Auto-hemoterapia Informações e debates

            Quem somos

                 auto-hemoterapia o que é? |  informações & debate |  depoimentos |  publicações |  vídeos |  política de privacidade |  pesquisa virtual

ver participações do dia Visitantes: 4.014.876 (início em 30/10/2010)

"Conversa com o
Dr. Luiz Moura:
O que é
auto-hemoterapia?
"


Vídeo na íntegra.

Conversa com o Dr. Luiz Moura

Agora também
subdividido em
60 temas








Assine a petição
para a Liberação da
Auto-hemoterapia








"Conversa com o
Dr. Luiz Moura:
O que é
auto-hemoterapia?
"


Vídeo na íntegra.

Conversa com o Dr. Luiz Moura

Agora também
subdividido em
60 temas

Busca Saúde
Loading

 A AHT de RICOS ESTÁ MESMO EM ALTA! O endereço da notícia

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Quinta-feira, 6 de agosto de 2009 - 21:57:45 

A AHT de RICOS ESTÁ MESMO EM ALTA! 

 

O endereço da notícia citada pelo nosso médico é http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u600720.shtml É que algumas pessoas podem querer ver a notícia no original. 

 

Veja também: "Plasma Rico em Plaquetas promete revolucionar a ortopedia mundial 

JB Online  

RIO DE JANEIRO - Dois dos maiores astros do Pittsburgh Steelers, campeão do mais recente torneio de futebol americano dos Estados Unidos, utilizaram seu próprio sangue em um tratamento inovador para lesões, antes da vitória da equipe no Super Bowl. Pelo menos um arremessador em uma das grandes equipes de beisebol, cerca de 20 jogadores de futebol profissionais e talvez centenas de atletas amadores também recorreram ao procedimento que está revolucionando a ortopedia mundialmente: o PRP- Plasma Rico em Plaquetas.  

... 

Está no endereço http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/07/03/e03077162.asp (penso que é bom, sempre, dar o endereço). Há espaço para comentários.  

 

E, ainda: "Nos EUA, atletas recorrem a tratamento com o próprio sangue.  

 

Tratamento poder reduzir o período  

de recuperação dos atletas  

Alan Schwarz*  

 

Dois dos maiores astros do Pittsburgh Steelers, campeão do mais recente torneio de futebol americano dos Estados Unidos, utilizaram seu próprio sangue em um tratamento inovador para lesões, antes da vitória da equipe no Super Bowl.  

Pelo menos um arremessador em uma das grandes equipes de beisebol, cerca de 20 jogadores de futebol profissionais e talvez centenas de atletas amadores também recorreram ao procedimento, conhecido como terapia de plasma rico em plaquetas.  

 

Os resultados iniciais promissores do método estão assegurando aos especialistas em medicina esportiva que a terapia de plaquetas ricas em plasma, um método de tratamento bastante simples de utilizar, pode resultar em melhorias no tratamento de lesões persistentes como tendinites e problemas de articulação de cotovelos e joelhos que afligem atletas de todos os tipos.  

 

O método está centrado na injeção de componentes do sangue do paciente diretamente na área lesionada, o que catalisa os instintos do corpo de reparar músculos, ossos e outros tecidos. 

O maior atrativo, dizem muitos médicos, é que a técnica parece ajudar a regenerar ligamentos e fibras de tendões, o que pode reduzir o período de reabilitação e assim evitar a necessidade de cirurgia.  

 

A pesquisa sobre os efeitos do plasma rico em plaquetas se acelerou nos últimos meses, mas a maioria dos médicos acautela que estudos mais rigorosos serão necessários antes que a terapia possa ser declarada comprovada cientificamente. 

No entanto, muitos pesquisadores imaginam que o procedimento possa se tornar um método de tratamento cada vez mais popular, por motivos tanto médicos quanto financeiros.  

 

"Trata-se de uma opção melhor para problemas que não apresentam soluções grandiosas, é um método não cirúrgico e utiliza as células do próprio corpo para ajudá-lo a se curar", disse o Dr. Allan Mishra, professor assistente de ortopedia no Centro Médico da Universidade Stanford e um dos principais pesquisadores nesse campo.  

"Acredito que seja justo dizer que o plasma sanguíneo rico em plaquetas tem o potencial de revolucionar não só a medicina esportiva mas todo o campo da ortopedia. Ele requer muito mais estudos, mas levar adiante o trabalho nesse campo se tornou obrigatório".  

 

O Dr. Neal ElAttrache, que é médico do time de beisebol Los Angeles Dodgers, usou a terapia das plaquetas ricas em plasma em julho, em um ligamento colateral dilacerado no cotovelo do arremessador Takashi Saito.  

Caso o problema tivesse sido combatido por meio de uma cirurgia, a temporada estaria encerrada para Saito e ele ficaria entre 10 e 14 meses afastado do esporte; mas em lugar disso ele conseguiu voltar a jogar em setembro, em tempo para a disputa do título divisional, sem sentir quaisquer dores.  

