da Itália a incidência de câncer não chega a 2% (dois por cento), pelo magnésio contido.  

 

Sabe de onde vem o cloreto de magnésio que usamos aqui no Rio de Janeiro? É do sal produzido em Cabo Frio, onde o cloreto de magnésio - que é altamente higroscópico - é retirado para o sal poder ser comercializado e ter mais valor.  

 

Dosagem do uso do magnésio  

 

Para preparar é a coisa mais simples: 20g (vinte gramas) ou duas colheres de sopa das rasas em 1 (um) litro de água. Se a pessoa não tiver nada, como suplemento alimentar, tomar 1 (uma) xícara das de cafezinho por dia. Mas se a pessoa já tiver coluna com osteófítos (bicos de papagaio), artrose, tomar 2 (duas) xícaras das de cafezinho por dia dessa solução de cloreto de magnésio. No caso de cálculo renal, eu chego a dar 3 (três) por dia, quando os cálculos são de oxalato de cálcio. 

 

Para lavar as feridas não se usa essa solução forte de 20g (vinte gramas) em 1 (um) litro d’água. Usa-se uma solução que fica isotônica, 20g (vinte gramas) em 2 (dois) litros de água. Essa solução funciona melhor do que desinfetantes. Porque, além de funcionar como desinfetante, ela estimula o Sistema Imunológico no local.  

 

E nos casos das verrugas?  

 

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Olivares Rocha
44 anos
- RJ

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