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 A Medicina Moderna N ã o é uma Ciência Autor: Dr. Vernon

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 Quinta-feira, 25 de junho de 2009 - 09:16:20 

A Medicina Moderna N ã o é uma Ciência 

Autor: Dr. Vernon COLEMAN (Lynmouth, Devon EX35 6EE, England) 

Tradução de : Mário R. Fonseca (Brasília) (CV Português mfonseca50@uol.com.br) 

Ver Nota de COPYRIGHT. 

FONTE: Amrit-Manthan International Journal (www.healthwisdom.org/amrit/amrit.htm) 

Médicos, pesquisadores em Medicina e as companhias farmacêuticas gostam de persuadir a todos os atuais e potenciais consumidores de assistência médica de que a Medicina é uma Ciência e que ela avançou muito além dos encantamentos místicos e dos remédios dos curandeiros do passado. Mas a Medicina Moderna não é uma Ciência e os clínicos e pesquisadores médicos não são cientistas. Os clínicos modernos podem usar técnicas científicas, mas na maneira como tratam os seus pacientes, continuam a ser curandeiros.  

O fundamento do pensamento médico moderno do Século XX é o princípio cartesiano de que embora a mente e o corpo estejam ligados entre si, são eles essencialmente entes distintos. Em consonância com esse princípio, os doutores tratam a lesão ou o órgão que acreditam esteja a funcionar mal, ao invés do paciente, os seus temores e sintomas. Concebem testes de laboratório e crêem que, ao tratar anormalidades, estão agindo cientificamente.  

Mas, já que os doutores têm uma pobre idéia do que sejam níveis "normais" dos componentes do sangue (pois quase sempre medem os níveis de substâncias sanguíneas de pessoas enfermas), o sucesso do tratamento é geralmente medido pelo sucesso do doutor em mudar os resultados dos testes de laboratório, ao invés da promoção da melhora do paciente. Quando um paciente se queixa de dor o doutor aplica testes para descobrir a causa da dor, mas não trata da dor, porque assim fazendo iria interferir com os resultados dos testes. Enquanto isso, o paciente sente tanta dor que ele(ela) sente-se ainda mais enfermo(a). Em razão dessa fundamentação, não é surpresa o fato de que a reputação da Medicina Alopática, como um dos ramos terapêuticos da Ciência esteja se despedaçando com tanta rapidez. Um número exageradamente alto de médicos modernos nem cura, nem cuida devidamente.  

O clínico e pesquisador médico modernos fundamentam as suas opiniões e conclusões quase que exclusivamente em observações subjetivas e em expectativas fantasiosas que tendem a tomar por base perspectivas históricas imprecisas e experimentos com membros de outras espécies.  

A superstição e a suspeita são os principais fundamentos da Ciência médica do Século XX. Constroem-se erros sobre erros e teorias não provadas são usadas como blocos constituintes de novas idéias.. Suposições, preconceitos e rumores competem com observações subjetivas e com interpretações pessoais de sintomas e de sinais para a atenção o compromisso do médico.  

Para serem verdadeiramente científicos, os doutores teriam de subordinar as suas opiniões pessoais ao conhecimento imparcial obtido por meio da análise e da experimentação; mas se assim o fizessem perderiam eles a mística e a autoridade que têm sido, tradicionalmente, uma parte integrante de sua armadura protetora. Ao se tornarem cientistas, os doutores tornar-se-íam técnicos e perderiam as suas forças como que divinas.  

