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 12.01.2010 PLASMA DE RICO EM PLAQUETAS (PRP) --- Walter

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Ver Opinião - Ver Opinião - Comentário
 Terça-feira, 12 de janeiro de 2010 - 22:55:34 
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12.01.2010 

 

PLASMA DE RICO EM PLAQUETAS (PRP) 

--- Walter Medeiros  

 

A cada dia que passa fatos novos vêm desmanchando os pretensos argumentos do Conselho Federal de Medicina – CFM e entidades e instituições que o seguem, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA contra o uso da auto-hemoterapia no Brasil. Agora fica mais claro o que todos já suspeitavam: se a auto-hemoterapia for feita cheia de aparatos caros e em salas de cirurgia, é permitida, mesmo em casos em que não haja comprovação científica da eficácia de sua aplicação. São os casos da chamada PRP (Plasma Rico em Plaquetas) e do Tampão Sanguíneo Peridural - TSP. 

 

 

O programa Esporte Espetacular da Rede Globo mostrou domingo (10.01.2010) a cura de feridas de atletas através da técnica PRP, através da qual o sangue do próprio atleta é retirado e posto numa centrífuga para voltar a ser aplicado no mesmo atleta. Cada aplicação custa R$ 1.000,00. É o que está sendo chamado de auto-hemoterapia dos ricos. A Auto-hemoterapia comum é uma técnica que combate e cura doenças com a retirada de sangue da veia e aplicação imediata no músculo. Esta terapia vem salvando vidas há mais de cem anos. Para realizá-la, basta uma seringa e alguém qualificado para aplicar. O custo fica em torno de R$ 5,00 a R$ 10,00. Mas esta é proibida no Brasil, mesmo que de forma estapafúrdia. 

 

BENEFÍCIOS 

 

Em julho de 2009 a Folha de S. Paulo publicou matéria dizendo que “Injeção de plaquetas acelera recuperação de músculos”, na qual especialistas relatam bons efeitos em casos de tendinites e lesões musculares. A matéria relatava que o plasma rico em plaquetas era empregado havia cerca de dois anos no Brasil e dizia que estudo revelava que técnica diminui necessidade de cirurgias. Observemos que a matéria informava que os estudos sobre o assunto ainda estavam “em fase inicial”, mas uma pesquisa conduzida pelo ortopedista Rogério Teixeira da Silva, coordenador do Núcleo de Estudos em Esportes e Ortopedia e presidente do Comitê de Traumatologia Desportiva da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), que acompanha 90 pessoas, constatou os benefícios da técnica. 

 

A matéria acrescentava que “Dos 46 pacientes que tinham recebido indicação cirúrgica, apenas três de fato precisaram da operação após passar pelo procedimento que utiliza plasma rico em plaquetas”. A técnica consiste em injetar, diretamente na lesão, um concentrado de plaquetas (células que carregam proteínas chamadas fatores de crescimento). Esses fatores são os responsáveis por promover a regeneração do tecido. Em altas concentrações, eles podem ser capazes de acelerar o processo natural. 

 

Por outro lado, a matéria ressalta que “A utilização dessas plaquetas não oferece riscos de rejeição ou de reação alérgica, já que são células do próprio paciente”. O procedimento, que custa em torno de R$ 3.000,00 por aplicação, ainda não é coberto pelos planos de saúde. É mostrado ainda na matéria que "Ainda não temos evidências científicas que confirmem a eficácia do tratamento", conforme pondera Romeu Krause, presidente da SBOT. "Não há consenso na literatura e o paciente deve ser informado a respeito disso", lembra. Mas segundo assegura Ricardo Cury, do Grupo de Cirurgia do Joelho e Trauma Esportivo da Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho, "Não é um tratamento experimental, ele faz parte do arsenal terapêutico, mas ainda há questões em aberto, como qual o fator de crescimento ideal que deve ser usado ou se há casos de resposta exacerbada". 

 

AUTO-HEMOTERAPIA 

 

A Enfermeira Dra. Aparecida de Luca, referindo-se à matéria veiculada na TV Globo, indaga: “isso é ou não é auto hemoterapia (AHT), que foi tão combatido pelo CFM e pelo próprio COFEN?”, observando que “Na referida técnica, os médicos são os únicos a realizá-la, porque utilizam centrífuga e endoscópio pra ver a aplicação direta na articulação, procedimentos, que, sem dúvida, tornam o procedimento mais complexo.”, acrescentando que “Diferentemente da simplicidade da AHT, quando o sangue é retirado da veia e injetado no músculo, e, considerando que a reação ao sangue injetado é sistêmica, não haveria a necessidade dele ser injetado no próprio local da lesão”. 

 

Para a Dra. Aparecida, “A aplicação do sangue total no músculo, e não somente o plasma, também é compreensível, porque se o plasma não causa problemas, porque os outros elementos do mesmo sangue causariam?”. Ao lembrar que cada aplicação custa R$ 1.000,00, ela questiona: “Estaria aí a razão de tentar combater a AHT, que é simples e pode ser feita por outros profissionais que não sejam médicos?” Ela chama atenção também para o fato de no próprio vídeo ser dito que “alguns médicos estão preferindo esperar resultados de pesquisas que comprovem a eficácia do tratamento”, concluindo que “No entanto, aqueles que executam, o fazem sem resultados de pesquisa, e já estão aplicando, inclusive no Ronaldo, o fenômeno”. 

 

Diante dessas contradições, cabe ao Conselho Federal de Medicina – CFM, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, o Conselho Federal de Enfermagem, a Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia esclarecer à nação brasileira o que está acontecendo. Enquanto proibem atabalhoadamente o uso da auto-hemoterapia comum, a permitem abertamente quando o seu uso ocorre em ambiente de onde decorrem vultosos pagamentos. Tanto a técnica PRP (Plasma Rico em Plaquetas) como o Tampão Sanguíneo Peridural são procedimentos de custos elevados. Uma coisa, pelo menos, é bem clara: qualquer que seja a forma, está comprovando a eficácia da auto-hemoterapia. 

 

FONTE: http://www.rnsites.com.br/auto-hemoterapia-prp.htm  

Marcelo Fetha (fetha@ibest.com.br)    

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