 

 

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd1807200901.htm (área restrita). O conteúdo parece ser:  

 

 

Thu, 6 Aug 2009 08:22:18 -0300, Marcelo escreveu:  

 

 

18/07/2009 08:33:26  

Injeção de plaquetas acelera recuperação de músculos  

 

Veículo: Folha de S.Paulo  

Publicado em: 18/07/2009 - 08:33 

Especialistas relatam bons efeitos em casos de tendinites e lesões musculares 

O plasma rico em plaquetas é empregado há cerca de dois anos no Brasil; estudo revela que técnica diminui necessidade de cirurgias  

GABRIELA CUPANI 

Uma técnica que utiliza plasma sanguíneo rico em plaquetas do próprio paciente vem mostrando bons resultados em casos de tendinite e lesões musculares. Aplicada no Brasil há cerca de dois anos, ela vem sendo usada com sucesso principalmente em atletas, diminuindo significativamente o tempo de recuperação e a necessidade de cirurgias. 

Embora os estudos sobre o assunto ainda estejam em fase inicial, uma pesquisa conduzida pelo ortopedista Rogério Teixeira da Silva, coordenador do Núcleo de Estudos em Esportes e Ortopedia e presidente do Comitê de Traumatologia Desportiva da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), que acompanha 90 pessoas, constatou os benefícios da técnica. 

Dos 46 pacientes que tinham recebido indicação cirúrgica, apenas três de fato precisaram da operação após passar pelo procedimento que utiliza plasma rico em plaquetas. 

A técnica consiste em injetar, diretamente na lesão, um concentrado de plaquetas (células que carregam proteínas chamadas fatores de crescimento). Esses fatores são os responsáveis por promover a regeneração do tecido. Em altas concentrações, eles podem ser capazes de acelerar o processo natural. 

O plasma rico em plaquetas é produzido a partir do sangue do próprio paciente. Os médicos colhem uma pequena quantidade do líquido, que pode variar de 30 a 50 mililitros -menos do que o retirado em uma bateria de exames de sangue de rotina-, dependendo da lesão a ser tratada. Esse sangue é processado em uma centrífuga de alta velocidade, com o objetivo de separar os glóbulos vermelhos das plaquetas. 

Alta concentração 

Com esse procedimento, a concentração de plaquetas pode aumentar até dez vezes em relação ao volume normal. 

"Por enquanto, a indicação consagrada, com evidências científicas relatadas em artigos, é para os casos de tendinites crônicas, em que há inflamação e degeneração do tendão", diz o ortopedista Rogério Teixeira da Silva. "A técnica também pode ser aplicada para rupturas de tendão e até em caso de fraturas", diz o ortopedista Carlos Henrique Bittencourt, da Universidade Federal Fluminense. 

Todas essas lesões têm longo período de recuperação porque normalmente acontecem em regiões com menor aporte de sangue. É por isso que, de acordo com os especialistas, a injeção das plaquetas diretamente no local acelera o processo. "Uma lesão que demoraria dois meses pode se recuperar em 15 dias", afirma Bittencourt. 

Segundo os especialistas, as plaquetas ajudam a regenerar ligamentos e fibras de tendões, o que pode reduzir o período de reabilitação e, assim, evitar a necessidade de cirurgia. 

Atualmente a técnica vem sendo muito usada em atletas, grandes vítimas desse tipo de lesão. Nos casos de tendinite, a terapia costuma ser oferecida ao paciente quando ele já passou por outros tratamentos convencionais, como fisioterapia, sem resultado. 

"Os resultados nas lesões musculares também são excelentes", diz Joaquim Grava, consultor do departamento médico do Corinthians. "Há casos de lesões que demorariam de oito a dez semanas para se recuperar com fisioterapia e, com a aplicação do plasma rico em plaquetas, o jogador voltou a jogar em 15 dias." 

A utilização dessas plaquetas não oferece riscos de rejeição ou de reação alérgica, já que são células do próprio paciente. A aplicação normalmente é rápida -dura em torno de 30 minutos- e a recuperação é muito mais fácil do que a de uma cirurgia convencional. 

Falta de consenso 

A técnica é contraindicada, no entanto, para pacientes com câncer, para quem tem infecções agudas ou pessoas que têm baixo número de plaquetas no sangue, quadro que pode ser causado por doenças da medula óssea. O procedimento, que custa em torno de R$ 3.000 por aplicação, ainda não é coberto pelos planos de saúde. 

"Ainda não temos evidências científicas que confirmem a eficácia do tratamento", pondera Romeu Krause, presidente da SBOT. "Não há consenso na literatura e o paciente deve ser informado a respeito disso", lembra Krause. 

"Não é um tratamento experimental, ele faz parte do arsenal terapêutico, mas ainda há questões em aberto, como qual o fator de crescimento ideal que deve ser usado ou se há casos de resposta exacerbada", opina o ortopedista Ricardo Cury, do Grupo de Cirurgia do Joelho e Trauma Esportivo da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho. 

 

Emails do Ubervalter Coimbra    

[voltar]

envie este texto a seus amigos

Busca Saúde
Pesquisa personalizada








Atenção: NÃO USE informações aqui divulgadas para substituir uma consulta médica. Seja prudente, consulte um médico, quando entender necessário, para o correto diagnóstico e eventual tratamento".

[ir para a participação que motivou este comentário]
 
  AHT HEMOTERAPIA: Informações & Debate, Depoimentos, Publicações e Vídeos (2007 - 2021)
Fique livre para divulguar informações aqui disponibilizadas.
Agradecemos a citação da fonte.
webmaster@hemoterapia.org