Na Ciência verdadeira, nasce uma idéia e ela é então testada, antes de se chegar a conclusões. Sem a experimentação não pode haver Ciência e uma idéia nunca passará de uma opinião ou de uma hipótese. Os verdadeiros cientistas tudo farão para invalidar as suas hipóteses, não se utilizando de probabilidade, chance, coincidência e do efeito placebo e, ignoram o orgulho, a vaidade e todas as pressões comerciais, em sua busca da verdade. Triste é verificar que que tal devoção é realmente rara, no mundo da Medicina. Com exagerada freqüência, os médicos se utilizam de relatórios casuísticos como testemunhos da verdade. Admitem eles que cada paciente é distinto dos demais e então chegam a conclusões sobre o tratamento de milhares de pacientes, a partir de relatórios sobre casos individuais publicados numa revista médica. A estatística é essencial para determinar probabilidades, para elaborar previsões e para escolher o melhor remédio possível, mas os médicos, com freqüência, fazem as suas próprias interpretações das estatísticas. Dirá, um médico: "Atendi a 300 pacientes com essa doença nos últimos 5 anos e esse tratamento ou tal remédio é o melhor". Ele poderá esquecer (???) ou ignorar o fato de que alguns dos seus pacientes possam ter morrido e que muitos deles possam não ter tido melhora alguma. Quando os casos individuais são examinados subjetivamente, a mente do observador pode e, com freqüência, mente e distorce os fatos, no sentido de proteger o orgulho e a vaidade do observador.  

A maioria dos pacientes provavelmente crê que quando um médico propõe o uso de um tratamento aceito para a cura de uma doença ele estará usando um tratamento que foi testado, examinado e aprovado. Mas não se trata disso. A verdade cruel é que a maioria das pesquisas médicas é organizada, paga e encomendada ou subsidiada pela indústria farmacêutica (e também pelas indústria alimentícia, do fumo e do álcool). Esse tipo de pesquisa é concebida, simplesmente, para encontrar evidência de que um novo produto possui valor comercial. As companhias que encomendam tais pesquisas não estão profundamente preocupadas com evidências; o que procuram são conclusões que possibilitem a venda de seus produtos. A pesquisa encomendada pela indústria farmacêutica se faz mais para obter relatórios favoráveis do que para encontrar a verdade.  

O treinamento médico de hoje se baseia em afirmações e em opiniões, ao invés de ser realizado com base na investigação e na experiência científica. Nas faculdades de medicina os estudantes são bombardeados com informações mas lhes é negado o tempo ou a oportunidade de questionar as afirmações autoritárias, oriundas de uma cultura médica arcaica. Contínua e freqüentemente novos tratamentos e novas técnicas são adotados de forma maciça, sem que tenha havido qualquer suporte científico para eles e sem que os médicos conheçam as suas conseqüências de longo prazo. Ao invés de experimentar e, então, por em prática técnicas testadas e confiáveis, os médicos modernos usam todos os seus pacientes como cobaias e praticam a sua magia negra como uma maciça experiência internacional.  

Altas doses de pílulas anticoncepcionais foram prescritas durante anos a milhões de pacientes sem que ninguém soubesse exatamente o que poderia acontecer. Quando tornou-se evidente que tais pílulas estavam matando centenas de mulheres, foram adotadas doses menores de pílulas contraceptivas. Como afirmei nos anos 1960, ainda não sabemos qual o efeito que a pílula anticoncepcional terá nos filhos das mulheres que as usaram. A Medicina não prevê desastres – ela apenas reage a eles. Esse tipo de abordagem dificilmente pode ser descrita como sendo "científica".  

Três exemplos específicos ilustram como as técnicas médicas são adotadas em escala maciça sem que os médicos tenham qualquer noção do que poderia acontecer aos pacientes envolvidos. O uso de drogas para baixar o nível de colesterol do sangue, por exemplo. Se você está com alto nível de colesterol no sangue, deveria tentar fazer algo a respeito – tal como tomar um medicamento ? Ou o rebaixamento forçado do nível de colesterol do sangue mostrar-se-á mais perigoso que se nada fosse feito sobre o assunto ?  

Há anos que muitos médicos e pacientes crêem que um paciente que possua um elevado nível de colesterol no sangue tem maior probabilidade de sofrer de problemas cardíacos, de hipertensão ou de um ataque do coração. Foram gastos milhões de libras esterlinas para testar o nível de colesterol no sangue de pacientes. E muitos pacientes foram amedrontados quase à morte, ao serem informados de que os seus níveis de colesterol no sangue estavam muito altos. Como resultado dessa crença, a indústria farmacêutica planejou, durante alguns anos, lançar maciçamente no mercado, drogas que promovessem a queda dos níveis de colesterol no sangue. As drogas promotoras da queda dos níveis de colesterol constituem o sonho de todos. A indústria farmacêutica as adora porque sabe que há um mercado internacional maciço, de longo prazo, e ela adora mercados internacionais maciços, de longo termo. E os pacientes amam a idéia de tomar uma pílula para baixar o colesterol porque, embora creiam que um alto nível de colesterol signifique um alto risco de ataque cardíaco, não querem deixar de comer o alimento gorduroso que é a causa de um alto nível de colesterol no sangue.  

Portanto, creio que a área com maior condição de crescimento nos anos 1990, para a indústria farmacêutica, deverá ser na venda de drogas para baixar os níveis de colesterol do sangue e já há alguma evidência de que essa explosão já começou. No período compreendido entre 1986 a 1990, o número de receitas prescrevendo drogas para baixar o colesterol triplicou, somente na Grã-Bretanha. Para o serviço de saúde e para os governos ao redor do mundo, a prescrição de drogas para baixar o colesterol será um negócio caro. Uma enorme proporção da população, aparentemente saudável, transformar-se-á em usuários freqüentes de pílulas. Os lucros da indústria farmacêutica internacional chegarão à ordem dos bilhões.  

Alguns testes parecem indicar que o simples fato de baixar o nível de colesterol do sangue nem sempre é sábio. Por exemplo, um baixo nível de colesterol poderá estar ligado à morte por acidente ou por suicídio. Alguns médicos já chegaram até a argumentar que um nível exageradamente baixo de colesterol poderá levar a um alto risco de câncer. Mas os médicos, encorajados pela indústria farmacêutica, estão, no entanto, ocupados em escrever receitas que prescrevem medicamentos para baixar o nível de colesterol do sangue.  

Examinemos agora um "experimento cirúrgico" que envolve a vasectomia de homens – e outro que envolve mulheres – o aumento do volume dos seios – como dois exemplos de técnicas médicas amplamente usadas e de segurança duvidosa. Ambos experimentos são procedimentos cirúrgicos executados em adultos saudáveis e jovens.  

A vasectomia tem sido popular durante várias décadas e, por todo o mundo, muitos milhões de homens já sofreram essa operação. Trata-se de um procedimento cirúrgico simples e rápido e o número de homens que a ele se submete está em franco crescimento. Os tubos que vêm dos testículos (onde se produz o esperma) ao pênis são simplesmente cortados ou selados e assim o esperma não pode passar. Ao final do ano de 1991, acredita-se que aproximadamente 50 milhões de homens jovens e saudáveis, no mundo, tenham sido vasectomizados.  

Há poucos anos, no entanto, alguns médicos começaram a ter receio sobre a segurança de tal intervenção, pois estudos independentes têm indicado que essa cirurgia poderá estar ligada ao câncer dos testículos ou da próstata, a doenças do coração, a desequilíbrios imunológicos, à falta de interesse em sexo ou ao envelhecimento precoce. A possível conexão com o câncer é um dos receios mais preocupantes. Por exemplo, um estudo com 3000 homens na Escócia, que sofreram vasectomia, mostrou que 8 deles tiveram câncer nos testículos, num período de até 4 anos após a cirurgia.  

Da mesma forma, o fato de que poderá haver perigo real associado às cirurgias para aumento dos seios com implantes de silicone tornou-se público de modo explosivo no início de 1992, embora a operação para o aumento dos seios, como a vasectomia para os homens, tenha sido popular durante várias décadas – e as preocupações com as conseqüências dessa cirurgia tenham sido expressas há muitos anos.  

Logo no seu início, os cirurgiões perceberam que a moda dos seios avantajados, amplamente divulgada, poderia se tornar um excelente negócio e se empenharam com afinco para justificar aquilo que alguns céticos viam como nada mais que uma oportunidade de ganhar dinheiro.  

No início da década de 1980, a Associação Americana de Cirurgiões Plásticos e de Reabilitação argumentou haver um grande volume de informações e de opiniões médicas a alegar que essas deformidades (seios pequenos) constituem realmente uma doença. Os cirurgiões plásticos deram um nome à doença – micromastia – e fizeram o possível para veicular, o mais que pudessem, essa idéia. Avalia-se que, nos últimos 30 anos, 2 milhões de vítimas de micromastia tenham sido identificadas e "curadas" por cirurgiões plásticos, apenas na América do Norte.  

No início, os cirurgiões injetavam o silicone diretamente no seio mas quando ficou evidente que esse procedimento poderia causar problemas, pois o silicone vagava pelo interior do corpo da paciente e começava a provocar vários tipos de reações e de problemas(sem contar o fato de que o seio aumentado rapidamente começava a se encolher, enquanto o seu volume aumentado com silicone, desaparecia); os cirurgiões começaram então a instalar os seus "amplificadores de seios" em pequenos sacos plásticos, que se pensava serem mais seguros. 

Ao final do ano de 1991, entretanto, uma fortíssima controvérsia eclodiu, a respeito da segurança desses implantes. No dia 6 de janeiro de 1992, a Agência Nacional de Medicamentos de Alimentos (FDA) determinou aos médicos que interrompessem o uso de implantes com gel de silicone, enquanto analisava novas evidências que sugeriam a possibilidade de o gel causar reações auto-imunes ou desequilíbrios nos tecidos conectivos que provocavam fraqueza, dano ao sistema imunológico, memória fraca, fadiga, gripes crônicas e freqüentes, etc.  

A ausência de evidência científica que apóie as práticas médicas é clara em todas as áreas da Medicina. Com pouquíssimas exceções, não há certezas, em Medicina. O que o paciente receberá dependerá mais da chance e dos preconceitos pessoais do médico, do que da Ciência. Esse não é, naturalmente, um problema novo. No prefácio à sua peça de teatro "O Dilema do Médico", George Bernard Shaw chama a atenção para o fato de que durante a primeira grande epidemia de gripe que se deu no final do Século XIX, um jornal londrino enviou um jornalista, como se fora ele um paciente qualquer, para se consultar com os melhores médicos de então. O jornal então publicou detalhes do conselho e das prescrições dadas pelos médicos. Apesar do fato de que o jornalista se queixar exatamente dos mesmos sintomas aos muitos médicos consultados, o conselho e as prescrições dados eram todos distintos (diferentes). Nada mudou. Até mesmo nesses dias de aparente medicina de alta tecnologia há muitas – quase ilimitadas – variações nos tratamentos preferidos por médicos diferentes. Os médicos oferecem prescrições diferentes para sintomas exatamente idênticos; internam pacientes por períodos de tempo muito variados, mesmo para pacientes com problemas que se mostram idênticos.  

Nos EUA, a cada ano, 61 em cada 100 pessoas, submetem-se à cirurgia de safena. Na Inglaterra, apenas 6 em cada 100 – têm a mesma operação. No Japão, 1 paciente em 100000, será submetido à cirurgia coronária de ponte-safena. Nos EUA e na Dinamarca, cada 7 dentre 10 mulheres serão submetidas a uma histerectomia em algum estágio de suas vidas, mas na Inglaterra apenas 2 mulheres em 10 sofrerão a mesma cirurgia. Por que ? Será que as mulheres nos EUA estão se submetendo a um número excessivo de histerectomias ou as mulheres na Grã-Bretanha estão tendo uma carência nesse campo? Nos EUA, um de cada cinco bebês nasce de parto cesariano. Na Inglaterra e no País de Gales esse número é de 9%. No Japão o número é de 8 %.  

Até mesmo no âmbito de cada unidade hospitalar, verificam-se enormes variações entre as crenças de médicos diferentes. Alguns otorrino-laringologistas ainda crêem que amídalas e adenóides devem ser removidos na primeira oportunidade que se apresente, enquanto outros crêem que tais cirurgias são inúteis ou danosas e que raramente deveriam ser praticadas. Alguns cirurgiões removem vesículas biliares por meio de pequenas incisões, enquanto outros preferem incisões maciças. Alguns médicos ainda recomendam que pacientes com úlcera adotem uma dieta láctea, enquanto outros opinam que tal conselho dietético já deveria ter sido abandonado, por constituir uma peça da pré-história. Apesar de todas essas variações no tipo de tratamento oferecido, a maioria dos médicos ativos parece crer que o seu método de tratamento é de valor incontestável.  

Mas, poderá você dizer, mesmo que os tratamentos não sejam selecionados com precisão científica, certamente os diagnósticos o são, não é? Mais uma vez a evidência não corrobora esse ponto de vista. Após uma pesquisa recente, dois médicos patologistas relataram que, após a execução de 400 autópsias, verificaram que em mais da metade dos pacientes o diagnóstico errado tinha sido feito. Issso nos leva a crer que em mais da metade dos casos, tratamento equivocado foi administrado paciente. E como muitos dos tratamentos modernos são inquestionavelmente poderosos, isso nos leva também a crer que grande parte daqueles pacientes morreu em conseqüência do seu tratamento. Os dois patologistas relataram que doenças tratáveis não foram diagnosticadas em um, de cada sete pacientes. Verificaram que 65 casos de pneumonia, de um total de 134, não foram identificados, enquanto que de 51 pacientes que sofreram ataque cardíaco, os médicos falharam no diagnóstico em 18 deles. A ignorância tornou-se comum à prática médica.  

Os médicos se esforçam muito para disfarçar o fato de que praticam uma magia negra, ao invés de um Ciência. A profissão médica criou uma "pseudo-ciência" de proporções gigantescas e os médicos de hoje fazem uso de uma ampla gama de instrumentos e de testes, com que explicam e dignificam as suas intervenções. Isso, naturalmente, não é novidade. Os alquimistas da Idade Média e os curandeiros da África verificaram que as palavras e os feitiços eram próprios dos deuses e de bruxas e assim criaram uma secreta e impenetrável estrutura de ervas, canções, danças, chocalho de ossos especiais, cânticos e encantamentos cerimoniais. Os clínicos de hoje possuem um arsenal de ferramentas muito mais sofisticado. Eles têm a cirurgia a laser e psicoterapia, os "CAT scanners" (Sofisticado instrumento de exploração eletrônica de áreas específicas do corpo) e os detectores de manganês no serum para substanciar a sua alegação de serem cientistas. Mas, apesar de tão boa que possa parecer a impenetrável pseudo-ciência e apesar de tão bem baseados em princípios científicos os equipamentos e as técnicas, tudo não passa de pouco mais que feitiçaria. Os médicos podem usar instrumentos científicos mas isso não os faz mais cientistas que um curandeiro o seria se pendurasse ao pescoço um estetoscópio e dançasse ao redor de um microscópio !!!  

Ora, se os médicos fossem conscientes de que a Medicina não é um Ciência e que estão praticando aquilo que inquestionavelmente se constitui no maior e no mais bem sucedido truque de confiança jamais aplicado, o dano seria bem mínimo. Mas o problema reside no fato de que a grande maioria dos médicos crê na mentira que lhes é ensinada; crêem que são cientistas e que praticam uma ciência aplicada. Uma das conseqüências dessa falsa fé é que os médicos usam a tecnologia a eles disponível com pouca ou nenhuma atenção para com os seus pacientes: a eles foi ensinado aliar uma autoridade medieval e um sentimento de superioridade quase divino, com uma parafernália tecnológica do Século XX. O resultado é o caos terapêutico. Os pacientes são exageradamente analisados por métodos selvagens e perigosos e os programas terapêuticos, que variam de um médico a outro, são planejados e definidos por meio de tentativas, ao invés de resultarem de uma análise científica de possibilidades e de conseqüências. Para se proteger da ansiedade que, de outra forma, acompanharia a sua ignorância e a sua carência de conhecimento, os médicos buscam segurança e conforto em seu mergulho na tecnologia.  

Aos doutores é ensinado que a investigação é um fim em si mesma, ao invés de um mero sinal que leva a um fim terapêutico. As necessidades do paciente são esquecidas, enquanto que os médicos se vangloriam do seu conhecimento. Um número exageradamente grande de médicos se satisfaz, não por fazer melhorar os pacientes ou por aliviar deles o desconforto, mas em jogar um série de jogos intelectuais em que a coleta e análise de resultados de exames é vista como muito mais importante que o apoio e o conforto de um paciente. Com exagerada freqüência os pacientes são analisados em excesso, diagnosticados em excesso, tratados de forma exagerada e recebem cuidados insuficientes. A "cura" e não os "cuidados" tornou-se o único critério e o sucesso é, com exagerada freqüência, medido no laboratório, ao invés de o ser na enfermaria. Que aconteceu? Por que a Medicina falhou em tornar-se um Ciência autêntica?  

A resposta é simples. No último século a prática da Medicina tornou-se nada mais que um acessório da indústria farmacêutica e dos outros aspectos da imensa, poderosa e imensamente lucrativa indústria dos cuidados com a saúde !!! A Medicina não é mais uma profissão independente. Os médicos tornaram-se nada mais que um elo de ligação entre a indústria farmacêutica e o consumidor.  

Nota de Leo Rebello: Os médicos e a indústria farmacêutica mataram, em conjunto, mil vezes mais pessoas durante os tempos de paz que todas as fatalidades das guerras travadas nos últimos 500 anos. Há um livro de natureza gráfica com o título de "Médicos, Drogas e Demônios", que relata a grotesca história da medicina moderna. Há também outra evidência igualmente diabólica com o nome de "EUA, os Envenenados", que registra os efeitos diabólicos de substâncias químicas assassinas que destroem o nosso meio ambiente, a nossa vida silvestre e a nós mesmos. E há, então, aquele sempre famoso tratado do Dr. Ivan ILLICH, chamado de Nêmesis da Medicina (ou Limites da Medicina), que a indústria farmacêutica comprou em massa e queimou. Os inteligentes leitores da Amrit Manthan podem ler esses livros eruditos para o seu benefício e devem se unir para a proteção de sua própria saúde, que se encontra em grande perigo.  

 

O Dr. Vernon COLEMAN, médico e Doutor em Ciência, escreveu 75 livros que são vendidos em mais de 50 países e foram traduzidos para 22 idiomas. Conheci-o numa conferência no Hospital Real de Londres em junho de 1992, em que nós dois éramos os principais oradores. 

 

NOTA do Tradutor: Sugiro uma visita ao sítio WEB do Dr. Márcio Bontempo, famoso e competentíssimo médico sanitarista brasileiro, incansável divulgador das terapias naturais.  

(http://www.drmarciobontempo.com.br/) 

 

Comentários do tradutor: Seria insensato e pouco honesto não reconhecer e louvar o valor da Medicina de  

URGÊNCIA e de REABILITAÇÃO óssea e de outros tecidos, nesse contexto tão negativo da Medicina Moderna. Há que se louvar e reconhecer um altíssimo valor da Traumatologia e de procedimentos da  

EMERGÊNCIA MÉDICA 

http://www.paradisenow.net/medicina-moderna-nao-ciencia.html 

 

 

Marcelo    

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